domingo, novembro 27, 2022
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Faroeste, aventura, caubóis e racismo são tema do novo filme de Quentin Tarantino

Depois de surpreender o público com Bastardos inglórios – filme que subverteu a história em favor do humor “assassinando” Hitler dentro de uma sala de cinema – , o diretor Quentin Tarantino vem aí. Seu novo filme, Django livre, que estreou esta semana nos Estados Unidos, junta faroeste, aventura, caubóis e racismo.

Na trama passada no século 19, Jamie Foxx interpreta o escravo cuja liberdade é comprada por um ex-dentista, interpretado por Christoph Waltz. Esse ótimo ator austríaco, aliás, levou o Oscar e o Globo de Ouro em 2010 pelo incrível vilão nazista de Bastardos inglórios. Caçadores de recompensas, os dois passam a vida atrás de assaltantes e ladrões de gado até decidirem acertar contas com fazendeiros brutais e racistas do Sul dos Estados Unidos.

O longa já está na lista dos favoritos ao Oscar 2013 e recebeu cinco indicações ao Globo de Ouro. Outro destaque do elenco é Samuel L. Jackson, parceiro antigo dos projetos de Tarantino.

Vilão

A surpresa de Django livre é Leonardo DiCaprio. Desta vez, ele faz um vilão racista – o que não é pouca coisa quando se atua sob as lentes de Quentin Tarantino. O galã, logicamente, também bate ponto na lista do Oscar 2013 com sua nova empreitada.

Tarantino tem elogiado DiCaprio em suas entrevistas. Disse ter se sentido “muito bem” em transformar o bonitão em um sujeito asqueroso. O cineasta comparou o personagem dele, Calvin Candie, a um Calígula do Sul norte-americano. A estreia do faroeste no Brasil está prevista para 18 de janeiro.

Assista ao trailer de Django livre:

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