Tag: literatura negra

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    A agulha do tempo novo: Um Exu em Nova York

    “Um Exu em Nova York” é um pequeno tesouro na literatura brasileira. O livro traz 19 pequenos contos que ativam um peculiar panorama do racismo e seus efeitos enquanto revelam os sonhos, a tristeza, a dor, a falta, a alegria, a alma de personagens que se aproximam da gente. Por Milena Britto, enviado para o Portal Geledés  Capa do livro 'Um Exu em Nova York' Cidinha da Silva tem um olhar profundo e uma mão precisa: os contos não desperdiçam matéria nem tempo; não enrolam, não distraem o leitor. Há um rio correndo e costurando as memórias que nos saltam, às vezes como o respingo d’água que cai gelado e afiado como agulha a nos picar, como é o caso do conto “O velho e a moça”.  Li esse conto tocada pelo emaranhado poético de vida e mistério que é a própria escrita. Se já significa ...

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    Nei Lopes, músico especialista na cultura africana e sua diáspora, é o supervisor da supersérie, adaptada por Maria Camargo/Divulgação

    ‘Um Defeito de Cor’, épico sobre passado escravagista, vira supersérie na Globo em 2021

    Épico narrado por uma senhora negra que relembra sua trajetória desde a chegada ao Brasil, ainda criança, em um navio negreiro, o livro “Um Defeito de Cor” será produzido como supersérie (ou novela das onze) na Globo em 2021. por Cristina Padiglione no Telepadi Nei Lopes, músico especialista na cultura africana e sua diáspora, é o supervisor da supersérie, adaptada por Maria Camargo/Divulgação A adaptação está nas mãos de Maria Camargo, que já levou à TV os livros “Dois Irmãos”, de Milton Hatoum, e ” A Clínica: a Farsa e os Crimes de Roger Abdelmassih”, de Vicente Vilardaga, resultado na minissérie “Assédio”. “Estamos imaginando uma coisa bem complexa para 2021: estamos  trabalhando num grande épico, uma coisa bem complexa, que o Ricardo (Waddington, responsável pelo funcionamento dos Estúdios Globo) tá quebrando a cabeça pra resolver “, disse o diretor-geral da Globo Calos Henrique Schroder durante entrevista na ...

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    Toni Morrison: conheça obras de 8 importantes escritoras não-brancas

    Morte da vencedora do Nobel de literatura deixa lacuna na literatura universal Por Clarice Rosa e Silva, Do 24h RasNews  A escritora vencedora do Nobel Toni Morrison (Foto: DEBORAH FEINGOLD GETTY IMAGES) Toni Morrison, a primeira e única escritora negra a ganhar um prêmio Nobel de literatura, faleceu na terça-feira (06/08/2019), aos 88 anos de idade. Seu legado, no entanto, se estende além dos livros publicados. Ela publicou 11 livros, incluindo Amada, ganhador do Pulitzer de ficção do ano de 1988. Anos atrás, pós a publicação de Amada, mais de 20 escritoras negras, incluindo Maya Angelou e Alice Walker, enviaram uma carta ao New York Times protestando pelo fato de que Morrison ainda não havia ganhado os prêmios Pulitzer ou National Book Award. De acordo com elas, a escrita da colega havia “avançado os padrões morais e artísticos pelos quais (a sociedade) media a audacidade e ...

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    Toni Morrison. A literatura negra americana ficou órfã de mãe

    A primeira mulher negra a conquistar o Nobel da literatura morreu na noite de segunda-feira. Toni Morrison, autora de Beloved, tinha 88 anos. Por José Cabrita Saraiva, Do JornalI Barack Obama apresenta a Medalha Presidencial da Liberdade para autor de Toni Morrison durante uma cerimônia em 29 de maio de 2012 na Sala Leste da Casa Branca, em Washington. O prêmio é a mais alta honraria civil do país. (AFP PHOTO / Mandel NGAN) Quando recebeu o prémio Nobel da literatura de 1993, Toni Morrison terminou o seu discurso perante a Academia Sueca com estas palavras: “Nós morremos. Talvez seja esse o significado da vida. Mas fazemos linguagem. Essa pode ser a medida das nossas vidas”. A autora multipremiada, que denunciou e combateu o racismo através da sua obra e das suas intervenções públicas, morreu na noite desta segunda-feira, dia 5 de agosto, num hospital de ...

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    (FOTO: REPRODUÇÃO/RAVI SANTANA - CARTACAPITAL)

    Quem são autoras negras referências do Brasil – e porque conhecê-las

    Autoras negras contam a história de um Brasil que por vezes, parece entrar em choque com um outro país retratado por poderosos. Por   GIOVANNA GALVANI, no Carta Capital Há quem afirme que a fome não seja um grande problema no Brasil. Elas sabem que é. Carolina Maria de Jesus, catadora pobre e autora de ‘Quarto de Despejo’ (1960), que vendeu mais de 100 mil cópias, sabia tanto que escreveu: “O Brasil precisa ser dirigido por alguém que já passou fome”. Carolina foi uma grande autora, mas não chegou a ser celebrada nos espaços de conhecimento. Na produção de textos, análises e pesquisas que consolidam outros brasileiros que estudam o Brasil, porém, as mulheres negras não figuram entre as grandes referências, mesmo sendo representantes das menos favorecidas na sociedade. Por quê? Bianca Santana, jornalista e autora de “Vozes Insurgentes de Mulheres Negras – do século XVIII  à primeira década do século XXI”, ...

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    A escritora Toni Morrison foi a primeira mulher negra a ganhar o Nobel de Literatura, Damon Winter:The New York Times

    Racismo descrito por Toni Morrison é tão brutal quanto a guerra

    Seus livros dependem de um leitor atento e disposto a captar as sutilezas e as armadilhas por Camila Von Holdefer no Folha de São Paulo A escritora Toni Morrison foi a primeira mulher negra a ganhar o Nobel de Literatura, Damon Winter:The New York Times Sei que há tantos tipos de livros quanto há de leitores e de leituras. No entanto, me pergunto quem fica incólume a um romance de Toni Morrison. Morrison morreu nesta segunda depois de uma breve internação. Tinha 88 anos. O excelente “O Olho Mais Azul”, publicado em 1970, marca o início de uma carreira que legou à literatura americana alguns de seus livros mais importantes. Suas personagens inesquecíveis são mulheres negras que abrem caminho da melhor forma que podem. As mulheres de Morrison têm personalidades e trajetórias distintas, mas suas vidas estão imersas na mesma e lamentável história —a própria escravidão ...

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    Toni Morrison autografa seu livro Home durante evento e Nova York, em 2013 — Foto- AP Photo:Bebeto Matthews, arquivo

    Morre aos 88 anos Toni Morrison, escritora americana e ganhadora do Prêmio Nobel de Literatura

    'Apesar de sua morte representar uma tremenda perda, estamos gratos por ela ter tido uma vida longa e bem vivida', afirmou a família em comunicado. Toni Morrison autografa seu livro Home durante evento e Nova York, em 2013 — Foto- AP Photo:Bebeto Matthews, arquivo Toni Morrison, escritora americana e ganhadora do Prêmio Nobel de Literatura, morreu aos 88 anos. Em um comunicado divulgado nesta terça-feira (6), a família informou que Morrison "morreu após uma breve doença". "Apesar de sua morte representar uma tremenda perda, estamos gratos por ela ter tido uma vida longa e bem vivida", afirmou a família, segundo a agência de notícias France-Presse. Nascida em 18 de fevereiro de 1931, em Ohio, nos Estados Unidos, Toni Morrison foi a primeira afro-americana a ganhar um prêmio Nobel. Toni estreou como romancista em 1970, com "O olho mais azul". Dentre suas obras mais conhecidas, estão "Sula" ...

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    Foto- Marcelo Costa Braga

    “Não colem em mim esse discurso da meritocracia”, diz Conceição Evaristo

    O racismo estrutural e a falta de oportunidades para a grande maioria da população negra em nosso país são questões que incomodam profundamente a escritora Maria da Conceição Evaristo. por Mídia Ninja Foto- Marcelo Costa Braga Nascida e criada numa periferia de Belo Horizonte (MG), mulher negra e pobre, trabalhou como empregada doméstica e já vivenciou na pele o preconceito da nossa sociedade. Hoje aos 72 anos, doutora em Literatura Comparada pela UFF, tem diversos livros publicados e é chamada para eventos em vários países. No entanto, assim como ela lutou muito para chegar onde chegou, milhares de mulheres negras se esforçam a vida inteira e permanecem vivendo em meio a dificuldades. É o falso discurso da meritocracia brasileira, segundo ela. Vencedora do prêmio Jabuti em 2015 com o livro Olhos D’Água, seu nome foi muito falado no ano passado quando oficializou sua candidatura à Academia ...

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    James Baldwin em Istambul, na Turquia. (Foto- Sedat Pakay, 1965, Coleção do Museu Nacional de História e Cultura Afro-Americana dos EUA)

    James Baldwin: o leão de 95 anos

    Nascido há exatamente 95 anos nos EUA, no dia 2 de agosto de 1924, o escritor e ativista James Arthur Baldwin iniciou a vida pública aos 14 anos de idade como um pregador mirim sensação na igreja de seu padrasto, em Nova Iorque. A dedicação aos cultos não durou muitos anos, mas ajudou a forjar a oratória cortante do intelectual que, além de romances, peças e poesia, se tornou notável pelos discursos e entrevistas contundentes sobre a vida das pessoas negras nas Américas. James Baldwin no Harlem, bairro onde nasceu. (Foto- Steve Schapiro, 1963: Getty Images) O lançamento do filme Eu não sou seu negro (Raoul Peck — 2016), baseado em um livro não finalizado do autor sobre a luta e o assassinato de três de seus amigos e ativistas do movimento dos direitos civis — Medgar Evers, Martin Luther King Jr. e Malcom X — ...

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    mais além da cota: a onda negro-africana por Alex Ratts

    desde o começo dos anos 2000, uma série de demandas, movimentações e políticas contundentes, no campo da educação e também do trabalho, visam ampliar a participação negra nas universidades, na produção do conhecimento e da arte e em inúmeros espaços de decisão e visibilidade. em geral, as denominamos de ações afirmativas e a modalidade mais mencionada, pouco conhecida e muito confrontada são as cotas, sobretudo as raciais. Beatriz Nascimento, Abdias Nascimento, Lelia Gonzalez - Foto: Blog do Alex Ratts desde os anos 1970, existem proposições de uma ciência, uma história, uma arte e uma literatura negras. bem antes disso, pessoas e comunidades negro-africanas, rejeitavam a condição de objeto de exploração, estudo ou pesquisa, assumindo a posição de sujeito do conhecimento e da arte. antes mesmo de se falar em cotas, a luta por voz e espaço, vida e boa morte, prazer e poder, nas corporeidades e sociedades africanas e ...

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    Em livro, a potente voz das mulheres negras

    Filósofas, catadoras, psicólogas, domésticas, deputadas. Textos, que abarcam 250 anos do feminismo negro no Brasil, denunciam opressão e apagamento histórico. Lançamento, em SP, conta com debate com algumas dessas vozes insurgentes Por Gabriela Leite, do Outras Palavras  LANÇAMENTO: Quarta-feira, 24/7, às 19h, em São Paulo na Fundação Rosa Luxemburgo Rua Ferreira de Araújo, 36 – Metrô Pinheiros (mapa) Debate com Matilde Ribeiro, Nilma Bentes, Bianca Santana e Juliana Gonçalves (mediação: Christiane Gomes) Saiba mais “Enquanto feminista negra, empolga-me a ideia de acompanhar a genealogia do pensamento feminista negro no Brasil. E, quando penso o quanto até hoje as feministas negras sofrem ataques que ignoram as construções políticas realizadas ao longo dos anos, reforça-se a percepção de que poucos leem o que escrevem as mulheres negras.” Assim a jornalista e ativista Juliana Gonçalves apresenta o livro Vozes Insurgentes de Mulheres Negras – do século XVIII à primeira década do século XXI. Ela ...

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    Giovana Xavier: “Mercado editorial descobriu que mulher preta vende …

    Historiadora elogia maior presença de autores negros na Flip, apesar de público ainda ser "essencialmente branco" Por Ruan de Sousa Gabriel, do Época  Giovana Xavier, autora que participa da Flip Foto: Imagem retirada do site Época PARATY – Em 2016, a historiadora Giovana Xavier, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro e criadora do Grupo de Estudos e Pesquisas Intelectuais Negras, acusou a Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) de “arraiá da branquitude”. Naquele ano, não havia um só negro entre os 39 autores convidados da festa. Uma carta aberta assinada por Xavierafirmava que a Flip não era assim tão cosmopolita e lhe faltava compromisso político. Neste sábado 13, na Casa Poética Negras, na programação paralela da Flip, Xavier lançou seu livro Você pode substituir Mulheres Negras como objeto de estudo por Mulheres Negras contando sua própria história (Malê). Nos 33 ensaios do livro, ela fala sobre ...

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    Flip 2019: Aplaudida de pé, Marilene Felinto diz que levou décadas para superar o racismo brasileiro

    Escritora e crítica fez uma das mesas mais incisivas da Festa Literária Internacional de Paraty ao denunciar visões racistas de Euclides da Cunha e questionar, com humor, o porquê de ter sido convidada Guilherme Sobota, do O Estado de S. Paulo Marilene Felinto (Reprodução/Youtube) Numa das mesas mais aplaudidas da programação principal da 17.ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) até aqui, a escritora Marilene Felintoemocionou a plateia ao comentar sua trajetória particular e dizer que levou décadas para superar o “racismo internalizado na mentalidade do brasileiro”. “Os ancestrais de minha mãe são possivelmente sobreviventes da degola e da tortura a que foi submetida pelo exército de Euclides da Cunha a gente preta do arraial de Canudos, os milhares de escravos recém-libertos que zanzavam pelo sertão em busca de comida e alguma crença para suportar aquelas condições desumanas de vida”, leu, de um texto escrito previamente à mesa, num dos ...

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    Rafael Arbex/Estadão Conteúdo

    Maria da Conceição Evaristo, a voz da mulher negra na literatura

    Educadora e escritora, ela participa da Flip nesta quinta-feira para discutir o direito à escrita e à leitura das populações periféricas Por Karla Dunder, do R7 A escritora e educadora Maria Conceição Evaristo, que participa da Flip Rafael Arbex/Estadão Conteúdo Educadora e escritora, Maria da Conceição Evaristo é um dos nomes mais importantes da literatura contemporânea. Uma mulher negra com uma trajetória marcada por muitas lutas e que usa a sua escrita como um ato político. Conceição participa da Flip (Festa Literária de Paraty) na mesa Escrevivências e andanças: prazer em ler, direito a escrever, na tarde desta quinta-feira (11). A mesa conta também com a presença de Jessé Andarilho e Claudileude Silva. A mediação é de Angela Dannemann. A proposta é discutir o direito à escrita. Mulheres, negras e negros, e as populações periféricas não tiveram, muitas vezes, acesso à leitura e a oportunidade de contar sua própria história. ...

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    Pra começar: ressignificando as nossas vivências

    Cidinha da Silva. Pra começar: melhores crônicas de Cidinha da Silva, volume 2. Kuanza Produções, 2019. Por Amanda Lourenço, Do LeitorasPretas  A escrita de Cidinha da Silva vem se consolidando de maneira cada vez mais forte na literatura brasileira graças à delicadeza poética das suas obras e ao impacto reflexivo-crítico que elas incutem nas leitoras dos livros já publicados – destaco, especialmente, os livros Cada tridente em seu lugar e outras crônicas e Um Exu em Nova York, ambos já resenhados aqui no blog. Analisando a trajetória literária da autora, nota-se uma produção voltada para o cotidiano da população negra em suas diversas camadas, que vão desde críticas sociais – movimento o qual acredito ser característico da sua postura militante – à exaltação da beleza cotidiana do simples existir enquanto indivíduo negro – situação ainda negada para nós. Embora esse fato seja latente nos vários gêneros textuais produzidos por Cidinha, acredito que as crônicas ...

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    Reprodução/Facebook

    Cidinha da Silva e Cecília Floresta discutem Audre Lorde no Clube Lesbos, dia 29/06.

    O Clube Lesbos nasceu para discutir livros/filmes com personagens (ou autoras) lésbicas! Esse ano estamos fazendo, em São Paulo, a linha do tempo da literatura lésbica. Em junho continuamos nos anos 80, com Audre Lorde. Do Facebook  Audre Lorde é uma das principais pensadoras lésbicas do século XX. É uma das principais vozes do feminismo afroamericando. Foi poeta, ensaísta, conferencista e professora de literatura. Apesar da sua importância, ela ainda não foi publicada oficialmente em português por nenhuma editora. Por isso, no lugar de um livro, vamos disponibilizar uma lista de textos traduzidos. Textos da Audre Lorde 1) Usos do erótico: o erótico como poder - http://bit.ly/317XmwL 2) Não existe hierarquia de opressão - http://bit.ly/2Z6GLYI 3) Usos da raiva: mulheres respondendo ao racismo - http://bit.ly/2WmpI7P 4) Poesia não é um luxo: http://bit.ly/2WCBGtu 5) Textos escolhidos de Audre Lorde - http://bit.ly/2KpUfdG Textos sobre a Audre Lorde 1) A invocação dos Orixás ...

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    Joel Zito (Foto: Imagem retirada do site O Globo)

    Casa de Machado de Assis, a ABL abre suas portas pra Joel Zito Araújo

    Casa de Machado de Assis (1839-1908), a Academia Brasileira de Letras (ABL) vai se tornar nesta quinta-feira palco para uma inflamada reflexão sobre racismo, colorismo e todas as demais matizes da aquarela da exclusão, numa visita do diretor Joel Zito Araújo, diretor de “A negação do Brasil” (2000) para falar sobre representação e identidade do legado africano em nossa população. Com 31 anos de estrada nas telas, o realizador do premiado “Filhas do vento” (2004) foi convidado pela ABL para ministrar, hoje (27/6), às 17h30, o colóquio “O Negro no Cinema Brasileiro”. A palestra dele encerra o ciclo “Vozes d’África na cultura brasileira”. A ABL, casa fundada por Machado de Assis, fica Av. Presidente Wilson, 203, Castelo. Em janeiro, o mineiro, nascido na cidade de Nanuque e reconhecido como um dos mais combativos documentaristas em atividade hoje no país, integrou a mostra Soul in the Eye, do Festival de Roterdã, ...

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    Preto Zezé lança segundo livro “Das Quadras Para o Mundo”

    De capacidade empreendedora singular, liderança e ativista natural e personalidade forte. Preto Zezé, como ele mesmo diz, é o mediador de realidades distintas e distantes, a juventude negra, pobre e marginalizada espalhada em todo o Brasil e, muitas vezes, escondida no cotidiano do preconceito. de O Divulgador (Foto- Capa do livro) No dia 3 de julho, às 18h, na Livraria Cultura na avenida Dom Luís, Preto Zezé apresenta seu livro “Das Quadras Para o Mundo” (Editora Cene, 192 páginas, R$ 39,90), onde apresenta em crônicas sua trajetória vivida na comunidade das Quadras, na Aldeota e seu trabalho à frente Cufa. Com prefácio de Celso Athayde, Ceo da Favela Holding e Fundador da Cufa, o evento de lançamento contará, ainda, com sessão de autógrafos e bate-papo com convidados e o secretário-chefe da Casa Civil do Governo do Ceará Élcio Batista. (Foto- Fernanda Saiury) ...

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    Clube Negrita no Sesc (Foto: Monomito Filmes)

    Clube de leitura destaca obras de escritoras e escritores negros

    Geni Guimarães é a autora do livro escolhido para a próxima edição, com participação de Suzane Jardim   Do Livre Opinião  Clube Negrita no Sesc (Foto: Monomito Filmes) Dia 6 de julho, na biblioteca do Sesc Avenida Paulista, acontece mais uma edição do Clube Negrita, dessa vez, com o livro Leite do peito, de Geni Guimarães, escritora brasileira, que venceu o Jabuti e outros prêmios. Os contos presentes na obra são autobiográficos e narram acontecimentos da vida de uma menina negra até o início da sua fase adulta. Para trocar impressões sobre o livro e falar a respeito do contexto histórico, a organizadora e mediadora do clube, Bruna Tamires, terá a companhia da historiadora Suzane Jardim. O Clube Negrita incentiva a leitura de escritoras e escritores negros e o letramento através da leitura em coletivo, proporcionando a troca de ideias e a vivência conjunta em torno da literatura negra. Durante as sessões, cada ...

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    Lá na Laje retorna ao Sesc Pompeia com autoras negras e indígenas

    Entre as convidadas confirmadas estão Cidinha da Silva, Eliana Alves Cruz, Igiaba Scego, Futhi Ntshingila, Mirta Portillo, Porsha, entre outras  Por Jessica Balbino, Enviado para o Portal Geledés Enviado para o Portal Geledés Depois de um ano de ações, sob curadoria da jornalista Jéssica Balbino, o clube Lá na Laje retoma as atividades no Sesc Pompeia a partir do dia 26 de junho às 19h30. Com o tema “Resistência, substantivo feminino”, o novo ciclo debate as formas de resistência na literatura e propõe um intercâmbio entre autoras brasileiras e de diferentes partes do mundo, privilegiando as produções feitas por pessoas negras e indígenas. O primeiro encontro recebe a romancista Eliana Alves Cruz, do Rio de Janeiro, autora dos livros “Água de Barrela” e “O crime do cais do valongo” e Cidinha da Silva, autora de mais de 10 títulos, entre eles “#ParemdeNosMatar”, “Um exu em Nova York” e “Exuzilhada”. O bate-papo, que recebe o nome de “Paraísos ...

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