sexta-feira, outubro 16, 2020

    Tag: Guarani

    Bordadeiras da Coletiva Tear & Poesia de Arte Têxtil Preta Nativa - Coletiva Tear & Poesia

    Coletivo de mulheres organiza oficinas gratuitas online de iorubá e guarani

    Já pensou em falar guarani ou iorubá? A quarentena pode ser a oportunidade aprender algo mais diferente do que fazer pão. Duas oficinas gratuitas e virtuais organizadas pelas mulheres da Coletiva Tear & Poesia de Arte Têxtil Preta Nativa oferecerão noções da língua indígena brasileira e da língua falada em regiões do oeste da África a partir desta segunda-feira (5). As oficinas fazem parte do projeto “Pangeia Entre Elos - Palavra de Mulher” —Pangeia era o continente único que existia antes que fenômenos sísmicos os dividissem na configuração atual –e têm como público preferencial moradores das periferias, embora estejam abertas a todos. Após os cursos introdutórios, haverá também aulas de grafismos indígenas e africanos, entre os quais os criadores dos cursos veem semelhanças. "Por que há semelhança se os continentes são distantes? O assunto ainda está em estudo e por enquanto não há respostas concretas”, diz Rita Maria Santa Rita ...

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    Por que as mães Guarani rejeitam a creche?

    Essa e outras questões constam na dissertação de mestrado em antropologia “Viver na língua guarani: mulher falando”, defendida nesta quarta (28) no Museu Nacional (UFRJ) por Ara Reté, nome de batismo de Sandra Benites, que encontrou uma via original para redigi-la: caminha com um pé na aldeia, outro na academia. Assim, vai narrando sua própria vida e, através dela, tece reflexões num vai-e-vem contínuo pela ponte que liga os dois mundos. Relatos orais da avó parteira e as histórias de Nhandesy Eté – figura feminina da cosmologia guarani - dialogam com ensaios de antropólogos não indígenas. Por José Ribamar Bessa Freire, do Taqui Pra Ti Foto: Reprodução/ Taqui Pra Ti O nascimento e a infância na aldeia é a ocasião para discutir o parto e o corpo da mulher como lugar de conhecimento e como território. Sua alfabetização em português, língua estranha, e sua atuação já como professora suscitam observações sobre escola, letramento, oralidade, língua, bilinguismo ...

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    Mulheres retomam papeis protagonistas na cultura indígena

    Em 1782, a quéchua Bartolina Sisa foi esquartejada durante a rebelião anticolonial de Túpaj Katari, no Alto Peru. O assassinato da indígena, símbolo da resistência ao domínio espanhol, em um 5 de setembro, é relembrado há 33 anos, desde que o II Encontro de Organizações e Movimentos da América ocorrido em Tihuanacu, na Bolívia, instituiu o Dia Internacional da Mulher Indígena. Bartolina Sisa é um exemplo do protagonismo das mulheres entre os povos indígenas na América Latina, um papel que vem sendo apagado desde o domínio dos colonizadores e que juventude vem resgatando. Do Catarinas A invisibilidade das mulheres indígenas é mais um capítulo na distorção da história contada pelos homens brancos. “Antigamente, nossas lideranças conduziam grandes comunidades que faziam a mobilidade guarani no nosso extenso Território chamado Yvyrupa. Essas lideranças eram comandadas por Nhanderu (figura equivalente a Deus para as religiões cristãs) e assim repassavam as leis e as punições para os demais. Tudo era feito em forma de ...

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    Comissão de Direitos Humanos: “Os tiros foram para matar; atingiram somente regiões vitais”

    Parlamentares visitam indígenas atacados no MS da  Comissão de Direitos Humanos e Minorias — CDHM com fotos de Fabricio Carbonel No Viomundo  Com o objetivo de verificar de perto a situação dos indígenas do sul de Mato Grosso do Sul, atacados a balas por fazendeiros na terça-feira (14), uma comitiva de deputados viajou par ao local na quarta-feira (16) à noite. Durante o dia de ontem, o grupo de três parlamentares – o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, deputado Padre João (PT-MG), o vice-presidente, Paulo Pimenta (PT-RS) e Zeca do PT (PT-MS) – conversaram com pessoas que estiveram no local do ataque. Na noite de quarta, a comitiva visitou os feridos no hospital. Lá constataram que os tiros foram para matar, pois atingiram somente regiões vitais, como peito e abdômen. Segundo as vítimas, fazendeiros da região, com auxílio de pistoleiros, já chegaram ao acampamento atirando. O agente de ...

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    Os 25! Indígenas se formam no EJA Guarani

    Os 25! Indígenas se formam no EJA Guarani

    Uma formatura foi realizada no dia 12 de dezembro em Angra dos Reis, RJ. O que a torna diferente das tantas outras formaturas é que essa aconteceu no terreiro da Aldeia Sapucai e 25 alunos guaranis finalizaram o ensino fundamental através do EJA Guarani. O EJA, Educação de Jovens e Adultos, é uma modalidade da educação básica destinada aos jovens e adultos que não tiveram acesso ou não concluíram os estudos no ensino fundamental e no ensino médio. Responsabilidade das Secretarias de Educação dos Governos Estaduais, o curso que iniciou em outubro de 2012 e terminou em dezembro de 2014, foi organizado e realizado pelo Instituto de Educação de Angra dos Reis – UFF e pela Prefeitura de Angra dos Reis, através da Secretaria Municipal de Educação. No Preservar e Resistir Fotos: Barbara Andres “Resultado de uma luta de anos!', avisa o professor Argemiro Silva, o único professor guarani formado no ...

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