Resultados da pesquisa por 'violência'

    Estado de SP registra 62 casos de violência doméstica por dia pela internet durante quarentena

    O estado de São Paulo contabilizou 5.559 boletins de ocorrência de violência doméstica feitos pela internet entre abril e junho deste ano. Isso representa uma média de 62 registros por dia, ou um a cada 23 minutos no período. É o que apontam dados da Polícia Civil paulista obtidos com exclusividade pela GloboNews. A Delegacia Eletrônica, sistema que permite o registro de boletins de ocorrência pela internet, foi criada em São Paulo em 2000, e vem sendo remodelada desde então. O registro de casos de violência doméstica é permitido desde 3 de abril deste ano. A mudança de procedimento foi feita para ajudar vítimas que, por causa do isolamento decorrente da pandemia do coronavírus, não conseguem sair de casa para registrar a queixa contra o agressor. O estado de São Paulo vive desde 24 de março sob quarentena regulamentada por decreto do governador João Doria (PSDB). As regras, que determinam ...

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    Imagem: iStock

    Pandemia amplia canais para denunciar violência doméstica e buscar ajuda

    Entre as consequências mais graves do isolamento social, medida de proteção contra a pandemia do novo coronavírus, está o aumento dos casos de violência contra mulheres e meninas no Brasil e em diversos países do mundo. De acordo com pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, houve um crescimento de 22,2% de feminicídios entre março e abril deste ano em relação a 2019. Ainda segundo a pesquisa, as mulheres também encontram maior dificuldade em realizar denúncias de violência doméstica neste momento, o que leva a uma redução dos registros de crimes em delegacias de polícia. Diante dessa nova crise de violência contra a mulher, surgiram novos canais para tentar oferecer às vítimas opções seguras para fazerem as denúncias, além dos meios já tradicionais. Universa reúne aqui telefones, sites, aplicativos e chats que podem ser úteis para mulheres em situação de violência. Sem ferimentos graves: procure a Delegacia da Mulher se ...

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    Casos de violência contra mulher aumentaram na pandemia — Foto: Reprodução/TV Globo

    Fórum de Segurança Pública aponta que violência contra mulher aumentou no Pará na pandemia

    O isolamento social produziu um ambiental ainda mais hostil para as mulheres do Pará. Segundo dados de julho do Fórum de Segurança Pública, casos de feminicídio aumentaram 75% entre março e maio este ano, em comparação ao ano anterior. Por outro lado, o número de registro de violência doméstica caiu 15%. Para especialistas, os dados indicam que as mulheres morrem sem ao menos terem tido acesso a denúncia da violência ocorrida antes de culminar no assassinato doméstico. De acordo com dados as Secretaria de Segurança do Pará (Segup), nos sete primeiros meses deste ano, o índice de feminicídio cresceu 118%. O assassinato de mulheres foi o único crime violento a registrar aumento no 1º semestre no Pará. “O isolamento social no processo dessa pandemia tem tornando visível as deficiências e as dificuldades que as mulheres enfrentam no cotidiano familiar, na circulação nas cidades, no trabalho, nas políticas públicas”, analisa Eunice ...

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    Tereza de Benguela (Foto: Wikimedia Commons)

    Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha: tempos de luta, de luto, e de resistência à violência contra as mulheres negras

    Nesse momento de grandes sobressaltos e de tantas incertezas, venho oferecer meu afetuoso abraço a todas aquelas que fazem deste mundo um lugar de acolhimento, compreensão e de concórdia. Pois, são inúmeras as atribulações, a correria que mal temos tempo de olhar para nós mesmas e de nos reconhecermos como aquelas que também precisam de cuidados, de atenção e de escuta. Afeto é doação, é compartilhar o que se tem, independente de quantidade, mas sim, o valor legítimo dessa afetuosidade em forma de empatia. Mulheres negras se levantam todos os dias do ano para enfrentar o racismo o sexismo, mas no 25 de julho Dia da Mulher Afro Latino e Caribenha e Dia Nacional de Tereza de Benguela, são mais altivas para que outras mulheres negras não precisem passar pelas mesmas situações vexatórias, as quais muitas já vivenciaram. É necessário rememorar que as principais conquistas neste campo foram auferidas por ...

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    (Foto: Geledés)

    Doria ignora pedido de artistas e movimentos para debater violência da PM

    Passados 11 dias desde que foi feito um pedido de audiência com o governador João Doria (PSDB) para apresentar propostas e debater a violência policial em São Paulo, artistas, intelectuais e integrantes de movimentos sociais dizem que a solicitação foi ignorada pelo governador. Os movimentos pedem medidas para conter a violência e a letalidade policial. Como resposta, as 29 instituições que assinaram um documento solicitando a reunião divulgaram um vídeo que mostra parte dos recentes casos de violência policial com a frase: "Não há cidadãos plenos se uma cidadania democrática não é praticada e não é incentivada pelo Estado". O vídeo também diz que "enquanto houver racismo não haverá democracia". Os movimentos lançaram nas redes sociais a campanha "RecebeDoria", com o intuito de fazer o governador recebê-los. Procurado, o Palácio dos Bandeirantes disse que foi proposta uma reunião com a cúpula da segurança, o que foi recusado pelos movimentos. A ...

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    A pesquisadora americana Safiya Noble estuda como os algoritmos amplificam o racismo e o sexismo na sociedade (Foto: Imagem retirada do site O Globo)

    ‘Algoritmos têm responsabilidade pela violência contra mulheres e pessoas negras’, diz pesquisadora da UCLA

    Já imaginou que qualquer pesquisa que faça no Google ou em outra ferramenta de busca na internet está mediada pelos mesmos preconceitos e vieses inconscientes que pautam as nossas relações sociais? Ao notar que a busca por Black girls (meninas negras) sempre resultava em imagens hipersexualizadas e até pornográficas de mulheres negras americanas, a americana Safiya Noble decidiu estudar o funcionamento dos algoritmos que estão por trás dessas ferramentas. Seis anos de pesquisas resultaram no livro "Algorithms of Oppression" (Algoritmos da opressão, ainda sem tradução brasileira), lançado em 2018, em que examina como as ferramentas de busca, o Google em particular, reforçam o racismo e o sexismo das sociedades. Professora do Departamento de Estudos da Informação na Universidade da Califórnia, onde dirige o Centro para Investigação Crítica da Internet, ela afirma que a opressão e os preconceitos algorítmicos existem também nas redes sociais. Safiya Noble participa do Festival Oi Futuro, ...

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    PLPs no Enfrentamento do Coronavírus e à Violência Contra as Mulheres

    Geledés Instituto da Mulher Negra é parceira da Fiocruz na realização da chamada pública para o desenvolvimento de ações que buscam reduzir os efeitos da pandemia do coronavírus nas populações em situação de vulnerabilidade social. A Fiocruz é uma instituição vinculada ao Ministério da Saúde, que tem dentre seus objetivos, promover a saúde e o desenvolvimento social, gerar e difundir conhecimento científico e tecnológico, ser um agente da cidadania. Frente ao desafio representado pela pandemia, está apoiando propostas que, por meio de estratégias diversas, contribuirão para mitigar seus efeitos. Geledés participará deste esforço com o projeto PLPs Em Ação!, que conta com a atuação da nossa rede de Promotoras Legais Populares-PLPs – que são agentes multiplicadoras de cidadania comprometidas com a proteção social das mulheres, e fazem o elo entre mulheres em situação de vulnerabilidade, seus direitos, as políticas públicas e as organizações da sociedade civil, buscando alcançar uma vida ...

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    Cartaz “Não a violência”, do designer Ivan Ciro Palomino.

    Organizações pedem proteção de mulheres sob risco de violência doméstica no Nordeste

    Um grupo de organizações da sociedade civil apresentou a governos de estados do Nordeste documento no qual pedem medidas de proteção às mulheres em risco de violência durante a pandemia de COVID-19, informou o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) na segunda-feira (13). A entrega da carta ocorreu durante reunião da Sala de Situação sobre Violência Baseada em Gênero, espaço de diálogo e articulação da sociedade civil do Nordeste apoiado pelo UNFPA. A Carta pelas Vidas das Mulheres pede que sejam feitas campanhas que identifiquem os canais de denúncia e informem as mulheres sobre como acessá-los, que as redes de proteção sejam aperfeiçoadas por meio do Sistema de Justiça e que os serviços sejam remotos sejam efetivos. Um grupo de organizações da sociedade civil apresentou a governos de estados do Nordeste documento no qual pedem medidas de proteção às mulheres em risco de violência durante a pandemia de COVID-19, ...

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    Taís Araújo (Foto: João Miguel Júnior/TV Globo)

    Taís Araújo sobre mulher pisada por PM: violência e horror se naturalizaram

    Taís Araújo se manifestou hoje sobre a agressão sofrida por uma mulher negra de 51 anos no bairro de Parelheiros, em São Paulo. Segundo a atriz, "tudo de mais violento e horroroso está naturalizado" no Brasil. As agressões contra a mulher, que não teve a identidade revelada, ocorreram no dia 30 de maio. Além de quase ser asfixiada, ela foi jogada no chão e arrastada, o que lhe causou escoriações no rosto e uma fratura na perna. Hoje, em entrevista ao programa "Encontro", da TV Globo, a vítima disse que temeu a morte no momento das agressões e pensou que teria um fim parecido com o do segurança George Floyd, que morreu em maio, nos Estados Unidos. "Eu continuo me lembrando da primeira imagem, quando ele estava me pisoteando. Ainda não consigo dormir a noite inteira, acordo várias vezes", contou. "Eu fico pensando porque ele fez aquilo comigo... Eu não ...

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    Mulheres negras sofrem violência obstétrica baseada em estereótipos racistas Foto: Arte de Ana Luiza Costa

    Racismo obstétrico: violência na gestação, parto e puerpério atinge mulheres negras de forma particular

    Há duas semanas, Licyane de Almeida Santos, de 27 anos, então com 37 semanas de gestação, procurou atendimento médico em um posto de saúde localizado na Zona Norte do Rio de Janeiro. Estava com pressão alta e se sentindo mal, com dores de dilatação. Por isso, durante a consulta, pediu ao ginecologista obstetra que desse um atestado ou iniciasse o período de licença-maternidade para que fosse liberada do trabalho como demonstradora em lojas de cosméticos, no qual precisa ficar em pé durante horas, além do tempo gasto no transporte. Licyane conta que o médico, no entanto, se recusou e debochou da situação. — Eu cheguei com dor e ele ficou rindo, debochando. Foi muito humilhante. Disse que eu estava fazendo drama, que a dor era normal e não me examinou. Eu fiquei nervosa e comecei a chorar. Não podia ficar em casa sem o atestado se não seria descontada — ...

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    Alunos saindo de escola na Estrutural, no Distrito Federal (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

    Racismo e violência contra criança e adolescente são desafios do país

    Publicado há 30 anos, o Estatuto da Criança e do Adolescente trouxe avanços na abordagem dos direitos essenciais do público para o qual foi criado em diversas áreas, como saúde, educação e também no combate ao trabalho infantil. No entanto, a situação no país está longe de ser a ideal em alguns aspectos como o racismo, a violência doméstica e o abuso sexual. Para o coordenador do Programa de Cidadania dos Adolescentes do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Mario Volpi, o maior dos desafios para fazer valer esses direitos no Brasil é a desigualdade, e, entre as diversas formas em que ela se apresenta no país, destaca-se o racismo. "Esse elemento do racismo, da desigualdade racial, é um elemento que o país ainda não superou. E um dos motivos é porque o Brasil é um país que demorou a admitir que existe discriminação racial. Tivemos uma ideologia ...

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    'Mulheres com deficiência enfrentam vulnerabillidade dupla, pelo gênero e pela deficiência', afirma Célia Leão, secretária de Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo Foto: freepik.com

    Mulheres com deficiência têm mais dificuldade para denunciar violência doméstica na pandemia

    O aumento da violência doméstica durante a pandemia do novo coronavírus também atinge as mulheres com deficiência.Porém, uma queda expressiva no números de denúncias registradas no estado de São Paulo no período pode indicar que elas estão enfrentando maiores dificuldades para pedir ajuda e reportar situações de abuso às autoridades. Somente 148 boletins de ocorrência de violência doméstica foram registrados por mulheres com deficiência em abril deste ano. Outros 348 foram registrados em março. Os números são bem menores que a média mensal de 460 denúncias recebidas ao longo de todo o ano de 2019. O volume de denúncias nos quatro primeiros meses do ano caiu quase 30% em relação a igual período do ano passado, de acordo com a Base de Dados da Pessoa com Deficiência. Foram 1.939 ocorrências entre janeiro e abril de 2019, contra 1.376 em 2020, das quais 64% foram registradas em janeiro e fevereiro, antes ...

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    Foto: Getty Images

    Sonhos negados: violência faz mulheres negras desistirem da maternidade

    "Sempre foi meu sonho ser mãe. Falava que queria ter quatro filhos, ter uma casa cheia, sabe?" Mariana Evaristo vive um conflito. A advogada mineira de 32 anos desistiu da maternidade por medo do que poderia acontecer. "Todo santo dia eu penso na violência que esse filho sofreria." Joseane Damasceno, assistente social cearense de 32 anos, passa pela mesma situação. "Aqui onde moro não tem um mês em que um jovem não é assassinado. Tenho muito, muito medo da realidade de genocídio em que vivemos." A carioca Buba Aguiar, patologista e socióloga de 27 anos, e Ana Luiza Guimarães, socióloga que vive em uma periferia no entorno de Brasília, amargam aflição igual. "Dá desespero de colocar o filho no mundo para perder para o Estado numa operação ou numa abordagem policial", diz a primeira. Mariana, Joseane, Buba e Ana Luiza são mulheres negras, que conversaram com o TAB sobre como ...

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    Gel Santana

    “Nos acostumamos por demais à violência do Estado” diz Bernard Attal

    Em 2 de agosto de 2014, no bairro da Calçada, em Salvador, Geovane Mascarenhas de Santana estava em sua moto, quando foi abordado por alguns policiais. Após essa abordagem, registrada por uma câmera local, Geovane foi colocado no porta-malas de uma viatura da Rondesp, por volta das 17h. Depois disso, nunca mais foi visto. Sua moto também foi levada pelos policiais e nunca mais encontrada. Se não fosse a persistência de seu pai, o comerciante Jurandy Silva de Santana, seu corpo jamais teria sido encontrado.  Após treze dias de intensa busca, o corpo de Geovane foi achado no IML carbonizado, decapitado e sem suas tatuagens.  O documentário “Sem Descanso”, do cineasta francês Bernard Attal, já traduz em seu título a saga desse pai em busca da verdade sobre o que aconteceu com Geovane. Mais do que isso, debate o sistemático uso da violência nas abordagens policiais em que invariavelmente culminam ...

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    PROTESTO NOS EUA PELA MORTE DE GEORGE FLOYD. FOTO: AFP.

    Brasil se posiciona contra inquérito da ONU sobre violência policial nos EUA

    O Brasil se posicionou contra a criação de uma comissão de inquérito internacional para investigar abusos e violência policial contra a população negra nos Estados Unidos, durante uma reunião extraordinária do Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, na quarta-feira 17. A reunião extraordinária foi convocada por 54 nações africanas para debater a discriminação e o “racismo sistêmico” nos Estados Unidos, motivadas pelo homicídio de George Floyd, homem negro morto em Minneapolis em 25 de maio, após ser pressionado contra o chão pelo joelho de um policial durante vários minutos. Ao se posicionar contra, a representante da missão permanente do Brasil junto à ONU em Genebra, Maria Nazareth Farani Azevêdo, argumentou que o problema do racismo não é exclusivo de uma região específica. “É um flagelo profundamente enraizado em muitas partes do mundo, afetando grande parte da humanidade”, afirmou, acrescentando que também é importante reconhecer o “papel indispensável” das ...

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    Andrea se libertou de um relacionamento abusivo após dez anos de casamento Imagem: Arquivo pessoal

    Me livrei do meu agressor: elas contam como deram fim à violência doméstica

    Andrea, Carol, Nina, Renata e Maria são de cidades, idades e origens distintas. Embora nunca tenham se encontrado, a história de violência doméstica que cada uma enfrentou e as artimanhas que seus agressores usaram para machucá-las se entrelaçam como se estivéssemos falando de uma mesma vítima. Andrea, Carol, Nina, Renata e Maria são de cidades, idades e origens distintas. Embora nunca tenham se encontrado, a história de violência doméstica que cada uma enfrentou e as artimanhas que seus agressores usaram para machucá-las se entrelaçam como se estivéssemos falando de uma mesma vítima. Pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina analisaram o perfil de homens envolvidos em situações de violência contra mulheres ("O que se sabe sobre o homem autor de violência contra a parceira íntima: uma revisão sistemática"), a partir de 33 artigos internacionais publicados sobre o tema. Além dessas semelhanças entre os agressores, notaram que a vítima tende a ...

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    Montagem de Tropa de Elite (Foto: Reprodução) e Segundo Sol (Foto: /Instagram/João Cotta/Divulgação/Imagem retirada do site Rolling Stone)

    Como violência policial e racismo são normatizados pela produção audiovisual brasileira

    O adolescente João Pedro morreu há um mês, no dia 18 de maio de 2020. Vítima de uma ação das polícias civil e federal, o estudante negro foi baleado dentro de casa no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, Região Metropolitana do RJ. Parentes acharam o corpo 17 horas depois, no IML(Instituto Médico-Legal) de Tribobó. O caso é apenas mais um que representa a violência policial e o racismo sistêmico no Brasil. Apesar de declarações relacionadas à morte do adolescente, as mobilizações nacionais se intensificaram com a morte de George Floyd, homem negro assassinado por policiais brancos nos Estados Unidos. Alguns questionamentos feitos nas redes sociais remetem ao porquê de brasileiros se mobilizaram fortemente apenas após o caso George Floyd - e um dos motivos pode ser a forma que produções audiovisuais a e própria imprensa brasileira acabam, muitas vezes, normatizando a violência e o racismo. “Isso mostra muito sobre ...

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    Alex R. Hibbert interpreta Chiron durante a infância — Foto: Moonlight/Divulgação

    As diversas formas da violência racista

    A violência sob diversas formas, no Brasil, na África, França e nos Estados Unidos perpassa as narrativas históricas dos filmes que reforçam os amplos movimentos antirracistas desencadeados no mundo a partir do assassinato de George Floyd em Minneápolis. As vozes de protestos do LBM - Lives Black Matter - se tornam planetárias e marcam um ponto de inflexão na luta contra a violência policial em particular. "Não me batam! Eu sou trabalhador,'' gritava o rapaz de 27 anos selvagemmente espancado por cinco PMs em São Paulo, esta semana. Em apenas cinco dias outros dois casos de rapto, assassinato e espancamento de jovens negros foram flagrados nas periferias da capital daquele estado. ''Enquanto a violência do racismo perdurar, ninguém está seguro,” advertiu Angela Davis, em entrevista ao jornal The Guardian. Em Atlanta, um novo assassinato de rapaz negro, Ryashard Brooks, alvejado num estacionamento, e morto por policiais brancos com dois tiros ...

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    © iStock

    África quer investigação ao “racismo sistémico” e violência policial

    O texto do projeto, consultado hoje pela agência AFP, está a ser distribuído entre diplomatas para consulta, antes de um debate urgente sobre o assunto no Conselho dos Direitos Humanos, que se realiza na quarta-feira em Genebra. O debate teve como pano de fundo os protestos que abalaram os Estados Unidos desde a morte em Minneapolis de George Floyd, um homem negro de quarenta anos que foi asfixiado por um polícia branco em 25 de maio. No projeto de resolução, o grupo de países africanos condena veementemente "as práticas raciais discriminatórias e violentas das agências de aplicação da lei contra africanos e pessoas de origem africana e o racismo estrutural endémico no sistema de justiça penal nos Estados Unidos e noutras partes do mundo". Exige a criação de uma comissão de inquérito internacional independente, uma estrutura de alto nível normalmente reservada para crises graves, como o conflito sírio. O objetivo ...

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