segunda-feira, janeiro 25, 2021

Tag: mutilação genital

Youssria Awad brinca com as filhas em sua casa, em Kartum, no Sudão, em foto de 14 de junho. Mesmo antes da aprovação da nova lei sudanesa, Awad se recusava a permitir que as meninas fossem submetidas à mutilação genital — Foto: AP Photo/Marwan Ali

Sudão criminaliza mutilação genital feminina

O Conselho Soberano, máxima autoridade do governo do Sudão, aprovou nesta sexta-feira (10) uma lei que criminaliza a mutilação genital feminina, prática ancestral muito usada no país, anunciou o Ministério da Justiça. O Conselho, integrado por autoridades militares e civis, aprovou uma série de leis, entre elas a que tipifica como crime a mutilação feminina, prática que "atenta contra a dignidade da mulher", segundo o comunicado do ministério. Em maio passado, o governo havia votado uma emenda ao código penal que condena a até três anos de prisão e multa quem adotar a prática. "A mutilação dos genitais da mulher passa a ser considerada crime e qualquer pessoa que a praticar será condenada a até três anos de prisão", assinala o texto da lei. A clínica ou local onde a mutilação for realizada poderão ser fechados. O anúncio é feito mais de um ano após a queda, em abril de ...

Leia mais
Há 30 anos a médica Mamisa Chabula-Nxiweni, de 72 anos, atua no atendimento de meninos que tiveram danos causados por circuncisões malfeitas Foto: AFP

Médica luta há 30 anos contra mutilações genitais em meninos na África do Sul

Mesmo sendo criticada e ameaçada, a médica Mamisa Chabula-Nxiweni, de 72 anos, continua relatando os danos causados pelas circuncisões de rituais tradicionais impostas aos adolescentes do país De AFP, no O Globo Há 30 anos a médica Mamisa Chabula-Nxiweni, de 72 anos, atua no atendimento de meninos que tiveram danos causados por circuncisões malfeitas (Foto: AFP) Há 30 anos ela é criticada, insultada e ameaçada. Mas a médica Mamisa Chabula-Nxiweni segue em frente e continua relatando os danos causados pelas circuncisões tradicionais impostas aos adolescentes na África do Sul. Em seu consultório na cidade portuária de Port-Elizabeth, esta médica de 72 anos mostra a tranquilidade de quem está determinada a defender uma causa justa. "Não me arrependo de nada", afirma. "Pedimos ao governo para agir, já que continuam morrendo jovens, devido a circuncisões malfeitas", acrescenta. "Era necessário fazer alguma coisa". Sua luta e compromisso não foram ...

Leia mais

Menina de dez anos morre na Somália após mutilação genital

Morreu devido a uma hemorragia. A Somália tem uma das taxas mais altas desta prática que não é punida criminalmente no país. Do Público  Na Somália 98% das mulheres entre os 15 e 49 anos a serem sujeitas a este ritual (Foto: LUISA FERREIRA)   Uma criança de dez anos morreu após uma mutilação genital feminina na Somália, o país que tem uma das taxas mais altas desta prática. A jovem foi levada pela mãe a uma circuncisadora tradicional no dia 14 e morreu dois dias depois no hospital devido a uma hemorragia. “Suspeita-se de que a circuncisadora lhe tenha cortado uma veia importante”, disse Hawa Aden Mohamed, que dirige um grupo local de mulheres, o Galkayo Education Center for Peace and Development (GECPD). "A mulher que fez a operação não foi detida mas, mesmo que fosse, não há lei que assegure que seria punida pelo acto. Este é apenas um dos ...

Leia mais
Ben Curtis/AP

Em decisão histórica Nigéria oficializa a proibição da mutilação genital feminina

A mutilação genital feminina na Nigéria é um tema que está em voga há algum tempo. De um lado estão os defensores a manutenção de tradições. Do outro mulheres e pessoas que acreditam na importância de cessar práticas machistas. DO  Hypeness Ben Curtis/AP Em meio ao cenário de debate, o presidente Goodluck Jonathan aprovou criminalização da mutilação genital feminina na Nigéria. Considerado o último ato de seu mandato, já que Jonathan foi derrotado no pleito eleitoral por Muhammadu Buhari, a lei federal representa uma mudança de postura do país da África Ocidental. A medida, que também prevê punição aos homens que abandonarem suas mulheres e filhos, vai contribuir para a diminuição deste hábito mutilatório. De acordo com levantamento feito por entidades de defesa dos direitos humanos, a mutilação feminina atingiu 25% das mulheres nigerianas entre 15 e 49 anos. A ONU revelou em 2014 que o ato gera infertilidade, perda do prazer sexual, além de ...

Leia mais

A mutilação genital feminina resiste a morrer

Embora cada vez mais países a proíbam, ativistas alertam sobre sua forte influência cultural Fonte: Racismo Ambiental por José Naranjo, da Gâmbia “Não tenho raiva da minha mãe. Ela fez isso para me proteger, pensava que era o melhor para mim. Mas tenho raiva de homens que querem continuar dominando as mulheres. E a mutilação genital está pensada para isso, é um sistema de controle da sexualidade feminina. Eu a rejeito, gostaria de ter meu clitóris, preferia que não tivesse sido cortado.” No pátio da casa de sua família em Banjul, capital da Gâmbia, Isatou Jeng, de 29 anos, transmite firmeza e segurança. Não se esconde. Não sente vergonha. Já não tem mais medo. Como mulher que foi mutilada, mas também como ativista de gênero, enfrenta há anos uma complexa teia de discriminação, costumes, ignorância e religião que permite que a mutilação genital feminina resista a morrer. Para combater a ...

Leia mais

Vídeo: UNFPA e UNICEF promovem maior programa global pelo fim da mutilação genital feminina

Cerca de 200 milhões de meninas e mulheres foram submetidas à prática da mutilação genital feminina (MGF). O Fundo de População da ONU (UNFPA) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) se uniram para liderar o maior programa global sobre MGF. O objetivo é proteger meninas e mulheres, bem com acelerar o abandono da prática e providenciar cuidados de saúde. Da ONUBR Confira os resultados neste vídeo; saiba mais em www.unfpa.org/female-genital-mutilation e http://bit.ly/MGF_ONU

Leia mais

200 milhões de mulheres sofreram mutilação genital no mundo, diz Unicef

Metade dos casos se concentra em três países: Egito, Etiópia e Indonésia. Mas relatório aponta ocorrências em 30 países. Pelo menos 200 milhões de meninas e mulheres que vivem atualmente em 30 países sofreram mutilação genital, segundo um relatório apresentado nesta quinta-feira (4) pelo Unicef. por G1 O número aumenta em cerca de 70 milhões os últimos cálculos divulgados em 2014 por contar com mais dados de países onde a prática é muito comum, como a Indonésia, e por causa do crescimento da população em alguns lugares. A metade dos casos se concentra em apenas três países: Egito, Etiópia e a citada Indonésia, afirma o estudo, publicado às vésperas do Dia Internacional de Tolerância Zero com a Mutilação Genital Feminina. Do total, 44 milhões das vítimas são meninas de 14 anos ou mais jovens, com vários países onde a prevalência da mutilação genital nessa faixa etária supera 50%. Na Indonésia, ...

Leia mais

Gâmbia proíbe a mutilação genital feminina

O presidente do país africano, Yahya Jammeh, declarou que a prática, que afeta cerca de 76% das mulheres gambianas, está banida. Por DANIEL N., do Blastingnews A visão de uma menina ou uma mulher sendo submetida a uma cirurgia, na qual grande parte, ou toda a sua genitália externa é removida com uma lâmina, muitas vezes não esterilizada e sem qualquer tipo de anestesia, deixando apenas um orifício no lugar, pode aterrorizar muita gente. Assim ocorre a mutilação genital feminina (MGF, ou female genital mutilation, FGM, em inglês), prática muito comum em alguns países africanos e no Oriente Médio, e que traz muitos problemas à saúde das mulheres que passam pelo procedimento, como, por exemplo, cistos, dor crônica, infecções, infertilidade e até mesmo hemorragias fatais. Nos países africanos onde dados são disponíveis, constata-se que a maioria das mulheres que sofrem a cirurgia possuem menos de 5 anos de idade, e estima-se que ...

Leia mais
LONDON - MARCH 3: Salimata Knight, a survivor from Genital Mutilation is seen on March 3, 2004 in London. The Female Genital Mutilation Act which came into force today will close a loophole in the previous law preventing people taking young girls abroad to carry out female genital mutilation. The Act reinforces existing legislation, criminalizing the offence in the UK by increasing the maximum penalty from five to 14 years' imprisonment. (Photo by Graeme Robertson/Getty Images)

Em sua última semana de mandato, presidente da Nigéria aprova lei que proíbe a mutilação genital feminina

Em sua última semana na presidência da Nigéria, Goodluck Jonathan assinou uma lei que criminaliza a mutilação genital feminina. Por  Gabriela Bazzo, do Brasil Post  De acordo com o All Africa, a lei traz esperança de que os nigerianos "comecem a aceitar que práticas culturais e religiosas também devem se sujeitar aos direitos humanos". A medida já havia sido aprovada pelo senado do país em maio. Além da mutilação genital, a lei também proíbe o abandono de dependentes - mulher, filhos e outros - sem condições de sustento. Estima-se que cerca de 25% das mulheres entre 15 e 49 anos tenham sido submetidas à prática no país. No entanto, por se tratar do país mais populoso do continente, osnúmeros absolutos da Nigéria estão entre os mais altos do planeta. De acordo com o International Business Times, especialistas afirmam que a lei pode impactar a criação de outros dispositivos legais em ...

Leia mais

“Desmaiei de dor”, lembra top model da Somália sobre mutilação genital

Waris Dirie tinha 5 anos quando foi circuncidada com navalha; Somália é o país que mais pratica mutilação genital no mundo: 98% das somalis de 15 e 49 anos passaram pelo procedimento Por Amanda Campos  do iG O som rítimico dos tambores ainda ecoa nas lembranças de Waris Dirie cada vez que ela ouve falar sobre mutilação genital feminina. A somali tinha 5 anos quando foi acordada pela mãe no meio da noite e levada a um local ermo. Quando viu uma mulher seguir em sua direção com uma lâmina de barbear quebrada, não teve dúvida: seria mutilada. "Fechei meus olhos e rezei para que fosse rápido. E foi, já que desmaiei de tanta dor e só acordei quando já havia acabado. Foi horrível. Senti como se tivesse perdido um braço", lembra Waris, hoje com 49 anos, durante conversa com o iG. Assim como Waris, 98% das mulheres com idade entre 15 ...

Leia mais

“Não me corta!” Mulheres imploram, mas mesmo assim são mutiladas durante parto normal

O nascimento de Pedro foi um pesadelo para a mãe dele, Milena Caramori, na época com 23 anos. A engenheira florestal chegou ao Hospital Sorocabana em Botucatu, interior de São Paulo, depois de uma madrugada em trabalho de parto. Teve as pernas amarradas e, por isso, não conseguia fazer força o suficiente para dar à luz. Para “ajudar” o bebê a nascer a enfermeira subiu na barriga de Milena espremendo o ventre dela com o peso de seu corpo (a manobra de Kristeller é sabidamente responsável por lesões sérias na mulher e, por isso, desaconselhada há décadas.) Mas o pesadelo não terminava por aí. Sem nenhuma anestesia, a médica fez uma episiotomia em Milena, ou seja, cortou o períneo, região entre a vagina e o ânus, para ampliar o canal de parto e também “ajudar” o bebê a nascer. “Eu gritava. Eu só conseguia gritar”, lembra. O parto foi assistido ...

Leia mais

Meninas choram em cerimônia de mutilação genital no Quênia

Veja imagens feitas por um fotógrafo que acompanhou o passo-a-passo do ritual No, Terra  As imagens fortes revelam um pouco do que deve ter sentido cada uma das meninas da tribo Pokot que participou do ritual de mutilação genital de um vilarejo rural em Baringo, no Quênia. A mutilação genital feminina (FGM, na sigla em inglês) é uma prática que consiste em retirar parte ou todo o órgão sexual de mulheres e crianças. Nos casos mais extremos, a mutilação total é realizada nos lábios vaginais e clitóris (processo chamado infibulação). A ONU estima que, hoje, 150 milhões de mulheres ao redor do mundo sofrem ou já sofreram com a prática. Embora a 'tradição' tenha sido declarada ilegal em muitos países africanos - o Egito é um exemplo - ela ainda sobrevive em comunidades menores e famílias. Ao mutilar suas filhas, as mães acreditam que garantem um melhor futuro com melhores maridos a elas, já que a prática é vista como uma forma ...

Leia mais

ONU pede fim da mutilação genital feminina

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e o presidente do Quênia, Uhuru Kenyatta, em Nairóbi Nairóbi - O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu nesta quinta-feira o fim da mutilação genital feminina, lançando com o jornal britânico The Guardian uma campanha global contra esta prática, que já matou dezenas de milhões de mulheres. "A mutilação de meninas e mulheres deve cessar ainda nesta geração, a nossa geração", afirmou ele a partir da sede regional da ONU em Nairobi, lançando um convocando os "homens e jovens para que apoiem a luta contra a mutilação genital feminina (MGF)". Estas mutilações sexuais - ou circuncisões - consiste na remoção parcial ou total da genitália externa feminina (clitóris, pequenos e grandes lábios). Segundo a Unicef, é realizada principalmente em crianças e adolescentes, mas em alguns países, também em bebês do sexo feminino com menos de um ano. A Organização Mundial da Saúde (OMS) registrou ...

Leia mais

Docente destaca contributo da mulher africana em prol do seu desenvolvimento

Luanda - A professora do Instituto Superior Politécnico Atlântida, Cristina Rodrigues, destacou nesta terça-feira, em Luanda, o contributo da mulher africana na luta contra a discriminação da classe feminina no continente. Foto: Joaquina Bento (Arquivo) Em declarações à Angop, a propósito do tema “Contribuição das organizações femininas angolanas para a afirmação da mulher no concerto das nações africanas”, a docente universitária enalteceu também o esforço desenvolvido pelas mulheres africanas ao longo dos anos, “tendo em conta a forma como tem sabido enfrentar a luta contra a fome e a miséria causadas pelas guerras civis que ainda se registam em alguns países africanos”. Sublinhou que a luta levada a cabo pelas africanas no sentido de ajudar no esforço da tomada de consciência sobre o seu papel na sociedade, tem permitido alcançar progressos significativos para afirmação das mulheres, apesar das imensas barreiras que ainda lhes são impostas. Entretanto, disse, independentemente dos problemas ...

Leia mais
mutilacaogenital

ONU aprova resolução condenando mutilação feminina

Brasília – A Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou ontem (26) resolução que condena a mutilação genital feminina - chamada de circuncisão feminina - e pede aos países que passem a orientar de forma educativa sobre a necessidade de acabar com a prática. A circuncisão feminina ainda ocorre em regiões tribais da África que seguem o islamismo, mas adotam tradições próprias. Por: Renata Giraldi* Em geral, as meninas são submetidas à mutilação ainda na infância, antes da adolescência. A prática consiste na retirada do clitóris e, em alguns casos, também dos grandes lábios. No texto, a ONU apela para que os países adotem medidas como a proibição da prática, com o objetivo de proteger mulheres e crianças de "qualquer forma de violência", e encerrem a impunidade. No texto, as Nações Unidas pedem que as autoridades se esforcem para orientar sobre o atendimento médico às meninas e mulheres, ...

Leia mais
images 1

Mais 2.000 comunidades africanas colocaram fim à mutilação ou corte genital feminino em 2011

Nações Unidas, Nova York – Em 2011, quase duas mil comunidades de toda África abandonaram a mutilação ou corte genital feminino. Assim, chegou a oito mil o número total de comunidades que renunciaram a essa prática nos últimos anos, segundo levantamento recentemente feito pelo UNFPA, Fundo de População das Nações Unidas, e UNICEF, Fundo das Nações Unidas para a Infância. "Essas constatações encorajadoras mostram que as normas sociais e as práticas culturais estão mudando, e as comunidades estão se unindo com o objetivo de proteger os direitos das meninas e das mulheres", disse Dr. Babatunde Osotimehin, Diretor Executivo do UNFPA no Dia Internacional da Tolerância Zero com a Mutilação Genital Feminina, 6 de fevereiro. "Fazemos um chamado à comunidade mundial para que se some a nós nesta iniciativa de importância crítica. Juntos, podemos colocar fim à mutilação ou corte genital feminino no lapso de uma geração e ajudar milhões de ...

Leia mais
meninas_africanas_relembram_dor_da_circuncisao

Nos EUA, meninas africanas relembram dor da circuncisão

Motivo de preocupação de direitos humanos no exterior, mutilação genital feminina representa desafio para autoridades americanas   Em uma sala de aula do ensino médio no Brooklyn com paredes adornadas com problemas de álgebra, uma menina de 15 anos de idade nascida na Guiné conversava recentemente com suas amigas depois da aula. O pequeno grupo – todas as alunas tinham raízes na África – não estava lá para discutir equações, mas algo muito mais pessoal. Uma delas estava compartilhando a memória do dia em que um vizinho em sua terra natal a enganou para que fosse a um hospital. Lá, ela foi amarrada e contida, e submetida à circuncisão. Ela tinha 8 anos na época e teve de ser hospitalizado por causa do sangramento. "Eu fiquei doente", disse a menina. "Eu estava prestes a morrer." Depois que ela foi curada, uma festa de celebração foi realizada em sua homenagem. Agora ...

Leia mais
multilacao1

Cerca de 3 milhões de mulheres são vítimas de mutilação genital todo ano

Apesar do alto número de vítimas, medidas políticas contra esse tipo de violência contra a mulher deixam a desejar. Na Alemanha, estados preparam projeto de lei para tornar mais rigorosa a punição desse crime. Dia internacional alerta contra a prática em todo o mundo   Mais de 150 milhões de mulheres e meninas foram submetidas a mutilação genital feminina em todo o mundo. Segundo o Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), cerca de três milhões de meninas se tornam vítimas dessa prática a cada ano. Por ocasião do Dia Internacional contra a Mutilação Genital Feminina, 6 de fevereiro, foi lançada em Berlim uma campanha contra esse tipo de violência contra a mulher. A mentora da iniciativa lançada por diversas organizações é a ex-modelo Waris Dirie, ela própria mutilada na idade de 5 anos em seu país de origem, a Somália. Waris DirieWaris Dirie denuncia que os políticos em ...

Leia mais

Últimas Postagens

Artigos mais vistos (7dias)

Twitter

Welcome Back!

Login to your account below

Create New Account!

Fill the forms bellow to register

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Add New Playlist