sexta-feira, setembro 18, 2020

    Tag: Jorge Furtado

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    Negros não estão representados na dramaturgia, diz diretor

    Cineasta, diretor e roteirista gaúcho, Jorge Furtado, é autor da série “Mister Brau”, da TV Globo, estrelada por Lázaro Ramos e Taís Araújo, primeira série nacional protagonizada por personagens negros e ricos; Do Brasil247 "O Brasil tem 52% da população negra ou parda e essa porcentagem não está representada de maneira alguma na dramaturgia, nem na TV nem no cinema. Os EUA, com 13% de população negra, têm mais negros protagonizando filmes e séries", diz; para Furtado, o Brasil é uma país racista Cineasta, diretor e roteirista gaúcho, Jorge Furtado, é autor da série “Mister Brau”, da TV Globo, com Lázaro Ramos e Taís Araújo nos papéis principais. É a primeira série nacional protagonizada por personagens negros e ricos. "O Brasil tem 52% da população negra ou parda e essa porcentagem não está representada de maneira alguma na dramaturgia, nem na TV nem no cinema. Os EUA, com 13% de ...

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    Jorge Furtado: silenciar é ser cúmplice com o fascismo

    Diretor gaúcho Jorge Furtado se manifesta contra agressões sofridas pelo ex-ministro Guido Mantega e as ameaças ao jornalista Jô Soares: “Os sinais de intolerância crescem, tornam-se mais frequentes e mais violentos, é de se esperar que a ignorância dos mal informados covardes que andam em bando logo produza vítimas. Silenciar é ser cúmplice deste fascismo crescente” Do Brasil 247  O diretor gaúcho Jorge Furtado diz que voltou a escrever sobre política para se manifestar contra o crescimento do fascismo. Ele cita agressões sofridas pelo ex-ministro Guido Mantega e as ameaças ao jornalista Jô Soares, após entrevista com a presidente Dilma Rousseff: “Os sinais de intolerância crescem, tornam-se mais frequentes e mais violentos, é de se esperar que a ignorância dos mal informados covardes que andam em bando logo produza vítimas. Silenciar é ser cúmplice deste fascismo crescente”, diz. Leia abaixo o artigo de Furtado no Jornal GGN sobre o assunto: ...

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    Jorge Furtado: Voto contra tudo isso que está aí

    Cineasta explica os motivos que o fizeram apoiar a reeleição de Dilma Rousseff  Por Jorge Furtado da Revista Fórum Se alguém me dissesse, em 2004 – quando o primeiro governo Lula sofria a oposição feroz de toda a mídia brasileira e tinha pouco ou nada para mostrar de resultados – que em dez anos o segundo turno da eleição presidencial seria disputado entre duas ex-ministras do governo Lula, uma pelo Partido dos Trabalhadores e uma pelo Partido Socialista Brasileiro, eu diria ao meu suposto interlocutor que a sua fé na democracia era um comovente delírio. A provável ausência, pela primeira vez no segundo turno das eleições presidenciais, de candidatos da direita autêntica, do PSDB, do DEM e do PTB, é mais uma boa notícia que a democracia nos traz. Imagina-se que, vença quem vença, muitos dos derrotados voltarão correndo para os braços confortáveis do novo governo, esta é a má ...

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    “Eu nunca disse a frase ‘não dá mais pra viver no Brasil’”, diz Wagner Moura

    Por Redação Em texto encaminhado ao jornal O Estado de São Paulo, ator desmente matéria publicada pelo periódico e diz que “entrevistas que não são gravadas não podem conter aspas do entrevistado” Durante a semana de lançamento do filme Praia do Futuro, a frase “não dá mais pra viver no Brasil” foi atribuída ao ator Wagner Moura, que vai viver dois anos na Colômbia onde atuará em uma série sobre Pablo Escobar. Porém, o ator emitiu uma nota desmentindo o jornal O Estado de São Paulo, que divulgou a frase como sendo de Moura. Em nota enviada ao jornal paulista, o ator desmente a matéria que lhe atribui a frase em questão. “Nunca disse a frase ‘não dá mais para viver no Brasil’. Entrevistas que não são gravadas não podem conter aspas do entrevistado. Minha ida para a Colômbia em nada tem que ver com meu desencanto com a política ...

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    Jorge Furtado: “Fico triste ao ver artistas brasileiros, meus colegas, tão mal informados.

    Imagino que, com suas agendas cheias, não tenham muito tempo para procurar diferentes fontes para a mesma informação, tempo para ouvir e ler outras versões dos acontecimentos, isso antes de falar sobre eles em entrevistas, amplificando equívocos com leituras rasas e impressionistas das manchetes de telejornais e revistas ou, pior, reproduzindo comentários de colunistas que escrevem suas manchetes em caixa alta, seguidas de ponto de exclamação. Fico triste ao ler artistas dizendo que não dá mais para viver no Brasil, como se as coisas estivessem piorando, e muito, para a maioria. Dizer que não dá mais para viver no Brasil logo agora, agora que milhões de pessoas conquistaram alguns direitos mínimos, emprego, casa própria, luz elétrica, acesso às universidades e até, muitas vezes, a um prato de comida, não fica bem na boca de um artista, menos ainda de um artista popular, artista que este mesmo povo ama e admira.  ...

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