terça-feira, julho 7, 2020

    Tag: desigualdades raciais

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    Se não há paz para nossos filhos, que não haja paz para os brancos

    Não sabe, minha senhora, eu morro, sem ver mais meus filhos! Meu senhor os vendeu. . .eram tão pequenos… Eram gêmeos. Carlos, Urbano (…)Não tenho pena de morrer, tenho pena de deixar meus filhos !… Aqueles que me arrancaram destes braços… Este que também é um escravo. Maria Firmina dos Reis   Por Cristiane Mare Do Catarias Toda vez que vejo o rosto de nossas crianças mortas, estampadas em jornais, os filhos de conhecidas, que nunca mais voltarão, o irmão que se foi, o tio, que nossos filhos nunca os conhecerá, a contagem dos corpos regressando a terra, o peso do caixão em nossas mãos. A dor imensurável de famílias pretas, a decisão sobre a mensagem no epitáfio, as memórias e as palavras embargadas, pois quando afirmamos que não se tratam de números, mas de nossos filhos e parentes, não estamos falando de uma mera figura de linguagem, contudo, da condição ...

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    Negros são 17% dos mais ricos e 75% da população mais pobre, diz IBGE

    Levantamento divulgado nesta sexta-feira, 2, pelo IBGE mostra que entre 2005 e 2015, aumentou o número de negros entre os brasileiros mais ricos, de 11,4% para 17,8%; apesar disso, a população branca ainda compõe é maioria – oito em cada dez – entre o 1% mais rico da população; somente 12,8% da população negra chegou ao nível superior, enquanto os brancos de nível superior eram que 26,5% do total no mesmo ano; "Um país como o Brasil necessita de medidas específicas para corrigir essa desigualdade, esse é um ponto que deve ser frisado", diz o especialista do IBGE André Simões Do Brasil 247  Isabela Vieira, da Agência Brasil - Entre 2005 e 2015, aumentou o número de negros entre os brasileiros mais ricos, de 11,4% para 17,8%. Apesar disso, a população branca ainda é maioria – oito em cada dez – entre o 1% mais rico da população. Entre os mais ...

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    2 minutos para entender – Desigualdade Racial no Brasil

    Do Super A cada 12 minutos um negro é assassinado no Brasil. Não para por aí: a cor da sua pele influencia na sua educação, saúde e renda. Segundo o IBGE, negro é aquele que se identifica como preto ou pardo. Entenda como estamos longe de sermos igualitários em um país onde o preconceito racial atinge mais da metade da população. Leia também Quer saber se ainda o Racismo existe no Brasil? Faça o Teste do Pescoço – parte II

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    Desigualdades raciais no Brasil e suas múltiplas dimensões

    O tema das desigualdades raciais abarca fenômenos sociais de diferentes dimensões que, embora estejam relacionadas, constituem esferas distintas de observação: acesso à educação em seus diferentes níveis, progressão escolar, rendimentos, emprego e local de moradia são algumas das possibilidades de observá-las considerando apenas as dimensões de cunho socioeconômico. POR MÁRCIA LIMA, do Oxfam Nos últimos quinze anos, o Brasil passou por transformações importantes que reformularam a agenda de estudos sobre as desigualdades raciais. Tais transformações estão associadas a mudanças de caráter estrutural e a formas de enfrentamento das desigualdades raciais por meio de políticas de inclusão social. Em relação às mudanças estruturais, destacam-se as de caráter demográfico, como a queda contínua da fecundidade, inclusive entre os mais pobres, novos arranjos familiares e alterações no padrão da população em idade ativa. Já no campo econômico, a primeira década deste século foi marcada pelo crescimento econômico e seus efeitos significativos no mercado ...

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    Diferença cai em 2015, mas negro ganha cerca de 59% do salário do branco

    A diferença de salário entre brancos e negros/pardos diminuiu em 2015. Ainda assim, os trabalhadores negros ganharam, em média, 59,2% do rendimento dos brancos no ano passado. Do UOL Apesar de negativo, o resultado mostra um avanço em relação a 2003, quando começou a ser feita a pesquisa. Naquele ano, os negros não ganhavam nem metade (48,4%) do salário dos brancos. Os dados fazem parte da PME (Pesquisa Mensal de Emprego), divulgada nesta quinta-feira (28) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O mesmo vale para a comparação salarial entre homens e mulheres: o resultado melhorou, mas ainda há desigualdade. Em 2015, elas ganharam, em média, 75,4% do rendimento deles --leve alta em relação a 2014, quando o resultado havia sido de 74,2%. Média do rendimento Em 2015, a média da renda da população, já descontando a inflação, foi de R$ 2.265,09. Houve uma queda de 3,7% em relação a 2014 --a primeira baixa ...

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    Businesswoman on small stack of coins looking up to businessman on large stack of coins

    Quanto maior a escolaridade, maior a desigualdade de renda entre homem e mulher

    O rendimento médio por hora de uma mulher no Brasil equivale a 74% do rendimento médio de um homem. Essa diferença aumenta conforme são adicionados mais anos de estudo ao currículo. Os dados foram divulgados hoje (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na Síntese de Indicadores Sociais. Por Vinícius Lisboa Do Brasil Post Para a população ocupada que possui 12 anos ou mais de estudo, o rendimento-hora médio das mulheres equivale a 66% do verificado para os homens. Em 2004, essa diferença era maior, com mulheres ganhando, em média, 61% da remuneração masculina. Entre a população menos escolarizada, com até quatro anos de educação formal, essa proporção sobe para 78%. Os dados mostram, no entanto, que esse grupo de mulheres menos escolarizadas, perdeu renda frente aos homens. Em 2004, seu rendimento-médio por hora equivalia a 79% da renda masculina. A pesquisa mostra que, ao longo de dez anos, ...

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    Foto: @zalikaproducoes

    Pesquisa confirma: negros são desfavorecidos no setor metalúrgico

    Uma pesquisa encomendada pela  Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT (CNM/CUT) ao DIEESE mapeou o salário do metalúrgico negro no Brasil. Infelizmente o resultado foi que o trabalhador negro ganha menos que o não negro. Quando os números das mulheres negras são comparados com os dos não negros, aí a situação fica pior ainda. Veja as principais discrepâncias e o comentário de Douglas Belchior sobre o assunto.

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    Foto: Marta Azevedo

    Igualdade parcial

    Documentário mostra negros divididos sobre casamento gay nos EUA e explicita influência religiosa no debate sobre direitos civis Por Flávia Oliveira Do O Globo Foto: Marta Azevedo O round da vez entre moralistas e humanistas brasileiros acerca da campanha do Boticário para o Dia dos Namorados ganhava musculatura nas redes sociais, enquanto eu assistia a “The new black”, documentário americano trazido ao Rio para o 8º Encontro do Cinema Negro Zózimo Bulbul. Em tradução livre, “O novo preto” que dá nome ao filme se refere aos direitos civis dos LGBTs. A expressão que a diretora Yoruba Richen tomou emprestada do mundo da moda sugere que o assunto ocupa, agora, o centro das discussões sobre igualdade no país de Barack Obama. A pauta era quase monopólio dos negros, desde os anos 1960. Dá o que pensar. Dois fatos aproximam do Brasil o documentário que acompanhou a mobilização de ...

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    O Brasil é para poucos

    Dependendo de onde nos situamos no espectro social podemos usufruir do que o Brasil oferece de melhor ou de pior do mundo Por LUIZ RUFFATO, do El Pais  Em 1974, o economista Edmar Bacha cunhou um termo, Belíndia, que buscava sintetizar as contradições do Brasil: segundo ele, tínhamos uma Bélgica incrustrada em uma Índia. A palavra, popular nos anos 1980, a nossa década perdida, caiu em desuso, inclusive porque não faz muito sentido —a Índia, um país de 1,3 bilhão de pessoas, possui um sistema milenar de castas sociais justificado por princípios religiosos, que gera marajás e miseráveis. Mas se o conceito não tem fundamento não é porque mudou o cenário: continuamos a ter uma das maiores concentrações de renda do planeta —10% da população detêm 42% do total das riquezas do país. De acordo com a Constituição de 1988, o salário mínimo deve suprir as necessidades básicas (alimentação, moradia, educação, ...

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    cotas

    Cotas sim! Porque é justo

    Estava eu, me preparando para dormir, quando resolvo dar aquela “última passada” no FB e me deparo com uma postagem que dizia: “Sou negra, e para mim, em vez de cotas, deveriam dar passagens de volta pra África para aqueles que choram pelo passado que nem viveram”. por Priscilla Bezerra via Guest Post para o Portal Geledés Tá, e daí? E daí que eu simplesmente não consegui dormir e quase sucumbi ao ímpeto de me levantar à 1h da madruga, para tentar escrever num texto tudo aquilo que eclodia em minha mente após ler tamanha prova do que, eu humildemente, chamaria de pura ignorância histórica, falta de identidade, falta de conhecimento e reconhecimento sobre a nossa própria história. Eu queria muito, muito mesmo, ter alguma competência intelectual para produzir algo que colaborasse para o esclarecimento sobre o quão positiva, necessária e justa é a implantação de cotas raciais num país como o Brasil, onde ...

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    Renda de negros cresce 56,3%

    Diferença de remuneração por raça encolhe nos últimos onze anos No O DIA Rio - Em dez anos, o abismo que separa negros e brancos no mercado de trabalho encolheu no Brasil, graças ao crescimento mais acelerado da renda do primeiro grupo. Enquanto o salário médio de negros e pardos cresceu 56,3% entre 2003 e 2014, a remuneração dos brancos subiu 30,4%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). De acordo com Milko Matijascic, pesquisador do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA), o fenômeno pode ser explicado, em parte, pela política de valorização real do salário mínimo. Com a fórmula de reajuste pelo crescimento do Produto Interno Bruto somado à inflação, o piso teve aumento real de 72,31% entre 2003 e 2014. “Grande parte da população negra recebe um salário mínimo. Essa política foi extremamente positiva”, afirma. Além de beneficiar diretamente trabalhadores que recebem o piso, a novidade ...

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    São Paulo não é a avenida Paulista. São Paulo é a resistência na periferia

    Logo após a fundação da vila de São Paulo de Piratininga, José de Anchieta, com a ajuda de índios catequizados, ergueu um muro de taipa e estacas para ajudar a mantê-la “segura de todo o embate”, como descreveu o próprio jesuíta. Blog do Sakamoto por Leonardo Sakamoto Os indesejados eram índios carijós e tupis, entre outros, que não haviam se convertido à fé cristã e, por diversas vezes, tentaram tomar o arraial, como na fracassada invasão de 10 de julho de 1562. Grande dia aquele. Ao longo dos anos, a vila se expandiu para além da cerca de barro, que caiu de velha. Vieram os bandeirantes (cada povo tem os heróis que merece) que caçaram, mataram e escravizaram milhares de índios sertão adentro, mas também ampliaram o território brasileiro em sua busca por riquezas. Da África foram trazidos negros, que tiveram de suportar árduos trabalhos nas fazendas do interior ou o ...

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    Fazer diferente muda tudo: Policial evita prender mulher que furtou ovos e a surpreende com dois caminhões com comida

    Um Natal inesquecível. É dessa maneira que a família de uma americana irá se lembrar dos festejos do final de 2014. No O último Blog E o principal motivo disso: um policial que cruzou o caminho de Helen Johnson, de 47 anos, ao menos, duas vezes. A história começa num sábado ensolarado, na porta de um supermercado do Alabama, nos Estados Unidos. A dona de casa havia acabado de ‘roubar’ cinco ovos para alimentar sua família. E o policial Willian Stacy estava por lá. Foi ele que fez o flagrante. Com distintivo no peito e algemas em mãos, ele mudou o final lógico para essa situação. Se recusou a prender a dona de casa, pagou os ovos – antes furtados pelo desespero de ver suas duas filhas, uma sobrinha e dois netos passando fome – e fez ela prometer que não iria furtar mais nenhum mercado. Promessa feita e realidade ...

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    O custo do racismo por Ricardo Henriques

    Ricardo Henriques é superintendente executivo do Instituto Unibanco Apesar dos avanços na educação, o desafio ainda é enorme, pois os indicadores educacionais são baixos entre os brancos e baixíssimos entre os negros As desigualdades raciais em nossa sociedade violam cotidianamente os direitos humanos de milhões de brasileiros e têm um custo alto para o desenvolvimento econômico do país. Dado que os negros são 52,9% da população, o país compromete sua competitividade global pela limitação no nível de escolaridade dos negros, significativamente menor que o dos brancos. A sociedade é cindida por dois paradoxos. Por um lado, somos um povo miscigenado e diverso, tendo a raiz africana como uma de suas matrizes fundantes e, ao mesmo tempo, profundamente desigual e racista, que se comprova pelas estatísticas e por fatos cotidianos no mundo real e virtual. Um dos efeitos disso é a naturalização das desigualdades raciais. Por outro lado, a educação que, ...

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    Número de negros em universidades brasileiras cresceu 230% na última década; veja outros dados

    Para cada cem médicos formados no país, menos de três são negros; salários para pessoas com mesma formação e função também varia de acordo com a cor da pele Rede Angola | Samuel Mais da metade da população brasileira se autodeclarou negra, preta ou parda no censo realizado pelo IBGE em 2010. Mas apenas 26 em cada 100 alunos das universidades do país são negros. Apesar de ainda muito inferior, o acesso da população negra ao ensino superior aumentou 232% na comparação entre 2000 e 2010. Os dados constam no infográfico Retrato dos negros no Brasil feito pela Rede Angola. O aumento no acesso à formação universitária reflete as políticas afirmativas implementadas pelo governo nos últimos anos, em resposta às reivindicações históricas do movimento negro no país, mas os dados apontam o gargalo ainda existente: de cada cem formados, menos de três, ou 2,66%, são pretos, pardos ou negros. Outro aspecto apontado ...

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    Fórum Econômico Mundial: por que a desigualdade é a tendência mais preocupante de 2015

    Fórum Econômico Mundial: por que a desigualdade é a tendência mais preocupante de 2015

    A desigualdade é um dos principais desafios do nosso tempo. A desigualdade de renda, especificamente, é um dos aspectos mais visíveis de uma questão mais ampla e complexa, que implica a desigualdade de oportunidades e se estende a sexo, etnia, deficiência, idade, entre outros. Em segundo lugar no nosso levantamento Outlook do ano passado, ela foi identificada como a tendência mais significativa de 2015 pelos especialistas da nossa rede. Isso afeta todos os países do mundo. Nos desenvolvidos e em desenvolvimento, a metade mais pobre da população muitas vezes controla menos de 10% de sua riqueza. Este é um desafio universal que todo o mundo deve enfrentar. Embora seja verdade que em todo o mundo o crescimento econômico está pegando ritmo, profundos desafios permanecem, incluindo a pobreza, a degradação ambiental, o desemprego persistente, a instabilidade política, a violência e os conflitos. Estes problemas são muitas vezes intimamente relacionados com a ...

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    Desigualdade racial diminui no Brasil

    O Portal Brasil Debate publicou matéria apontando que as políticas atualmente adotadas de combate à pobreza mostram-se potentes para diminuir vulnerabilidades e desigualdades raciais, sendo de extrema importância sua manutenção como um instrumento de combate aos diferenciais de raça no país. Segue abaixo: A população negra do país apresenta menor renda, maior desemprego e mais vulnerabilidade à violência, como já abordado no portal Brasil Debate em Cotas nas universidades federais: a lei e seus efeitos e Forte investimento no ensino superior diminui desigualdades. Tal diferenciação ocorre por questões históricas. Mas, apesar dos grandes desafios estruturais colocados pelo passado escravocrata do Brasil, nos últimos anos, tal quadro tem melhorado, com maior acesso dos negros à universidade, não só com a adoção das cotas (Matrículas no ensino superior crescem de 2003 a 2012), mas também com programas como o Prouni. O Pronatec (Programa de qualificação reduz desigualdade no trabalho) também é de extrema importância ...

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    O pior aspecto do Brasil

    Por Vincent Bevins A brutal desigualdade brasileira é tão onipresente que os que vivem aqui simplesmente param de notá-la. Uma mensagem inesperada do exterior serve como lembrete de um tema tão pouco discutido tanto na sociedade quanto na mídia e na eleição atual. Moro no Brasil há mais de quatro anos, o que tem sido incrível em quase todos os aspectos, incluindo as formas que arrumei para me adaptar à cultura local. Por outro lado, há partes do país e do meu processo de adaptação que não gosto. Odeio sobretudo a forma como me tornei insensível a níveis chocantes, brutais e ridículos de desigualdade, que minam o avanço do país. Me acostumei a eles, passei a vê-los como algo de certo modo aceitável. Normalizar a desigualdade é uma das características fundamentais para ser um autêntico “brasileiro”. A maioria dos estrangeiros percebe isso logo que chega ao Brasil. Os locais entendem ...

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    Alan Marques/Folhapress

    Finalmente a desigualdade foi colocada no centro do debate eleitoral

    por : Paulo Nogueira Finalmente a desigualdade foi colocada no centro do debate eleitoral. O maior desafio do próximo presidente é tirar o Brasil da abjeta condição de um dos campeões mundiais em iniquidade social. Gosto de citar Rousseau: a sociedade ideal é aquela em que não há extremos de opulência e miséria. Houve avanços nisso nestes anos de PT no poder. Mas, por conta de tantos compromissos pela governabilidade, tais avanços ficaram aquém do que a situação pede. Melhor, exige. A ênfase na inclusão veio – finalmente – de Dilma. Marina tem dito que vai chamar as “pessoas boas” para governar com ela. Ela citou até Serra. Bons são aqueles com compromisso com inclusão social, respondeu Dilma. Descontado o fato de que a própria Dilma se cercou de muitas pessoas sem qualquer compromisso com inclusão, a colocação é perfeita. “Inflação alta e crescimento baixo” é uma expressão idiota, cínica ...

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    Cinco números para entender a desigualdade racial nos EUA

    Cinco números para entender a desigualdade racial nos EUA

    A morte do jovem negro Michael Brown pelas mãos de um policial no estado de Missouri e os protestos que ocorreram desde então voltaram a evidenciar como os Estados Unidos não conseguiram se livrar de suas tensões raciais. Brown estava desarmado quando um policial atirou nele há uma semana na pequena cidade de Ferguson, um subúrbio de St Louis de maioria negra, mas com uma polícia majoritariamente branca. Nos dias seguintes, Ferguson tornou-se palco de uma batalha entre as autoridades e dezenas de manifestantes que reprovavam o comportamento da polícia, enquanto vigílias e minutos de silêncio foram realizadas em várias cidades. Na madrugada deste domingo, houve confrontos entre a polícia e um grupo de 150 pessoas que se recusou a obedecer um toque de recolher estabelecido pelo governo do estado. Sete pessoas foram presas e um homem, segundo a polícia, foi baleado - as circunstâncias ainda não foram esclarecidas. O ...

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