Genética explica elevada frequência de doenças renais nos afro-americanos

 

 

Cientistas isolaram as variações genéticas que ajudam a explicar a razão pela qual os afro-americanos têm quatro vezes mais riscos de contrair doenças renais do que os brancos, segundo um estudo da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.

A equipa de investigadores concluiu que as variações no gene APOL1 resultavam de uma evolução correspondente a um mecanismo de sobrevivência contra as doenças parasitárias em África.

 

 

 

“Descobrimos que estas variações genéticas que aumentam o risco de doenças renais se produzem em mais de 30 por cento dos cromossomas dos americanos de raça negra”, explica Martin Pollak, um dos co-autores do estudo publicado no portal da revista Science.

“O risco de ter doenças renais entre as pessoas que herdaram pelo menos duas cópias destas variações do gene APOL1 será dez vezes maior”, acrescenta o investigador.

Duas doenças são especialmente ampliadas por esta variação são a hipertensão ligada à doença renal considerada terminal e a glomerusclerose sedimentar e focal, que tende a evoluir para insuficiência crónica terminal, sendo que ambas levam à necessidade de diálise regular ou de transplantação.

Fonte: Ciência Hoje

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