sexta-feira, setembro 25, 2020

    Tag: Paulo Nogueira

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    Paulo Nogueira Batista: Criou-se no Brasil terreno fértil para a intervenção estrangeira

    Brasil corre perigo Dos Brics, o país é o mais vulnerável O Brasil corre riscos sérios. Estou longe, mas acompanho sempre que posso o que está acontecendo aí — e com preocupação cada vez maior. Fonte: Viomundo A situação mundial, marcada por aguda polarização, oferece grandes perigos para nações fragilizadas por conflitos internos. Existem certamente casos mais graves que o brasileiro, países destroçados por intervenções externas e/ou crises domésticas: Síria, Iraque, Líbia, Grécia — para citar casos mais notórios. Não chegamos a esses extremos, mas não há como negar que o nosso país está em perigo. Dos Brics, o Brasil é no momento o mais vulnerável. E repare, leitor, que a situação da Rússia e da África do Sul é bem complicada. A China também enfrenta desafios econômicos, institucionais e políticos. A Índia acaba de lançar uma reforma monetária radical, com efeito desestabilizador. Em todos os quatro países, a corrupção ...

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    A vida sexual de Dilma e a saúde mental da Época. Por Paulo Nogueira

    Como se uma Veja não fosse suficiente para destruir qualquer crença em jornalismo decente, temos agora duas Vejas. Por Paulo Nogueira, do DCM  A revista Época, da Globo, tornou-se um espelho da Veja. Os sinais da vejização apareceram quando a Época publicou na capa, no início do segundo turno, uma pesquisa de um certo Instituto Paraná que dava Aécio virtualmente eleito. Era um disparate, coisa de amadores malintencionados. Sequer a TV Globo respeitou a pesquisa. Depois, veio a promoção de um Veja-boy à chefia de redação, Diego Escosteguy, conhecido como o Kim Kataguiri das semanais. Formado pela tenebrosa escola da Veja – que combina canalhice, desonestidade e miopia editorial –, Escosteguy completou o salto no abismo da revista. Até receber um calaboca dos Marinhos, Escosteguy todos os dias vinha no Twitter com revelações “espetaculares” que acabariam com o mundo tal como o conhecemos. No futuro, os estudiosos do jornalismo creditarão a ...

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    Quem ganha com a desconcentração da publicidade oficial é a sociedade.

    Alguma coisa é melhor que nada. por : Paulo Nogueira DCM É sob essa lógica que se deve analisar a decisão do governo Dilma de desconcentrar as verbas de publicidade oficial. É menos do que o que deveria ser feito: uma regulamentação que modernize a legislação da mídia e rompa o olipopólio há tanto tempo dominante. Mas é mais do o PT fez até aqui nesse campo, em doze anos de poder. Na prática, significa criar condições para uma indispensável pluralidade de ideias. Nas palavras pomposas – mas sábias — utilizadas por Dilma na posse de seu novo ministro da Secom, Edinho Silva, o governo apoiará “a expansão das teias de opiniões, olhares e interpretações de realidade à disposição dos brasileiros”. Trazendo para o mundo das coisas concretas: chega de patrocinar apenas companhias jornalísticas conservadoras. Que se enriqueça o debate. Os colunistas – as dezenas deles – das companhias jornalísticas ...

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    Quem ameaça a democracia: Lula ou a Globo de Noblat?

    O artigo de Ricardo Noblat sobre Lula merece figurar entre as piores coisas já publicadas pela imprensa brasileira. por : Paulo Nogueira, no DCM Nas escolas de jornalismo, os professores poderiam usá-lo como uma amostra do que não se deve fazer. Os problemas começam numa fonte – melhor, “fonte” – que conta uma história, ou pseudo-história, na qual Dilma aparece como um monstro. Dilma, segundo essa “fonte”, teria mandado alguém calar a boca mediante o argumento de que ela tem 50 milhões de votos. Sei o quanto jornalistas fabricam fontes, e estamos diante de uma situação em que Wellington diria que quem acredita em Noblat acredita em tudo. Pessoas do círculo íntimo de Dilma não contam histórias para jornalistas como Noblat, porque sabem o uso que será dado a elas. Minha aposta, como editor, é que Noblat criou uma fonte. A única alternativa que vejo é alguém ter contado a ...

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    O que a venda da Forbes diz sobre a mídia — a de fora e a do Brasil

    O que a venda da Forbes diz sobre a mídia — a de fora e a do Brasil

    Paulo Nogueira O caso Forbes – a venda da revista para um grupo de capital chinês — é um marco sob vários aspectos. O principal deles é o que todos sabemos: a Forbes, uma das marcas mais reluzentes da mídia tradicional, não resistiu à internet. Como tantas outras marcas da Era do Papel, foi diminuindo, diminuindo, diminuindo até virar nada, ou quase nada. Ninguém mais lê revistas. Em seus dias de glória, a Forbes era leitura obrigatória de executivos não apenas dos Estados Unidos, seu berço – mas de todo o mundo. Jornalistas de negócios não podiam também passar sem ela. Como editor da Exame, sempre tinha a Forbes em minha mesa. O melhor diagnóstico veio de Steve Forbes, filho do fundador: “Nosso negócio foi tornado obsoleto pela internet.” Foi Steve que comandou a venda. Houve vários triunfos da esperança, nos últimos anos, para as revistas tradicionais. Os editores acharam, ...

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    Ocupe-se de pouco para ser feliz

    Ocupe-se de pouco para ser feliz

    Paulo Nogueira “Ocupe-se de pouco para ser feliz”. Foi essa a primeira frase de um livro de Demócrito, filósofo grego do século 5 a.C. O livro se chama sobre o Prazer, e não chegou à posteridade senão por citações de outros pensadores. A palavra grega para tranquilidade da alma é euthymia, e sobre ela se debruçaram intensamente os sábios. A recomendação básica de Demócrito, sob diferentes enunciados, é encontrada sempre. Sobrecarregar a agenda eqüivale a sobrecarregar o espírito, e traz inevitavelmente angústia. Ninguém que tenha muitas tarefas, ou que se atribua muitas, pode ser feliz. Um homem sábio da Antiguidade não abria nenhuma correspondência depois das quatro horas da tarde. Era uma forma de não encontrar mais nenhum motivo de inquietação no resto do dia, que ele dedicava a recuperar a calma que perdera ao entregar-se ao seu trabalho. Se olharmos para nós, nos veremos com frequência abrindo mensagens no ...

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