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Líderes gays pedem que eleitor não vote em candidato homofóbico

O tema foi discutido durante evento em Teresina que reuniu candidatos a vereador e prefeito, além de personalidades.

Entidades ligadas ao movimento GLBTT do Piauí aprovaram documento em que defendem que os eleitores não votem em candidatos que fazem discriminação e/ou preconceito contra os homossexuais.

 

O 6º Encontro de Travestis e Transexuais e o 4º Encontro de Gays teve início nesta quinta-feira e foi encerrado nesta sexta-feira (27). O coordenador do coletivo de gays Mirindiba, João Leite, destacou que o Piauí é campeão no disque denúncias de violências contra os homossexuais.

“Em 2011 foram seis assassinatos notificados enquanto nesse ao já foram contabilizados oito casos de morte. O movimento pede políticas públicas concretas voltadas para os GLBTT”, defende o gestor.

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Em entrevista o Cidadeverde.com, o gestor pediu que os homossexuais, travestis e transexuais fiquem em alerta para qualquer brincadeira de mau gosto nas redes sociais para que as entidades possam reagir.

“Nosso lema é: eu voto contra homofobia, lesbofobia e transfobia. Defendemos que os eleitores não votem em candidatos que não apoiam ações para os grupos gays, homossexuais e lésbicos”, divulga João Leite.

 

 

 

 

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Opiniões
Samanta Brasil, do movimento gay, defendeu que seja criado um calendário de ações GLBTT no calendário de Teresina para ressaltar datas como: 17 de maio, Dia Nacional de Combate à Homofobia; 28 de junho, Dia Internacional do Orgulho de Ser; e 29 de janeiro, dia de Visibilidade dos Travestis.

Monique Alves, da Associação dos Travestis do Piauí defende a criação de trabalho e renda, saúde e educação para o grupo. “Defendemos também a capacitação dos profissionais das delegacias de polícia para melhor atender”, propõem.

 

 

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Safira Bengel, da coordenação de Movimentos Sociais e DST/Aids da Fundação Municipal de Saúde (FMS), está reivindicando da Secretaria de Educação uma cartilha educativa para ser distribuídas nas escolas com o intuito de combater a homofobia.

“Um dos campos mais levantados dentro do encontro foi o preconceito nas escolas e nas famílias”.

 

 

 

 

 

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Política
O evento é voltado para receber os candidatos que estão disputando eleições. Participaram Firmino Filho (PSDB), Maklandel Aquino (PSOL), a vereadora Graça Amorim (PTB), Gilvana Gayoso (PT), Albert Piauí (PCdoB) Tatila Freitas (PT).

Firmino prometeu criar centro de referência GLBTT no município. Albert Piauí disse que é justo esse movimento não vote em candidato que não defende os grupos GLBTT. “A população gay consegue eleger um vereador. Se ele for homofóbico não merece receber votos”, disse.

 

 

 

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Tatila Freitas garantiu que, além de defender travestis e transexuais, vai estar ao lado de dos profissionais do sexo. “As prostitutas não tem políticas públicas voltadas apenas para elas”, disse a candidata a vereadora.

 

 

 

 

Fonte: Cidadeverde

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