Tag: Mônica Francisco

    Mônica Francisco, eleita no Rio: ‘Minha eleição é consequência de uma trajetória’

    Ativista, pastora e feminista, ex-assessora de Marielle Franco foi eleita deputada estadual no Rio de Janeiro com mais de 40 mil votos. Por Leda Antunes, no Huffpost Brasil (Foto: Divulgação/Facebook/Monica Francisco) "A gente pode dizer que parte desses mandatos têm um pouco da essência do que foi a experiência do mandato Marielle", afirma em entrevista ao HuffPost Brasil. Mônica Francisco, aos 48 anos, é muitas em uma só: mulher, negra, feminista, mãe, cientista social, pastora evangélica, moradora do Borel, militante de movimentos sociais, comunicadora popular, articuladora e defensora dos direitos humanos. A partir de janeiro de 2019, ela também ocupará o posto de deputada estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Ela, que trabalhava lado a lado com Marielle Franco, foi eleita para o cargo pelo Psol no dia 7 de outubro deste ano com mais de 40 mil votos. Os 30 anos de ativismo e militância ...

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    A dororidade e a dor que só as mulheres negras reconhecem

    "Boa noite, Vilma. Seu livro mostrou meu não lugar... não tenho a branquidade de Schuma Schumacher (escritora e feminista), nem a vivência das Pretas. Na mente o conceito está registrado, no emocional vou descobrir minha história. Quanto aos feminismos, dororidade se soma aos esforços da sororidade. Bom trabalho. Parabéns e obrigada. Forte abraço...." Por Mônica Francisco, do Jornal do Brasil  Com esse comentário, Ângela Fontes, feminista histórica, economista e doutora em geografia, fala sobre a obra produzida por Vilma Piedade , em uma carinhosa mensagem  dividida comigo em um misto de alegria quase adolescente e um ar de responsabilidade aumentando nível mil. Vilma Piedade, mulher negra, pós-graduada em literatura brasileira e português, e uma ferrenha lutadora dos direitos das mulheres negras, fala com pulmões plenos e uma força no olhar, que "dororidade" é a cumplicidade entre mulheres negras, pois existe dor que só as mulheres negras reconhecem , por isso a ...

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    Joyce Fonseca

    Conceição Evaristo recebe Medalha Pedro Ernesto na Câmara Municipal do Rio

    A escritora mineira Conceição Evaristo (70) será homenageada pela Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro, na próxima terça-feira (1º), às 18h. Conceição receberá a medalha Pedro Ernesto, principal comenda oferecida pela Casa a quem mais se destaca na sociedade brasileira ou internacional. A autora da homenagem é a vereadora Marielle Franco (PSOL). Por Mônica Francisco, do Jornal do Brasil  Doutora em Literatura Comparada pela UFF, Conceição Evaristo nasceu em uma família de mulheres negras cozinheiras, faxineiras e empregadas domésticas. Uma das principais expoentes da literatura Brasileira hoje, traz em seus escritos profundas reflexões sobre raça e gênero, revelando a desigualdade velada em nossa sociedade, em textos marcados pela ancestralidade afro-brasileira e suas potencialidades. A cerimônia será no Palácio Pedro Ernesto e celebrará o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha (comemorado no dia 25 de julho). Batizado de #EuMulherNegraResisto!, o evento contará também com a participação de outros cinco importantes nomes de influentes mulheres ...

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    Cotidiano das favelas se tornou um circo de horrores

    O que dizer do que estamos vivendo neste momento da história do Rio de Janeiro? Cotidiano das favelas se tornou um circo de horrores. A completa ausência, se não de fato, fica para nós cidadãos e cidadãs comuns, pelo menos, a sensação de completo abandono institucional. Por Mônica Francisco, do Jornal do Brasil  Após o tsunami de obras, remoções e mudanças na malha viária que serviram mais para confundir do que para auxiliar a vida dos usuários e usuárias que circulam diariamente pela cidade, chegamos ao outro extremo; desencontros, ausências, esquizofrenias e declarações estapafúrdias. Cadáveres se acumulando nas áreas pobres da cidade, vítimas da guerra aos pobres, que tem como nome eufemístico "guerra às drogas". Crianças sofrendo danos emocionais irreparáveis, e as soluções anunciadas beiram o ridículo, mas são a mais triste realidade. Neste circo de horrores que se tornou o cotidiano nas favelas, a população cria suas redes de solidariedade, ...

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    Manifestações de intolerância crescem no mundo, e aqui não é diferente

    A proteção ao mercado e o crime expresso pela cor

    O Brasil, a cada dia que passa, evidencia ainda mais o seu grave e crônico racismo institucional. A proteção ao mercado e o crime expresso pela cor. Os episódios envolvendo crimes políticos e crimes do colarinho branco vem servindo para dar à massa da população uma óbvia e triste mostra disso. Por Mônica Francisco, do Jornal do Brasil  No Brasil real, o que se vê é uma crescente onda de justiçamento e clamor por cada vez mais e maior punição. O caso do jovem torturado e tatuado na testa, sem que de fato houvesse efetuado o furto de uma bicicleta, nos faz pensar se o que se execra é o crime ou a pobreza. O superencarceramento retrata a distorção de uma sociedade e um judiciário que reflete o que há de mais conservador e insensível ao diferente. Não há nenhuma identificação com a população do Brasil real e isso está muito ...

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    Racismo institucional celebra o que há de mais selvagem e incivilizado

    Os dados divulgados pelo Ipea sobre a situação dos jovens negros, pobres, que vivem em áreas vulnerabilizadas e possuem baixa escolaridade, serem, ou melhor, se manterem como alvos e sujeitos preferenciais da letalidade produzida por armas de fogo em mãos de agentes do estado, causa muita inquietação e produz sentimentos que vão da tristeza à indignação. Por Mônica Francisco, do Jornal do Brasil Mais de 70 por cento das mortes violentas são de pessoas negras. Isso segundo, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, demonstra uma total distância das instâncias governamentais da realidade da população. Traduz, segundo o relatório, uma naturalização cada vez maior dos homicídios. O racismo institucional é certamente um dos fatores preponderantes nestes resultados. A falta de compromisso com a vida dos(as)mais vulnerabilizados e o pouco empenho em produzir ações que vão além da experimentação ou sejam apenas ações reativas a momentos críticos ou picos de violência e de ...

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    As tristes e signficativas estatísticas das mortes nos partos

    Na segunda-feira pela manhã (29), o plenário da Câmara de Vereadores recebeu especialistas, pesquisadoras e ativistas, além de  familiares de mulheres vitimadas por problemas decorrentes de complicações durante ou após o parto, para a realização de um debate público sobre o tema da "Mortalidade Materna e Violência Obstétrica". Por Mônica Francisco, do Jornal do Brasil  O debate, conduzido pela vereadora Marielle Franco(PSOL), presidente da Comissão da Mulher, trouxe ao foco do debate uma série de estatísticas vergonhosas sobre a mortalidade materna no município do Rio de Janeiro. O vídeo apresentado como provocador do debate, e que antecedeu as exposições, dá conta de que aumentaram de 62 para 72  os casos de mortalidade materna para cada 100 mil nascidos vivos. Que o Rio de Janeiro é a 6ª pior capital para uma mulher engravidar, já que 36% das mortes do Brasil acontecem na cidade. A Zona Oeste apresenta taxas elevadas e se ...

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    No mês da Consciência Negra, um momento de reflexão

    Racismo à brasileira já estabeleceu suas regras e impôs seus limites

    A morte da menina Fernanda Adriana Pinheiro, de 7 anos, na Maré, assim como as mortes do menino Eduardo no Alemão e tantas outras crianças, adolescentes e adultos mortos no estado do Rio de Janeiro, não são resultado somente da política fracassada de Segurança Pública adotada até o presente momento. Por Mônica Francisco, do Jornal do Brasil  O Racismo Institucional estruturante das ações que resultam em verdadeiras catástrofes e tragédias como estas, e que vai por conta deste mesmo racismo, não traduzir para a sociedade de modo geral estas ações como inconcebíveis em um outro ambiente que não seja o habitado por pessoas negras e pobres. A responsabilidade de um cenário cada vez mais nebuloso para o futuro de milhares de crianças como as citadas neste artigo, e da população habitante nas favelas e periferias do estado e também do Brasil, de modo geral, também é da sociedade que desumaniza o ...

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    Foto: Adriana Medeiros

    Dados alarmantes sobre a situação da mulher

    Na última sexta-feira (4), em um encontro promovido pela Fundação Baobá, que apoia projetos sociais, um grupo de intelectuais e gestores de projetos que de alguma forma tentam desenvolver ações que promovam a inclusão e fortalecimento da identidade local em diversas localidades no Brasil discutiram a atual conjuntura do país e suas consequências. Por Mônica Francisco , do Jornal do Brasil Consequências imediatas e futuras. Um dado alarmante, é o número cada vez crescente, no que se refere à violência de gênero. A situação da mulher negra foi o tema central da conversa. No percentual de violência contra mulheres negras, dados impressionantes: cresceu 54% a incidência sobre elas enquanto diminui em relação às mulheres brancas. Segundo a médica Jurema Werneck, do total das mulheres encarceradas, 86% é negra. Com as possíveis mudanças propostas na PEC 241, o temor é que o contingente da população que vem há séculos sofrendo com a ...

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    O inspirador legado de Betinho

    O Brasil é realmente muito interessante. Sempre pensei em como nós esquecemos rápido ou como pouco lembramos e reverenciamos as grandes almas que contribuíram de modo excepcional com a nossa história. Por Mônica Francisco Do Jornal Do Brasil Nesta semana, tive o grande prazer e emoção departicipar do encontro realizado mensalmente no galpão histórico da Ação da Cidadania, na região portuária do Rio de Janeiro e próximo ao Cais do Valongo. No encontro, representantes de várias ações e projetos espalhados pelo estado, discutindo a importância das ações coletivas para a transformação social. O Betinho Ao fundo, a figura sorridente de Herbert de Sousa, o Betinho, idealizador e principal mobilizador da campanha contra a fome e a miséria. Muitos dos e das que estavam ali, participaram deste movimento, outros chegaram depois, mas a questão é que a ação de um homem ou mulher, comprometidos com a vida e com tudo que lhe ...

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    No mês da Consciência Negra, um momento de reflexão

    Rede de Mulheres

    A Rede de Mulheres Empreendedoras , que é tocada pela Asplande (Assessoria e Planejamento para o Desenvolvimento), instituição que atua em favelas do Rio de Janeiro desde de 19997, acaba de lançar, ainda em fase experimental, o Portal Mulheres na Rede, Criado em parceria com universidades e alimentado de maneira voluntária, o Portal Mulheres na Rede vai possibilitar que mulheres da região Metropolitana do Rio de Janeiro, principalmente, possam acessar o conteúdo que vem fortalecendo os empreendimentos populares tocados por mulheres nas favelas e periferias do Rio de Janeiro. Por Mônica Francisco Do Jornal do Brasil O projeto mostra como as iniciativas que se desenvolvem localmente em várias favelas do Rio de janeiro, como Borel, Cantagalo, Babilônia e Chapéu Mangueira, Formiga e Tabajaras/Cabritos e em outras áreas como a Zona Oeste e Baixada, podem tornar-se uma força e potência quando unem esforços com parcerias comprometidas com a possibilidade de uma sociedade melhor ...

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    Busquemos um jeitinho de sermos mais alegres, mas dessa vez de verdade

    Os atos que desnudam a face sombria da sociedade

    A tarefa de escrever nestes dias não anda nada fácil. Não por falta de assuntos, mas pela enorme quantidade deles. De certa forma isso é muito bom e muito angustiante também, pois a escolha sempre faz a gente deixar de lado algum assunto empolgante e importante. Mas vamos lá, porque não é para falar, ou melhor, escrever sobre dilemas de articulista que estou aqui. Por Mônica Francisco Do Jornal do Brasil As redes sociais não param de destacar a violência crescente nas favelas do Rio de Janeiro, que parecem ter entrado no clima de retrocesso que tomou conta do país e ressuscitou  figuras e situações que pensávamos já superadas na história de nossa sociedade (menos essa guerra particular que continua produzindo caos e morte de uma população inocente). Vivemos um clima cada vez menos favorável e tranquilo nestas áreas. Ao percorrer o bairro da Tijuca, chama a atenção a abundância de ...

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    Primavera das mulheres ecoa e faz a diferença na discussão conjuntural

    Nestes dias turbulentos de agitação política e social, com muitos riscos para as conquistas históricas dos movimentos sociais, em que muitas se tornaram políticas públicas - como por exemplo o Sistema Único de Saúde que falamos aqui por estes dias - a primavera das mulheres continua ecoando e fazendo uma grande diferença na discussão conjuntural. Por  Mônica Francisco, do Jornal do Brasil  Se em 2013, os jovens deram o tom e mobilizaram a sociedade de diversas formas, as mulheres têm dado o tom. As mulheres vêm ocupando a cena social e política de uma maneira surpreendente. São ações como encontros em praças, coletivos de mulheres jovens, negras, das periferias, universitárias e das favelas, por exemplo. São ações de afirmação em todos os sentidos. Não há como negar a crescente onda de ações capitaneadas pelas mulheres no sentido de chamar a atenção para questões fundamentais para toda sociedade. As mulheres vêm ...

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    Sabemos que os mais pobres sempre vão sofrer mais

    A constante e crescente tensão nas favelas do Rio de Janeiro, e consequentemente as mortes que vão ocorrendo em uma escala ascendente, vem preocupando seus moradores, moradores da cidade que circulam ou trabalham nelas e suas instituições. Por Mônica Francisco Do Jornal Do Brasil Em um momento de turbulência nacional, de incertezas políticas em um quadro que manifesta cada vez menos investimentos nas áreas sociais, que aliás, sempre foram a nossa maior chaga, produzida por um quadro brutal de desigualdades ao longo de mais de quatro séculos e diminuição de possibilidades para muitos cidadãos e cidadãs. Há cinco dias "celebrávamos " o silencioso 13 de Maio; e ainda que a  avaliação de muita gente seja de que apesar de tudo, a luta do movimento negro produziu positivas conquistas adquiridas pelos descendentes das populações escravizadas pelos portugueses que aqui viviam, muito ainda há por se conquistar, muitas das conquistas advindas das políticas ...

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    No mês da Consciência Negra, um momento de reflexão

    “A tragédia do homem é o que morre dentro dele enquanto ainda está vivo!”

    Na semana que passou, uma frase dita por meu filho me inspirou para a construção deste artigo. Curiosamente, por acaso (será?) fui ler o enunciado que apresenta o objetivo da existência desta coluna, Comunidade em Pauta, e vi que a importância de participar de um projeto que acompanha o processo de avanços que a população das favelas e periferias obtiveram, ampliando estas vozes para além dos tradicionais meios comunitários (extremamente importantes) tem sido fundamental e inovador, ou vice-versa. Por Mônica Francisco, do Jornal do Brasil   Embora tenha havido esse avanço, o componente dramático disso tudo é que na maioria das vezes, não há a possibilidade de se dar de maneira digna, voz e vez a esse público, quando se tem parte da mídia que reforça de maneira irresponsável a cristalização de estereótipos que nestas áreas custam a vida destas pessoas. Me peguei fazendo uma reflexão em voz alta sobre a ...

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    A comédia alemã e a violência nas favelas

    As favelas cariocas vêm passando por uma nova transformação. Não se tem mais  tanta certeza da "paz" alardeada já há alguns anos. Paz essa que, com todas as ressalvas possíveis, só era dita existente pela ausência dos tiroteios e mortes sistemáticas. Por Mônica Francisco, do Jornal do Brasil  Estamos assistindo a um crescente número de conflitos e mortes, que nos fazem refletir sobre todas as advertências feitas ao longo destes oito anos. Muito se falou. Inclusive o próprio longevo secretário de Segurança do estado do Rio de Janeiro em várias ocasiões foi enfático em dizer que a segurança pública não se resume ao aparato policial. Não podemos depositar todas as fichas em um estado policial, isso não dá certo. E no caso do Rio de Janeiro, os números da violência anunciam o tamanho dessa tragédia cotidiana que vitimiza, segundo o Mapa da Violência 2016, elaborado pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica ...

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    Precisamos de doses cavalares de discernimento

    O país está em suspense por conta de nossa conturbada situação política, gerada principalmente, não só, mas principalmente pela movimentação nas estruturas antes pensadas imovíveis de nossa sociedade. Por Mônica Francisco Do Jornal do Brasil Claro que não só há um motivo. Os motivos são muitos, sim, todos temos essa clareza. Mesmo que muitos não os saibam, pelo menos no que se refere a esse motivo, termos clareza quanto a isso. Já é um bom caminho. Não podemos ignorar a verdadeira guerra que travaremos ainda por muito tempo, para mudar o padrão mental calcificado de parte da nossa nação, o pensamento naturalizado ao longo dos séculos, da inferioridade da outra parte, maioria devidamente mensurada da população, e sua condição aceita quase que religiosamente por essa mesma parcela da população, criando uma sociedade extremamente anômala. Uma pátria onde um genocídio é cometido a cada ano, e como na canção de Renato Russo ...

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    Estado democrático de direito nunca foi uma realidade nas favelas

    "Nas favelas, no Senado, sujeira pra todo lado, ninguém respeita a nossa Constituição, mas todos acreditam no futuro da nação". Assim, lembrando a emblemática música do Legião Urbana, inicio meu artigo deste domingo, após pensar muito em tudo que temos vivido, visto, ouvido e sentido. Por Mônica Francisco, do Jornal do Brasil Me orgulho de escrever para um jornal que sempre buscou ser um pouco mais coerente com a tarefa de informar, embora também e óbvio influenciar na formação da opinião dos cidadãos e cidadãs, leitores e leitoras deste veículo, antes impresso, hoje completamente on line. Mais ainda em poder ser uma das vozes oriunda das favelas do Rio de Janeiro e compartilhar os olhares deste lugar sobre a vida, o cotidiano e tudo o que que diz respeito a nós. O Estado dito democrático de direito, nunca foi uma realidade nas favelas. A violação dos direitos nestas áreas beira o ...

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    Juventude da favela mapeia e dá luz a comunidades

    As iniciativas da juventude favelada de criar projetos que evidenciem os lugares de afeto nas favelas é bem interessante. Por Mônica Francisco, do Jornal do Brasil Mostram, acima de tudo, como o lugar é fundamental navida de toda uma comunidade de pessoas. Mapear estes sítios é sem dúvida nenhuma a tentativa de entendimento da realidade em que vivem os jovens envolvidos e envolvidas neste tipo de projeto. São bares, becos, pontos de encontro. Todos na maioria das vezes ressignificados por eles e elas. Dão um novo sentido ao lugar. Se apropriam dele e o transformam. Há um tempo atrás, pude participar do Rolé afetivo no Alemão, ação criada e capitaneada pela ONG Raízes em Movimento. Fantástico. Um mundo novo até para quem é de favela. Projetos culturais pensados, criados e geridos pelos próprios jovens Isso é experiência a ser apoiada, fortalecida e estimulada.  Que os órgãos ligados à cultura e seus tecnólogos e burocratas ...

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    Força invisível supera falta de oportunidades nas favelas

    Não sei se ouvi, ou se inventei, mas costumo dizer que favela tem um "quezinho" de cidade do interior. Calma que eu já explico o motivo. É que nossas favelas, assim como as pequenas cidades, têm uma população que geralmente se conhece (às vezes mais do que deveria), gerações crescendo juntas, as famosas fofoqueiras, enfim, é uma gama de similaridades e também grandes diferenças. Por Mônica Francisco, do Jornal do Brasil  Mas, o que me faz escrever hoje sobre isso e querer compartilhar com os nossos queridos e queridas leitores e leitoras, é sobre as figuras que compõem este cenário. E nada mais interessante, até para nos mantermos no contexto desse período em que o mundo vai tentando superar e encontrar caminhos para as turbulências econômicas, do que lembrar dos trabalhadores que povoam nossas favelas. Não, eu não estou falando da população toda, do conjunto dela, mas daqueles trabalhadores que ...

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