terça-feira, dezembro 1, 2020

    Tag: questão de genero

    ‘Fui expulsa de minha família por denunciar abusos sexuais do meu pai’

    Alba Calderón soube em 2016 que seu pai havia estuprado uma de suas primas quando ela tinha 4 anos de idade. Depois dessa revelação, a vida dessa jornalista mexicana de 35 anos nunca mais foi a mesma. Por Ana Gabriela Rojas, da BBC Alba Calderón soube em 2016 que seu pai havia estuprado uma de suas primas quando ela tinha 4 anos de idade. Depois dessa revelação, a vida dessa jornalista mexicana de 35 anos nunca mais foi a mesma. (Foto: AFP) Ela confrontou seu pai, mas ele negava e sua família acreditava nele. Por isso, pararam de falar com ela. No entanto, sua mãe conseguiu, mais tarde, fazê-lo confessar seus abusos. "Alba não está mentindo, seu pai é um estuprador", diz a mãe à BBC Mundo por telefone de Monterrey, no México, onde mora a família. Calderón também soube que pelo menos duas outras meninas ...

    Leia mais

    No Brasil, aumenta a sobrevida de mulheres com câncer de mama

    Nos casos mais graves, possibilidade de sucesso no tratamento passou de 20% para 40%. Pesquisa acompanhou mais de cinco mil mulheres em diferentes estágios. Por Jornal Nacional, Do G1 (Foto: Imagem retirada do site: Pixels.com) Uma pesquisa mostrou resultados animadores para mulheres com câncer de mama: aumentou o índice de sobrevida mesmo em estágios mais avançados da doença. O que já foi uma dura sentença no consultório vai tomando a forma de uma doença que pode ser encarada cada dia mais com esperança. A pesquisa do hospital paulista A.C. Camargo acompanhou mais de cinco mil mulheres em diferentes estágios de câncer de mama. Nos casos mais graves, quando a doença se espalha da mama para outros órgãos, a possibilidade de um tratamento bem-sucedido passou de 20% para 40%. Para o tumor combatido num estágio inicial, então, as chances de sucesso alcançaram quase 100%. Segundo a médica ...

    Leia mais

    NOTA PÚBLICA – O Brasil está a disposição dos turistas. Nós, mulheres, NÃO!

    Para: Senhor Presidente da República Do Petição Pública (Foto: Imagem retirada do site Petição Pública) O Coletivo MPT Mulheres, movimento integrado por membras do Ministério Público do Trabalho, Rede Feminista de Juristas - DeFEMde, Movimento da Mulher Negra Brasileira - MMNB, Mulheres pela Justiça, ColetivA de Mulheres Defensoras Publicas do Brasil, Marcha das Mulheres Negras de São Paulo, Federação das Mulheres Paulistas, Confederação das Mulheres do Brasil, Coletivo Mais Respeito, Coletivo de Mulheres do SINTRAJUD, Associação de Juízes pela Democracia - AJD, Associação Brasileira de Juristas pela Democracia – ABJD, Coletivo MP Transforma, Defensores pela Democracia, ANPT – Associação Nacional de Procuradores do Trabalho, Associação Brasileira de Advogados Trabalhistas - ABRAT, Instituto de Pesquisas e Estudos Avançados da Magistratura e do Ministério Público do Trabalho - IPEATRA, juristas, professoras, pesquisadoras, profissionais, estudantes e pessoas abaixo assinadas, vêm manifestar repúdio à declaração pública do Presidente da República Jair ...

    Leia mais
    mother-to-be prepares to deliver her baby in birthing tub

    Por que precisamos de mais doulas negras

    A crise da mortalidade materna negra não está diminuindo. As doulas podem ajudar. Por Catherine Pearson e Lena Jackson, Do HuffPost  Doulas negras podem ajudar a evitar mortalidade materna. (Foto: HUFFPOST LIFE)   Nos últimos anos vimos uma enxurrada de artigos sobre a crise da saúde materna negra nos Estados Unidos. Todos destacam a realidade difícil enfrentada pelas gestantes não brancas no país. De fato, as mulheres negras nos EUA têm chances 3 ou 4 vezes maiores que as brancas de morrer de problemas ligados à gravidez. O índice de mortalidade de bebês negros no país é duas vezes maior que o dos bebês brancos. Para resolver uma crise de saúde pública tão urgente e persistente é preciso lidar com uma teia de forças sociais, políticas e de saúde que convertem o parto em uma questão de vida ou morte para muitas mães negras. Mas pesquisadores ...

    Leia mais

    Heloisa Buarque de Hollanda lança obras sobre feminismo

    Uma festa para as velhinhas. Assim Heloisa Buarque de Hollanda define esse momento de redescoberta do feminismo. “Todo mundo achou que ia acabar quando a gente morresse, e então tivemos esse susto fantástico, que é toda uma geração botando para quebrar”, diz a pesquisadora que vem dedicando sua vida aos estudos culturais, durante entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, em sua casa no Rio. Do InstoÉ Socióloga Heloisa Buarque de Hollanda (Rebecca Ela se refere primeiro ao apagão que o ativismo sofreu dos anos 1990 aos 2000, com as principais demandas atendidas e as ativistas não mais na luta, mas nos lugares de ação. E depois, a essa nova geração que vem se descobrindo feminista desde 2013, quando o brasileiro foi às ruas protestar por causas diversas. Às vésperas de completar 80 anos e à frente de cursos e laboratórios na UFRJ, ela percebeu, também ...

    Leia mais
    Debate UM BRASIL/ Brazil Forum UK com Amara Moira e Djamila Ribeiro

    Ser feminista é assumir uma postura incômoda, afirmam militantes

    Debate do UM BRASIL conta com a escritora e militante LGBT Amara Moira e a filósofa e ativista do feminismo negro Djamila Ribeiro. Do HuffPost Parte da sociedade entende que os privilégios de que desfruta são oriundos apenas de seus esforços e não de uma sociedade desigual. Essa análise impede a mudança dessa situação nos casos de gênero e raça. O tema foi discutido pela escritora e militante LGBT Amara Moira e a filósofa e ativista do feminismo negro Djamila Ribeiro, entrevistadas pelo UM BRASIL. “Trazemos narrativas de incômodo porque os cidadãos precisam se incomodar e entender o que significa o privilégio que vem sistematicamente sendo produzido à custa da opressão de outros grupos. Ser feminista é assumir uma postura incômoda de um grupo que historicamente vem sendo menosprezado. Feministas são pessoas comuns que lutam por uma sociedade mais justa”, explica Djamila. “O lugar de onde você olha para a sociedade impede que ...

    Leia mais

    Feminismo é melhor avaliado entre homens que entre mulheres, diz pesquisa

    Mais de 50% dos homens e 38% das mulheres consultados se declararam favoráveis ao movimento Da Claudia (nito100/Getty Images)   Uma pesquisa realizada pelo DataFolha demonstrou que, no Brasil, o feminismo é mais bem visto entre a população masculina que a feminina. Entre eles, 48% dos consultados afirmaram ver mais benefícios que prejuízos para as mulheres, enquanto 41% apontou o inverso. Já entre as mulheres, as porcentagens são próximas: 43% enxergam mais benefícios e 41% mais prejuízos. Realizado entre os dias 2 e 3 de abril, o levantamento consultou 1.095 mulheres e 991 homens, todos maiores maiores de 16 anos, em 130 municípios brasileiros. Sua margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Com relação ao apoio às causas feministas, os homens também ficaram em maior número. Foram 52% deles contra 39% delas. Mas, independentemente de simpatizar ou não, mais de dois terços ...

    Leia mais

    O apagamento das mulheres na história e o direito à memória

    Ao longo da história, mulheres foram apagadas como se o mundo fosse pensado e realizado apenas por homens. No Brasil não foi diferente Por  DANIELA VALLE R. MULLER, do Carta capital  Myrthes Gomes de Campos, primeira mulher a exercer advocacia no Brasil (Imagem retirada do site Carta Capital) Às vezes acontece bem na nossa frente, de supetão. A verdade é que passamos a enxergar o que já acontece faz tempo, afinal, o apagamento da mulher na história e/ou a diminuição do seu papel eram tidos como “naturais” e só e passaram a ser percebidos como problema há pouco tempo. Uma situação da qual nos damos conta aos poucos, percebendo que nos relatos oficiais nós, as mulheres, sumimos e, quando mencionadas, aparecemos apenas em papéis coadjuvantes – amantes, esposas, mães, enfim, como um detalhe pitoresco e de menor relevância da narrativa. Discutimos e pensamos nisso, normalmente, de ...

    Leia mais
    Maria Nazaré de Jesus (Foto: José Medeiros)

    Os saberes das mulheres da Caatinga

    Conheça as histórias das curandeiras do sertão: mulheres que preservam as práticas de orações, cantos, raízes e garrafadas POR BRUNO BLECHER, da  Revista Globo Rural Maria Nazaré de Jesus (Foto: José Medeiros/ Reprodução/Revista Globo Rural) Da terra de Padre Cícero à terra de Luiz Gonzaga leva-se menos de uma hora de carro por uma estrada que atravessa a linda Chapada do Araripe e divide o  Ceará de Pernambuco. Berço do Rei do Baião, Exu também frequentou por quase 300 anos as crônicas policiais do sertão com a guerra entre as famílias Alencar e Sampaio. A rixa começou ainda nos tempos da Colônia e durou oito gerações. Deixou 40 defuntos só nos últimos 40 anos do conflito, entre 1940 e 1980, até Luiz Gonzaga convencer os chefes dos clãs a fumar o cachimbo da paz, em 1982. A pernambucana Exu tem pouco mais de 30 mil habitantes e ...

    Leia mais

    Esther Vivas: “A sociedade é um meio hostil às mães e à criação dos filhos”

    Jornalista e escritora espanhola defende que a maternidade seja feminista e abraçada por políticas públicas. Ao EL PAÍS, autora do livro 'Mamá Desobediente' reflete sobre os desafios que as mães de hoje enfrentam Por DIANA OLIVER, do El País  (Foto: Pexels) “O ideal materno oscila entre a mãe sacrificada, a serviço da família e das crianças, e a superwomancapaz de conseguir tudo conciliando trabalho e criação dos filhos.” Com essa frase lapidar a escritora Esther Vivas inicia seu livro Mamá Desobediente. Una Mirada Feminista a la Maternidad (Na tradução literal “Mãe Desobediente. Um olhar feminista para a maternidade”, publicado na Espanha e ainda inédito no Brasil), em que a jornalista espanhola analisa os desafios das mães de hoje. Faz isso com seu habitual estilo reivindicativo e sem esquecer de onde vamos e para onde vamos, baseando-se em interessantes referências que vão das sufragistas às associações que dão visibilidade a fenômenos como a amamentação e o parto. ...

    Leia mais

    No país das mulheres fortes

    Islândia conquista o cume da igualdade com o impulso tenaz do feminismo. Viagem pelas vitórias e desafios da nação que abriu o caminho no poder político e na conciliação Por ANA ALFAGEME, Do El País  Da esquerda para a direita, a rapper Duridur B. Johansdottir, a líder feminista Brynhildur H. Ómarsdóttir, a educadora Margrét Pñ Ólafsdóttir, a deputada Rósa B. Brynjólfsdóttir, a rapper Ragnhildur Jonasdottir, a professora Hanna B. Vilhjálmsdóttir, a ex-deputada e especialista Kristín Ástgeirsdóttir e a vereadora Heida B. Hilmisdóttir, diante do Parlamento da Islândia. (Foto: CAROLINA SALAS) Na Islândia, o subsolo incandescente está mais próximo da superfície do que em qualquer outro lugar do mundo. “O feminismo aqui é como essa lava subterrânea que de vez em quando, como os vulcões, entra em erupção.” Os olhos determinados de Kristín Ástgeirsdóttir, ex-deputada do partido exclusivamente feminino Assembleia das Mulheres e diretora do órgão governamental de igualdade durante 10 ...

    Leia mais
    Página 4 de 4 1 3 4

    Últimas Postagens

    Artigos mais vistos (7dias)

    Twitter

    Welcome Back!

    Login to your account below

    Create New Account!

    Fill the forms bellow to register

    Retrieve your password

    Please enter your username or email address to reset your password.

    Add New Playlist