sexta-feira, março 5, 2021

Tag: Parto

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As tristes e signficativas estatísticas das mortes nos partos

Na segunda-feira pela manhã (29), o plenário da Câmara de Vereadores recebeu especialistas, pesquisadoras e ativistas, além de  familiares de mulheres vitimadas por problemas decorrentes de complicações durante ou após o parto, para a realização de um debate público sobre o tema da "Mortalidade Materna e Violência Obstétrica". Por Mônica Francisco, do Jornal do Brasil  O debate, conduzido pela vereadora Marielle Franco(PSOL), presidente da Comissão da Mulher, trouxe ao foco do debate uma série de estatísticas vergonhosas sobre a mortalidade materna no município do Rio de Janeiro. O vídeo apresentado como provocador do debate, e que antecedeu as exposições, dá conta de que aumentaram de 62 para 72  os casos de mortalidade materna para cada 100 mil nascidos vivos. Que o Rio de Janeiro é a 6ª pior capital para uma mulher engravidar, já que 36% das mortes do Brasil acontecem na cidade. A Zona Oeste apresenta taxas elevadas e se ...

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Violência Obstétrica: Ela existe ou é mais uma ‘invenção de feministas’?

O tampão foi esquecido. Thamara não poderia ter saído do hospital com um tampão no corpo. Por Debora Diniz, do HuffPost Brasil Os médicos não gostam da expressão "Violência Obstétrica". A consideram ofensiva; já outros rejeitam qualquer acusação de que médicos possam violentar mulheres. Uns tantos dizem ser a palavra uma invenção de feministas.   REPRODUÇÃO/FACEBOOK Poucas histórias nos mostram com tanta dor os sentidos de ser uma vítima de violência obstétrica no Brasil quanto a agonia vivida por Thamara Macêdo, uma mulher recém-parida em Teresina. Thamara passou por uma cesariana, e já no quinto dia depois do parto começou a sentir dores, febre, e o que descrevia como um cheiro diferente no corpo. A dor só aumentava. Não sei detalhes de como viveu as dores do corpo e o cuidado do recém-nascido entre o dia do parto e o 20o dia, quando não mais suportando as dores resolveu procurar um médico ...

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Abaixo de Deus, só as parteiras de Santana do Riachão

“Em um momento em que o Sistema Único de Saúde (SUS), a maior política pública de saúde do Brasil e do mundo, está sendo esquartejado, contar num romance a história de como conquistamos na Constituição Federal de 1988 o ‘saúde é direito de todos e dever do Estado’ não há o que pague! E narrada por quem viveu aqueles momentos. A universalidade do SUS resulta de muita luta popular. Por Fátima Oliveira enviado para o Portal Geledés “Que o ‘Vidas Trocadas: Memórias de Médicas’ chegue logo às livrarias. Até o livro sair, conte de vez em quando em sua coluna alguns episódios pra gente usar na luta em defesa do SUS, que, pelo andar da carruagem, será grande, ferrenha e difícil, como declarou a protagonista do seu livro, a drª. Dália: ‘Nunca foi fácil fazer chegar medicina aos pobres’”. Palavras de Rina, leitora mineira que há anos acompanha minha coluna semanal em O ...

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“Nós mulheres, fêmeas, nascemos para parir”, diz Bela Gil em nova série sobre maternidade

Sucesso na TV e na web com receitas e dicas de alimentação saudável, Bela Gil iniciou uma nova empreitada: em seu canal no YouTube, a apresentadora lançou na última quarta-feira, 17, a série Bela Maternidade, que abordará, em 12 episódios, a gestação, a amamentação e a introdução alimentar do bebê. No primeiro vídeo (ao vivo), Bela falou sobre o nascimento de seus dois filhos - Flor, de 7 anos, e Nino, de dois meses e meio - e apontou as diferenças entre os dois partos, mesmo ambos sendo normais. "Hoje eu tenho muito mais informação do que quando eu tive a Flor e sei que houve muitas intervenções desnecessárias. Na época, pra mim, existiam apenas dois tipos de parto: o vaginal e o cirúrgico", afirmou. Por Nathália Florencio Do MSN Bela revelou que, na primeira gravidez, a obstetra que a acompanhava quis induzir o parto quando ela completou 40 semanas de ...

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Do luto à luta: Mães que perderam bebês depois do parto reivindicam tratamento digno em hospitais

A dor inimaginável de chegar em casa de braços vazios não é a única vivida por mulheres que dão à luz bebês mortos no Brasil. Um sistema de saúde ultrapassado e insensível as mantém internadas em maternidades, Rodeadas pelo choro de outros recém-nascidos e respondendo a enfermeiros despreparados a dolorosa pergunta: “Onde está seu filho?”. Mães que viveram essa experiência travam agora uma batalha para que os hospitais se adéquem a normas internacionais mais humanizadas. Aqui, contam como transformaram a maior das tristezas em força de vida Por ADRIANA NEGREIROS, da Revista Marie Claire A gravidez da advogada carioca Maíra Fernandes, 34 anos, foi planejada, comemorada e muito bem monitorada. Ela começou a ter contrações na 36ª semana de gestação e, em uma conversa com a médica que a acompanhava, decidiu seguir para o hospital para fazer o tão sonhado parto normal. Chegou à maternidade no dia 22 de julho ...

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Violência obstétrica e o viés racial

As mulheres sofrem violência tanto no parto, quanto na situação de abortamento. Mesmo as que dão “a luz” não estão salvas de serem violentadas institucionalmente. Porque na verdade o grande problema é o SER, mulher negra jovem de periferia, estas categorias sociais/identitárias definem ou ajudam muito na decisão do profissional de como serão tratadas as pessoas que acessam os serviços de saúde. Por  Emanuelle Goes Do Cientistas Feministas A violência obstétrica caracteriza-se pela apropriação do corpo e processos reprodutivos das mulheres pelos profissionais de saúde, através do tratamento desumanizado, abuso de medicalização e patologização dos processos naturais, causando a perda de autonomia e a capacidade de decidir sobre seus corpos e sexualidade, impactando negativamente na qualidade de vida das mulheres. Essa e a definição dada pelos Estados da Venezuela e da Argentina, onde a Violência Obstétrica é tipificada.  (Defensoria do Estado SP). Segundo o Dossiê elaborado pela Rede Parto do Princípio para a CPMI da Violência Contra as Mulheres os atos caracterizadores da violência obstétrica são todos ...

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Anibal Faúndes: O homem que aprendeu a enxergar as mulheres

Médico chileno que ajudou a transformar os cuidados com a saúde feminina fala sobre sexualidade, estupro e interrupção da gravidez Do Revista Pesquisa Aos 85 anos, o médico chileno Anibal Faúndes parece incansável. Especialista em reprodução humana e sexualidade feminina, Faúndes ajudou a transformar a maneira de cuidar da saúde das mulheres no final dos anos 1980, ao mostrar que os programas voltados para elas não as beneficiavam, e ainda hoje mantém uma agenda repleta de compromissos que o fazem viajar para o exterior algumas vezes por mês. Entre abril e maio deste ano, ele emendou uma sequência de atividades que o levaram a sete países em três continentes. Esteve na Índia, na Zâmbia, na Suíça, em Camarões, na Dinamarca, no Quirguistão e na Turquia. Sempre a trabalho. Faúndes se formou em medicina em 1955 na Universidade do Chile. Ainda no internato, o período da graduação em que os alunos ...

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Sem leito de UTI, adolescente morre após 17 horas em trabalho de parto

Jovem de 15 anos sofreu convulsões e atestado aponta morte por eclampsia. Hospital diz que tinha vaga, mas médico manteve jovem em recuperação. Do G1 A família de uma adolescente que morreu após 17 horas em trabalho de parto acusa a Santa Casa de Barretos (SP) de negligência médica. O bebê nasceu saudável, com 3,2 quilos, mas Maria Eduarda de Lourdes Almeida, de 15 anos, entrou em coma após sucessivas convulsões e não resistiu. O atestado de óbito aponta como causa da morte edema cerebral e doença hipertensiva da gestação, mais conhecida como eclampsia. “Uma menina tão nova, nem soube que foi mãe. Não teve o prazer de ver o filho”, diz a vendedora Angélica de Almeida Oliveira, irmã da vítima. A Santa Casa de Barretos informou que havia leito disponível no Centro de Terapia Intensiva (CTI), mas que o médico que fez o parto decidiu manter a paciente na sala ...

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Depressed mother holding new baby at arms length

Depressão pós-parto: Precisamos admitir que maternidade não é ‘dom natural’

Podemos falar em números, ou podemos falar de pessoas. Uma amiga, uma colega de trabalho, uma vizinha, uma irmã. Nossa própria mãe. Por  Amanda Mont'Alvão Veloso Do Brasil Post Podemos localizar a depressão pós-parto naquela área incerta, longe de nós, afastada de nossa realidade, falada apenas porque se conhece alguém que cumprimentou alguém que jantou com alguém que esbarrou em alguém que teve depressão pós-parto. Ou podemos reconhecê-la como dolorosa, justamente porque é próxima de nossa vida real. Em números, ela já afeta uma em cada quatro mulheres no Brasil, segundo umestudo realizado pela pesquisadora Mariza Theme, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz). Segundo a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), essa prevalência é maior do que a estimada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para países de baixa renda, em que 19,8% das parturientes apresentaram transtorno mental, em sua maioria a depressão. A pesquisa entrevistou 23.896 mulheres no ...

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A arte de partejar: o legado das parteiras tradicionais como herança ancestral e os impactos para a saúde das mulheres

 “No parto abençoou à minha mãe... e me curvo à minha mãe” (Tiganá Santana) Ao iniciar a escrita desse texto me vêm à memória algumas lembranças da infância no interior de Feira de Santana, onde nasci e me criei. Nas vivências dos dias em que ia para a roça (zona rural) com minha mãe, mais precisamente em Matinha dos Pretos, comunidade quilombola de onde se origina minha família materna, me recordo com carinho de “Mãe Piu”, parteira tradicional da comunidade, chamada de Mãe por todos naquela região em sinal de honra e respeito àquela que amparava as crianças que ali nasciam por suas mãos. Uma mulher negra, de baixa estatura, idosa, de andar ligeiro, fala mansa, riso fácil, e muita sabedoria; “a mãe de umbigo”. Por Cristiane dos Santos, do População Negra e Saúde Em seguida algumas cenas vêm como flashs. Estrada de chão... Um candeeiro aceso... Uma bacia de alumínio, um ...

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Mulher denuncia hospital do DF por lesões que a filha sofreu no parto

Caso ocorreu em outubro de 2015, no Hospital Regional de Taguatinga, e é apurado pela polícia Por Nathália Cardim , do Correio Braziliense  Jane Rodrigues de Jesus Pires, 28 anos, denunciou à Polícia Civil do Distrito Federal um suposto ato violento que sofreu durante o parto da filha, realizado por uma médica da rede pública, em 20 de outubro de 2015, no Hospital Regional de Taguatinga (HRT). Segundo Jane, mesmo sabendo que não tinha dilatação suficiente para a que criança nascesse naturalmente, a profissional forçou o procedimento e a neném sofreu uma lesão no braço esquerdo e uma fratura na clavícula. O laudo disponibilizado pela família com o resumo clínico da Unidade de Neonatologia do HRT confirma o depoimento da mãe, mas a Secretaria de Saúde afirma que não há registro de investigação sobre o fato. De acordo com Jane, o drama dela começou em 19 de outubro, quando os profissionais da saúde ...

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Por que não nascem bebês em Fernando de Noronha?

"É um pesadelo, você acha que nunca vai acabar. É uma sensação horrível você estar dentro de um quarto presa, às vezes sem dinheiro, longe da minha casa e da minha família." Por Camilla Costa, do BBC A frase acima não descreve uma experiência de exílio ou na prisão, mas a espera da noronhense Laisy Francine Costa e Silva, de 19 anos, pelo primeiro filho. Como todas as gestantes do arquipélago pernambucano – que é um dos principais destinos turísticos do Brasil, santuário ecológico e Patrimônio Natural da Humanidade, segundo a Unesco –, ela precisa sair de casa no sétimo mês de gestação para dar à luz em Recife, a 545 km de distância. Em 2004, foi desativada a única maternidade na ilha, no Hospital São Lucas, sob a justificativa de que o custo de manutenção da estrutura era alto demais para a média de 40 partos por ano realizados na ...

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Pregnant Woman Anticipating Birth

Médico do Rio de Janeiro é acusado de agredir mulheres durante o parto

Um médico da rede pública municipal do Rio de Janeiro é investigado por suspeita de praticar atos violentos contra mulheres durante procedimentos de parto, no Hospital Miguel Couto, na Gávea, na zona sul. Pelo menos sete vítimas denunciaram o profissional por agressão à 14ª Delegacia de Polícia do Rio, que investiga o caso. As mulheres relataram agressões físicas e verbais. Uma delas contou que ganhava tapas na cara toda vez que gritava na sala de parto. Ela acusa o médico de ter colocado gaze dentro de sua boca para abafar os gritos. Outra vítima afirma que foi chamada de vagabunda. Segundo a denúncia, o médico questionou, em tom irônico, o porquê de a mulher gritar naquele momento, já que ela tinha gostado na hora de fazer o bebê. Ela perdeu o bebê após o parto. As denúncias foram feitas, inicialmente, em uma audiência pública realizada em maio pela Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Assembleia Legislativa (Alerj). Na ocasião, quatro ...

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OMS alerta para morte de 303 mil mulheres durante o parto por ano

Organização Mundial da Saúde lançou guia com orientações. OMS também chamou atenção para 2,6 milhões de bebês natimortos. Do G1 Das 130 milhões de mulheres que dão à luz no mundo todos os anos, 303 mil morrem durante o parto, a maioria em países em desenvolvimento, alertou nesta sexta-feira a Organização Mundial da Saúde (OMS). O órgão também chamou a atenção para o fato de que 2,6 milhões de bebês já nascem mortos todos os anos e outros 2,7 milhões de recém-nascidos morrem nos primeiros 28 dias de vida. Segundo a OMS, grande parte das mortes de mães e recém-nascidos ocorre nas 24 horas seguintes ao parto e a maioria é evitável. A entidade internacional lançou, nesta sexta-feira (4), um novo guia que evidencia as principais complicações que podem aparecer e causar a morte da mãe ou do bebê, como hemorragias pós-parto e pré-eclâmpsia. O objetivo é ajudar os profissionais da ...

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Violência obstétrica: por que as mulheres ficam sozinhas no parto?

A lei do acompanhante antes durante e depois do parto completou dez anos em abril. Mas segue descumprido nas maternidades Do É Poca  “Quando ganhei minha filha, aos 19 anos, não sabia até onde seria normal a dor que sentiria naquele momento. Pedi que deixassem meu marido ficar comigo na sala de pré-parto, mas não autorizaram. Pedi a presença da minha mãe, mas também não deixaram.” O caso de Bruna Abreu, de Brasília, é uma das inúmeras histórias que ÉPOCA recebeu com o lançamento da campanha #partocomrespeito, no dia 1º de agosto, com o mesmo relato. O descumprimento da Lei nº 11.108 – conhecida como Lei do Acompanhante – é uma das queixas mais comuns. Sancionada em abril de 2005, a lei garante a presença do acompanhante desde o trabalho de parto até o pós-parto. A pesquisa Nascer no Brasil, de 2012, a única a medir o atendimento àsgestantes no ...

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“Meu marido engravidou de mim e foi parto normal…”

Helena é mulher, mas nasceu no corpo de um homem. E seu marido, Anderson, é homem, mas nasceu no corpo de uma mulher. Agora que os dois tem um filho, são pai e mãe ao mesmo tempo! Por Daniel Lopes, do Sou Mais Eu  Você leu certo: eu, Helena, engravidei meu marido, Anderson. Parece impossível, mas não é. Explico: sou uma mulher transexual, o que significa que nasci no corpo de homem, mas me sentindo mulher. Tanto que quero fazer cirurgia de mudança de sexo. Já o Anderson é cross dresser. Ele nasceu no corpo de mulher, mas sempre se sentiu masculino e se veste como homem. Ambos ainda temos nossos órgãos reprodutores originais. Por isso, quando começamos a namorar e a ter relações sexuais, o improvável aconteceu. Assim nasceu o Gregório, nosso filho. Complicado, né? Mas ler a história toda pode te ajudar a entender... Precisei sair de dois ...

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Sobre parteiras, bruxas e hereges

Mariana queria fugir do destino de quase todas as suas contemporâneas. Não queria uma cesárea marcada para receber sua filha. Sabia da importância do trabalho de parto e do parto para a mãe e o bebê. Sabia dos riscos das cirurgias e queria evitar a cesariana se fosse possível. Era enfermeira obstetra, professora universitária e uma grande defensora da humanização do nascimento. Gozava de saúde perfeita e sonhava com um parto natural e tranquilo em sua casa, acompanhada das amigas enfermeiras com quem trabalhava e atuava. por Ana Cristina Duarte Do Lugar de Mulher Começou a sentir algumas contrações leves e estava feliz e excitada com a chegada do grande momento. Ao longo de dois dias as contrações começaram a ganhar algum ritmo, foram ficando aos poucos mais intensas e demandavam mais atenção, tal qual ela sempre ensinara às suas gestantes. Como viu acontecer inúmeras vezes em sua função de ...

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Casal de transgêneros dá à luz um filho em Porto Alegre

A mãe, que nasceu Andressa, teve o bebê na terça-feira, no Hospital Fêmina Por Felipe Martini No ZH Helena Freitas, 26 anos, e Anderson Cunha, 21, se conheceram durante uma festa no inverno de 2013. Entre sorrisos e olhares, o jovem tomou a iniciativa e resolveu pagar uma bebida para a morena vaidosa de cabelos longos. Depois de uma madrugada de conversa, trocaram telefones. Após vários encontros, a relação, que no início parecia amizade, evoluiu. Os dois começaram a namorar no Natal do mesmo ano. Em 2014, o casal resolveu morar junto. A estudante estava com o curso de Letras na Faculdade Porto-Alegrense (Fapa) trancado no terceiro semestre, e o rapaz era atendente em uma lanchonete. A rotina ia bem, até que um pequeno deslize mudou o destino dos jovens. Após muito nervosismo, suspeita e um teste de farmácia, veio a certeza: Anderson estava grávido. Assista ao vídeo: Acontece que Anderson ...

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Morte de mulheres em decorrência do parto no DF é alto, mostra estudo

O número de óbitos entre mulheres em decorrência do parto no Distrito Federal continua em patamar considerado alto pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Estudo apresentado hoje (28) – Dia Nacional de Luta pela Redução da Morte Materna -, pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), aponta que morreram 53,9 mulheres para cada grupo de 100 mil nascidos vivos na capital, em um período de quatro anos - 2009 a 20013. Da Agência Brasil A OMS considera aceitável o índice de 20 mortes maternas para cada 100 mil nascidos vivos. O levantamento mostra que, apesar de alto, o índice vem diminuíndo timidamente ao longo desses anos. Para o mesmo grupo de referência, por exemplo, morreram 54,6 mulheres em 2009, número reduzido a 53,9 em 2013. O Brasil adota a faixa etária de 10 a 49 anos para se referir a mulheres em idade fértil, recorte que também apresentou queda nos ...

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Foto: Adriana Medeiros

Negligência em casos de mortes maternas já levou Brasil a ser condenado pela ONU

A morte da jovem de 28 anos Alyne da Silva Pimentel Teixeira, grávida de seis meses, por falta de atendimento adequado na rede pública de saúde levou o Brasil a ser condenado internacionalmente pelo Comitê para Eliminação de todas as Formas de Discriminação contra Mulheres (Cedaw) das Nações Unidas (ONU). O caso, ocorrido na Baixada Fluminense há quase 13 anos, fez a Corte determinar uma série de recomendações ao Brasil para diminuir os números de morte materna. por Isabela Vieira na Agência Brasil  Para a médica Jurema Werneck, integrante da organização não governamental Criola, a discriminação foi um dos fatores que levou à condenação do Brasil pela Cedaw. Mas, segundo ela, pouco mudou nos últimos 13 anos. “Quando o processo de Alyne resultou em sanções, esperávamos que o Brasil aprendesse algo, esperávamos, pelo menos, que outras jovens não passassem por isso, mas Rafaela passou”, destacou, lembrando o caso da jovem Rafaela ...

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