terça-feira, março 2, 2021

Tag: feminicídio

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Número de feminicídios cresceu 50% durante lockdown na Itália

Um relatório divulgado pelo Instituto Nacional de Estatística (Istat) revelou que nos primeiros seis meses de 2020, período em que a Itália anunciou medidas mais restritivas para evitar a propagação da Covid-19, o número de feminicídios aumentou em relação ao mesmo período do ano anterior. Segundo os dados, o total de homicídios passou de 35%, no primeiro semestre de 2019, para 45%, nos seis meses iniciais de 2020, agravando a situação da mulher no país. O percentual, porém, saltou para 50% durante o lockdown imposto em março e abril. Os números revelam que o rastro de sangue no país continuou sem interrupção, já que em 2019 a quantidade de feminicídios havia chegado a marca de 101 e, em 2018, o percentual de homens acusados de cometer o crime era de 93%. De acordo com o Istat, em 90% dos casos registrados no primeiro semestre do ano passado, as mulheres foram ...

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No Brasil, o feminicídio foi tipificado como crime pela lei 13.104, de 2015 - Créditos da foto: Midia NINJA

Para pesquisadoras, feminicídio no fim do ano não é pontual, e sim questão estrutural

No dia 24 de dezembro, Loni Priebe de Almeida, de 74 anos, foi morta com um tiro na cabeça pelo ex-marido, no Rio Grande do Sul. No mesmo dia, Viviane Vieira do Amaral, de 45 anos, foi morta com 16 facadas, na frente das três filhas pequenas, pelo ex-marido, no Rio de Janeiro. Também na véspera de Natal, Thalia Ferraz, de 23 anos, foi morta com um tiro disparado pelo ex-companheiro, na frente de seus familiares, em Santa Catarina. Também com tiros, Evelaine Aparecida Ricardo, de 29 anos, foi morta ao atender a um chamado no portão de sua casa e se deparar com o namorado carregando uma arma. No dia seguinte, a matança não terminou. Anna Paula Porfírio dos Santos, de 45 anos, foi assassinada dentro de casa pelo ex-marido, na frente de sua filha de 12 anos, em Pernambuco; assim como Aline Arns, de 38 anos, também morta a tiros pelo ...

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Lia Zanotta Machado (Foto: Ed Alves/CB/D.A Press)

Machismo, confinamento e desemprego favorecem feminicídio, diz Lia Zanotta

O ano começou com casos de violência contra a mulher. O Distrito Federal registrou quatro ocorrências relacionadas à Lei Maria da Penha. Durante a virada do ano, duas mulheres sofreram tentativas de feminicídios. Uma delas ficou sob a ameaça de uma faca até a chegada da polícia e a outra foi alvo de quatro disparos de arma de fogo, que não a atingiram. Nenhuma das duas ficaram feridas e os agressores foram presos em flagrante. A pandemia, o desemprego e especialmente o fator histórico, são algumas das causas que podem explicar o aumento do número de casos de violência por questões de gênero, segundo a especialista em direitos das mulheres Lia Zanotta Machado. “Você tem um sexismo estrutural enorme por causa da desigualdade de gênero na memória social e na memória jurídica. Era escrito em lei que as mulheres não valiam o mesmo que os homens. A ideia da desigualdade ...

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"Nos levantamos para lutar contra o empobrecimento do capitalismo, contra a colonização do sionismo e contra a violência à qual os mais humildes estão condenados" (Foto: Helena Zelic/Marcha das Margaridas)

Mulheres da Assembleia Internacional dos Povos ratificam sua luta contra a violência

"Saudamos a luta feminista que as mulheres e as diversidades estão realizando nos cinco continentes contra o patriarcado, o capitalismo, o imperialismo, o sionismo e o racismo". Assim as mulheres integrantes da Assembleia Internacional dos Povos, uma articulação internacional de movimentos populares, partidos de esquerda e sindicatos, ratificam seu compromisso com o feminismo no marco do Dia Internacional de Combate à violência contra a mulher, celebrado nesta quarta-feira, 25 de novembro. Em uma nota divulgada hoje, as militantes recuperam a história da data, criada em memória de Patria, Minerva e María Teresa Mirabal, as três irmãs perseguidas e assassinadas em 1960 por ordem do ditador da República Dominicana, Rafael Leónidas Trujillo. "Esta é a mesma história de muitas mulheres em todo o mundo que, apesar da violência típica do sistema patriarcal na nossa vida cotidiana, também confrontamos a violência política e social que os Estados cometem contra nós e nossos ...

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Monitor da violência - feminicídio — Foto: Editoria de Arte/G1

Feminicídio: 74% das mulheres mortas no RJ eram mães, aponta pesquisa

Um levantamento feito pelo Núcleo de Pesquisa de Gênero, Raça e Etnia da Escola de Magistratura do Rio de Janeiro mostra que a grande maioria das vítimas de feminicídio no estado eram mães e que os agressores tinham vínculo íntimo com elas. O RJ1 teve acesso em primeira mão aos dados da pesquisa, que analisou processos de feminicídios julgados pelas Câmaras Criminais do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Segundo o levantamento, as vítimas são, em sua maior parte, mulheres pardas e brancas, com idades entre 25 e 45 anos e que 74% das mulheres assassinadas eram mães. A maior parte dos agressores também está nessa faixa etária, entre 25 e 45 anos. Mais da metade deles, segundo a pesquisa, usava algum tipo de droga ou medicamento. Além disso, 90% dos agressores tinham vínculo íntimo com as mulheres que mataram, sendo que 39% deles moravam com elas. A juíza ...

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(crédito: Maurenilson Freire/CB/D.A Press)

DF é a capital que mais registrou agressões contra mulheres em 2019

O Distrito Federal foi a capital que mais registrou casos de violência doméstica em 2019. De acordo com os dados do 14º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado nesta segunda-feira (19/10), a capital federal teve 16.549 casos no ano passado — 7,1% a mais que em 2018. De acordo com o art. 5º da Lei Maria da Penha, violência doméstica e familiar contra a mulher é “qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial”. Neste cenário, ainda segundo o estudo, o DF fica à frente de cidades como São Paulo, que registrou 11.403 casos de violência doméstica em 2019; Rio de Janeiro, com 8.966; e Belo Horizonte, com 7.744. Feminicídios e estupros Além das agressões domésticas, Brasília foi a segunda capital com mais registros de feminicídios no país. Segundo os dados, foram 33 casos em 2019 ...

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Imagem ilustrativa

Violência contra mulheres: a “pandemia na sombra” da Covid-19

Nos últimos meses, aumentaram os casos de violência, abuso sexual e feminicídios em África e no mundo. E este aumento pode estar, em parte, ligado à Covid-19. A Organização das Nações Unidas (ONU) já chama-de "pandemia na sombra" à violência contra mulheres. No primeiro semestre de 2020, a Libéria registou um aumento de 50% nos casos de violência de género: só entre janeiro e junho registaram-se mais de 600 casos de violação; em todo o ano de 2018 tinham sido 803. Na Nigéria, a violência sexual também aumentou durante o confinamento: em junho, os casos de duas jovens violadas e mortas chocaram o país. Já no Quénia, segundo a imprensa local, quase 4 mil estudantes engravidaram durante o encerramento das escolas, alegadamente por terem sido violadas por familiares ou agentes da polícia. "A situação já era má para as mulheres mesmo antes do coronavírus. A pandemia apenas levantou o véu sobre ...

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No vídeo, além das imagens gravadas pelas integrantes do movimento, dados ilustram uma violência cruel (foto: Redes Sociais/Reprodução)

Movimento ‘Quem ama não mata’ completa 40 anos e protesta contra feminicídio; veja vídeo

Marcado na história mineira, o movimento feminista “Quem Ama Não Mata (QANM)" lançou nesta terça-feira (18) um vídeo relembrando o ato da escadaria da Igreja São José, no Centro de Belo Horizonte, ocorrido há 40 anos. Líderes do movimento se juntaram para protestar contra a violência doméstica e o feminicídio, chamando a atenção para um novo tipo de crime, que, em 1980, ainda não era falado. De uma forma atemporal, essas mesmas mulheres fazem um registro poético em vídeo, dirigido por Papoula Bicalho, que, em fragmentos, mostram a beleza do corpo feminino de todas as idades e alertam para a importância da discussão de pautas feministas. Quarenta anos depois do ato da escadaria da Igreja São José, no Centro de Belo Horizonte, o movimento 'Quem Ama Não Mata' lança um vídeo contra a violência da mulher e o feminicídio; veja https://t.co/6lfJ6vPUCk pic.twitter.com/fzRDycIaWa — Estado de Minas (@em_com) August 18, 2020 “Antes da pandemia, pensamos diversas ...

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Casos de violência contra mulher aumentaram na pandemia — Foto: Reprodução/TV Globo

Fórum de Segurança Pública aponta que violência contra mulher aumentou no Pará na pandemia

O isolamento social produziu um ambiental ainda mais hostil para as mulheres do Pará. Segundo dados de julho do Fórum de Segurança Pública, casos de feminicídio aumentaram 75% entre março e maio este ano, em comparação ao ano anterior. Por outro lado, o número de registro de violência doméstica caiu 15%. Para especialistas, os dados indicam que as mulheres morrem sem ao menos terem tido acesso a denúncia da violência ocorrida antes de culminar no assassinato doméstico. De acordo com dados as Secretaria de Segurança do Pará (Segup), nos sete primeiros meses deste ano, o índice de feminicídio cresceu 118%. O assassinato de mulheres foi o único crime violento a registrar aumento no 1º semestre no Pará. “O isolamento social no processo dessa pandemia tem tornando visível as deficiências e as dificuldades que as mulheres enfrentam no cotidiano familiar, na circulação nas cidades, no trabalho, nas políticas públicas”, analisa Eunice ...

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Foto: ONU Mulheres/Dzilam Mendez

Feminicídio aumenta 68% nos primeiros 6 meses de 2020 em MT

O número de feminicídios ocorridos nos seis primeiros meses de 2020 em Mato Grosso aumentou 68% em relação ao mesmo período do ano passado. Neste ano, 32 mulheres foram vítimas de feminicídio, enquanto em 2019 houve 19 vítimas. Os dados são da Superintendência do Observatório de Violência da Secretaria de Estado de Segurança Pública. No entanto, esses são dados preliminares, já que, durante a investigação dos crimes, pode haver mudanças na autoria e motivação, podendo ser classificados como homicídios dolosos. Inclusive, o número de homicídios dolosos contra mulheres entre 18 e 59 anos apresentou redução significativa de 46%. Neste ano, 14 casos de homicídios dolosos foram registrados, enquanto, no ano passado, este número chegou a 26 crimes. No total de mortes envolvendo vítimas femininas somando todas as motivações, 46 crimes foram registrados este ano, enquanto 45 ocorreram no mesmo período do ano passado, ou seja: um crescimento de 2%. Já ...

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Foto Getty Images

Aos amigos do rei, as munições

Na segunda-feira (29/06), a Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados do Exército Brasileiro abriu uma consulta pública para que a sociedade civil faça recomendações sobre normas de marcação de armas de fogo e munições e sobre seus dispositivos de segurança. Essas normas são fundamentais para ampliar nossas capacidades de controlar e rastrear as armas e munições, contribuindo para as investigações dos crimes violentos e para o enfrentamento do seu tráfico ilícito. Em um país onde cerca de 70% dos homicídios são cometidos por armas de fogo e onde armas de guerra são utilizadas por organizações criminosas no controle de territórios, essa é, sem dúvida, uma agenda que requer toda a responsabilidade em sua condução. A consulta pública acontece pouco mais de dois meses depois da publicação e revogação de três portarias do Exército sobre esses mesmos pontos, e que incluíam melhorias recomendadas pelo Tribunal de Contas da União, que desde ...

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foto: Cristiano Gomes/CB/D.A Press

Justiça determina que GDF apresente estruturação da Secretaria da Mulher

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) deu prazo de 30 dias para que o Governo do Distrito Federal (GDF) estruture a Secretaria de Estado da Mulher, com a publicação do regimento interno do órgão, e apresente um planejamento de ações referentes à pasta. Caso não cumpra a determinação, o governo pode ser multado. A decisão, fruto de ação civil pública proposta pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), estipula que se apresente um planejamento de ações referentes à pasta, no qual constem programas, projetos e serviços em andamento e previstos para serem executados ao longo deste ano. Cabe recurso. O MPDFT argumentou que, apesar de ter incluído a Secretaria da Mulher do DF na estrutura organizacional da administração direta distrital em janeiro de 2019, até aquela data não havia sido publicado o regimento interno da pasta. O órgão ainda elencou dados que comprovam que, ...

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Marcos Santos/USP

Mulheres em isolamento: quando a própria casa é o espaço inseguro

A Justiça do RJ já registrou um aumento de 50% de casos de violência doméstica, e a comunicação é fundamental para proteger as mulheres Por Mônica Mourão, da Carta Capital  Marcos Santos/USP Fiquem em casa. A campanha pelo isolamento social devido à pandemia do novo coronavírus está na TV, na internet e é compartilhada por artistas e anônimos. O Instagram criou um selo em que o desenho de uma casa se mistura com o de um coração, e assim é possível assistir aos “stories” de quem está resguardado. Porém, o que muitas vezes escapa aos que têm o direito à moradia digna é que o ambiente doméstico não é um espaço de amor para todo mundo. Sequer um espaço seguro. Campanhas informativas, aplicativos para celular e documentos cobrando do Estado medidas protetivas às mulheres são algumas das iniciativas que ganham força neste contexto para combater e ...

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Rio de Janeiro - Protesto no Dia Internacional de Combate à Violência contra a Mulher, pelo fim da violência contra as mulheres e contra o PL 5069/13, em frente à Câmara de Vereadores (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Mães com idades entre 21 e 40 anos são as principais vítimas de feminicídio no RJ

Levantamento da Defensoria Pública aponta que ex e atuais companheiros são os principais responsáveis pelos crimes Por Clívia Mesquita, Do Brasil de Fato Em 37 dos 107 casos de feminicídio analisados, os agressores não aceitaram o término do relacionamento (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil) Mães entre 21 e 40 anos, atacadas em casa com faca ou a tiros, à noite ou de madrugada pelos ex-namorados, companheiros ou maridos. Esse é principal perfil das mulheres vítimas de tentativa de feminicídio ou feminicídio consumado no Rio de Janeiro, segundo levantamento da Defensoria Pública do estado (DP-RJ). “Os dados deixam claro que as vítimas de feminicídio são alvos de pessoas próximas, com quem mantiveram ou mantêm relacionamento amoroso, e sofrem de situações de violência em momentos e locais em que se encontram mais vulneráveis”, resume a diretora de Estudos e Pesquisas de Acesso à Justiça, Carolina Haber. A pesquisa, que ...

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Raiva e esperança na terra dos feminicídios

De Veracruz, o estado mexicano que registra mais casos de violência contra a mulher, se propagou a convocação da paralisação feminista Por David Marcial Pérez, Do El País O coletivo feminista As Bruxas do Mar, em Veracruz (Foto: CORTESÍA BRUJAS DEL MAR) No porto de Veracruz, o motor industrial do terceiro estado mais populoso do México, os navios descarregavam suas mercadorias normalmente nesta segunda-feira. Do calçadão, Mercedes Reyes atende como todos os dias em sua barraca de sorvetes e raspadinhas de frutas. “Gostaria, mas não consigo parar. Nós trabalhamos por dia”, ela diz, olhando de soslaio para a filha de nove anos, sentada a seu lado. Reyes, de 36 anos, e mãe solteira, não pôde participar da greve, mas diz que duas de suas irmãs não foram trabalhar ––uma professora e outra, funcionária do setor administrativo de uma multinacional. Veracruz é o estado mexicano com mais ...

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A Lei do Feminicídio foi sancionada no dia 9 de março de 2015. Desde então, mais de 4700 casos foram registrados no país. Foto: Arte de Lari Arantes sobre foto de Ricardo Cassiano

Lei do Feminicídio completa cinco anos. Entenda por que ela é necessária

Especialistas explicam funcionamento da lei, sancionada em 9 de março de 2015, e apontam avanços e desafios no enfrentamento à violência contra a mulher no Brasil Por Raphaela Ramos, do O Globo A Lei do Feminicídio foi sancionada no dia 9 de março de 2015. Desde então, mais de 4700 casos foram registrados no país. (Foto: Arte de Lari Arantes sobre foto de Ricardo Cassiano) No dia 9 de março de 2015, a Lei do Feminicídio foi aprovada no Brasil. A partir de então, assassinatos de mulheres envolvendo violência doméstica e questões de gênero passaram a ser qualificados como crimes hediondos, com penas de até 30 anos. A proposta foi elaborada pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Violência contra a Mulher e sancionada pela então presidente Dilma Rousseff. Mais de 4700 feminicídios foram registrados no país durante os cinco anos desde que a lei ...

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Número de feminicídios cresce mais uma vez no Brasil

Mesmo com queda recorde de mortes de mulheres, Brasil tem alta no número de feminicídios em 2019

São 3.739 homicídios dolosos de mulheres no ano passado, uma queda de 14,1% em relação a 2018. Apesar disso, houve um aumento de 7,3% nos casos de feminicídios – crimes de ódio motivados pela condição de gênero. Por Clara Velasco, Gabriela Caesar e Thiago Reis, do G1 Número de feminicídios cresce mais uma vez no Brasil (Imagem retirada do site G1) O Brasil teve um aumento de 7,3% nos casos de feminicídio em 2019 em comparação com 2018, aponta levantamento feito pelo G1 com base nos dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal. São 1.314 mulheres mortas pelo fato de serem mulheres – uma a cada 7 horas, em média. A alta acontece na contramão do número de assassinatos no Brasil em 2019, o menor da série histórica do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O país teve 19% menos mortes em 2019 que em ...

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Foto: Red Records

Campanha acende alerta para luta contra feminicídio e violência contra a mulher em MG

A ideia do vídeo, produzido em Poços de Caldas, é dar voz às mulheres que não tem, como forma de conscientização e alerta para relacionamentos abusivos. Por Beatriz Mendes, do G1 Foto: Red Records Um estúdio de Poços de Caldas (MG) lançou a campanha "Nenhuma a Menos" contra o feminicídio. O projeto produziu um vídeo, no qual o tema é retratado com música autoral e ainda uma encenação. O Brasil é o quinto país em taxas de feminicídio no ranking mundial, segundo levantamento usado no material. A ideia do projeto surgiu a partir da insatisfação com o aumento de casos de feminicídio no país e na cidade de Poços de Caldas (MG). Em uma conversa, um grupo de artistas teve a ideia de expor a temática de forma didática e que pudesse ser facilmente repercutida. “Nós pensamos no formato de vídeo por conta da forma como ...

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“Se fôssemos ensinados que Jesus também poderia ser uma mulher, o Brasil estaria no topo do feminicídio?”

O recado foi mandado pela rainha da Mangueira, Evelyn Bastos (vídeo) Do Brasil247   Evelyn Bastos representou uma versão feminina de Cristo e desfilou vestida (Foto: Marcos Serra Lima/G1) "Jesus pode ser de todos os gêneros. E se fôssemos ensinados, desde criança que Jesus também poderia ser uma mulher, será que o Brasil estaria no topo do feminicídio? Que todos os olhos possam acolher todas as imagens de Jesus, porque ele está no meio de nós", disse a rainha da Mangueira, Evelyn Bastos, na Globo. Confira: "Jesus pode ser de todos os gêneros. E se fossemos ensinados, desde criança que Jesus também poderia ser uma mulher, será que o Brasil estaria no topo do feminicídio? Que todos os olhos possam acolher todas as imagens de Jesus, pq ele está no meio de nós." Rainha Evelyn Bastos pic.twitter.com/x35MBsZtEG — TromPETISTA 🎺 (@Trom_Petista) February 24, 2020

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Jovem é decapitada pelo ex-namorado em Rio Branco no Acre

Criminoso ainda abandou a cabeça da vítima na porta da casa da mãe dela Do Catraca Livre Foto: ONU Mulheres/Dzilam Mendez Uma jovem de 17 anos foi morta e decapitada na sexta-feira, 21, em Rio Branco no Acre. O principal suspeito é o namorado da vítima, um ex-agente penitenciário. As informações são do portal UOL. A brutalidade, neste caso, foi além do assassinato. O criminoso ainda caminhou com a cabeça da vítima e a abandonou na porta da casa da mãe dela. Segundo investigação da Polícia Civil, o crime aconteceu após uma discussão do casal, que namoravam a cerca de dois anos. Não há informações se a jovem já tinha registrado algum denuncia contra ele. O criminoso foi identificado e preso na noite de ontem, 22, enquanto bebia e usava entorpecentes com amigos em campo de futebol da cidade. Infelizmente, a violência contra mulher é um ...

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