terça-feira, março 2, 2021

Tag: desemprego

Marcos Santos/USP Imagens Carteira de trabalho

Pandemia deixa mais da metade das mulheres fora do mercado de trabalho

O efeito devastador da Covid-19 sobre o emprego –em especial sobre o setor informal– está atrasando a volta de mulheres ao mercado de trabalho. Segundo a Pnad Contínua, do IBGE, 8,5 milhões de mulheres tinham deixado a força de trabalho no terceiro trimestre de 2020 (último dado disponível), na comparação com o mesmo período do ano anterior. Esse movimento rumo à inatividade –situação em que a pessoa não trabalha nem procura uma ocupação– fez com que mais da metade da população feminina com 14 anos ou mais ficasse de fora do mercado de trabalho. A taxa de participação na força de trabalho ficou em 45,8%, uma queda de 14% em relação a 2019. Na comparação com o primeiro trimestre, antes dos efeitos da pandemia tomarem conta da economia e da vida social das famílias, o número de trabalhadores fora da força de trabalho teve um incremento de 11,2 milhões de ...

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Carteira de trabalho Foto: Agência O Globo/Jornal Extra

Desemprego no Brasil salta a taxa recorde de 14,6% no 3º trimestre e atinge 14,1 milhões

O desemprego no Brasil saltou para uma nova taxa recorde de 14,6% no trimestre encerrado em setembro, afetando 14,1 milhões de pessoas, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Mensal (PNAD Contínua), divulgada nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice de 14,6% corresponde a um aumento de 1,3 ponto percentual em relação ao 2º trimestre (13,3%), e de 2,8 pontos percentuais frente ao mesmo intervalo do ano passado (11,8%). "Essa é a maior taxa registrada na série histórica do IBGE, iniciada em 2012, e corresponde a 14,1 milhões de pessoas. Ou seja, mais 1,3 milhão de desempregados entraram na fila em busca de um trabalho no país", informou o IBGE. O resultado do 3º trimestre ficou ligeiramente abaixo do estimado em pesquisa da Reuters junto a especialistas, de 14,9%. O desemprego vem renovando recordes desde julho no país, à medida em ...

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Foto: Scott Olson/Getty Images

Pandemia afeta a volta ao trabalho para a mulher negra

Análise do PNAD/IBGE de momentos distintos do cenário nacional aponta que o trabalhador negro sempre é o primeiro a perder a carteira assinada e o posto de trabalho em momentos de crise econômica no país. Em estudo elaborado por professoras de Economia da FACAMP (Faculdades de Campinas), os dados colocam em último lugar a mulher negra, como a que sofre as piores consequências. No caso da grave crise enfrentada pelo Brasil entre 2014 e 2019 (taxa de desocupação era de 11% no quarto trimestre de 2019 e a taxa de subutilização, 23%), com grandes percentuais de desemprego e perda de postos de trabalho, a mulher negra, mesmo neste contexto desfavorável, foi a que mais se movimentou em busca de oportunidades. No total do Brasil, nesse período, o número de mulheres ocupadas aumentou 5% (principalmente em conta-própria e em empregadoras), mas quando se analisa o recorte de cor da população (divisão ...

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Foto: GETTY

Maioria das mulheres negras não exerce trabalho remunerado, aponta estudo

Menos da metade das mulheres negras brasileiras exerce trabalho remunerado e apenas 8% das que trabalham no mercado formal ocupam cargos de gerente, diretora ou sócia proprietária de empresas, aponta pesquisa realizada pela consultoria Indique Uma Preta e pela empresa Box1824. Segundo as responsáveis pelo levantamento, os dados mostram a importância de as empresas estarem atentas à diversidade, não apenas nos processos de seleção, mas também na evolução da carreira das profissionais negras dentro das corporações. Prevista para ser lançada nesta quarta-feira (28), a pesquisa "Potências (in)visíveis: a realidade da mulher negra no mercado de trabalho" ouviu 1 mil mulheres negras, com idades entre 18 e 65 anos, entre março e setembro deste ano. Das entrevistadas, 54% não exerciam trabalho remunerado e, destas, 39% estavam em busca por emprego. "Apesar de a população negra ser a maioria da população, ela é ao mesmo tempo a mais subutilizada e mais desocupada. ...

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Carteira de trabalho Foto: Agência O Globo/Jornal Extra

Reflexo da desestruturação do mercado, 63% dos brasileiros temem perder emprego

Seis em cada 10 trabalhadores brasileiros têm medo de perder o emprego nos próximos 12 meses, segundo pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos a pedido do Fórum Econômico Mundial (FEM). O Brasil está entre os 10 países com a maior proporção de empregados com esse temor. O levantamento mostra que a Rússia possui mais trabalhadores com medo do desemprego (75%), seguida pela Espanha (73%). Em nono, o Brasil possui 63%. Entretanto, os brasileiros possuem nível alto de preocupação, e 32% se disseram muito preocupados com a ameaça de demissão. Fausto Augusto Junior, diretor técnico do Dieese, afirma que o medo dos brasileiros de perder o emprego está vinculado à estruturação do mercado de trabalho. “Os países como Brasil e Rússia, que possuem um mercado desestruturado, levam um receio muito grande para seus trabalhadores em relação à perda do emprego”, explicou, em participação no Jornal Brasil Atual. No Brasil, a elevada taxa ...

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Carteira de trabalho e previdência social - Gabriel Cabral/Folhapress

Desemprego diante da pandemia tem alta de 27,6% em quatro meses no país, aponta IBGE

O Brasil encerrou o mês de agosto com cerca de 12,9 milhões de desempregados, 2,9 milhões a mais que o registrado em maio, o que corresponde a uma alta de 27,6% no período. É o que apontam os dados divulgados nesta quarta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já a população ocupada no mercado de trabalho foi estimada em 82,1 milhões de pessoas, acumulando redução de 2,7% em relação a maio, quando este contingente somava cerca de 84,4 milhões de pessoas. País encerrou agosto com o maior número de desempregados desde que o IBGE começou a analisar o desemprego na pandemia — Foto: Economia/G1 Com isso, a taxa de desocupação ficou em 13,6%, a maior no acumulado mensal desde então. Entre as cinco regiões do país, as maiores taxas foram observadas no Nordeste (15,7%), no Norte (14,2%) e no Sudeste (14,0%). Já as ...

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Foto: Marcos Serra Lima/G1

Pela primeira vez, mais da metade dos brasileiros não têm trabalho, diz IBGE

Apenas 49,5% das pessoas com idade de trabalhar estavam ocupadas no trimestre encerrado em maio. É o que mostra a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), divulgada na manhã desta terça-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse é o menor nível de ocupação desde o início do levantamento, em 2012. Ainda, segundo o IBGE, o número apresenta uma queda de cinco pontos percentuais em relação ao trimestre encerrado em fevereiro. "Pela primeira vez na série histórica da pesquisa, o nível da ocupação ficou abaixo de 50%", diz Adriana Beringuy, analista da pesquisa. "Isso significa que menos da metade da população em idade de trabalhar está trabalhando. Isso nunca havia ocorrido na PNAD Contínua", acrescenta. Ou seja: mais da metade da população com idade para trabalhar está desocupada. O mercado de trabalho mostrou nos três meses até maio perda de vagas generalizadas, como consequência das ...

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Imagem: Otto Griebel, A Internacional (1929-30)

Faltam empregos, mas sobra cinismo

A intensidade dos problemas econômicos nos EUA, epicentro do capitalismo mundial, é um termômetro da gravidade da crise atual. O Fundo Monetário Internacional (FMI) calcula que a economia norte-americana irá apresentar retração em 5,9% no seu Produto Interno Bruto (PIB), o que é, possivelmente, inédito. Este resultado interrompe um ciclo de 10 anos de crescimento, iniciado em 2010, a partir da grande recessão mundial ocorrida no período 2007-2009. Período de crescimento considerado incomum, não só pela sua duração, como também pela taxa razoável de crescimento (2% ao ano, em média). A queda abrupta e profunda do PIB com a crise atual levou a um crescimento dramático do desemprego na maior economia do planeta. O país registrou em abril um índice de desemprego de 14,7%, o mais elevado em mais de 70 anos, desde que os registros começaram a ser realizados em 1948. O desemprego saltou de 3,5% em fevereiro, menor ...

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(Foto: Marta Azevedo)

O pior 1º de Maio

Foi rápido e agudo o efeito da crise sanitária no mercado de trabalho brasileiro. No primeiro resultado da Pnad Contínua após o início do isolamento social em resposta à pandemia, o IBGE apresentou um cenário de intensa deterioração nas vagas ocupadas pelos mais vulneráveis. Nunca foi exagero reivindicar políticas emergenciais de proteção social às trabalhadoras domésticas e aos informais. Eles saíram diretamente da ocupação precária para o desemprego. Nenhum grupo sentiu mais a súbita desaceleração da economia. Nada a comemorar no Primeiro de Maio. Levantamentos divulgados nas primeiras semanas de distanciamento já indicavam que o impacto nas condições de vida das famílias à beira da vulnerabilidade seria grande. Em consulta a 1.142 moradores de 262 favelas entre os dias 20 e 22 de março, o Data Favela apurou que mais da metade (54%) temia perder o emprego, e 86% teriam dificuldades para comprar comida em até um mês, se ficassem ...

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Carteira de trabalho e previdência social - Gabriel Cabral/Folhapress

Desemprego aumenta só entre os negros no 3º trimestre, aponta IBGE

Para cada R$ 1.000 que brancos recebem de salário, pretos e pardos ganham de R$ 550 a R$ 560 Por Diego Garcia, da Folha de S.Paulo Carteira de trabalho e previdência social (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress) A população que se declara da cor preta foi a única que teve aumento na taxa de desemprego, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (19). Entre eles, a taxa de desemprego cresceu de 14,5% para 14,9% na comparação entre o segundo e o terceiro trimestre deste ano. A taxa caiu de 9,5% para 9,2% no período entre os que se declaram brancos, e de 14% para 13,6% entre os pardos. Em números absolutos, havia 1,587 milhão de pessoas que se consideram pretas entre os desempregados de julho a setembro deste ano, cerca de 23 mil a mais que no trimestre anterior (1,564 milhão). Já entre os ...

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Dobra o número de pessoas com faculdade sem emprego ou em trabalho precário

Dois de cada dez trabalhadores com ensino superior estão em função de baixa qualificação Por Érica Fraga | Arthur Cagliari, Da Folha de S.Paulo Dager Lameck, 28, formou-se em engenharia de produção, mas está desempregado. Ele aceitou exercer uma função menos qualificada devido à dificuldade de encontrar uma vaga (Foto: Raquel Cunha/Folhapress) “Até agora, meu curso de ensino superior não serviu para nada.” A frase é de Dager Lameck, 28, que concluiu engenharia de produção na UFF (Universidade Federal Fluminense), em 2018, e está desempregado. A história do engenheiro recém-formado simboliza a situação de milhões de profissionais brasileiros qualificados que foram empurrados para situações precárias no mercado de trabalho nos últimos anos de crise econômica. “A gente pensa que se capacitou, realizou um sonho e que o próximo passo será conseguir um bom emprego. Mas esse passo, para mim, ainda não aconteceu”, afirma ele. Segundo dados ...

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Com crise e cortes na ciência, jovens doutores encaram o desemprego: ‘Título não paga aluguel’

O estatístico Paulo Tadeu Oliveira, de 55 anos, defendeu seu doutorado na Universidade de São Paulo (USP) em agosto de 2008. Dez anos depois, ainda não conseguiu ingressar no mercado de trabalho. O pesquisador, que é deficiente visual, emendou três pós-doutorados em busca de especialização e experiência, mas não passou nas diversas seleções para o quadro de universidades públicas. Atualmente, está no quarto estágio pós-doutoral, desta vez sem apoio financeiro. Por Juliana Sayuri Do BBC Jovens doutores de diversas áreas de atuação estão enfrentando dificuldades no mercado de trabalho (CECILIA TOMBESI/BBC NEWS) Em busca de trabalho na iniciativa privada, ele consultou 18 headhunters para tentar enquadrar seu currículo ao mercado, mas encontrou respostas similares: o estatístico não possui experiência corporativa e, ao mesmo tempo, é considerado overqualified (qualificado demais) para as posições disponíveis. Em maio, ele relatou sua história à Comissão de Direitos Humanos da Sociedade Brasileira para o Progresso ...

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Taxa de desemprego de negros na Grande SP sobe para 19,4% em 2016, diz Dieese

Desemprego entre não negros subiu para 15,2%. Taxa entre mulheres negras é ainda maior: 20,9%. Negros receberam, em média, 67,8% do rendimento de não negros no ano passado. Do G1  Diferença no salário de negros e não negros na Grande SP (Foto: Dieese/Divulgação) Levantamento realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) aponta que entre 2015 e 2016, a taxa de desemprego total dos negros na Grande São Paulo aumentou 4,2%, de 14,9% para 19,4%, enquanto a dos não negros avançou de 12% para 15,2%. Segundo o Dieese, desde 2015, "elevaram-se preponderantemente as taxas de desemprego na região metropolitana de São Paulo em relação à população negra". Os dados constam do relatório "Os negros no mercado de trabalho da região metropolitana de São Paulo: diferenciais de inserção de negros e não negros no mercado de trabalho em 2016", divulgado pelo Dieese nesta terça-feira (14) em virtude do Dia ...

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Desemprego é maior entre pretos e pardos, e rendimento é menor, diz IBGE

O desemprego entre pretos e pardos no final do ano passado foi maior que a média nacional, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quinta-feira (23). Do UOL Enquanto a taxa de desemprego no país foi de 12% no final do quarto trimestre, ela chegou a 14,4% entre pretos e a 14,1% entre pardos. Para os brancos, a taxa foi menor, de 9,5%. Os dados fazem parte de um detalhamento da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, divulgada no final do mês passado. O uso do termo "preto" costuma ser criticado nas redes sociais como supostamente preconceituoso, mas é a terminologia oficial da pesquisa do IBGE. O grupo mais genérico de "negros" reúne as cores específicas, "preta" e "parda", explica o instituto. Do total de 12,3 milhões de desempregados no último trimestre de 2016, a maioria (52,7%) era parda. Brancos representavam 35,6%, e pretos, 11%. Na ...

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Violência doméstica: o lado obscuro e doloroso do desemprego

Jurista e psicóloga falam do aumento de registros com a crise econômica Por Rebeca Letieri, do Jornal do Brasil  Conflitos raciais, étnicos e desigualdade estão entre as causas mais determinantes para o aumento da violência na sociedade. Mas com a crise econômica, outro fator tem aparecido com destaque no âmbito doméstico: o desemprego. A juíza do Tribunal do Justiça do Rio, Adriana Mello, conta que as mulheres são as mais prejudicadas em momentos como este. “Nesse contexto de desemprego, posso afirmar que existe mais ocorrência de violência doméstica", diz. Recentes dados do IBGE apontam que a taxa de desemprego no país chega 12%. Somando este total com o volume de desempregados que já desistiram de procurar trabalho, chega-se a cerca de 20 milhões de desempregados no país. A condição fragilizada da mulher diante de uma sociedade patriarcal, e a dupla jornada de trabalho que determina, para além do trabalho externo, o cumprimento de ...

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Engineer multitasking at desk with robotics

Como o desemprego está criando ‘funcionários-polvo’ e aumentando pressão sobre quem trabalha

Em uma grande agência de emprego no centro de São Paulo, uma cena se repete: com currículos em mãos, dezenas de pessoas formam fila para falar com a recepcionista. "Você se cadastrou no nosso site?", ela pergunta. A frustração dos candidatos é visível, assim com o cansaço da mulher que, do outro lado do balcão, atende centenas deles em uma manhã. Por Ingrid Fagundez, da BBC  O drama das 12 milhões de pessoas que hoje estão sem trabalho no Brasil é bem conhecido. Mas pouco se fala dos efeitos do desemprego para quem fica nas empresas. Com 3 milhões de demitidos nos últimos três meses de 2016, segundo o IBGE, quem continua contratado pode virar um "funcionário-polvo", acumulando funções de ex-colegas, além de precisar lidar com o medo do desemprego. Apesar de não ser medido em números, esse fenômeno é velho conhecido dos especialistas em mercado de trabalho. Segundo os professores ...

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Desemprego atinge 12 milhões de pessoas e tem maior taxa desde 2012

O desemprego atinge 12,1 milhões de pessoas, o que equivale a 11,9% de pessoas desocupadas no trimestre móvel encerrado em novembro. A taxa de desocupação e o contingente de pessoas são os mais altos da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (Pnad Contínua), iniciada em 2012. Fonte : Jornal do Brasil Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (29) pelo IBGE e são semelhantes aos do trimestre móvel imediatamente anterior (junho a agosto), quando a taxa de desocupação fechou em 11,8%. Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, foi registrada uma alta de 2,9 pontos percentuais. Os número de desempregados teve um crescimento de 33,1% em relação ao mesmo trimestre do ano passado – o equivalente a 3 milhões de pessoas a mais em busca de trabalho. O contingente de pessoas ocupadas hoje é de 90,2 milhões. Carteira de trabalho assinada O número de empregados no setor ...

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Desemprego entre mulheres é maior que dos homens em 2015, diz IBGE

O desemprego continuou atingindo mais as mulheres do que os homens em 2015, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A taxa de desemprego entre elas era de 11,7%, enquanto para eles foi de 7,9%. Do Uol Além disso, o aumento do desemprego no ano passado foi maior para as trabalhadoras. Enquanto a taxa delas aumentou 2,9 pontos percentuais, a dos homens subiu 2,6 pontos percentuais. Os dados foram divulgados nessa sexta-feira (25) e fazem parte da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios). As mulheres também eram a parcela maior entre os desempregados: 53,6% do total de 10 milhões de desempregados no ano passado. O percentual ficou um pouco acima da participação das mulheres na população total brasileira, que é de 51,5%, segundo o próprio estudo. A proporção das mulheres entre os desempregados, porém, caiu 3,1 pontos percentuais entre 2014 e 2015. Diferença salarial caiu O salário ...

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O desemprego no Brasil e na Europa: onde mesmo está a crise?

Taxas na França, Portugal, Itália, Espanha e Grécia são bem mais altas do que a do país Do Jornal do Brasil Os últimos números divulgados pelo IBGE apontam que a taxa de desemprego no Brasil ficou em 6,9%, em junho. Internamente, a taxa é alardeada como claro sinal de uma grave crise econômica. Contudo, quando comparamos a taxa do Brasil com as da Europa, é claro constatar que a situação no Brasil está longe de ser alarmante, como insistem em afirmar. Na França, onde não se houve falar de crise econômica, a taxa foi de 10,3% em maio. No Reino Unido e na Alemanha, países que estão longe de sofrer com as recentes turbulências, os percentuais são de 5,6% (abril) e 4,7% (maio), respectivamente. Na Itália, a taxa foi de 12,4% em maio, e em Portugal, de 13,2% no mesmo mês. O cenário é ainda mais dramático na Espanha: 22,5% ...

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Desemprego em 2014 foi de 4,8%, menor nível desde 2002, segundo IBGE

A taxa de desemprego no ano passado teve média de 4,8%, a menor registrada desde 2002, quando começou a série. Em 2013, esse nível foi de 5,4%. No UOL Os dados fazem parte da PME (Pesquisa Mensal de Emprego), que foi divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quinta-feira (29). Em 2014, a média anual da população desocupada foi estimada em 1,176 milhão de pessoas, 10,8% abaixo da média de 2013, quando era 1,318 milhão. Já a média da população ocupada teve um recuo de 0,1% em relação ao ano anterior, passando de 23,116 milhões de pessoas para 23,087 milhões. Em dezembro de 2014, o nível de desemprego chegou a 4,3%, queda em relação a novembro, quando era 4,8%. A taxa registrada no mês foi igual em comparação ao mesmo período de 2013, mantendo o menor nível de toda a série histórica. A PME é baseada nos dados ...

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