Resultados da pesquisa por 'homicídio'

Homicídios de negras crescem enquanto os de brancas caem

Mapa da Violência aponta alta de 54% nas mortes de pardas e pretas; as de brancas reduziram 9,8% Por JOANA SUAREZ, do O Tempo  Luiz Tito | Ag. A TARDE Quando se fala em violência contra a mulher, a cor da pele faz a diferença. Nos últimos anos, os homicídios de negras no Brasil cresceram 54,2%, enquanto os de brancas, caíram 9,8%. Esses números estão no Mapa da Violência de 2015 e são os mais atuais que evidenciam uma realidade de opressão sobre a mulher negra, muito ligada a uma cultura antiga de hipersexualização e exploração. Não por acaso, movimentos sociais e militantes da causa comemoraram o fato de a Globeleza – símbolo do Carnaval da TV Globo – ter aparecido vestida, neste ano, na vinheta da festa, após anos seminua, e dividindo a tela com outros personagens carnavalescos que representam a diversidade do país. . Para Larissa Borges, o problema ...

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POLONEZ / SHUTTERSTOCK

Goiás é o segundo Estado com mais homicídios de mulheres

Mulheres pretas e pardas são as que mais sofrem com a violência Por Karla Araujo, do Mais Goiais  POLONEZ / SHUTTERSTOCK Goiás é o segundo Estado brasileiro que mais teve homicídios de mulheres em 2014. O dado foi divulgado nesta semana no Panorama da Violência Contra as Mulheres no Brasil, publicado pelo Observatório da Mulher contra a Violência do Senado Federal. De acordo com a pesquisa, Goiás registrou taxa de 8,4 homicídios por 100 mil mulheres, o número é superior à média nacional, de 4,6 homicídios por 100 mil mulheres. Goiás fica atrás apenas de Roraima, que teve taxa de 9,5 para cada 100 mil mulheres. O levantamento aponta ainda que a violência letal registrada no ano foi maior contra mulheres pretas e pardas, uma vez que a taxa de homicídios relativa a essas mulheres se mostrou quase duas vezes superior àquela relativa a homicídios de mulheres ...

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Homicídios no estado têm alta de 36,5% em novembro

Segundo o Instituto de Segurança Pública, foram registradas 461 mortes Fonte: O Globo por, Elenilce Bottari RIO - Os homicídios no estado subiram 36,5% no mês de novembro, indicando um agravamento da violência no estado. Foram registradas 461 casos no período, representando um aumento de 121 vítimas, ou de 36,5%, em relação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado dos últimos onze meses de 2016, foram registradas 4.572 mortes, 754 vítimas a mais do que no mesmo período de 2015. Grande parte do aumento dos homicídios no acumulado do ano foi registrada em municípios da Baixada Fluminense e da Região Norte do estado, além de São Gonçalo. A partir de novembro, o Instituto de Segurança Pública (ISP) passa a divulgar, mensalmente, dados relativos à incidência de “feminicídio” e “tentativa de feminicídio” por área de delegacia, cumprindo o determinado pela Lei 7.448 de 13 de outubro de 2016. As vítimas ...

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Homicídios cometidos por policiais aumentaram 85% às vésperas da Rio 2016

Os homicídios cometidos por policiais militares na cidade do Rio de Janeiro aumentaram 85% nos quatro meses (de abril a julho) que antecederam os Jogos Olímpicos Rio 2016, na comparação com o mesmo período do ano passado. De abril a julho deste ano, o Instituto de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro registrou 168 homicídios decorrentes de operações policiais contra os 91 do ano passado. O aumento chegou a 103% somente entre abril e junho. Por  Flávia Villela, no HUFFPOST BRASIL Os dados fazem parte do relatório Legado de Violência: Homicídios pela Polícia e Repressão a Protestos na Olimpíada Rio 2016, lançado nesta quinta-feira (15) pela Anistia Internacional. Desde janeiro, 244 pessoas morreram nessas condições. Em 2015, foram 200 mortes de janeiro a julho, evidenciando um aumento de 22% no número de homicídios cometidos por policiais em serviço. Em todo o estado, esse número chegou a 470 de janeiro ...

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Brasil tem 6,5 homicídios por hora, 57 mil assassinatos registrados, aponta Mapa da Violência

De acordo com Mapa da Violência2016, em 2014, país teve 57 mil assassinatos registrados. Alagoas é o estado com mais homicídios de negros. no G1 O Brasil registrou 57 mil homicídios em 2014, de acordo com o estudo “Mapa da Violência 2016, coordenado pelo professor e sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, diretor de pesquisa do Instituto Sangari e coordenador da Área de Estudos sobre Violência da Faculdade Latino-americana de Ciências Sociais (FLACSO). O dado corresponde a 6,5 assassinatos por hora. Publicado pela primeira vez em 2005, o levantamento conclui que “ficou evidente o progressivo, sistemático e ininterrupto incremento das taxas de homicídio por arma de fogo”. O estudo avalia dados de mortes causadas por acidente, homicídio, suicídio ou motivo indeterminado causadas com uso de arma de fogo entre 1980 e 2014. O levantamento usou dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)  do Ministério da Saúde de 2014 para mostrar ...

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Homicídios são a principal causa de morte de crianças e adolescentes, diz estudo

Por dia, 29 crianças e adolescentes são assassinadas no Brasil, de acordo com estudo da Faculdade Latino Americana de Ciências Sociais (Flacso) Brasil divulgado hoje (30). O número coloca o país em terceiro lugar em homicídios de crianças e adolescentes em uma lista de 85 nações. O número de vítimas negras é quase três vezes maior que o de brancas. Por Mariana Tokarnia Do Agencia Brasil Segundo o relatório Violência Letal Contra as Crianças e Adolescentes do Brasil, os homicídios são a principal causa do aumento drástico das mortes de crianças e adolescentes por causas externas. Os assassinatos representam cerca de 2,5% do total de mortes até os 11 anos e têm um crescimento acentuado na entrada da adolescência, aos 12 anos, quando causam 6,7% do total de mortes nessa faixa etária. Entre as mortes ao 14 anos, 25,1% são por homicídio, percentual que atinge 48,2% na análise dos óbitos aos ...

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Brasil registra 10% dos homicídios do mundo; jovens negros tem 147% mais chance de ser vítima

O Atlas da Violência 2016, divulgado pelo Ipea, mostra que 10% de todos os homicídios registrados no mundo, em 2014, aconteceram no Brasil. De acordo com o estudo, os casos aumentaram 29,1% entre 2004 e 2014, pulando de 48.909 para 59.627 mortes. NORDESTE O documento destaca também que, a partir de 2008, o número de mortes tem crescido mais em cidades menores, no interior do Brasil, especialmente no Nordeste, do que nas metrópoles do Sul e Sudeste. NEGROS Outro dado é que, aos 21 anos de idade, negros e pardos possuem 147% a mais de chances de ser mortos, em relação a indivíduos brancos, amarelos e indígenas. No período estudado, houve aumento de 18,2% na taxa de homicídios de afrodescendentes e redução de 14,6% de outras vítimas. MULHERES Já o número de homicídios de mulheres de todas as raças cresceu 11,6% entre 2004 e 2014, de 3.830 para 4.757 casos. ...

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Estudo revela que 50% das vítimas de homicídio nos EUA é negra

De acordo com a ONG, que considera que se trata de um problema com características de "crise nacional", o foco dos esforços para reduzir os números de homicídios nos Estados Unidos passa por "reduzir o acesso e a exposição às armas de fogo". O estudo, segundo a VPC, foi elaborado a partir dos dados mais recentes do FBI sobre o tema, contidos no "Relatório Suplementar de Homicídios" até agora não publicado e correspondente ao ano de 2013. Nesse ano, 6.217 negros foram vítimas de homicídio, o que significa 16,91 para cada 100 mil habitantes, enquanto no caso dos brancos a taxa foi de 2,54 para cada 100 mil. A taxa nacional de homicídios foi em 2013 nos Estados Unidos de 4,27 por 100 mil. A maioria das vítimas é homem (87%) e a idade média é 31 anos. Para a VPC, esses números mostram a "devastação" que os homicídios estão ...

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Policial em patrulhamento após chacina que deixou oito mortos em São Paulo em abril de 2015; ordem teria partido da facção PCC.

PCC não derrubou homicídios sozinho em SP, dizem pesquisadores

Explicar a queda dos homicídios no Estado de São Paulo apenas pela "hipótese PCC" - controle da violência pelo crime organizado - é simplificar as engrenagens sociais de um fenômeno de causas múltiplas, afirmam pesquisadores. Por Thiago Guimarães, do BBC Por essa perspectiva, fatores como envelhecimento da população, melhoras na política de segurança pública e ações de desarmamento devem ser considerados na equação da violência letal do Estado. Na semana passada, a BBC Brasil publicou entrevista com o professor canadense Graham Willis, da Universidade de Cambridge (Inglaterra). O pesquisador acompanhou por três anos a rotina de policiais que apuram homicídios em São Paulo e visitou uma comunidade controlada pelo PCC (Primeiro Comando da Capital) na capital paulista. Concluiu que a facção "regula a morte e a vida" no Estado, e é a principal responsável pela queda de 73% na taxa de homicídios desde 2001. Nesse cenário de controle social paralelo, afirma ...

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Flávio Gomes: São Paulo conta vários mortos como um só. Folha celebra queda de homicídios na manchete e esconde o essencial no texto

A manchete da “Folha” hoje grita, em corpo (tamanho de letra) usado somente em casos muito especiais (atentados terroristas, acidentes aéreos, grandes tragédias): “SP registra menor taxa de homicídios em 20 anos”. por Flávio Gomes, no Viomundo  Faltou colocar um ponto de exclamação, e tenho certeza que alguém lá quase fez isso. Os métodos do governo Alckmin são exaltados e o tom das matérias é de comemoração. Me senti vivendo em Genebra, ou numa pequena vila do interior austríaco. Aí, perdido no texto, explica-se que na esquisita — esse “esquisita” é por minha conta — metodologia usada pela Secretaria de Segurança do Estado uma chacina, por exemplo, é considerada UMA morte para efeitos estatísticos, ainda que ela mate cinco, oito, dez pessoas. Por esse método, oito mortos se transformam em… UM! A taxa também é calculada sem considerar casos de latrocínio (não são homicídios, incrível…) e assassinatos cometidos pela PM ...

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Salvador e região já somam mais de 100 homicídios em 19 dias de janeiro

Dados estão no site da Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA). Mulher morta ao ser baleada no Largo do Tanque foi enterrada nesta terça. Do G1  Salvador e região registraram, em 19 dias de janeiro de 2016, quase 100 mortes resultantes de crimes de homicídios, segundo dados obtidos com a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) nesta terça-feira (19). O número representa cerca de cinco pessoas mortas por dia. Já as tentativas de homicídios chegam a 19 nesse mesmo período. No mês de janeiro de 2015, durante todo o período foram 180 homicídios. De acordo com a SSP, o balanço não soma as ocorrências por balas perdidas porque esse tipo de crime não é registrado pelo órgão. Uma turista alagoana de 30 anos morreu na quinta-feira (14), dia da Lavagem do Bonfim, após ser atingida por duas balas perdidas em Fazenda Grande do Retiro, em Salvador. Os dados da pasta ...

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“Você matou meu filho!”: Homicídios cometidos pela Polícia Militar na cidade do Rio de Janeiro

“Você matou meu filho!”: homicÍDioS cometiDoS Pela PolÍcia militaR Na ciDaDe Do Rio De JaNeiRo Este relatório da Anistia Internacional apresenta investigação exclusiva sobre execuções extrajudiciais, homicídios e outras violações de direitos humanos praticados pela Polícia Militar na cidade do Rio de Janeiro. Execuções extrajudiciais cometidas por policiais são frequentes no Brasil. No contexto da chamada “guerra às drogas”, a Polícia Militar tem usado a força letal de forma desnecessária e excessiva, provocando milhares de mortes ao longo da última década. As autoridades utilizam com fre- quência os termos “auto de resistência” ou “homicídio decorrente de intervenção policial” (usados nos registros de mortes provocadas por policiais em serviço e justi cadas com base na legítima defesa) como uma “cortina de fumaça” para encobrir execuções extrajudiciais promovidas pelos policiais. Este relatório se baseia em uma série de casos de homicídios praticados por policiais militares nos anos de 2014 e 2015 na cidade ...

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Qual é o perfil das mulheres vítimas de homicídio/feminicídio?

Essa é a pergunta que consta no Mapa da Violência 2015 - Homicídio de Mulheres no Brasil, onde acrescentei a nomenclatura feminicídio, devido a designação ser recente no meio jurídico brasileiro (conforme a Lei 13.104/2015), para dar assim visibilidade a essa violência de gênero específica. Entre 1980 e 2013 os quantitativos passaram de 1.353 homicídios para 4.762, um crescimento de 252,0%. Considerando o aumento da população feminina no período, o incremento das taxas foi de 111,1%. Do Fendepol Em relação às mulheres assassinadas, se tomarmos como ponto de partida a idade de 18 anos aos 30, a proporção sobe para 43% do total de homicídios: acima de 4 em cada 10 mulheres, foram vítimas de feminicídio cometido pelo parceiro ou ex-parceiro. Em 2013 morreram assassinadas, proporcionalmente ao tamanho das respectivas populações, 66,7%mais meninas e mulheres negras do que brancas. Houve, nessa década, um aumento de 190,9% na vitimização de negras. ...

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Homicídios de negras aumentam quase 20% e de brancas caem 12%, diz estudo

Entre 2003 e 2013, a taxa de homicídios de mulheres negras no Brasil aumentou 19,5%, enquanto a taxa de homicídios contra mulheres brancas caiu 11,9%. Os dados são do estudo Mapa da Violência 2015 - Homicídios de Mulheres divulgado nesta segunda-feira (9) e produzido pela Flacso (Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais). Em 2013 (dados mais recentes disponíveis), 7,8 mulheres negras foram assassinadas todos os dias. Em geral, a taxa de homicídios cometidos contra mulheres no Brasil cresceu 8,8% no mesmo período. Por Leandro Prazeres, do UOL De acordo com o estudo, em 2003, a taxa de homicídios de mulheres negras no Brasil era de 4,5 para cada 100 mil habitantes. Onze anos depois, em 2013, a taxa subiu para 5,4/100 mil habitantes. Em contrapartida, as taxas de homicídios de mulheres brancas caíram de 3,6/100 mil habitantes em 2003 para 3,2/100 mil habitantes. Para o coordenador do estudo, Julio Jacobo Waiselfisz, a ...

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Taxa de homicídios de mulheres negras é mais que o dobro da de mulheres brancas

A taxa de mulheres negras vítimas de homicídios no país é mais que o dobro da de mulheres brancas. Para cada 100 mil habitantes, o número é de 7,2 e 3,2 respectivamente. Os dados estão no Diagnóstico dos Homicídios no Brasil: Subsídios para o Pacto Nacional pela Redução de Homicídios, divulgado hoje (15) pela Secretaria Nacional de Segurança Pública, do Ministério da Justiça. Por Yara Aquino Do Brasil247 O documento foi elaborado para subsidiar políticas públicas de combate à violência como parte de um pacto para reduzir as mortes violentas em 81 localidades que concentram cerca de 50% do total de homicídios dolosos registrados no Brasil A taxa de mulheres negras vítimas de homicídios no país é mais que o dobro da de mulheres brancas. Para cada 100 mil habitantes, o número é de 7,2 e 3,2 respectivamente. Os dados estão no Diagnóstico dos Homicídios no Brasil: Subsídios para o Pacto ...

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Especialistas discutem atuação da polícia e redução de homicídios no Rio

A Segurança Pública estará no centro das discussões de integrantes do Banco Mundial (Bird), do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), do Ministério da Justiça, das Organizações das Nações Unidas (ONU) e do Parlamento inglês. Junto com especialistas nacionais e internacionais, eles participam no Rio do 9º Encontro Anual de Segurança Pública, de amanhã (28) a sexta-feira (31). O tema principal desta edição é Priorizando a Vida: Estratégias para Redução dos Homicídios no País. Por Cristina Indio do Brasi, da Agência Brasil  O encontro organizado, promovido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), terá debates na Fundação Getulio Vargas, na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e na Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro. Durante os quatro dias, estão programadas, entre outras atividades, 34 mesas e oficinas, três conferências internacionais e um workshop. Um dos trabalhos que serão apresentados no encontro foi realizado pelo Laboratório de Análise da Violência ...

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“Uma CPI para nada” – uma análise sobre a da CPI de Homicídios de Jovens Negros e Pobres

Sessão da CPI sobre o Extermínio da Juventude Negra em Brasília / Lena Azevedo no Justiça Global Veja abaixo a análise feita por Lena Azevendo, jornalista e pesquisadora da área de Violência Institucional e Segurança Pública da Justiça Global, sobre a CPI de Homicídios de Jovens Negros e Pobres: “Uma CPI para nada” Há muito tempo as Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) perderam o sentido de ser, seja por serem criadas como instrumento de disputas políticas entre partidos de oposição e governo, ou ainda pela ineficácia de suas recomendações. É verdade que algumas conseguiram realizar diagnósticos profundos e ter conseqüências imediatas, sobretudo para os setores atingidos, como, por exemplo, a CPMI que investigou a Violência contra a Mulher, em 2012. Mas é fato que os resultados da maioria são questionáveis. Entretanto, há situações em que CPIs além de não investigarem o que se dispuseram, servem para invizibilizar e mascarar ainda mais ...

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Brasil, Rio de Janeiro, RJ. 10/04/2011. Pessoas depositam flores e mensagens em homenagem às vítimas do massacre na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro, três dias após o tiroteio. Por volta das 8h30 de 7 de abril de 2011, Wellington Menezes de Oliveira, de 24 anos, invadiu a Escola Municipal Tasso da Silveira no bairro do Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro, e disparou contra os alunos, matando doze crianças, dez meninas e dois meninos, com idade entre 12 e 14 anos. Outras 22 pessoas ficaram feridas. Wellington, ex-aluno do colégio, cometeu suicídio ao ser interceptado por um policial dentro da escola. - Crédito:TASSO MARCELO/ESTADÃO CONTEÚDO/AE/Codigo imagem:87620

#ECA25anos: Homicídio de crianças e adolescentes é o maior desafio do Brasil

No aniversário de 25 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente, comemorado nesta segunda-feira (13), o Unicef divulgou um estudo com os avanços e um alerta para o Brasil. O mais preocupante é a taxa de homicídios no grupo de pessoas com até 19 anos. Os casos mais que dobraram entre 1990 e 2013 e fazem com que o Brasil seja o segundo país que mais mata crianças e adolescentes, só perde para a Nigéria. no Brasil Post por Grasielle Castro O Unicef identificou ainda que os principais avanços do País não alcançam determinados grupos."Muitas crianças e adolescentes estão sendo deixados para trás em razão de sua raça ou etnia, condição física, social, gênero ou local de moradia", ressalta o #ECA25anos. Um exemplo é a mortalidade de crianças indígenas. "Elas têm duas vezes mais risco de morrer antes de completar 1 ano do que as outras crianças brasileiras e estão entre os grupos mais vulneráveis em áreas como educação", aponta o estudo. ...

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Delegacia de Homicídios da Baixada acredita em crime de ódio

'Tudo indica que tenha sido um crime de ódio, por conta das marcas encontradas no peito dele', afirma delegado Do O Dia A Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) está investigando a morte do ator e produtor cultural Adriano da Silva Pereira, de 33 anos. Responsável pelo caso, o delegado-titular Fábio Cardoso, disse que existem várias linhas de investigação, mas que tudo indica que Adriano foi vítima de crime de ódio. "Não descartamos nenhuma hipótese, mas tudo indica que tenha sido um crime de ódio, por conta das marcas encontradas no peito dele. O ferimento é uma característica muito comum de crime de ódio, preconceito por ele ser homossexual e adepto ao candomblé", disse ao RJTV. De acordo com parentes que fizeram o reconhecimento no Instituto Médico Legal (IML), o corpo da vítima apresentava perfurações parecidas com facadas e marcas de espancamento por diversas partes. Familiares também acreditam que ...

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Racismo e violência policial são apontados em CPI como maiores causas de homicídios de jovens

O racismo, a militarização da polícia e a falta de políticas sociais foram apontados como os principais responsáveis pelo aumento das mortes de jovens por homicídio no Brasil. A conclusão é de representantes de entidades da sociedade civil ligadas ao tema que participaram de audiência pública, nesta segunda-feira (25), promovida pela CPI criada para investigar o problema. Do Senado.gov Para a advogada Natália Damazio Pinto Ferreira, representante da Justiça Global, a situação piorou a partir da década de 90 com a política de guerra às drogas e o aumento do militarismo na segurança pública que passa a incidir diretamente nas favelas. Natália criticou e recomendou o fim do auto de resistência que permite a justificação de lesões e mortes decorrentes das ações policiais. Na sua avaliação, o dispositivo garante a violência aos direitos humanos sem que isso seja considerado violação grave, além da remoção de cadáveres sem perícia, do impedimento ...

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