Tag: nigerianos e suas lutas

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    Silas Adekunle, o nigeriano engenheiro de robótica mais bem pago do mundo

    Silas lançou o Mekamon, o primeiro robô de jogos do mundo, com a capacidade especial de personalizar o bot de jogos para executar funções personalizadas. por Wilds Gomes no Bantumen Silas and Robot. Photo: Reachrobotics Silas Adekule é co-fundador e CEO da empresa Reach Robotics e construiu o primeiro robô de jogos do mundo. Apenas com 26 anos, tornou-se recentemente no jovem mais bem pago do mundo no campo da engenharia robótica, após assinar contracto com a Apple. Silas nasceu e estudou em Lagos, na Nigéria e durante a adolescência mudou-se para o Reino Unido, onde fez o ensino secundário e mais tarde formou-se em Robótica na University of West England. Em 2013 fundou a Reach Robotics (empresa que desenvolve os primeiros robôs de jogos do mundo) e, num espaço de quatro anos, o jovem engenheiro desenvolveu experiência necessária em robótica. Adekunle também foi líder da equipa do programa ...

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    Foto: Christian Petersen / Getty Image

    Giannis Antetokounmpo, estrela da NBA vira orgulho de uma Grécia que não o aceitava

    Filho de nigerianos, Giannis Antetokounmpo teve infância difícil em Atenas por Peter S. Goodman no Folha de São Paulo Foto: Christian Petersen / Getty Image Conhecido pelo apelido "Greek Freak" (Aberração Grega), ele é um jogador de basquete de talento transcendente a ponto de torná-lo a face de seu país de nascimento. Mas durante a maior parte de seus anos de infância e adolescência na Grécia, Giannis Antetokounmpo era visto como estrangeiro. Filho de imigrantes africanos, ele sempre esteve exposto a ataques de militantes racistas e a ameaças de deportação à Nigéria, país que nunca havia visitado. Agora Antetokounmpo domina o cenário dos playoffs da NBA, como melhor jogador do Milwaukee Bucks, o cabeça de chave número 1 na conferência leste da liga, e os imigrantes africanos na Grécia acompanham sua história com enorme atenção. Sua história –a história de um adolescente que mal conseguia driblar, mas ...

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    Em novos contos, nigeriana Lesley Nneka Arimah vai do horror à ficção científica

    Premiada autora tece narrativas que surpreendem e levam o leitor a nocaute POR PAULA SPERB, ESPECIAL  NO GLOBO A autora nigeriana Lesley Nneka Arimah - Emily Baxter Os doze contos reunidos em “O que acontece quando um homem cai do céu”, de Lesley Nneka Arimah, transitam por diferentes gêneros, como ficção científica, realismo mágico e até um pouco de horror. Todas as histórias, entretanto, têm em comum a capacidade de surpreender – e, às vezes, assustar. Esse efeito é possível graças à habilidade de Arimah que formula contos repletos de estranhamento com desfechos que nos vencem por nocaute — como defendia o escritor argentino Julio Cortázar. A premiada escritora inglesa morou na Nigéria, onde nasceram seus pais, e atualmente vive nos EUA. Mesmo sendo uma jovem mulher negra, seus contos não tratam necessariamente de feminismo, racismo e imigração. Sem dúvida é possível fazer essa leitura mais ...

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    Reprodução/ BBC

    A história da guerreira que se tornou a primeira rainha da Nigéria

    Da BBC Amina nasceu em 1533 na província de Zazzau, no território hoje ocupado pela Nigéria. Filha do rei local, era descendente de uma família de ricos comerciantes que negociavam cavalos, metais importados, tecidos, noz de cola e sal. Após a morte do pai, um irmão de Amina assumiu o trono. Ela, por sua vez, passou a se dedicar ao treinamento militar e conquistou o respeito dos combatentes. Quando o irmão também morreu, Amina tornou-se rainha e, pouco tempo depois, comandou sua primeira campanha militar. Conta a história que, após cada batalha, ela escolhia um novo "marido". Ele passaria uma noite com ela e, no dia seguinte, seria condenado à morte. Reprodução/ BBC  

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    Quando a Cultura Africana se fundo ao mundo POP

    Suleiman Ismail Gwadah é um ilustrador nigeriano conhecido como Pacmartian, que desenvolveu a sua arte sozinho, vendo vídeos no YouTube e lendo blogs sobre o assunto. Por Equipa BANTUMEN no Bantumen “Há um par de anos, se precisasse de me apresentar, deixaria de lado a parte de ser artista, porque para ser honesto nunca vi um futuro nisso. Quando era miúdo, tinha interesse em desenho, pintura e nas artes em geral, mas abandonei isso para me focar na Matemática e Ciência para me tornar num engenheiro. A post shared by Suleiman Gwadah (@pacmartian) on Jun 7, 2018 at 4:22pm PDT Se eu fosse me apresentar, eu teria deixado de fora a parte de ser uma artista, porque, para ser franco, nunca vi um futuro nela. Eu estava interessado em desenho, pintura e artes e ofícios em geral, como uma criança através de meus anos de escola primária e secundária, mas eu ...

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    “A tecnologia vai mudar a narrativa de África”

    A coordenadora do gabinete nigeriano para a Inovação e Empreendedorismo em Tecnologias da Informação e da Comunicação esteve em Lisboa no seminário Transformação Digital e as Mulheres, organizado pela Associação de Mulheres Embaixadoras em Portugal Do DN Foto: Reprodução/DN No seminário Transformação Digital e as Mulheres, organizado pela Associação de Mulheres Embaixadoras em Portugal, na Universidade Nova de Lisboa, a nigeriana Amina Sambo falou das dificuldades acrescidas que o sexo feminino sente se quer trabalhar em tecnologias da informação. Mas também no que está a fazer para acabar com a diferença de género no setor na Nigéria. Aposta em três aspetos: encorajar as jovens a escolher estas carreiras mostrando-lhes exemplos de sucesso - as chamadas "madrinhas" -, garantir que as mulheres têm acesso às infraestruturas necessárias e, finalmente, que têm as habilidades para o fazer, numa aposta na educação. Ao DN, falou da oportunidade que as ...

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    Cena do documentário "Ken Saro-Wiwa, Presente!" (Foto: Reprodução/ Documentário Ken Saro-Wiwa, Presente!)

    Documentário ‘Ken Saro-Wiwa, Presente!’ retrata vida de ativista nigeriano

    Em sua primeira exibição em São Paulo, nesta sexta (2), o documentário “Ken Saro-Wiwa, Presente!” ganha sessão única no Cine Afro e Capoeira, no Centro de Culturas Negras do Jabaquara, na zona sul. O filme conta a história do escritor, produtor e ativista ambiental nigeriano Ken Saro-Wiwa, líder de um movimento não violento contra a degradação ambiental das terras e das águas na região do delta do Níger por petrolíferas transnacionais. Em virtude de sua militância, Saro-Wiwa foi preso, condenado —através de um processo judicial considerado fraudulento— e enforcado em 1995. Com entrevistas de artistas, ativistas e familiares do escritor, que apresentam sua história e o contexto de sua luta, o documentário aborda a exploração petrolífera na região do delta, o racismo e a relevância política e cultural dos projetos artísticos em Londres realizados em homenagem a Saro-Wiwa. Após a exibição, acontece um debate com Elisa Dassoler, diretora do documentário, ...

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    Fotos em preto e branco? Não. Incríveis desenhos de uma jovem artista nigeriana

    Quando um lápis consegue o mesmo que uma câmera. Estas imagens não são fotos em preto e branco, mas sim desenhos de uma jovem artista nigeriana no El Pais A Throwback Artwork I drew Late Last Year. Title: 'Deeper Than This' Size: '22 × 27' inches Charcoal Pencils On Paper. This is a Drawing. #Art #Hyperrealism #Contemporaryart #ChiamonwuJoy #Ijaying A post shared by Chiamonwu Joy 🇳🇬 (@chiamonwu_joy_art) on Jan 21, 2018 at 12:10pm PST Ela mesma, com seus 23 anos, parece estar consciente de que muitas pessoas não sabem em que categoria se enquadra sua arte. Talvez por isso apresentou desta forma a sua obra em 17 de janeiro, no Twitter: “Meu nome é Chiamonwu Joy, sou uma artista hiper-realista nigeriana. Desenho com lápis em papel. Tudo isso são desenhos”. My name is Chiamonwu Joy, A Nigerian Female Hyper-realistic Charcoal Artist. I draw with charcoal pencils on paper. These are ...

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    Nigeriano realiza sonho de abrir restaurante que reúne culinária e cultura de 54 países africanos no DF

    'Hakuna matata', expressão em idioma suaíli que significa 'não se preocupe' é o lema do restaurante. Para o nigeriano que se tornou chefe de cozinha 2017 foi o ano da mudança. Por Marília Marques, do G1 Nigeriano Chidera Ifeanyi, dono do restaurante Simbaz, Culinária Afro e Bar, em Brasília (Foto: Marília Marques/G1) "Hakuna matata", sugerem as palavras – escritas em suaíli – na parede principal do único restaurante de culinária africana do Distrito Federal. A expressão falada na África Oriental significa "não se preocupe", e ficou eternizada pelo filme "O rei leão", de 1994. A inspiração ficou tão marcada na vida do nigeriano Chidera Ifeanyi que, há três meses, o jovem decidiu pôr em prática o antigo sonho de empreender. Para ele, 2017 foi o ano da mudança. "Foi um sonho realizado. Não foi fácil, mas gosto de servir. Fico feliz em ver as pessoas comendo nossa comida e ficando ...

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    Criança que tenta estudar enquanto vende legumes na feira ganha ajuda graças ao poder da internet

    A internet pode mostrar facetas assustadoras da pessoas de vez em quando, mas é sempre bom lembrar do poder que ela tem de ajudar a transformar vidas. É o que pode acontecer com um garotinho nigeriano que foi fotografado estudando enquanto vendia legumes na feira. Do Hypeness A imagem foi publicada por Blissfield Ayo no dia 16 de outubro e chamou a atenção de bastante gente, inclusive de alguém que se dispôs a pagar pela educação do menino “até ele se tornar um PhD ou mais”. A questão então se tornou localizar o garoto. Quase um mês depois, Blissfield Ayo finalmente encontrou o menino. Ele foi até a feira onde a primeira foto foi tirada e diz ter mostrado a imagem para as pessoas até conseguir encontrar a mãe do garoto, que ficou receosa de que ele tivesse feito algo errado e se negou a identifica-lo até que a proposta fosse explicada. ...

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    Uma jovem moça recostada, colorida a mão, fotografia do ‘Chefe’ S.O. Alonge, c. 1950 Cidade de Benin, Nigéria Chief Solomon Osagie Alonge Coleção EEPA 2009-007 Museu Nacional de Arte Africana do Smithsonian Institute

    Estas fotos vintage recontam a história da Nigéria e dissolvem estereótipos

    "Através da fotografia, nós conectamos as pessoas com a sua própria história e o seu próprio passado ", explicou poeticamente Amy Staples, curadora do Museu Nacional de Arte Africana do Smithsonian Institute, em Washington D.C., ao The Huffington Post. Por  Priscilla Frank, do Brasil Post  Staples refere-se especificamente à fotografia do artista nigeriano Chief Solomon Osagie Alonge. O trabalho do fotógrafo está atualmente em exposição na exibição chamada Chief S.O. Alonge: Photographer to the Royal Court of Benin, Nigeria. (“O ‘Chefe’ S.O. Alonge: Fotógrafo da Corte Real de Benin, Nigéria”) A mostra tenta contar a histórica ímpar de Alonge, que nasceu em 1911, na cidade de Benin, na Nigéria, e tornou-se o primeiro fotógrafo indígena da corte. Antes de Alonge ocupar esse lugar, artistas importados britânicos dominavam o cenário colonial da fotografia da nação, e em sua maioria aderiam a uma estrita estética europeia. Por outro lado, o autodidata Alonge ...

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    Em qual Beasts of No Nation devo acreditar?

    O novo filme do NETFLIX “Beasts of No Nation” tem se tornado tema recorrente no mundo cinematográfico. A trama narra a história de uma guerra em um país não identificado na África (oeste africano). Apesar de oferecer uma visão mais ampla desse processo, não colocando exatamente o lugar em que acontece a história, sugere-se a partir de vários detalhes que a trama se passa na Nigéria. O filme tem sido cotado para prêmios e recebido muitos elogios da crítica. Baseado no livro “Feras de Lugar Nenhum” (tradução em português), a produção tenta relatar uma realidade contraditória em que meninos, ou meninos-soldados, são obrigados a amadurecer devido a guerra dos homens. Texto: Marcela de Palmares / Edição de imagem: Vinicius Martins, no Alma Preta O autor do livro, Uzodinma Iweala, é um jovem afro-americano de família Nigeriana, filho de uma importante política do país, Ngozi Okonjo-Iweala. Graduado em Harvard, Uzodinma já foi ...

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    Walé Oyéjidé estilista nigeriano fala sobre moda masculina e mais

    Walé Oyéjidé, estilista da Ikiré Jones Diretamente dos EUA, onde mora atualmente, o estilista nigeriano Walé Oyéjidé da marca masculina Ikiré Jones passou pelo Brasil pra ministrar o workshop “Os Cortes da Estética Afro Futurista“, que fez parte da programação do Festival Afreaka em SP nesse último dia 18/06. A gente aproveitou pra conversar com ele sobre moda masculina e moda africana – confira! no LilianPacce Quem são as pessoas atraídas pelo mix de alfaiataria mais estamparia e cores africanas que você promove na Ikiré Jones? Aprendi muito rapidamente que arte não tem dono. Nenhum artista pode controlar ou prever quem vai apreciar seu trabalho. É como lançar uma reivindicação pra alguém amar uma cor ou uma canção. Arte é pra todos, não importa quem a faz. Portanto, sim, é verdade que sou um estilista africano e que desenho baseado nessa minha herança. Mas as roupas que faço são pra todos apreciarem. O mundo está ficando menor a cada ...

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    ‘Nenhuma vida vale mais que outra’: #BagaTogether lembra os mortos no massacre da Nigéria

    Brasil Post  |  De Diego Iraheta O Brasil Post questiona a diferença na visibilidade e na cobertura jornalística sobre o atentado em Paris, na semana passada, e os ataques do Boko Haram, na Nigéria. No país africano, mais de duas mil pessoas podem ter morrido, segundo a Anistia Internacional. Pelas redes sociais, a hashtag #BagaTogether lembra as vítimas do massacre e busca mobilizar autoridades internacionais a olhar para a Nigéria da mesma forma que para a França. Assista ao nosso vídeo-editorial sobre o assunto:

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    A diferenças entre os atentados na França e na Nigéria

    Minha intenção não é comparar os atentados, e sim criticar a diferença entre a atenção que o mundo dá aos atos terroristas que vitimaram profissionais do jornal Charlie Hebdo, ocorrido semana passada em Paris, França, e os atentados em sequência que ainda acontecem na Nigéria. por Junião/ Ilustração na Ponte Sobre o primeiro, os terroristas, extremistas religiosos já foram identificados, perseguidos, e ao resistir à prisão, mortos pela polícia francesa. O ato terrorista, que levou ao assassinato de 12 pessoas que trabalhavam no jornal, entre eles chargistas e o editor da publicação, causou comoção mundial, passeatas de repúdio ao que aconteceu e participação inflamada de líderes mundiais (mesmo as mais questionáveis) criticando com veemência o ocorrido. Quanto à Nigéria, nem o número total de mortos sabe-se com clareza. Até onde eu apurei, somando os atentados ocorridos nos últimos cinco dias, o número de mortos já passam os 2 mil, segundo informações da Anistia Internacional. Enfim, já que a ordem ...

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