terça-feira, agosto 4, 2020

    Tag: Sexo e as nêgas

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    Quando um homem esfrega teoria na nossa cara: sobre Jean Wyllys e a mulher negra que ousa falar

    atrasadA eu tô um pouco sim (…) seu jogo é sujo e eu não me encaixo… (“Negro Drama”, Racionais MCs – com as devidas adaptações de gênero) No Mina Explosiva A véspera do dia 20 de Novembro não foi nada fácil para nós, mulheres negras. Como se não bastassem os recorrentes ataques deslegitimadores daqueles que evocam a “consciência humana” – ou, ainda pior, a “consciência branca” (a cidade de Sertãozinho que o diga) -, tivemos uma série de acontecimentos que afetaram diretamente nosso círculo feminista negro. O primeiro deles foi o ataque a nossa irmã do Blogueiras Negras, Charô Nunes, que acabou sendo vítima de um cara cuja profissão (sic) é a própria manifestação da barbárie misógina promovida contra mulheres negras: Julio César, o autointitulado “mulatólogo”, fez um post em seu blog expondo nossa companheira e deslegitimando seu trabalho. O discurso desse indivíduo recorria, como era de se esperar, à constante ...

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    Livro “Mulheres Negras” será lançado nesta segunda, em Cubatão

    A trajetória de vida das mulheres negras na sociedade brasileira é o mote principal do livro "Mulheres Negras: Histórias de Resistência, de Coragem, de Superação e Sua Difícil Trajetória de Vida na Sociedade Brasileira", que relata a história de vida de oito mulheres negras, de origem pobre, que conseguiram ascender socialmente, politicamente ou profissionalmente.   No Resenhando     A obra é o resultado de um trabalho de pesquisa científica de conclusão do curso de graduação em Serviço Social, dos estudantes e agora profissionais do serviço social, Adeildo Vila Nova e Edjan Alves dos Santos que, por mais de um ano, envolveram-se com essa temática. Com uma pesquisa bibliográfica extensa e mais de dez horas de gravação de entrevistas, o trabalho se apresenta como mais uma fonte de pesquisa para futuros pesquisadores, tendo em vista a escassez de bibliografias que tratam desta temática. Umas das conclusões do estudo é a ...

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    O erro de avaliação de Jean Wyllys ao defender a série “O Sexo e as Nega”

    O erro de avaliação de Jean Wyllys ao defender a série “O Sexo e as Nega”

    Inspirada na americana “Sex and The City”, a série “Sexo e As Negas” conta as aventuras de quatro amigas negras. Retrata os negros de forma estereotipada. As manifestações de repúdio foram tantas que a Seppir (Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Social) chegou a abrir uma investigação das denúncias de racismo no programa. Por Marcos Sacramento Para o deputado Jean Wyllys, porém, as críticas de alguns milhares de internautas e de um séquito formidável de blogueiros e articulistas não têm fundamento. “As pessoas foram pouco generosas com Miguel Falabella, que é um cara que está longe, muito longe de ser racista”, disse. Ele defende um amigo e tem todo o direito de dizer que Falabella não é racista. Provavelmente ele não seja, mas o programa que escreveu está longe de ser motivo de orgulho para telespectadores negros e negras. “Sexo e a as Negas” se propõe a colocar negras como ...

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    Carta aberta ao Deputado Jean Wyllys

    Prezado Deputado Federal  Jean Wyllys,   Esta carta é motivada pelo seu posicionamento em relação ao seriado Sexo & As Negas, da Rede Globo.   No,  Pretas Candangas    Antes de mais nada, gostaríamos de externar nossa extrema decepção com seu posicionamento de pouca solidariedade ao se referir a “setores do movimento negro” , que interpretamos aqui como especialmente mulheres negras com a expressão “sem discernimento”. Não entendemos em que momento se revoltar com essa repetição desonesta, baixa e desumana de padrões excludentes e que quer nos colocar no lugar de sempre: mulata boazuda disponível para o sexo, revela falta de discernimento. Será que essa associação quase “natural” que se faz das mulheres, especialmente as negras, à falta de raciocínio e elaboração atingiu até um dos poucos parlamentares em que sentíamos alguma confiança? Essa postura em relação às mulheres negras nos desapontou e incomodou profundamente” Será, Jean, que garantir emprego ...

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    Dani Costa Russo/Divulgação

    Ainda precisamos debater sobre Sexo e as Nêgas

    Nos últimos dias, um acontecimento recente tem causado muito mal estar: vários artistas, atores e personalidades negras se posicionaram publicamente em defesa do seriado Sexo e as Nêgas, entre essas pessoas até mesmo o deputado Jean Wyllys. É verdade que debates como esse, ainda que em discordância com a militância, são importantes e fazem parte da democracia e do ativismo, por mais que causem desconforto aos dois lados. Mas faz-se necessária uma análise mais profunda desse evento.   Por: Jarid Arraes, no, Questão de Gênero    Há, no entanto, algumas falhas no embasamento favorável a Sexo e as Nêgas demonstrado por essas pessoas. Em sua fala feita em vídeo, o próprio Jean, que é considerado um dos maiores representantes dos movimentos sociais no Brasil, parece ter dito que o movimento negro criticou a série somente por causa de seu título, sem que tivéssemos assistido aos episódios. Mas a história não é ...

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    Estereótipos sexuais e as “negas”

    O impacto provocado pela série Sexo e as negas é sintomático. Na TV, assim como ocorre em outros espaços sociais, ocupamos muito menos espaço do que deveríamos e, nas poucas vezes em que lá estamos, somos quase que exclusivamente representadas/os por autores/as brancos/as, que falam sobre nós e nossas experiências partindo de um olhar enviesado. Zelinda Barros¹no População Negra e Saúde Nesse caso específico, o autor branco recorre a estereótipos sobre mulheres negras para representar as nossas experiências. Uma feminista negra estadunidense, bell hooks*, ao analisar a forma como o feminismo liberal considerava a mulheres negras nos EUA, refletiu sobre alguns elementos que podem ser úteis à reflexão sobre o que ocorre aqui no Brasil, uma vez que trata de questões referidas à população negra na diáspora, não apenas ao contexto estadunidense. Na tentativa de reverter a repercussão negativa da série em segmentos representativos da população negra, alguns vídeos em ...

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    O racismo lucrativo disfarçado de humor

    O racismo lucrativo disfarçado de humor

    O brasileiro admite que vive em uma sociedade racista, mas não admite o racismo em suas próprias atitudes. De acordo com uma pesquisa, 92% da população enxerga a existência de racismo, mas apenas 1,3% se considera racista. Onde é que essa conta não fecha e qual é a falha dessa equação? A luta contra o racismo não recebe a atenção que merece. Apesar das incontáveis denúncias esta pauta continua invisibilizada por pessoas que não sofrem este tipo de violência diretamente, e insistem em diminuir a importância do empoderamento negro. Mas por que pessoas brancas não enxergam a importância da causa negra e não desconstroem seu próprio racismo? Primeiro, a pesquisa mostra que apesar de haver o reconhecimento de uma sociedade desigual, os indivíduos não se veem como propagadores de racismo. O problema é sempre o outro. Uma outra causa, muito danosa, é que o racismo é lucrativo. A TV lucra ...

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    O preconceito segundo o episódio do “Sexo e as nega” – Por: Dennis de Oliveira

    Confesso que ainda não tinha assistido a um episódio completo do seriado “O Sexo e as Nega”. O dia e horário em que ele é transmitido coincide com as aulas que ministro na Escola de Comunicações e Artes na USP. Na terça passada, consegui assistir ao episódio, pois estive em um evento que me permitiu chegar um pouco mais cedo em casa. Como considero que é necessário, para dar mais sustentação às críticas que estão sendo feitas ao episódio pelo movimento negro, fazer uma avaliação mais empírica do seriado, procurei me atentar aos detalhes do seriado. Primeira coisa que percebi: o seriado é muito ruim. A temática da sexualidade é tratada de forma bizarra e não convincente. No episódio que assisti, o tema foi “preconceito” (por que será a escolha deste tema?). As quatro personagens negras vão a uma loja de roupas. A sensualidade que tentam demonstrar é caricata, sempre ...

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    Caso “Sexo e as Nêgas” – Após carta de repúdio, coordenadora é afastada de faculdade

    Dois dias após publicar texto repudiando convite feito pela reitoria a Miguel Falabella para um debate, Ellen de Lima Souza foi afastada do cargo e impedida de concluir suas aulas do semestre no curso de Pedagogia Por Jarid Arraes A controvérsia da nova série de Miguel Falabella, “Sexo e as Nêgas”, e o posterior convite ao diretor para participar de um debate sobre o programa feito pela Faculdade Zumbi dos Palmares (FAZP), em São Paulo, têm novo desfecho polêmico: dois dias após lançar em seu perfil pessoal no Facebook uma carta de repúdio ao convite feito pela reitoria, a professora e coordenadora do curso de Pedagogia da faculdade, Ellen de Lima Souza, foi afastada do cargo e impedida de concluir suas aulas do semestre. Em entrevista concedida ao portal Afropress, ao justificar o afastamento da coordenadora, o reitor José Vicente afirmou que as críticas feitas à série global seriam “fundamentalistas”. Ellen de Lima Souza ...

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    “Sexo e as Negas” deve ser encerrada na primeira temporada

    Após receber denúncias por reforçar o racismo, a direção da Globo está cada vez mais decidida a encerrar a produção de “Sexo e as Negas”. Dessa forma, de acordo com a colunista Keila Jimenez, do jornal “Folha de S. Paulo”, dificilmente a série ganhará novas temporadas. Criada por Miguel Falabella, 57, a direção da emissora acredita que o nome do seriado foi mal escolhido. Ou seja, as polêmicas provocadas pela comédia não existiriam se ela fosse chamada de outra maneira. Antes mesmo da estreia, um grupo de manifestantes protestou contra “Sexo e as Negas” e chegou até a pichar a fachada do prédio da Globo, em São Paulo. Em recentes entrevistas, Miguel Falabella negou qualquer intenção de ser racista. A série foi inspirada em “Sex and the City”, produzida nos Estados Unidos entre 1998 e 2004, e que já foi para as telonas.     Fonte: Yahoo 

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    Sexo e as negas: Quais os regimes de visibilidade possíveis?

    por Rosane Borgesi A insurgência em torno dos regimes de visibilidade em voga Desde que foi anunciado, o seriado da TV Globo, “Sexo e as negas”, dirigido por Miguel Falabella, teve repercussão sísmica no tecido social: dos movimentos e organizações de mulheres negras aos setores preocupados em novos regimes de visibilidade de grupos historicamente discriminados, desenhou-se uma trajetória de amplo espectro; o raio de ação das(os) insurgentes espraiou-se em território amplificado, seja esse território real ou virtual. Além das manifestações públicas presenciais, a ubiquidade e instantaneidade das plataformas digitais também laboraram em favor da ação política organizada. Uma torrente de comentários, artigos e depoimentos vem emergindo nas redes, outorgando ineditismo às formas de reação ao programa: ao modo das(os) enxadristas, que preveem com a máxima antecedência possível seus próprios lances e os da(o) adversária(o), diversas pessoas e grupos anteciparam a contraofensiva ao seriado sem que fosse preciso a exibição do ...

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    Eu quero amor, não “Sexo e as Negas”

    Sexo e as Negas foi um dos assuntos mais polêmicos do mês. A série, que começou com tentativas de boicote, repúdios e inúmeras manifestações em relação à sua abordagem e temática, teria sido a tentativa do diretor Miguel Falabella de fazer algo como um Sex and the City da periferia, mas acabou sendo: minhas lágrimas após assistir a um breve trecho do primeiro episódio. por Stephanie Mendonça Como já previsto, a série reforça estereótipos, traz frases humilhantes e racistas, mas, principalmente, diz em várias cenas que as negras só servem só para o sexo. Não existe problema nenhum em transar, fazer amor, ter relações sexuais, ou seja lá qual terminologia você usa. A questão nessa frase é o só. A problemática não gira em torno da liberdade sexual, mas sim do peso histórico que a mulher negra carrega: no imaginário popular, é associada à sensualidade, ao sexo e ao prazer, de ...

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    A representação do outro pelo olhar da incompreensão

    Por: Marcia Rangel Candido Dentro da polêmica que vem se delineando sobre as propagandas do novo programa da Rede Globo, “Sexo e as Negas”, o elemento que agora parece sobressair reside no desprezo pela opinião de parte da audiência, que ao olhar do autor, Miguel Falabella, deveria estar se sentindo bem representada. Na multiplicidade de espaços de poder dominados por homens brancos, as lutas por representação da diversidade são constantemente marginalizadas. Há dificuldade em entender que restringir a representação a estereótipos nada tem de inclusivo. Ao contrário, reforçar papéis sociais específicos se relaciona, no caso de negros e negras, diretamente ao racismo. A resposta irônica que as manifestações contra a exibição do programa receberam mostra como ainda é difícil para nós, mulheres, nos fazermos ouvir dentro de uma sociedade sexista, que ignora o quanto a mercantilização dos nossos corpos incide sobre as diversas espécies de violência cotidiana que temos que ...

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    Escritora Cidinha da Silva (Foto: Elaine Campos)

    Coração suburbano também fere e se locupleta da estigmatização das negras

    Sou fã de Elisa Lucinda. Fã mesmo, de verdade, tanto porque a poesia dela me toca muito, quanto porque a acho excelente poeta. Não só eu, gente importante como Nélida Piñon tem a mesma opinião e isso deve significar que ela é boa mesmo, ao contrário do que pensa meu amigo e poeta Ronald Augusto. Aliás, acho que os setores da crítica que torcem o nariz para a poesia de Elisa também o fizeram para Mário Quintana e Adélia Prado. Gente grande, mas muito simples e de linguagem acessível, que se ocupa do comesinho da vida dos viventes para poetar. Por Cidinha da Silva Já assisti vários espetáculos de Elisa no Rio e em São Paulo. Certa vez ganhei livro por responder corretamente à pergunta feita pela poeta ao final do espetáculo.  No Rio fui duas vezes à Casa Poema, em Botafogo, e lá assisti a espetáculo encenado por Elisa ...

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    Dani Costa Russo/Divulgação

    “Até quando a branquitude brasileira vai falar por nós?”

    Para a feminista Aline Djokic, reação contra série da Globo “O Sexo e as Nêga” indica que as mulheres negras “estão cansadas de ver somente estereótipos de si mesmas, em todo e qualquer veículo midiático” Por Jarid Arraes Prestes a estrear na Rede Globo, a nova série “O Sexo e as Nêga”, de Miguel Falabella, tem recebido críticas de movimentos de mulheres negras, que consideram o seriado racista e machista. O protesto coletivo reúne textos e discussões nas redes sociais, além de páginas manifestando repúdio. Uma delas, criada com o intuito de mobilizar pessoas e boicotar a programação, conta com quase 14 mil curtidas até o momento. Segundo a feminista negra Aline Djokic, muitas mulheres negras estão se juntando contra o programa para reivindicar uma representatividade livre de estereótipos. “Fico muito contente em ver essas iniciativas partindo das mulheres negras, de todas as idades, que estão cansadas de ver somente estereótipos ...

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    Escritora Cidinha da Silva (Foto: Elaine Campos)

    Falabella: as mulheres negras já inauguraram um tempo novo!

    O tempo nos ensina que mesmo quando certas coisas são superadas, as coisas ultrapassadas permanecem convivendo com a novidade por muito tempo. Às vezes de maneira pacífica, em outras a guerra se instaura, mas umas e outras se suportam, se aturam e, acima de tudo, demonstram tempos diferentes e desequilibrados de amadurecimento de ideias, atitudes e comportamentos em relação a determinado tema. Isso ocorre com o racismo e seu principal alvo no Brasil, as pessoas negras. Por Cidinha da Silva Experimentamos pequenas conquistas, de grande valor simbólico, em todos os campos, sempre marcadas por contradições: no futebol, Arouca, antes de Aranha, ambos jogadores do Santos de Pelé, já havia se rebelado de maneira contundente contra o racismo institucional nos campos de futebol. Pelé, de quem a crônica esportiva conta muitas histórias de discriminação racial sangradas na real pele preta, tal qual a de um homem rico que recepcionou um grupo de ...

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    Governo recebe denúncia de racismo contra minissérie global “Sexo e as negas”

    Tida como uma das novas promessas da Rede Globo, a minissérie “Sexo e as negas” pode enfrentar problemas jurídicos antes de entrar no ar. A ouvidoria da Secretaria Especial da Promoção da Igualdade Racial já recebeu três denúncias de racismo por conta da produção, que deve entrar no ar no dia 16 deste mês. De acordo com informações do Poder Online (iG), diversas organizações do movimento negro e de mulheres iniciaram, via internet, uma campanha de boicote ao programa. A produção é uma espécie de “adaptação” suburbana do seriado americano “Sex and the city”. Quem assina a produção é o ator e diretor Miguel Falabella. A Secretaria de Igualdade Racial ainda está analisando as queixas. O governo ainda pode pedir providências à emissora. Esta não é a primeira vez que denúncias de racismo e machismo chegam ao governo por conta de produções televisivas. Em 2011, uma campanha da cerveja Devassa ...

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    Ei Globo, não sou tuas nêgas!

    O sentimento de indignação me fez refletir sobre essa constante e secular sexualização que é imputada a nós mulheres negras. Uma imagem que há décadas é sustentada pela literatura brasileira, pela mídia e pelas músicas da indústria cultural responsáveis pela construção no imaginário popular dos estereótipos como a negra fogosa, a moreninha da cor do pecado, da mulata tipo exportação entre outros. Quase caí pra trás ao saber da mais nova obra de arte global, mais um duro golpe da mídia racista, a produção do seriado criado por Miguel Falabella, “Sexo e As Negas” parodiando o famoso “Sex and City”. por Laila Oliveira para o Portal Geledés A série ainda não tem data de estreia, e segundo o autor, a versão acontecerá em Cordovil, no Rio de Janeiro. Consistirá em um quarteto de amigas cariocas composto por uma camareira, uma cozinheira, uma operária e uma costureira, que viverão dilemas e obstáculos para ...

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    Vem aí na Globo: mais uma série para colocar as negras em seu devido lugar

    A Rede Globo vai lançar mais um produto para reforçar os estereótipos que associam os negros à pobreza. Escrita por Miguel Falabella e prevista para estrear em setembro, a série “Sexo & as Negas” será uma versão de “Sex & the City” ambientada no bairro de Cordovil, na Zona Norte do Rio de Janeiro. por : Marcos Sacramento No lugar das mulheres profissionalmente bem sucedidas da série original, a versão brasileira terá uma camareira, uma cozinheira, uma operária e uma costureira. O título de gosto duvidoso entrega um detalhe: as quatro protagonistas são negras. A série vai seguir a tendência cristalizada na mídia brasileira de associar a população negra à pobreza, à favela, ao samba etc. Não vejo problemas na ideia de Falabella ambientar a história em um “subúrbio”, assim como caráter não se mede pela profissão exercida. O que me incomoda é a insistência em estereotipar a população negra, principalmente ...

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