quinta-feira, maio 21, 2020

    Tag: religião

    Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com

    A juventude negra evangélica tem algo a afirmar: Não somos modinha

    Nos últimos anos, percebemos o crescimento da população evangélica no Brasil. Segundo o Censo de 2010, são 42 milhões de evangélicos no país, dos quais cerca de 23 milhões são pessoas negras. Ou seja, a maioria dos evangélicos são negros, e, junto com o aumento da presença de jovens negros nas universidades, vivemos no Brasil um momento em que a juventude negra evangélica começa a tomar mais consciência racial. Entretanto, esbarramos em um obstáculo: na igreja e nos seminários, as histórias e referências de negras e negros evangélicos que atuaram na luta antirracista do Brasil foram apagadas. Não existem muitos documentos ou produções de fácil acesso e didáticas para o jovem negro conseguir afirmar que não existe conflito entre sua cor, sua luta e sua fé. Isso também não chega aos movimentos sociais. Então, quando a juventude negra evangélica começa a atuar dentro do movimento negro, ela começa a ter ...

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    Pastora trans no altar não é pecado. É divindade e sopro de fé

    Alexya Salvador se tornará a primeira mulher trans a ser nomeada reverenda na América Latina Por Franklin Félix, do Carta Capital A PASTORA ALEXYA SALVADOR (FOTO: WANEZZA SOARES) “Todo esse movimento ganha mais significado ao ser realizado no mês da visibilidade trans. O Brasil é o país que mais mata travestis, homens e mulheres trans no mundo. Ser ordenada clériga é a confirmação de que pessoas iguais a mim podem estar em todos os espaços da sociedade e da religião.” Alexya Salvador O mês de janeiro é considerado o mês da visibilidade trans, um mês de luta, marcado por questionamentos à invisibilidade histórica que as travestis, mulheres e homens transexuais enfrentam no Brasil em relação aos seus direitos. Por conta disso, no dia 26 de janeiro, São Paulo protagonizará um dos eventos mais aguardados por religiosos/as que acreditam numa religião inclusiva, amorosa, libertária e dialógica e ...

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    IV Seminário Religião e Política: religiosidade e democracia

    Dias 24 e 25 de outubro de 2019 por Puc Rio PROGRAMAÇÃO 24 de outubro Manhã 9:30 – abertura – sala F408 10:00 – 12:00 – Sala F408 Mesa 1 – Espiritismo Brasil Fernandes de Barros (PUC-MG) – ” Espiritismo na primeira metade do século XX: Criminalização e intolerância” Marcelo Gulão (UERJ) -“O espiritismo sobe ao púlpito: A visão de Kardec sobre o método científico” Rui Marcos (Unioeste) – “comunista ou apoiador da Ditadura Civil-Militar”: Ambiguidades e contradições na trajetória do espírita Albertino Marques Barreto ( 1965-1974) Marcos Meigre (UFMG) – “O espiritismo na mídia televisiva: a propagação doutrinária na comunicação de massa” Tarde 14:00 – 16:00 –sala K102 Mesa 2 – Conservadorismos e progressismos Grimaldo Carneiro Zachariadhes (SME-RJ) – “´Conservadores x progressistas´”: Uma crítica a análise dos personagens da Igreja Católica durante a Ditadura Militar” Anne Rose (UFS) “Dom Luciano José Cabral Duarte: um intelectual a seu tempo” João Marcus Figueiredo ...

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    STF, religião e tirania

    Na última sexta-feira o Presidente da República enriqueceu seu acervo de pérolas discursivas com uma frase e uma indagação temerárias, para dizer o mínimo. Por Hédio Silva Jr, da Revista Raça  Hédio Silva Jr, (Imagem retirada do site Revista Raça) Proclamou Sua Excelência, arauto das novas práticas na vida pública: “O estado é laico, mas eu sou cristão”;  “Será que não está na hora de termos um ministro do STF evangélico?” Segundo o último recenseamento feito pelo IBGE, 86,8% dos brasileiros declaram-se cristãos, dos quais 22,2% são evangélicos. Não surpreende portanto, nem configura um problema o fato de Sua Excelência ser um cristão fervoroso ou indicar um evangélico para o STF. O contexto, entretanto, em que tais frases foram proferidas é que fazem delas um grave problema. Isto porque tratou-se de uma espécie de mimimi presidencial em face de decisão do STF que criminaliza a homofobia. ...

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    Antje Jackelén fotografada na catedral de Upsala, cidade 70 quilômetros ao norte de Estocolmo. EVAN PANTIEL

    Antje Jackelén, chefa da Igreja sueca: “Existem imagens no Antigo Testamento que mostram Deus como uma mulher”

    Teóloga polêmica e combativa, despacha os críticos frisando que sua missão é difundir a “controversa” palavra de Deus. Um caráter forte que chegou à liderança eclesiástica do país nórdico Por Cristina Galindo, do El País  Antje Jackelén fotografada na catedral de Upsala, cidade 70 quilômetros ao norte de Estocolmo. (Foto: EVAN PANTIEL/ El País) É a primeira mulher a chegar no cargo mais alto da Igreja luterana da Suécia. A arcebispa Antje Jackelén, nascida na Alemanha em 1955, foi a candidata mais votada ao posto há cinco anos. Desde então, sua figura não esteve alheia à polêmica por suas ideias em relação ao papel da religião na sociedade moderna e por algumas das concepções teológicas que defendeu. A marca, entretanto, não parece incomodá-la: “Meu trabalho é difundir a palavra de Deus, e às vezes é controversa. O que não gosto é quando se diz isso de mim para ...

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    O racismo religioso também atinge os pentecostais

    A intolerância contra as religiões afro-brasileiras tem sito protagonizada pelos evangélicos. Como participantes da religião hegemônica e colonizadora, os evangélicos reproduzem hoje o que o catolicismo fez ao longo dos 350 de escravidão e que ainda continuou a praticar pós abolição. Porém, o racismo religioso reproduzido pelas igrejas não livra as pessoas negras evangélicas de outras experiências de racismo e nem representam toda a experiência protestante no país. por Zózimo Trabuco enviado para o Portal Geledés A História dos grupos protestantes no Brasil que formam as atuais denominações começa no século XIX em duas fases de inserção: o protestantismo de imigração e o protestantismo de missão. O primeiro estava ligado à imigração e atendia às demandas religiosas dos colonos dos países de origem, aportados em terras brasileiras, favorecidos pelas mudanças políticas, econômicas e culturais que abriram as portas da imigração no século XIX. Neste contexto se instalam os anglicanos com a ...

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    (Foto: João Godinho)

    O racismo é impedimento à santificação de negros no Brasil

    Estou virando santeira, restrita a santas e santos negros, que o povo canonizou, a quem o Vaticano não reconhece a santidade; todavia, não se recusa a ganhar rios de dinheiros em nome deles. Por Fátima Oliveira Do O Tempo A supremacia numérica dos santos brancos é asfixiante num mundo que tem o branco como padrão, até para a santidade! Há pessoas negras que, embora as declarações de “milagres” sejam exuberantes e confirmadas pela fé e pela devoção popular, não são reconhecidas pela Santa Sé como santas! O catolicismo popular é uma coisa, e o oficial, outra, não apenas no Brasil, onde as nuances de racismo são explícitas sobre a santidade negra, o que despertou minha atenção. Caso da beata Nhá Chica (1810-1895), mineira de Santo Antônio do Rio das Mortes Pequeno, que foi para Baependi (MG) ainda criança. Era negra, e a imagem dela para a beatificação foi embranquecida. Fui averiguar ...

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    Feminismo muçulmano. O que o Islã realmente diz sobre as mulheres

    Jovem médica e ativista de causas humanitárias, sobretudo as que lutam pelos direitos das mulheres no mundo islâmico, Alaa Murabit explica como tem alcançado resultados tão bons: Usando os próprios ensinamentos de igualdade de gênero contidos no islamismo original. No Brasil 247 Vídeo: TED – Ideas Worth Spreading Tradução: Daniella Castro. Revisão: Rafael Braga Rodrigues.   Alaa Murabit é ativista em vários processos para a implementação da paz e para a mediação de conflitos. Sua família foi do Canadá para a Líbia quando ela tinha 15 anos. Nascida e criada num ambiente familiar muçulmano no qual ela era igual a seus irmãos, para ela foi uma experiência chocante perceber a maneira como as mulheres eram consideradas e tratadas na sua nova terra. Alaa se inscreveu numa faculdade de medicina, mas logo se sentiu frustrada devido a discriminação de gênero que experimentou . Alaa Murabit em poucos ...

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    De quando rechaçamos a política

    Existe uma constatação muito fria e nociva sobre a crise política: as pessoas não querem discutir sobre ela ou estão quase sempre prontas a mudar de assunto quando o roteiro da discussão entra pela linha da política. Não se pode ir a lugar algum sem reflexão. E o brasileiro, de maneira geral, contenta-se em deglutir aquilo que a imprensa, sobretudo a imprensa hegemônica lhe oferece todos os dias em forma de notícia. O brasileiro simples tem repetido, como papagaio, o que o massivo cartel de notícias lhe impõe; não há alternância de discurso ou uma opinião divergente. Trilha-se pelo caminho mais curto, o das manchetes. por Mailson Ramos via Guest Post para o Portal Geledés Numa conversa franca, numa reunião de amigos num boteco, onde se fala sobre tudo e sobre todos, a política é assunto rechaçado. Alijada, ela não entra na pauta senão para referendar a crise de representatividade ...

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    Famílias sem religião estão fazendo um trabalho melhor do que as demais

    Um fenômeno moderno são as famílias seculares, famílias em que pai e mãe não se identificam com religiões nem crenças. Nos Estados Unidos, eles são chamados de “Nones”, por que afirmam não acreditar em nada em particular. Do Hype Science Lá, este fenômeno está dando origem a outro: o das crianças que “crescem sem Deus”. O número delas tem crescido, de cerca de 4% nos anos 1950 a 11% após 1970, segundo um estudo de 2012. Atualmente, cerca de 23% dos adultos nos Estados Unidos alegam não ter religião, e mais de 30% dos americanos entre 18 e 29 anos dizem o mesmo. E como são estas crianças, que crescem sem agradecer as refeições ou ir ao culto dominical? Como é a moral e a ética deste povo? O professor de gerontologia e sociologia Vern Bengston supervisionou o Longitudinal Study of Generations (Estudo Longitudinal de Gerações) durante 40 anos, o ...

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    Bíblia católica apresenta o “Jesus negro”

    Objetivo seria tornar a Palavra de Deus mais acessível aos jovens negros Por  Jarbas AragãoGospelprime Provar que Jesus era negro é uma especulação antiga, tema de vários encontros teológicos e livros sobre o assunto. Representações artísticas do tema não faltam. Na ficção televisiva, já deu origem a muita controvérsia. Embora a Bíblia não o descreva fisicamente, existem centenas de congregações norte-americanas que usam a imagem de um Jesus negro para contrastar com a figura loira de olhos claros que ganhou popularidade em quase todo o ocidente. Talvez como sinal dos tempos em que o politicamente correto está na ordem do dia, uma nova Bíblia para jovens apresenta ilustrações que retratam vários personagens bíblicos como homens e mulheres de origem africana (inclusive os anjos). A Bíblia da Juventude Afro-americana foi lançada após quatro anos de debate, apresentando “comentários, notas de rodapé e obras de arte destinadas a informar os jovens afro-americanos sobre ...

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    Altos níveis de educação não afastam pessoas da religião

    Jornal GGN – Durante décadas, acreditou-se que altos níveis de formação educacional afastavam as pessoas da religião. Há uma série de pesquisas que relacionavam, por exemplo, ensino superior ao declínio religioso nos Estados Unidos. Mas um novo estudo da Universidade de Nebraska-Lincoln sugere que há uma mudança de geração acontecendo na forma sobre como o ensino superior está afetando a filiação religiosa. Do Ggn Imagem retirada do site: jornalggn.com.br “Há uma grande quantidade de artigos e livros, a partir dos anos 50, 60 e 70, que falam sobre como são mais propensos à desfiliação ou abandono da religião aqueles com maior formação educacional”, afirma o sociólogo Philip Schwadel, que comandou a pesquisa. “Sem dúvida, pesquisas mais antigas mostraram que as pessoas altamente educadas eram mais propensas a abandonar a religião”. O estudo de Schwadel, no entanto, mostra que, em gerações mais jovens e mais bem preparadas, isso ...

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    Série de TV com Jesus negro desperta ira de conservadores nos EUA

    Estreou nos Estados Unidos o seriado humorístico americano Black Jesus (Jesus Negro) que, mesmo antes de ir ao ar, já havia despertado a ira de grupos cristãos e de conservadores. A série do canal de TV a cabo Adult Swim tem como protagonista um sorridente Jesus Cristo negro que bebe, fuma maconha e fala palavrões ao passear de túnica branca pelas ruas de Compton, um bairro pobre de maioria negra em Los Angeles. No primeiro episódio, que foi ao ar na quinta-feira, o personagem transforma água mineral em conhaque e tenta transformar um terreno baldio em um jardim comunitário – onde pretende plantar legumes e verduras e maconha. Os produtores tinham lançado apenas um trailer de dois minutos antes do episódio de quinta-feira, mas já foi suficiente para que a série fosse taxada de blasfema e que grupos lançassem campanhas para não deixá-la ir ao ar. O idealizador da série, Aaron McGruder, ...

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    Especialistas opinam sobre a “psicologia cristã”, defendida por Marisa lobo

    Especialistas opinam sobre a “psicologia cristã”, defendida por Marisa Lobo

    Após cassação de Marisa Lobo, psicólogos explicam a diferença entre ser cristão e exercer o cristianismo na profissão Por Isadora Otoni Na sexta-feira passada (23), Marisa Lobo foi cassada pelo Conselho Regional de Psicologia do Paraná. Ela alegou à Fórum que a decisão era perseguição religiosa, visto que não a deixaram se denominar como “psicóloga cristã”. “Não sou eu homofóbica, esse povo que é cristofóbico”, declarou Lobo. Os especialistas Valter da Mata, mestre em Psicologia Social pela Universidade Federal da Bahia, e Jaqueline Gomes de Jesus, doutora em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações pela Universidade de Brasília, opinaram sobre a “psicologia cristã”. Para eles, o profissional deve manter a laicidade de seu trabalho. Confira as duas entrevistas abaixo. Fórum – É permitido o exercício da “psicologia cristã”? Jaqueline Gomes de Jesus – É importante se entender o saber-fazer psicólogo para se responder adequadamente a essa questão. A Psicologia é uma ciência-profissão, ...

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    Nei Lopes

    Religiões afro-brasileiras, uma questão filosófica – por Nei Lopes

    O juiz Eugenio Rosa de Araújo, da 17ª Vara Federal do Rio de Janeiro, rejeitou a retirada da internet de 15 vídeos contra o candomblé e a umbanda, alegando que os cultos afro-brasileiros “não constituem religião”, pois não se baseiam em apenas um livro nem têm apenas um deus. Os vídeos foram postados por representantes de igrejas evangélicas. No artigo abaixo, o escritor Nei Lopes explica os fundamentos dos cultos de origem africana e seu caráter religioso. Em junho de 1993, a Suprema Corte dos Estados Unidos garantiu aos praticantes de cultos de origem africana o direito de sacrificar animais em suas cerimônias religiosas. Esse relevante fato histórico deveu-se, certamente, à articulação das casas de culto de origem cubana estabelecidas no país a partir da década de 1950, as quais na década de 1970 já tinham, entre si, a Church of The Lukumi Babalu Ayé, a qual se propunha, quando ...

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    iStockphoto

    Etnocentrismo, estereótipos, estigmas, preconceito e discriminação

    Por: Bianca Wild iStockphoto Etnocentrismo, estereótipos, estigmas, preconceito e discriminação. “O etnocentrismo consiste em julgar, a partir de padrões culturais próprios, como “certo” ou “errado”, “feio” ou “bonito”, “normal” ou “anormal”, os comportamentos e as formas de ver o mundo dos outros povos, desqualificando suas práticas e até negando sua humanidade. Assim, percebemos como o etnocentrismo se relaciona com o conceito de estereótipo, que consiste na generalização e atribuição de valor (na maioria das vezes, negativo) a algumas características de um grupo, reduzindo-o a essas características e definindo os “lugares de poder” a serem ocupados. É uma generalização de julgamentos subjetivos, feitos em relação a um determinado grupo, impondo-lhe o lugar de inferior e de incapaz, no caso dos estereótipos negativos. No cotidiano, temos expressões que reforçam os estereótipos: “tudo farinha do mesmo saco”; “tal pai, tal filho”; “só podia ser mulher”; “nordestino é preguiçoso”; “serviço de ...

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    Professora Roseli Fischmann (Foto: Mônica Rodrigues)

    Roseli Fischmann: Escola pública não é lugar de religião

    Acordo aprovado no Senado, que estabelece obrigatoriedade do ensino religioso na escola pública, fere a Constituição Federal Professora Roseli Fischmann(Foto: Mônica Rodrigues) Matéria de 09/2010 Foi aprovado pelo Senado brasileiro na última quarta-feira, 7 de outubro, o acordo firmado pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva e a Santa Sé, em novembro do ano passado, que estabelece a obrigatoriedade do oferecimento de ensino religioso pelas escolas públicas brasileiras. Diz o parágrafo 1 do Artigo 11: "O ensino religioso, católico e de outras confissões religiosas, de matrícula facultativa, constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental, assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, em conformidade com a Constituição e as outras leis vigentes, sem qualquer forma de discriminação." "Se essa lei for sancionada pelo presidente, nossa constituição será violada", afirma a professora Roseli Fischmann, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) ...

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    Plano de Aula: A história local dos afro-descendentes

    Plano de Aula: A história local dos afro-descendentes

    Objetivos Plano de Aula: A história local dos afro-descendentes. Estabelecer relações entre passado e presente, discutindo mudanças e permanências nas relações sociais. Estabelecer uma ponte entre o conteúdo estudado e sua vida cotidiana por meio de estudos da história local. Compreender e valorizar elementos das culturas africanas e de afrodescendência. Ampliar o conceito de cidadania, discutindo questões como respeito à diversidade, religiosidade e sincretismo, preconceito, direitos, inclusão. Anos 7º, 8º e 9º anos Tempo estimado 3 aulas e atividades extra-classe em prazo a ser definido pelo professor. Material necessário Câmeras fotográficas, gravadores ou mp3 player, computador com acesso à internet. Introdução A importância de se estudar a história de africanos e de afro-descendentes está relacionada às profundas relações que guardamos com a África. No geral, somos frutos dos encontros e confrontos entre diferentes grupos étnicos como indígenas, europeus, africanos e outros. Entendemos que história do Brasil e história da África estão ...

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