quarta-feira, setembro 23, 2020

    Tag: juíza negra

    Foto- Arquivo Pessoal da juíza : enviada ao Cidadeverde.com

    “As pessoas se assustam vendo uma mulher negra juíza”, revela magistrada Mariana Machado

    "Perdi as vezes de quando entravam na sala, nem ao menos davam bom dia, só diziam que queriam falar com o juiz. Às vezes eu era ríspida, outras, virava a cadeira e dizia: 'bom dia, eu sou a juíza'". por Jordana Cury no Cidade Verde Foto- Arquivo Pessoal da juíza : enviada ao Cidadeverde.com Quem conta essa história é Mariana Marinho Machado. Segundo ela, chegar a um cargo de tanta autoridade sendo mulher, negra e jovem parece que "confunde" as pessoas, mas na verdade, escancara um preconceito que tanta gente teima em dizer que não existe. Aos 35 anos, Mariana é responsável pela comarca de Itainópolis (a 365 km de Teresina), que atende também os municípios de Vera Mendes e Isaías Coelho. Natural da Bahia, Mariana já exerceu a magistratura no Pará e está no Piauí há sete anos. Atualmente, tem 2 mil processos distribuídos e ...

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    Ex-faxineira que virou juíza lança livro sobre sua história: ‘É possível concretizar os sonhos’

    Adriana Queiroz, de 38 anos, diz que enfrentou vários desafios até chegar à magistratura, entre eles a falta de dinheiro. Com cinco pós-graduações e cursando letras, ela afirma que 'estudo é fundamental'. Por Sílvio Túlio Do G1 A juíza de direito Adriana Maria Queiroz, de 38 anos, lança, no sábado (29), o livro "Dez passos para alcançar seus sonhos - A história real da ex-faxineira que se tornou juíza de direito", em Goiânia. Na obra, ela conta sua trajetória desde o seu primeiro trabalho, como faxineira, até chegar à magistratura, na qual atua desde 2011, em Quirinópolis, na região sul de Goiás. Em entrevista ao G1, a magistrada relata uma infância pobre, passando por desafios que colocaram à prova seus sonhos e por pessoas que a ajudaram até a aprovação no concurso público para juíza. Adriana quer, com o livro, incentivar as outras pessoas a seguirem em busca dos seus sonhos. ...

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    “Quero deixar de ser exceção”, diz juíza negra; veja histórias

    Eles tiveram de vencer condições socioeconômicas desfavoráveis, além de driblar o preconceito, mas foram adiante em suas convicções e prosperaram, ocupando cargos de destaque nas mais variadas áreas. Conheça sete histórias de superação. Do Uol Mylene Brasil, 51 anos, juíza “Nasci e cresci na periferia da zona sul de São Paulo e, até terminar o ensino médio, estudei em escolas públicas, com ensino bastante deficitário. Apesar disso, sempre me permiti sonhar com uma vida melhor e, acima de tudo, acreditar que poderia conseguir alcançar o que quisesse, desde que me preparasse para isso. Ingressei na carreira pública em 1990 e iniciei na magistratura no Tribunal Regional do Trabalho do Paraná, em 1994, após ser aprovada em concurso público. Enquanto alguns candidatos tinham condição financeira para deixarem seus trabalhos e estudar em tempo integral, eu não podia fazer isso. Dependia do meu emprego como técnica judiciária no Tribunal Regional Federal e, só ...

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    Ivone Caetano é empossada como desembargadora do Tribunal do RJ

    Magistrada é a primeira mulher negra a ocupar o cargo no estado por Simone Candida/Gustavo Goulart, no Globo Primeira mulher negra a se tornar juíza do Tribunal de Justiça do Rio, há 20 anos, Ivone Ferreira Caetano, de 69 anos, titular da 1ª Vara da Infância da Juventude e do Idoso, agora acumula um novo aposto ao seu nome: o de primeira desembargadora negra do estado. Nesta segunda-feira, ela tomou posse na nova função numa solenidade muito concorrida. Mesmo prestes a se aposentar, em setembro, quando completará 70 anos, Ivone se tornou desembargadora com serenidade e foi bastante aplaudida no plenário do Órgão Especial do TJ, onde, no início da tarde, elegeu-se para o cargo após sete disputas nos últimos dois anos. — É um caminho comum para quem entra na magistratura. Só não acho comum que se dê tanta pontuação ao fato de ser uma mulher com características físicas diferentes. ...

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    Juíza pode se tornar a primeira desembargadora negra do estado RJ

    Anúncio será feito nesta hoje, e, na lista de candidatos, o nome com maiores chances de promoção é o da juíza Ivone Ferreira Caetano, titular da Vara da Infância, da Juventude e do Idoso Por:Francisco Alves Filho Rio - Mais de dois séculos e meio após sua criação, a Justiça do Rio pode ter, enfim, a primeira desembargadora negra. O anúncio será feito nesta segunda-feira, e, na lista de candidatos, o nome com maiores chances de promoção é o da juíza Ivone Ferreira Caetano, titular da Vara da Infância, da Juventude e do Idoso. O Rio tem mulheres desembargadoras e tem desembargadores negros. Não há no cargo, porém, alguém que reúna as duas qualificações. Se a promoção se confirmar, Ivone, de 69 anos, será a segunda do Brasil nessa condição. A juíza lamenta essa realidade. “É uma vergonha isso ser raridade em pleno Século XXI”, diz. Tida como durona, Ivone ...

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