Tag: Lilia Moritz Schwarcz

    Lima Barreto na época da 1ª edição do Recordações do Escrivão Isaías Caminha (Agência Brasil), e detalhe de crônica inédita do escritor encontrada após sua morte (Biblioteca Nacional) – Fotomontagem: Jornal da USP

    Lima Barreto: literatura que se confunde com vida pessoal denuncia racismo

    Historiadora e antropóloga Lilia Schwarcz mostra como a “escrita de si” de Lima Barreto denunciou perseguições racistas e o fim de uma utopia de inclusão que não se concretizou no fim da escravidão Por Margareth Artur, do Portal de Revistas USP Lima Barreto na época da 1ª edição do Recordações do Escrivão Isaías Caminha (Agência Brasil), e detalhe de crônica inédita do escritor encontrada após sua morte (Biblioteca Nacional) – Fotomontagem: Jornal da USP Lima Barreto, autor de Triste fim de Policarpo Quaresma, hoje um clássico da literatura brasileira, nasceu no dia 13 de maio de 1881, e tomou a data como “predestinação” em sua vida, visto toda sua obra representar “uma forma de revisão crítica do período em que existiam escravizados no Brasil e do contexto do pós-emancipação“. Em artigo na revista Estudos Avançados, a professora da USP Lilia Moritz Schwarcz analisa como, em boa ...

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    ‘Dicionário da escravidão e liberdade’ joga luz sobre a complexa relação entre os africanos e o Brasil

    Com 50 ensaios, livro mostra que a diáspora foi marcada por luta, revoltas e circulação de saberes por Márcia Maria Cruz no UAI 'A dança, o canto, as religiões eram formas de revolta, já que essas práticas eram proibidas', conta a autora. imagem: UAI A escravidão no Brasil é um capítulo central do processo de africanização da mão de obra nas Américas. Milhares de africanos aqui desembarcaram para substituir os índios, os primeiros cativos dos portugueses. Calcula-se que, apenas entre 1500 a 1800, 4,8 milhões de negros aportaram no Brasil, o último país americano a abolir essa forma perversa de exploração do trabalho, o que reverbera ainda hoje em nossa sociedade sob a forma de preconceito e desigualdade entre negros e brancos. Em 13 de maio, completaram-se 130 anos da assinatura da Lei Áurea. A data não é comemorada pelo movimento negro, que pauta o debate pelo racismo ...

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    Lilia Moritz Schwarcz: “O Brasil pratica uma política de eufemismos”

    A antropóloga é coautora do livro "Brasil: Uma Biografia" Por Itamar Melo Do Gauchazh Como acontece com o futuro, o passado está sempre em construção. Cada vez que é reescrita, a história do país ressurge renovada, metamorfoseada, distinta. Sua versão mais recente é Brasil: Uma Biografia (Companhia das Letras), livro de 846 páginas que abarca desde a chegada dos portugueses até as manifestações de março deste ano, quando multidões saíram à rua para protestar contra o governo e a corrupção. Parceria entre a historiadora Heloísa Murgel Starling e a antropóloga Lilia Moritz Schwarcz, a obra redimensiona fatos, transforma atores antes esquecidos em protagonistas, destaca minorias, indaga o passado através de questões do presente e converte a luta pela cidadania em personagem unificador dos 500 anos de Brasil. Nesta entrevista, Lilia lembra que revisitar a história é importante porque ela nos espreita em cada esquina, incrustada em nosso cotidiano - de modo destacado na ...

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