Tag: Música

Lazzo Matumbi 40 Anos (Foto de Caio Lírio)

Lazzo Matumbi celebra 40 anos de carreira com lançamento de disco e videoclipe

Os 40 anos de trajetória musical, artística, política e ativista do cantor e compositor Lazzo Matumbi serão celebrados com o lançamento, no final do mês de maio, do nono disco da sua carreira e um videoclipe, com direção de Urânia Munzanzu, da música “14 de Maio” - composta em parceria com o saudoso Jorge Portugal e que se tornou um dos hinos das comemorações do Dia Nacional da Consciência Negra. O evento será realizado com uma live do artista com a participação do guitarrista e multi-instrumentista virtuose Felipe Guedes (co-produtor musical do disco), através do canal do cantor no youtube.  O álbum, intitulado “ÀJÒ” (lê-se AJÔ), vem sendo produzido desde 2016. Àjò é uma palavra de origem yorubá cuja tradução para algumas etnias africanas significa “jornada”. No Brasil Àjò adquiriu um significado que é diferente da Nigéria, que para a comunidade negra e para a luta antirracista se traduziu como ...

Leia mais
Foto: Divulgação

Não existe amor em SP, por Anelis Assumpção

A partir de um convite para fazer parte da trilha sonora da minissérie 'As five', da globoplay, Anelis Assumpção regravou a já clássica canção do Criolo, 'Não existe amor em SP'. O lançamento será no dia 5 de maio, em todas as plataformas digitais. Para essa releitura, ela convidou a cantora e compositora Mahmundi para co-produzir a faixa e trazer seu frescor carioca e eletrônico para uma das mais potentes traduções lírico-contemporâneas da cidade de São Paulo. Afinal de contas, existe ou não amor em SP? À voz doce de Anelis se somam o trombone do Edy, o baixo, mpc e guitarra do Zé Nigro, os teclados e sintetizadores do Filipe Martins e bateria eletrônica da Mahmundi. A arte do single é de Cauê Maia e Coletivo Transverso, que há alguns anos vem ocupando as ruas de São Paulo com textos, stencils e provocações. Afinal de contas, existe ou não ...

Leia mais
Foto: Christopher Polk/Getty Images

Oscar, Política e Música: A arte e nosso tempo

A música Fight For You, da H.E.R. que ganhou o prêmio de melhor canção original do Oscar domingo me lembra bem Marvin Gaye, a quem ela inclusive fez referência em seu discurso do prêmio. A música faz parte do filme Judas e o Messias Negro, sobre o assassinato de Fred Hampton, líder dos Panteras Negras, pela polícia dos EUA em uma emboscada, e sobre o informante que ajudou a polícia no plano para assasiná-lo. Este fato também é abordado pelo filme Os 7 de Chicago onde Bobby Seale, companheiro de Fred Hampton e também liderança dos Panteras Negras, é julgado junto com outros sete ativistas por uma ação contra a Guerra do Vietnã, chegando inclusive a ter as mãos e pernas algemadas e a boca amordaçada pela guarda por determinação do juiz em uma das audiências, em uma ação racista. Em um momento do filme, o assassinato de Fred Hampton ...

Leia mais
Helen N'zinga e Morena Mariah, seguidoras do afrofuturismo (Foto: Divulgação/Imagem retirada do site O Globo)

Do jazz a Beyoncé, entenda como o afrofuturismo cria possibilidades de vida para a população negra

Imagine uma viagem ao futuro, com elementos de alta tecnologia, mas, ao mesmo tempo, com toques de ancestralidade africana. Esse é o conceito do afrofuturismo, que há décadas protagoniza negros na arte, filosofia, teoria crítica e ciência. Mais do que uma corrente estética, o movimento levanta possibilidades de vivência negra em sociedades que não são marcadas pelo racismo e pela opressão, funcionando como crítica à realidade atual. Nas histórias de filmes e séries ficcionais, o futuro está quase que completamente mecanizado, remetendo ao desenvolvimento de padrões de vida. A Wakanda de "Pantera Negra" é um exemplo famoso, ao misturar alta tecnologia e conexão com a ancestralidade. A partir deste conceito, a pesquisadora e especialista em afrofuturismo, Morena Mariah, explica que a ideia do movimento é reconfigurar o imaginário global de que a negritude não está associada à prosperidade e ao sucesso. — Digamos que os negros foram abduzidos do continente ...

Leia mais
Questlove (DAVID SWANSON/EPA-EFE/Shutterstock)

O mundo devia prestar mais atenção em Questlove, o DJ do Oscar 2021

Se você assistiu ao Oscar 2021 no último domingo, deve ter reparado no único momento, digamos, animado da cerimônia. Foi quando o comediante Lil Rel Howery flanou por entre as mesas perguntando aos convidados se a música que estava tocando havia sido indicada ao prêmio ou não. Todo mundo reparou na boa memória (e no rebolado) de Glenn Close, ok. Mas o DJ (e diretor musical) que acompanhava Lil Rel e estava fazendo as honras também merece sua atenção, e Splash te conta o porquê. Senhoras e senhores, este é Questlove Questlove (Foto: Jason Mendez/Getty Images) Na verdade, ele se chama Ahmir Khalib Thompson, mas é conhecido pelo apelido. Questlove é conhecido também por ser baterista da banda The Roots, que além de álbuns históricos do hip-hop como "Things Fall Apart" (1999) e "Phrenology" (2002), acompanha o apresentador Jimmy Fallon no "Tonight Show". E no domingo, ...

Leia mais
Cantora H.E.R vencedora de Melhor Canção no Oscar 2021 (Foto: Chris Pizzello / Pool photo)

Ouça “Fight For You”, música da H.E.R e vencedora de Melhor Canção no Oscar 2021

"Fight For You", faixa da H.E.R escrita para o longa Judas e o Messias Negro, foi a vencedora de Melhor Canção Original no Oscar de 2021. A faixa pode ser conferida no vídeo acima. H.E.R, conhecida também como Gabriella Wilson, escreveu a canção ao lado de Dernst Emile II e Tiara Thomas. A música rendeu um dos dois Oscars do longa dirigido por Shaka King. Judas e o Messias Negro também levou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, entregue para Daniel Kaluuya. No Oscar de 2021, "Fight For You" concorria com “Hear my Voice”  (Os 7 de Chicago), “Husavik” (Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars), “Io Sí” (Rosa e Momo) e “Speak Now” (Uma Noite em Miami).

Leia mais
H.E.R. (Foto: Emma McIntyre/Getty Images for The Recording Academy)

6 músicas para conhecer H.E.R, indicada ao Oscar 2021 por ‘Fight For You’ [LISTA]

Gabriella Wilson, mais conhecida como H.E.R., tem apenas 23 anos, mas já é uma referência no R&B contemporâneo. No Oscar 2021, a cantora concorre à Melhor Canção Original por “Fight For You”, do aclamado Judas e o Messias Negro. A música inspirada no soul e no funk tem uma forte conexão com a trama do filme. Judas e o Messias Negro acompanha o presidente dos Panteras Negras Fred Hampton(Daniel Kaluuya) e o traidor Bill O’Neal,(Lakeith Stanfield) e tem uma grande mensagem sobre luta racial,  união e revolução. Na música, esses ideais se transformam em um canto potente. “Instituição mental causando tanta confusão/ Parece que a única solução é uma nova evolução/ Não aguentamos mais/ Não, não pode ser ignorado/ Quando eles baterem à sua porta, você estará pronto para a guerra?,” canta H.E.R.. Composta por H.E.R. com o produtor D’Mile e a com cantora Tiara Thoma, “Fight For You” é uma forte concorrente na categoria Melhor Canção Original no Oscar 2021. Contudo, a música não é ...

Leia mais
Foto: Reprodução/Instagram

‘A fama e o poder não me livraram de sofrer com o racismo’, diz Ludmilla

No show que fez no início deste mês no Big Brother Brasil, Ludmilla disse uma frase simples, mas com mais significados do que aparenta em um primeiro momento: “Respeitem o nosso cabelo”. Ela falava do processo de injúria racial que, em março, perdeu para Val Marchiori —em 2016, a socialite comparou o cabelo da cantora à palha de aço Bombril. Mas o posicionamento no reality show também serviu como apoio ao participante do programa João Luiz, que ouviu algo semelhante sobre seu black power. Frequentadora das listas de músicas mais tocadas do streaming, Ludmilla aproveita o sucesso para se posicionar. “Verdinha”, ode não explícita à maconha, foi cantada por 1 milhão de pessoas no Carnaval de 2020 e rendeu denúncias por apologia de crime. “Numanice”, seu disco de pagode, só foi lançado porque ela diz que, agora, tem total controle sobre sua carreira. Seu show de pagode já custa mais ...

Leia mais
Milton Nascimento é tema de longa-metragem que será realizado pela produtora Gullane — Foto: Instagram/Reprodução

Milton Nascimento anuncia que será produzido filme sobre trajetória dele

Milton Nascimento, 78, ganhará um filme contando a trajetória dele. A notícia foi dada pelo próprio cantor em sua página no Instagram na noite deste domingo (11). O longa ainda não teve nome e data de estreia divulgados. "Na última semana, meu filho e empresário, Augusto Nascimento, assinou com Fabiano Gullane o contrato de um filme sobre a minha trajetória. Logo traremos mais notícias sobre esse longa para vocês! Quem aí gostou da novidade?", escreveu Milton. Ao comentar que a foto que acompanhava a postagem não era das melhores, o artista contou que ela foi tirada enquanto ele ouvia as gravações do documentário "Milton e o Clube da Esquina". A série disponível no Globoplay conta com seis episódios, que têm, em média, meia hora de duração cada um. Uma das últimas postagens de Milton nas redes sociais foi feita no dia em que ele se vacinou contra a Covid, no ...

Leia mais
Celeste (Foto: Sergione Infuso/Corbis/Getty)

7 canções para conhecer Celeste, indicada ao Oscar 2021 por “Hear My Voice,” [LISTA]

Celeste Epiphany Waite é o novo nome do R&B e soul music. A cantora e compositora britânica iniciou a carreira em 2017 com o EP The Milk & The Honey e, naquela época, atingiu grande reconhecimento na mídia e público. Em janeiro de 2021, lançou o disco de estreia Not Your Muse, alcançando o primeiro lugar no topo da parada do Reino Unido. Com o disco, Celeste recebeu três indicações para o Brit Awards 2021, como Álbum do Ano, Artista Solo Feminina e Artista Revelação. Além, de claro, a indicação ao Oscar 2021na categoria Melhor Canção Original com a faixa “Hear My Voice”, na produção de Aaron Sorkin, Os 7 de Chicago. Para conhecer mais do estilo da cantora, separamos sete músicas de Celeste, desde o primeiro EP até o novo disco; confira: "Love is Back" "Love is Back" é a oitava faixa do disco de estreia, Not Your Muse, e mistura ...

Leia mais
Foto: Divulgação

“Das Mais Belas Tristezas às Mais Doces Levezas”, novo disco de André Dias tem doses de amor, desapego e protagonismo do homem negro

Com músicas que trazem um contraponto ao retratar o protagonismo de um homem negro, preso a estereótipos racistas e machistas, o cantor, compositor e guitarrista, André Dias, lança o disco “Das Mais Belas Tristezas às Mais Doces Levezas”, no dia 7 de abril, nas plataformas de streaming. A foto da capa é de Glauco Neves, a produção é assinada por André T e traz as participações de Antenor Cardoso, Cadinho Almeida, Morotó Slim, entre outros artistas. Em março, André deu um gostinho deste projeto com o lançamento do single “Remonta” e mostrou que DMBTAMDL é um disco bem pessoal. O período de gravações foi um processo de cura, descobertas e redescobertas. Suas canções são autobiográficas e tentam lançar luz à forma como a tristeza e seus diversos tons permeiam – positiva e negativamente – as relações amorosas. Após lidar com um término de relacionamento traumático, algumas das faixas do disco ...

Leia mais
Divulgação/FIXE

Plataforma FIXE seleciona jovens curadores bolsistas da periferia de São Paulo

A nova plataforma multilinguagem FIXE (lê-se “fiche”, gíria portuguesa que significa legal, com estilo e boas qualidades), que reúne a nova produção artística e cultural de países e regiões lusófonas, anuncia chamamento de jovens curadores bolsistas da periferia de São Paulo. Idealizada e dirigida pela empreendedora cultural Fabiana Batistela, que também é diretora geral da Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo), a FIXE vai selecionar seis jovens colaboradores para desenvolver um trabalho de pesquisa e curadoria artística. A atuação de cada colaborador abrange as expressões do Festival Fixe: música, cinema (audiovisual), artes visuais, literatura, teatro e gastronomia, revelando outros jovens talentos das periferias da capital paulista para o Portal FIXE.   Cada pesquisa será desenvolvida por um mês, com mentoria indicada pelo projeto e o resultado será compartilhado em destaque nas redes sociais e portal do FIXE. O trabalho, que busca dar visibilidade à nova produção artística, vai revelar 36 novos talentos legitimados ...

Leia mais
Christian Ribeiro (Foto: Arquivo Pessoal)

Pixinguinha, o samba e a construção do Brasil moderno

A inserção do Brasil no chamado “mundo moderno” foi a grande busca civilizatória de nossas elites entre final do século XIX e a primeira metade do século XX. Um país que almejava se equiparar as grandes nações da Europa Ocidental, em especial França e Reino Unido, tornando-se buscando galgar padrões de conjuntos sociais estranhos as nossas sociabilidades e historicidades, visando a construção de uma sociedade nacional europeia na parte sul da América, baseada em padrões de poder e desenvolvimento social, cultural e econômico em que prevalecesse um padrão único de identidade nacional, que deveria ser “branca, cristã (católica) e conservadora”. Elitismo civilizatório que resultou na literal demonização de nossas origens e características sociais e culturais, de nossas raízes civilizacionais, indígenas e negras, na desvalorização pura e simples de nossa verve popular enquanto sinônimo de barbarismo e atraso civilizatório, principais fatores de nosso atraso social e econômico e impedimento ao nosso ...

Leia mais
Beyoncé (Foto: Getty Images)

Todos saúdam a rainha: Beyoncé reina após quebrar recordes do Grammy

Beyoncé chegou ao Grammy nesse domingo (14) com nove indicações, o maior número de qualquer artista da noite. E que noite foi para ela. No fim, a artista quebrou o recorde de mais Grammys ganhos por uma mulher e qualquer cantor, homem ou mulher, com 28 prêmios - também empatando com o empresário musical Quincy Jones como a pessoa viva com mais Grammys. Queen B ultrapassou a cantora de bluegrass country Alison Krauss, que anteriormente detinha o recorde feminino com 27 Grammys. A sequência de vitórias começou antes da cerimônia televisionada, quando Beyoncé e a filha de 9 anos, Blue Ivy Carter, ganharam o prêmio de melhor videoclipe pelo single "Brown Skin Girl". Beyoncé e Megan Thee Stallion também fizeram história como a primeira dupla de mulheres a ganhar o melhor desempenho de rap com o remix de "Savage" de Megan Thee Stallion. A dupla ganhou o prêmio de melhor ...

Leia mais
Chiquinha Gonzaga aos 47 anos, em 1984 (Acervo Instituto Moreira Salles/Coleção Edinha Diniz/Ciquinha Gonzaga)

Negritude de Chiquinha Gonzaga ganha acento em exposição em São Paulo

Sob a luz do amanhecer, sons de vendedores, dos cascos de cavalos pelas ruas de pedra, e, ao escurecer do cair da noite, de músicos de calçadas, do falatório da saída do trabalho e dos copos que tilintam nos bares. É o ciclo de um dia no centro do Rio de Janeiro da segunda metade do século 19 que guia o visitante na "Ocupação Chiquinha Gonzaga". A mostra dedicada à compositora, pianista e regente é aberta nesta quarta semana no Itaú Cultural, em São Paulo. A presença da rua na vida de uma mulher daquela época não é algo trivial. Mas Chiquinha Gonzaga não alcançou o sucesso sendo trivial e a exposição evidencia as lutas que ela encampou contra a mentalidade do período –pela abolição da escravidão, pela liberdade das mulheres e pelos direitos autorais. Segundo sua biógrafa, Edinha Diniz, Chiquinha era “uma mulher no Segundo Reinado que lutava contra o atraso social”. Aqueles que conhecem Chiquinha ...

Leia mais
Chiquinha Gonzaga  Acervo Instituto Moreira Salles/Coleção Edinha Diniz/Divulgação

Itaú Cultural abre a série Ocupação em 2021 com mostra dedicada à maestrina Chiquinha Gonzaga

Exposição resgata a história de Francisca Edwiges Neves Gonzaga (1847-1935) entre documentos, partituras, capas, objetos, fotos e conteúdo musical e audiovisual biográfico produzido pela instituição que retratam a sua vida e obra, inclusive sua identidade negra costumeiramente ignorada. Há 100 anos, ela foi a primeira mulher a reger uma orquestra, a escrever uma partitura para teatro e a compor uma marcha carnavalesca no Brasil. A artista produziu mais de duas mil canções autorais e 77 partituras para peças teatrais. Apresentações online construídas em torno de seu repertório, atividades educativas, mecanismos de acessibilidade e a confecção de um hotsite integram a Ocupação. Com curadoria dos Núcleos de Comunicação e Música da instituição, co-curadoria da cantora Juçara Marçal e consultoria de Edinha Diniz, biógrafa da compositora, o Itaú Cultural abre em 24 de fevereiro (quarta-feira) a Ocupação Chiquinha Gonzaga, que ficará em cartaz até 23 de maio (domingo). Além de mergulhar na vida e ...

Leia mais
Foto Natureza França

Empoderamento feminino e negro: Flávia Souza lança música sobre a força da mulher

Mulher negra, multiartista e empoderada. Essas são algumas das muitas características de Flávia Souza, que lançará, no próximo dia 23, sua nova música “Afrontosa” nas mais importantes plataformas como Spotify, Deezer, Amazon Music e Apple Music, além do Youtube (https://cutt.ly/mkk9ha7). A ideia de compor a canção surgiu durante a pandemia, diante da diminuição das atividades culturais de forma presente. “Nós, mulheres, sempre sofremos. Quando somos mulheres negras, sofremos mais. Temos medo pela nossa família, pelos nossos amigos, por outras mulheres. A música tenta trazer essa reflexão de autoestima e empoderamento: eu quero ser e posso ser o que eu quiser sem as pessoas ficarem questionando”, revela Flavia. “Afrontosa é querer ter paz, ter a nossa saúde mental saudável, sem ter que provar que é forte o tempo todo”, diz. A necessidade de precisar se impor o tempo todo também foi uma das razões que levaram a artista a compor a música, ...

Leia mais
Reprodução/YouTube

The Weeknd passa a ter o maior hit do século com “Blinding Lights”

Dias depois de uma performance histórica no Super Bowl, o sempre ótimo The Weeknd é detentor de uma nova marca espetacular. Com o sucesso “Blinding Lights”, o cantor canadense passou mais de um ano inteiro na Billboard Hot 100 e em diversas dessas semanas esteve no Top 10 ou até mesmo ameaçando o 1º lugar — ele voltou ao topo do iTunes, aliás, durante a apresentação de domingo no evento esportivo. De acordo com o Chart Data, que compila dados das paradas mundiais, isso transformou o single no maior hit do último século. Que moral, hein? #TheWeeknd's "Blinding Lights" its the biggest Hot 100 chart hit of the century (@theweeknd). #SuperBowl — chart data (@chartdata) February 8, 2021 The Weeknd Como a gente te contou por aqui, as vendas de The Weeknd subiram 385% (!) nos dois dias seguintes ao Super Bowl. De acordo com a MRC Data (via NME), o seu catálogo ao todo ...

Leia mais
Bad Brains/Divulgação

5 discos para não esquecer que o rock é som de preto

De Little Richard à Miles Davis e de Chuck Berry à George Clinton a presença negra no rock vai muito além dos incendiários solos de Jimi Hendrix. Desde os riffs swingados do Rhythm & Blues de Sister Rosetta Tharpe e culto obscuro a persona de Robert Johnson o rock n’ roll – e suas inúmeras variações –, vem lutando para não deixar esquecer que ele também é feito por pessoas negras. Muito se discute sobre o pioneirismo negro no rock, fato que é inegável, apesar de todas as tentativas, algumas com muito sucesso, de embranquecimento do gênero e seus sub-gêneros. Nesse texto não tenho a intenção de discutir a maternidade e paternidade negra do rock, nem as formas como a branquitude se apropriou da criatividade negra, assunto que foi com certeza destrinchado com maestria por inúmeros outros textos. Quero aqui compartilhar algumas de minhas paixões e descobertas recentes que me ...

Leia mais
Beyoncé no novo trailer de 'Black is king' — Foto: Reprodução/Instagram/beyonce

“Black is King”: Filme de Beyoncé inspira curso na Universidade de Harvard

Já há algum tempo que o trabalho de Beyoncé na música deixou de ser apenas cultura Pop e entretenimento e passou a ser objeto de estudo em várias universidades e instituições de ensino renomadas ao redor do mundo. Agora, mais uma vez em Harvard, a cantora inspirou um novo curso, graças ao seu trabalho no filme “Black is King”. O filme, lançado por Beyoncé com exclusividade pelo Disney+, é mais uma das parcerias da cantora com o estúdio de cinema e será usado para enfatizar o poder feminino dentro da sociedade Kush, atualmente ao norte do Sudão, no curso “Black is Queen: O Divino Feminino em Kush”, oferecido pela renomada Universidade de Harvard. No curso, a professora Solange Ashby irá discutir como as sociedades africanas antigas entendiam a presença e o poder feminino. E as músicas do “Black in King” serão utilizadas para enfatizar o poder e a centralidade da rainha mãe africana em sua família ...

Leia mais
Página 1 de 56 1 2 56

Welcome Back!

Login to your account below

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Add New Playlist