Resultados da pesquisa por 'feminicídio'

    No vídeo, além das imagens gravadas pelas integrantes do movimento, dados ilustram uma violência cruel
(foto: Redes Sociais/Reprodução)

    Movimento ‘Quem ama não mata’ completa 40 anos e protesta contra feminicídio; veja vídeo

    Marcado na história mineira, o movimento feminista “Quem Ama Não Mata (QANM)" lançou nesta terça-feira (18) um vídeo relembrando o ato da escadaria da Igreja São José, no Centro de Belo Horizonte, ocorrido há 40 anos. Líderes do movimento se juntaram para protestar contra a violência doméstica e o feminicídio, chamando a atenção para um novo tipo de crime, que, em 1980, ainda não era falado. De uma forma atemporal, essas mesmas mulheres fazem um registro poético em vídeo, dirigido por Papoula Bicalho, que, em fragmentos, mostram a beleza do corpo feminino de todas as idades e alertam para a importância da discussão de pautas feministas. Quarenta anos depois do ato da escadaria da Igreja São José, no Centro de Belo Horizonte, o movimento 'Quem Ama Não Mata' lança um vídeo contra a violência da mulher e o feminicídio; veja https://t.co/6lfJ6vPUCk pic.twitter.com/fzRDycIaWa — Estado de Minas (@em_com) August 18, 2020 “Antes da pandemia, pensamos diversas ...

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    Imagem: Pedro Henrique Alves

    Com 87 casos, SP fecha 1º semestre de 2020 com maior número de feminicídios desde criação da lei

    Com 87 casos registrados ao longo do primeiro semestre deste ano, os casos de feminicídio no estado de São Paulo atingiram a maior marca para o período desde 2016, de acordo com levantamento feito pelo G1 e a GloboNews com base em boletins de ocorrência e na estatística criminal da Secretaria Estadual da Segurança Pública. O feminicídio foi tipificado como crime hediondo em março de 2015. Por esse motivo, o levantamento não leva em conta o primeiro ano de vigência da lei que aumentou a pena para os assassinatos de mulheres que envolvam "violência doméstica e familiar e/ou menosprezo ou discriminação à condição de mulher". Em 2015, foram registrados 11 boletins de ocorrência no primeiro semestre. De 2017 para cá, os casos crescem ano a ano. No primeiro semestre de 2019, foram registrados 85 casos, em 2018, 57 feminicídios, em 2017, 48 e, em 2016, 31 (veja tabela abaixo). Nesta ...

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    Foto: ONU Mulheres/Dzilam Mendez

    Feminicídio aumenta 68% nos primeiros 6 meses de 2020 em MT

    O número de feminicídios ocorridos nos seis primeiros meses de 2020 em Mato Grosso aumentou 68% em relação ao mesmo período do ano passado. Neste ano, 32 mulheres foram vítimas de feminicídio, enquanto em 2019 houve 19 vítimas. Os dados são da Superintendência do Observatório de Violência da Secretaria de Estado de Segurança Pública. No entanto, esses são dados preliminares, já que, durante a investigação dos crimes, pode haver mudanças na autoria e motivação, podendo ser classificados como homicídios dolosos. Inclusive, o número de homicídios dolosos contra mulheres entre 18 e 59 anos apresentou redução significativa de 46%. Neste ano, 14 casos de homicídios dolosos foram registrados, enquanto, no ano passado, este número chegou a 26 crimes. No total de mortes envolvendo vítimas femininas somando todas as motivações, 46 crimes foram registrados este ano, enquanto 45 ocorreram no mesmo período do ano passado, ou seja: um crescimento de 2%. Já ...

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    Rio de Janeiro - Protesto no Dia Internacional de Combate à Violência contra a Mulher, pelo fim da violência contra as mulheres e contra o PL 5069/13, em frente à Câmara de Vereadores (Fernando Frazão/Agência Brasil)

    Mães com idades entre 21 e 40 anos são as principais vítimas de feminicídio no RJ

    Levantamento da Defensoria Pública aponta que ex e atuais companheiros são os principais responsáveis pelos crimes Por Clívia Mesquita, Do Brasil de Fato Em 37 dos 107 casos de feminicídio analisados, os agressores não aceitaram o término do relacionamento (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil) Mães entre 21 e 40 anos, atacadas em casa com faca ou a tiros, à noite ou de madrugada pelos ex-namorados, companheiros ou maridos. Esse é principal perfil das mulheres vítimas de tentativa de feminicídio ou feminicídio consumado no Rio de Janeiro, segundo levantamento da Defensoria Pública do estado (DP-RJ). “Os dados deixam claro que as vítimas de feminicídio são alvos de pessoas próximas, com quem mantiveram ou mantêm relacionamento amoroso, e sofrem de situações de violência em momentos e locais em que se encontram mais vulneráveis”, resume a diretora de Estudos e Pesquisas de Acesso à Justiça, Carolina Haber. A pesquisa, que ...

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    Raiva e esperança na terra dos feminicídios

    De Veracruz, o estado mexicano que registra mais casos de violência contra a mulher, se propagou a convocação da paralisação feminista Por David Marcial Pérez, Do El País O coletivo feminista As Bruxas do Mar, em Veracruz (Foto: CORTESÍA BRUJAS DEL MAR) No porto de Veracruz, o motor industrial do terceiro estado mais populoso do México, os navios descarregavam suas mercadorias normalmente nesta segunda-feira. Do calçadão, Mercedes Reyes atende como todos os dias em sua barraca de sorvetes e raspadinhas de frutas. “Gostaria, mas não consigo parar. Nós trabalhamos por dia”, ela diz, olhando de soslaio para a filha de nove anos, sentada a seu lado. Reyes, de 36 anos, e mãe solteira, não pôde participar da greve, mas diz que duas de suas irmãs não foram trabalhar ––uma professora e outra, funcionária do setor administrativo de uma multinacional. Veracruz é o estado mexicano com mais ...

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    A Lei do Feminicídio foi sancionada no dia 9 de março de 2015. Desde então, mais de 4700 casos foram registrados no país. Foto: Arte de Lari Arantes sobre foto de Ricardo Cassiano

    Lei do Feminicídio completa cinco anos. Entenda por que ela é necessária

    Especialistas explicam funcionamento da lei, sancionada em 9 de março de 2015, e apontam avanços e desafios no enfrentamento à violência contra a mulher no Brasil Por Raphaela Ramos, do O Globo A Lei do Feminicídio foi sancionada no dia 9 de março de 2015. Desde então, mais de 4700 casos foram registrados no país. (Foto: Arte de Lari Arantes sobre foto de Ricardo Cassiano) No dia 9 de março de 2015, a Lei do Feminicídio foi aprovada no Brasil. A partir de então, assassinatos de mulheres envolvendo violência doméstica e questões de gênero passaram a ser qualificados como crimes hediondos, com penas de até 30 anos. A proposta foi elaborada pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Violência contra a Mulher e sancionada pela então presidente Dilma Rousseff. Mais de 4700 feminicídios foram registrados no país durante os cinco anos desde que a lei ...

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    No México, movimento feminista segue mais forte do que nunca para barrar o aumento dos feminicídios, diz Fernanda Acosta, porta-voz do coletivo Brujas del Mar

    No país em que dez mulheres são assassinadas por dia, feministas tomarão as ruas no 8M e planejam uma paralização para o dia 9, para chamar atenção para o que consideram uma emergência nacional Por Rafael Oliveira, Agência Pública Protesto no México contra feminicídio (Guadalupe Pardo/Reuters) No próximo 8 de Março, quando as mexicanas saírem às ruas para o Dia Internacional da Mulher, não será a primeira manifestação feminista de impacto ao longo dos últimos meses. No país em que dez mulheres são assassinadas em média por dia, em um crescimento de 137% do número de casos nos últimos cinco anos, a mobilização de grupos feministas tem se fortalecido em reação à crescente onda de violência de gênero, que muitas vezes resulta em impunidade. Há menos de um mês, em 15 de fevereiro, centenas de mulheres saíram às ruas vestidas de preto, protestando contra o feminicídio ...

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    Número de feminicídios cresce mais uma vez no Brasil

    Mesmo com queda recorde de mortes de mulheres, Brasil tem alta no número de feminicídios em 2019

    São 3.739 homicídios dolosos de mulheres no ano passado, uma queda de 14,1% em relação a 2018. Apesar disso, houve um aumento de 7,3% nos casos de feminicídios – crimes de ódio motivados pela condição de gênero. Por Clara Velasco, Gabriela Caesar e Thiago Reis, do G1 Número de feminicídios cresce mais uma vez no Brasil (Imagem retirada do site G1) O Brasil teve um aumento de 7,3% nos casos de feminicídio em 2019 em comparação com 2018, aponta levantamento feito pelo G1 com base nos dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal. São 1.314 mulheres mortas pelo fato de serem mulheres – uma a cada 7 horas, em média. A alta acontece na contramão do número de assassinatos no Brasil em 2019, o menor da série histórica do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O país teve 19% menos mortes em 2019 que em ...

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    Foto: Red Records

    Campanha acende alerta para luta contra feminicídio e violência contra a mulher em MG

    A ideia do vídeo, produzido em Poços de Caldas, é dar voz às mulheres que não tem, como forma de conscientização e alerta para relacionamentos abusivos. Por Beatriz Mendes, do G1 Foto: Red Records Um estúdio de Poços de Caldas (MG) lançou a campanha "Nenhuma a Menos" contra o feminicídio. O projeto produziu um vídeo, no qual o tema é retratado com música autoral e ainda uma encenação. O Brasil é o quinto país em taxas de feminicídio no ranking mundial, segundo levantamento usado no material. A ideia do projeto surgiu a partir da insatisfação com o aumento de casos de feminicídio no país e na cidade de Poços de Caldas (MG). Em uma conversa, um grupo de artistas teve a ideia de expor a temática de forma didática e que pudesse ser facilmente repercutida. “Nós pensamos no formato de vídeo por conta da forma como ...

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    “Se fôssemos ensinados que Jesus também poderia ser uma mulher, o Brasil estaria no topo do feminicídio?”

    O recado foi mandado pela rainha da Mangueira, Evelyn Bastos (vídeo) Do Brasil247   Evelyn Bastos representou uma versão feminina de Cristo e desfilou vestida (Foto: Marcos Serra Lima/G1) "Jesus pode ser de todos os gêneros. E se fôssemos ensinados, desde criança que Jesus também poderia ser uma mulher, será que o Brasil estaria no topo do feminicídio? Que todos os olhos possam acolher todas as imagens de Jesus, porque ele está no meio de nós", disse a rainha da Mangueira, Evelyn Bastos, na Globo. Confira: "Jesus pode ser de todos os gêneros. E se fossemos ensinados, desde criança que Jesus também poderia ser uma mulher, será que o Brasil estaria no topo do feminicídio? Que todos os olhos possam acolher todas as imagens de Jesus, pq ele está no meio de nós." Rainha Evelyn Bastos pic.twitter.com/x35MBsZtEG — TromPETISTA 🎺 (@Trom_Petista) February 24, 2020

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    Explosão de casos de feminicídio leva a onda de protestos no México

    Casos de feminicídio aumentaram 136% nos últimos cinco anos e levaram a população a protestar, depois do assassinato de menina de 7 anos e do esquartejamento de jovem. Presidente Andrés Manuel López Obrador culpa individualismo e revolta se intensifica Por Rodrigo Craveiro, Do Correio Braziliense Protesto no México contra feminicídio (Guadalupe Pardo/Reuters) Ingrid Escamilla, 25 anos, escreveu em seu perfil no Twitter, em 29 de março de 2018: “O feminismo termina quando o seu melhor argumento é 'pelo fato de sermos mulheres'. Nós somos pessoas”. Passados 320 dias desde a publicação, Ingrid foi brutalmente assassinada a facadas e teve o corpo desmembrado pelo companheiro, em 8 de fevereiro passado. Setenta e duas horas depois, Fatima Cecilia Aldrighett, 7 anos, foi raptada, torturada e teve o cadáver encontrado dentro de uma sacola plástica. Os dois casos aumentaram a revolta da população mexicana contra a “epidemia” de feminicídio ...

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    Ingrid Escamilla, de 25 anos, foi supostamente assassinada por seu parceiro

    Publicação de fotos de corpo de mulher vítima de feminicídio causa indignação no México

    Um caso de feminicídio de uma jovem provocou indignação e gerou críticas sobre o papel da imprensa no México. No BBC Ingrid Escamilla, de 25 anos, foi supostamente assassinada por seu parceiro . (Imagem retirada do site BBC) Ingrid Escamilla, de 25 anos, foi supostamente assassinada por seu parceiro na Cidade do México, que confessou o crime. A polícia identificou o homem, que está preso, como Francisco Robledo, de 46 anos. Ele foi encontrado pela polícia com manchas de sangue e diante do corpo de Escamilla, que apresentava várias lacerações de arma branca. O assassinato aconteceu no domingo (09/02) e as fotos do corpo da vítima foram publicadas nas capas dos tabloides da capital mexicana. A Procuradoria-Geral de Justiça da Cidade do México (FGJCDMX, na sigla em espanhol) informou que pelo menos seis pessoas, policiais e promotores, estão sendo investigadas por vazamento de imagens. Nas redes ...

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    Feminicídio: o que eu tenho a ver com isso?

    Todos os dias mulheres são mortas por homens que, no princípio, elas acreditavam que seriam seus parceiros e companheiros. Pessoas que durante algum tempo elas tiveram vínculos afetivos, em muitos casos tiveram filhos com eles. Esses casos, quando ocorrem, são identificados como feminicídio: mulheres que morrem por serem mulheres, por viverem em uma cultura violenta e machista. Por Flávio Urra, do ECOA  Flávio Urra é coordenador do programa "E Agora, José? Pelo fim da violência contra a mulher"Imagem: Arquivo Pessoal Os índices de feminicídio são alarmantes! O número de casos de assassinato de mulheres em São Paulo subiu, bem como, o número de estupros. O feminicídio tem crescido principalmente entre as mulheres negras. O Brasil é o 5º país no mundo com maior número de feminicídio. No Programa "E Agora, José? Pelo fim da violência contra a Mulher", conversamos com os homens sobre isso, perguntamos a ...

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    Vítimas de feminicídio em 2019 em São Paulo — Foto: Reprodução/Arquivo pessoal

    Casos de feminicídio batem recorde em São Paulo em 2019

    Os 154 casos de janeiro a novembro de 2019 já superam todos as 134 ocorrências ao longo de 2018. 79% têm autoria conhecida e 68% ocorreram em casa. Média de idade da vítima é de 36 anos. Por Cíntia Acayaba e Léo Arcoverde, do G1 Vítimas de feminicídio em 2019 em São Paulo — Foto: Reprodução/Arquivo pessoal Os casos de feminicídio bateram recorde no estado de São Paulo em 2019, com 154 ocorrências entre janeiro e novembro, de acordo com levantamento feito pelo G1 e a GloboNews com base em boletins de ocorrência disponibilizados pela Secretaria Estadual da Segurança Pública (SSP). O número de casos é o maior desde o início da série histórica, em 2015, com a publicação da lei em março, que prevê penalidades mais graves para homicídios que se encaixam na definição de feminicídio, ou seja, que envolvam "violência doméstica e familiar e/ou ...

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    Feminicídio — Foto: Foto: Editoria de Arte/G1

    Denúncias de feminicídio e tentativas de assassinato a mulheres mais que triplicam no país

    Central de Atendimento à Mulher, o Ligue 180, recebeu, em média, uma denúncia de feminicídio ou de tentativa de feminicídio a cada duas horas. Dados são do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Por Léo Arcoverde e Milena Teixeira, do GloboNews, no G1 Feminicídio — Foto: Foto: Editoria de Arte/G1 Denúncias de feminicídio e tentativas de assassinato de mulheres mais que triplicam em todo o Brasil. Dados da Central de Atendimento à Mulher - Ligue 180, serviço do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, apontam que, entre janeiro e outubro deste ano, foram registradas 3.664 denúncias de feminicídio e tentativa de feminicídio em todo o país. Esse número representa um aumento de 272% na comparação com 984 relatos dessa natureza contabilizados no mesmo período de 2018. O levantamento exclusivo foi obtido pela GloboNews por meio da Lei de Acesso à ...

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    PICTURE ALLIANCE VIA GETTY IMAGES
"Não me diga 'feliz dia'. Lute comigo", pede placa de manifestante em Curitiba, quando do dia 8 de março de 2019, Dia Internacional da Mulher.

    Por que é equívoco pensar que a Lei do Feminicídio é solução para violência fatal contra as mulheres

    Número alto de feminicídios no Brasil escancara negligência do Estado no combate à violência contra a mulher, apontam especialistas. Por Ana Ignacio, do Huffpost PICTURE ALLIANCE VIA GETTY IMAGES"Não me diga 'feliz dia'. Lute comigo", pede placa de manifestante em Curitiba, quando do dia 8 de março de 2019, Dia Internacional da Mulher. Na semana passada, o Rio de Janeiro chegou a registrar quatro casos de feminicídio em 48 horas. Adriana Valéria, de 33 anos, foi morta pelo namorado no dia em que fazia aniversário. Jéssica da Silva Salles, de 31, foi morta ao buscar pertences na casa do ex-namorado. Sirlene Ferreira de Lacerda, de 38, foi assassinada pelo ex-namorado com um tiro na cabeça. Os casos são recorrentes e o dado não é novo: a cada cinco dias, no estado do Rio de Janeiro, uma mulher é assassinada pelo simples fato de ser mulher, segundo ...

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    Ato na Esplanada espalha cruzes em lembrança a vítimas de feminicídio — Foto: Brenda Ortiz/G1

    Dia de Combate à Violência contra a Mulher: ato na Esplanada espalha cruzes em lembrança a vítimas de feminicídio

    Data lembrada nesta segunda-feira (25) foi instituída pela ONU. Em Brasília, helicóptero espalhou pétalas de rosa sobre Congresso Nacional. Por Brenda Ortiz e Marília Marques, no G1 Ato na Esplanada espalha cruzes em lembrança a vítimas de feminicídio — Foto: Brenda Ortiz/G1 Um ato em lembrança às vítimas de feminicídio no país espalhou 1.140 cruzes no gramado do Congresso Nacional, na manhã desta segunda-feira (25), em Brasília. A manifestação marca o Dia Internacional de Combate à Violência Contra a Mulher – instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1999. A quantidade de cruzes, segundo uma das organizadoras do ato Gabriele Olivi, representa os números de assassinatos de mulheres – por questões de gênero – registrados no Brasil em 2019. "As cruzes representam mortes no Brasil inteiro. Não é um ato só por Brasília, mas de todo país. Chamamos para a manifestação, mulheres que já foram ...

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    Grupo Mulheres do Brasil se juntou à marcha contra a violência contra a mulher e o feminicídio em Paris, na Praça da Ópera, em 23/11/2019. Divulgação/ Grupo Mulheres do Brasil

    Milhares de mulheres tomam as ruas de Paris para protestar contra a violência e o feminicídio

    Cerca de 50.000 pessoas desfilaram neste sábado (23) em Paris para pedir um basta à violência sexista contra as mulheres e ao feminicídio. Atentendo a um chamado do coletivo #NousToutes - ou Todas Nós, em português -, uma “maré roxa”, tomou as ruas de Paris para dar visibilidade à causa e pressionar as autoridades a tomarem medidas concretas, no contexto do aumento alarmante do número de vítimas. Do RFI Grupo Mulheres do Brasil se juntou à marcha contra a violência contra a mulher e o feminicídio em Paris, na Praça da Ópera, em 23/11/2019. (Foto: Divulgação/ Grupo Mulheres do Brasil/Reprodução RFI) Todos os anos na França, 250.000 mulheres são vítimas de violência e a cada dois dias uma mulher é morta por seu cônjuge ou ex-cônjuge. Diante dessa realidade, a organizadora da marcha, Caroline de Haas, e seu coletivo #NousToutes chamam Emmanuel Macron para decretar um ...

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    Senadoras comemoram aprovação da PEC na noite de hoje
Imagem: Ascom Simone Tebet

    Senado aprova PEC que torna feminicídio crime imprescritível e inafiançável

    O Senado Federal aprovou hoje, por unanimidade, a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que inclui o feminicídio e o estupro no rol de crimes inafiançáveis e imprescritíveis. Por Hanrrikson de Andrade, de Universa Senadoras comemoram aprovação da PEC na noite de hoje (Imagem: Ascom Simone Tebet) O projeto recebeu aval do plenário da Casa tanto no primeiro turno (58 votos a zero) quanto no segundo turno (60 a zero), realizados no mesmo dia por força de um acordo entre os líderes para quebra de interstício (intervalo regimental entre os dois turnos). A matéria segue agora para a Câmara dos Deputados, onde iniciará nova tramitação. Um dos objetivos da proposição é reduzir a possibilidade de fuga de assassinos de mulheres. Tornando-o imprescritível, isto é, sem prazo de validade, o criminoso poderia ser julgado mesmo anos depois de matar pelo simples fato de a vítima ser mulher. ...

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    Mulheres organizam ato para discutir meios de combater o feminicídio no DF

    Assembleia está marcada para o próximo sábado (26/10), às 15h, no Museu Nacional Por Rayssa Brito, do Correio Braziliense Cartaz do evento lembra o nome das vítimas de feminicídio no DF em 2019 (foto: Divulgação) O Distrito Federal teve ao menos 26 casos de feminicídio em 2019. Diante desta triste realidade, um grupo decidiu organizar uma assembleia para discutir caminhos para combater a violência doméstica e o assassinato de mulheres em razão do gênero. O encontro está marcado para o próximo sábado (26/10), às 15h, no Museu Nacional. Uma das organizadoras, Ayla Viçosa diz que ato foi construído por mulheres de diversas organizações, movimentos, partidos e entidades do DF(foto: Arquivo pessoal ) Uma das organizadoras, a socióloga e professora Ayla Viçosa, 25 anos, explica que o evento foi construído por mulheres de diversas organizações, movimentos, partidos e entidades do DF. "Essa amplitude ...

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