sexta-feira, novembro 27, 2020

    Tag: golpe

    A man walk past a sign reading "Come back Dilma" and "Temer Fall" in Brasilia, Brazil, May 22, 2017. REUTERS/Ueslei Marcelino

    Críticas do MEC impulsionam disciplinas sobre ‘o golpe de 2016’

    Pelo menos outras 4 universidades se inspiraram na UnB e vão oferecer disciplinas sobre o impeachment de Dilma Rousseff. Do HuffPost Foto: UESLEI MARCELINO / REUTERS O impeachment de Dilma Rousseff é o principal ponto a ser abordado nos cursos sobre golpe político Pelo menos 4 universidades, a Federal da Bahia, a Federal do Amazonas, a Estadual da Paraíba e a de Campinas, se inspiraram na Universidade de Brasília (UnB) e vão ministrar uma disciplina sobre 'o golpe de 2016'. A decisão dessas instituições ganharam força após o ministro da Educação, Mendonça Filho, reagir a criação da disciplina"O golpe de 2016 e o futuro da democracia no Brasil" pela UnB. No Facebook, o ministro, que é deputado licenciado do DEM e foi um atores políticos em favor do impeachment de Dilma Rousseff, disse lamentar que a UnB "faça uso do espaço público para promoção de militância político-partidária ao criar a disciplina 'O ...

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    A ascensão de Rodrigo Maia e o exílio do povo

    Dizem os jornalões que o “mercado” decidiu desfazer-se do mamulengo que instalou no Palácio do Planalto. Já era tempo. Envolvido em sérios atos de corrupção, ademais de incompetente na gerência do papel que lhe foi atribuído, alvo de denúncias da Procuradoria-Geral da República e aguardando as delações de seu correligionário Eduardo Cunha e do doleiro Lúcio Funaro, o ainda presidente Michel Temer já teria, como esperado, se tornado peça descartável, carga pesada e inútil a ser lançada ao mar para que o essencial, as “reformas” do interesse das classes dominantes, aquelas que só atendem ao grande capital, não sofram mais abalos, na medida em que  a originalmente frondosa base parlamentar do governo se esvai, na medida inversa em que cresce a rejeição popular. Por ROBERTO AMARAL, do Brasil 247  O grande capital, ademais de jogar às urtigas seu preposto de hoje, ainda dita o que quer como modus operandi da sucessão, que deve ser operada “sob segurança” ...

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    A maioria dos brasileiros precisa virar povo, mesmo que não saiba

    "Sucessivas violações do governo Temer exigem mais articulação e união contra desmonte da democracia no país", diz o historiador e cientista político Roberto Bittencourt da Silva; "O golpismo, o entreguismo e o reacionarismo encarnados na abjeta figura do presidente Michel Temer (PMDB) impõem flagrantes e imensuráveis retrocessos culturais, políticos e econômicos ao Brasil", afirma Por Roberto Bitencourt da Silva, para Brasil 247 Amesquinhamento absoluto do ensino médio, decidido às portas fechadas entre oligarquias políticas, sem consulta e debate com a sociedade. Eliminação de históricos direitos trabalhistas e previdenciários. Alienação dos valiosos patrimônios das nossas Petrobras e Eletrobras. Violação de garantias constitucionais elementares para a saúde e a educação. Desinvestimentos na produção do conhecimento, em ciência e tecnologia. Incremento da desnacionalização do setor produtivo. Defesa de chacinas e outras intervenções ou ações, incompatíveis com qualquer noção minimamente relacionada a uma sociedade que se possa atribuir atenção com padrões de civilidade, justiça social, ...

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    Deu no NY Times: “Fim do mundo? Já é aqui no Brasil”

    Vanessa Barbara, colaboradora do The New York Times e colunista do Estadão, publica hoje no jornal nova-iorquino um texto, cujo título está aí em cima, que não podia ser mais claro sobre a situação do nosso país, ao narrar a história política do último mês nesta Terra Brasilis, a começar pela “PEC do Fim do Mundo”: Por Fernando Brito, do  Tijolaço O fim do mundo já chegou ao Brasil. Pelo menos é o que as pessoas aqui estão dizendo. Uma emenda constitucional aprovada pelo Senado no mês passado está sendo chamado de “o fim do mundo” alteração por seus oponentes. Por quê? Porque as conseqüências da emenda parecem desastrosas – e duradouras. Ele vai impor um limite de 20 anos em todos os gastos federais, incluindo a educação e cuidados de saúde. Deve ser duro para os gringos entenderem, agora que já não estamos mais no tempo das ditaduras, como… o Sr. ...

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    Filho da Leda Nagle, que pediu Fora Dilma, agora pede volta da mãe pra TV Brasil

    Sua mãe foi demitida no desmonte da EBC, feito pelo governo Temer. Filho da Leda Nagle, que pediu Fora Dilma, agora pede volta da mãe pra TV Brasil Da Revista Fórum O ator Duda Nagle que postava fotos em manifestações a favor do impeachment da presidenta Dilma Rousseff, agora talvez esteja percebendo o tamanho do retrocesso que está por vir. Assim que o governo Temer demitiu sua mãe, Leda Negle, que apresentava o programa Sem Censura, na TVE do Rio, o ator passou a fazer posts indignados contra o desmonte da EBC (Empresa Brasil de Comunicação), criada durante os governos petistas.

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    Bresser: o Brasil perdeu a ideia de Nação

    Fundador do PSDB e ex-ministro de José Sarney e Fernando Henrique Cardoso, o economista Luiz Carlos Bresser-Pereira mostra que o ódio da classe média às medidas para diminuir as desigualdades, somadas a erros do governo, levaram ao impeachment. Ele critica a atual política econômica, que nada faz para conter os juros e desvalorizar o câmbio, mas prevê uma ruptura entre Temer e o PSDB Por  Mauricio Puls Do Brasil247 Coautor de um recém-lançado livro em que sistematiza a teoria do novo desenvolvimentismo, o ex-ministro da Fazenda Luiz Carlos Bresser-Pereira sustenta que a crise atual decorre de uma política econômica equivocada, baseada na conjugação de altas taxas de juros com o câmbio valorizado. Isso beneficia os investidores estrangeiros, os financistas e a classe média, mas deprime a taxa de lucro e os investimentos, e condena o Brasil ao baixo crescimento. Para superar a estagnação, Bresser propõe a adoção de medidas para ...

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    FOTO: ADRIANO MACHADO/LATINCONTENT/GETTY IMAGES

    Imprensa internacional destaca falta de provas na denúncia contra Lula

    Veículos como o The New York Times (EUA), La Jornada (MEX) ou ainda Le Monde (FRA), repercutiram as contradições nas acusações contra o ex-presidente. “Sem provas” ; “Uma verdadeira inquisição” Da Revista Fórum  A denúncia da força-tarefa do Ministério Público Federal (MPF) no âmbito da Lava Jato contra o ex-presidente Lula, apresentada nesta quarta-feira (14), repercutiu nos principais jornais do mundo que, em sua maioria, destacaram as incoerências da investigação e a falta de provas contra o petista. O jornal estadunidense The New York Times escreveu que as únicas acusações contra Lula, considerado pelo MPF como um “comandante” dos esquemas de corrupção, pairam sobre um apartamento no litoral de São Paulo que não chega perto dos patrimônios ou dos esquemas financeiros de outros políticos acusados de corrupção. “A quantidade de dinheiro que Da Silva é acusado de ter recebido empalidece perante as quantias que outros políticos são acusados de ter ...

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    Entenda 5 propostas do governo Temer que acabam com direitos trabalhistas

    A possibilidade de aumento da jornada diária para até 12 horas, anunciado pelo ministro do Trabalho, é apenas uma delas. Do Revista Fórum O anúncio de que a reforma trabalhista proposta pelo governo poderá ampliar a jornada diária em até 12 horas, feito pelo ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, nesta quinta-feira (7), trouxe preocupação ao Planalto. Dada a repercussão negativa da declaração, o presidente não eleito Michel Temer (PMDB) orientou Nogueira a reafirmar que não haverá retiradas de direitos dos trabalhadores. As centrais sindicais não receberam a notícia com surpresa, já que esta medida é apenas uma das ameaças à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) propostas pelo governo Temer. Junto a novos planos do Executivo, somam-se projetos antigos em andamento no Congresso Nacional, que agora devem ser priorizados e ganham mais força para aprovação. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) convocou uma greve nacional no dia 22 de setembro. ...

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    A legitimidade que vem da rua, por Felipe Freitas

    Na democracia a legitimidade do poder é o resultado das disputas públicas. São os conflitos vividos intensamente no espaço público; são as próprias contradições entre os atores políticos que permitem que um governo democrático seja também um governo legítimo. Por Felipe Freitas Do Eden Valadares Na democracia a legitimidade é sempre conflitiva, instável e polifônica. Dilma perdeu a popularidade e perdeu a maioria parlamentar. Mas, segue intocável do ponto de vista moral; não perdeu a legitimidade. Foi vítima de um golpe e não cometeu crime de responsabilidade; é digna, séria, proba e honesta. Por outro lado, Temer é o golpe. Não reúne nenhuma base ética e nenhuma legitimidade social. Formou uma maioria parlamentar de ocasião liderada pelo derrotado Aecio Neves e pelo contumaz Eduardo Cunha; rompeu com a ordem constitucional; não tem o amparo popular; não representa um projeto referendado nas urnas e não possui o suporte de um partido ou ...

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    Primeira leva de retrocessos passa no Congresso – o que mais vem por aí?

    Duas Medidas Provisórias foram aprovadas e uma Emenda Constitucional promulgada ontem (quinta, 8/9) no Congresso Nacional, dando início para valer ao projeto político-econômico por trás do golpe. Do Inesc Foi dada a largada para os retrocessos de que tanto falamos - e tememos - desde que o governo Michel Temer deu seus primeiros passos no comando das ações em Brasília. O Congresso Nacional aprovou ontem duas medidas provisórias e promulgou uma emenda à Constituição, dando sinal verde para o desmonte do já frágil Estado de bem-estar social e para a desconfiguração de diversas políticas públicas essenciais para a garantia de direitos. Primeiro veio a aprovação da MP 726 no Senado, confirmando a eliminação de diversos ministérios importantes como o da Previdência Social (transferido para o Ministério da Fazenda), da Igualdade Racial, das Mulheres e dos Direitos humanos (alocados no Ministério da Justiça) e do Desenvolvimento Agrário (que virou 'puxadinho' no ...

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    Protesto contra Temer reúne 100 mil pessoas na avenida Paulista

    Ato contou com figuras públicas como a cartunista Laerte, o ex-senador Eduardo Suplicy e a candidata à prefeitura de São Paulo Luiza Erundina; veja as imagens Do Portal Fórum Cerca de 100 mil pessoas se reuniram na tarde deste domingo (4), na avenida Paulista, em São Paulo, em manifestação contra o governo de Michel Temer e o golpe contra Dilma Rousseff. O grupo começou a caminhada no sentido Consolação às 17h30 com faixas e placas de protesto. O ato, coordenado pelas frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular, contou com figuras públicas como a cartunista Laerte, o ex-senador Eduardo Suplicy (PT) e a candidata à prefeitura de São Paulo Luiza Erundina (Psol). Veja as imagens a seguir. Fotos: Mídia NINJA

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    Vice-procuradora geral diz que impeachment é golpe e renuncia ao cargo

    Ela Wieck também afirmou que tem muita gente que pensa como ela dentro do Ministério Público Do RBA São Paulo – A vice-procuradora geral da República, Ela Wiecko Volkmer de Castilho, pediu a renúncia do cargo ontem (30) após afirmar ser golpe o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Ela foi indicada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em 2013. A saída da vice aconteceu após aVeja questionar a participação dela no ato contra impeachment, em Lisboa. Ao site da revista, Wieckoafirmou que, do ponto de vista político, o impeachment de Dilma é um golpe. "É um golpe bem feito dentro daquelas regras". A vice procuradora afirmou que tem muita gente que pensa como ela dentro do Ministério Público. "Pelas coisas que a gente sabe do Temer, não me agrada ter o Temer como presidente. Não me agrada mesmo. Ele não está sendo delatado? Eu sei que tenho delação ...

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    Joaquim Barbosa chama golpe contra Dilma de “impeachment tabajara”

    No Twitter, ex- presidente do STF criticou o conservadorismo da imprensa e disse que Temer não terá o respeito dos brasileiros Da Revista Fórum  O ex- presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa se manifestou nas redes sociais sobre o impedimento da presidenta Dilma Rousseff, confirmado ontem (31) em votação final no Senado. No Twitter, Barbosa chamou o processo de “impeachment tabajara”. “Mais patética ainda foi a primeira entrevista do novo presidente do Brasil, Michel Temer. O homem parece acreditar piamente que terá o respeito e a estima dos brasileiros pelo fato de agora ser presidente. Engana-se”, escreveu. Veja abaixo algumas mensagens publicadas por ele. Eu não acompanhei nada desse patético espetáculo que foi o "impeachment tabajara" de Dilma Roussef. Não quis perder tempo. — Joaquim Barbosa (@joaquimboficial) 31 de agosto de 2016 Mais patética ainda foi a primeira entrevista do novo presidente do Brasil, Michel Temer. Explico. — Joaquim ...

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    Foto: Gabriel Brito/Correio da Cidadania

    Ante o golpe, aprender com os erros e ir à luta!

    Foto: Gabriel Brito/Correio da Cidadania Por José Carlos Freire e Douglas Belchior Do Negro Belchior Eu acredito é na rapaziada Que segue em frente e segura o rojão Eu ponho fé é na fé da moçada Que não foge da fera e enfrenta o leão Eu vou à luta com essa juventude… (Gonzaguinha) Um dia triste. Chame-se de golpe. Pode ser. Ainda que na história da América Latina essa palavra tenha sido, até agora, vinculada a toda ofensiva feita pelas oligarquias para travar, interromper ou impedir um projeto popular efetivamente transformador das estruturas sociais e econômicas. Chame-se de golpe – é um dia que não dá muita vontade de brigar por palavras, aquela briga vã de que falava o Drummond -, mas não se queira com isso afirmar que os governos do PT foram antioligárquicos. Não o foram em nenhum momento. Uma coisa é dizer que o ...

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    Pedro Serrano: Ao manter os direitos políticos de Dilma, o Senado passou atestado de que houve golpe

    Por 61 votos a 20, o Senado aprovou nesta quarta-feira (31/08) o impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT). Por Conceição Lemes Do Viomundo Porém, por 42 votos a 36, manteve os seus direitos políticos. Para que Dilma ficasse inelegível por oito anos, seria necessário que dois terços (54) dos senadores votassem pela inabilitação. “Essa contradição é uma prova de que houve golpe e não decisão constitucional de impeachment”, afirma o jurista Pedro Serrano, professor de Direito Constitucional da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Serrano esmiuça a sua afirmação: * No mínimo, o Senado reconhece que não há gravidade na conduta da presidenta. * Isso significa, ao mesmo tempo, que não existe crime de responsabilidade. * Acontece que para o impeachment, a Constituição exige a gravidade. A Constituição fala em atentado à Constituição, não fala em qualquer irregularidade. * Logo, os senadores reconheceram implicitamente que não houve motivo constitucional para o impeachment. * Se achassem que tinha havido conduta grave, ...

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    Por 61 a 20, senadores confirmam o golpe de 2016

    Senadores afastam definitivamente Dilma Rousseff da presidência da República por 61 votos favoráveis e 20 contrários; em relação à aprovação da pronúncia, houve dois votos a mais pelo impeachment: Renan Calheiros (PMDB-AL) e Telmário Mota (PDT-RR); parlamentares decidiram em seguida, em votação separada, que Dilma não fica desabilitada para ocupar cargos públicos pelos próximos oito anos; segunda votação foi de 42 votos contra a inabilitação e 36 a favor, com três abstenções Carolina Gonçalves e Karine Melo - Repórteres da Agência Brasil No Brasil 247 Por 61 a 20, o plenário do Senado acaba de decidir pelo impeachment de Dilma Rousseff. Não houve abstenção. A posse de Temer ocorrerá ainda hoje. O resultado foi comemorado com aplausos por aliados do presidente interino Michel Temer, que cantaram o Hino Nacional. O resultado foi proclamado pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que comandou o julgamento do processo no Senado, iniciado ...

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    Brasília- DF 29-08-2016 Presidenta Dilma faz sua defesa no plenário do senado. Foto Lula Marques/Agência PT

    Juristas classificam discurso de Dilma como “histórico”

    Pelas redes sociais, juristas de diversas áreas comentaram o discurso da presidenta Dilma Rousseff em sua defesa no processo de impeachment no Senado, nesta segunda-feira (29). Do Vermelho “Discurso histórico. A história tratará de julgar Michel Temer e seus asseclas. Aliás, o nome de Michel Temer desonra a PUC-SP, símbolo de luta pela democracia, e seu nome deve ser devidamente varrido de sua história”, afirma Rafael Valim, professor da PUC e especialista em Direito Constitucional pela Universidad Castilla-La Mancha, da Espanha. Para ele, o interino Michel Temer “será sempre, para além de um doutrinador medíocre, um golpista, traidor da Constituição que jurou respeitar”. O também professor de Direito Constitucional da PUC, Pedro Serrano, afirmou que, se confirmado o impeachment, o pacto da democracia estará rompido. “Aparte o absurdo jurídico e o grave ataque a democracia que, em meu entender, o impeachment significa, tenho muito receio do que pode nos reservar ...

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    (Foto: Lucíola Pompeu)

    Culpas ultrassecretas

    O livro Lugar Nenhuma de Lucas Figueiredo relata o (pouco) que foi feito pelos governos democráticos pós-ditadura para evitar que as Forças Armadas escondam os documentos que revelam seus crimes Por Fernanda Pompeu Do Fernanda Pompeu Neste 2016 comemora-se trinta e um anos da volta da democracia ao Brasil. Mas a história de mais de duas décadas de ditadura, iniciada com o golpe de 1964, ainda não foi completamente passada a limpo. Isto é verdade, particularmente, com os chamados documentos secretos da repressão. De todos os atores, as Forças Armadas – Exército, Marinha e Aeronáutica – são as que seguem firmes no pacto do silêncio. Insistem no teatro do ninguém sabe, ninguém viu. Essa fuga de responsabilidades fere a memória histórica recente do País. Porém não só. O ocultamento de provas que registram investidas contra adversários do regime militar condena familiares das vítimas a continuado e insolúvel sofrimento. Impedir que circunstâncias ...

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    Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

    Na madrugada do golpe, certo de que amanhã há de ser outro dia

    Daqui há algumas horas o Brasil viverá uma grave ruptura institucional. A Presidenta Dilma, eleita por mais de 54 milhões de votos, entrará no Senado da República, falará aos Senadores e Senadoras, será interrogada por parlamentares que não reúnem condições de julgá-la, e, ao fim, será condenada por crime que não cometeu sendo afastada do poder por meio de um golpe parlamentar. Por Felipe Freitas Do Facebook É triste, muito triste viver este momento. Vim para Brasília há quase quatro anos, atendendo a um convite de Luiza Bairros. Vim para colaborar com o projeto do Partido dos Trabalhadores na Presidência da República. Críticas?! Sempre as tive. Nunca achei que os governos do PT (o meu partido) correspondessem a todas as expectativas que nós depositamos neles, acho que o PT reuniu ao longo de sua história erros e traições muito graves e sei que não é mais possível continuar atuando politicamente sem lançar ...

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    Para defender a democracia, Dilma encara seu segundo tribunal

    Presidente afastada enfrenta nesta segunda-feira (29) o seu segundo interrogatório em defesa da democracia brasileira; corte de exceção da vez é o Senado da República, cujos integrantes seguem fielmente o roteiro já determinado do golpe, em um impeachment sem crime; é impossível não associar a inquirição atual àquela de novembro de 1970, no Rio de Janeiro, onde a jovem Dilma, com 22 anos, após 22 dias de tortura nos cárceres da ditadura, era interpelada por uma junta de covardes uniformizados, com as mãos sobre os rostos para esconder suas identidade Do Brasil247 A presidente afastada Dilma Rousseff (PT) encara nesta segunda-feira (29) o seu segundo interrogatório em defesa da democracia brasileira. O tribunal da vez é o Senado da República, que deveria ser o bastião de liberdade, mas que sombriamente tornou-se nos últimos dias uma praça de exceção, dentro de um roteiro já determinado do golpe contra a presidente e ...

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