segunda-feira, julho 13, 2020

    Tag: bell hooks

    Bell Hooks/ Foto: retirado no Google imagens.

    “Amar a negritude”: a descolonização na luta antirracista

    Uma das coisas mais difíceis é você amar aquilo que você vê. Bell Hooks (2010) escreve, "a arte e a forma de amar começa na capacidade de nos conhecer e nos afirmar" (s/p). Olhar para o espelho e nos reconhecer como seres humanos incríveis é um processo que está sempre em construção. Olhar para si sem crítica e sem julgamentos é uma tarefa quase impossível em uma sociedade racista. Porém sendo "quase" significa que a capacidade de nos amar é tarefa alcançável. Amar esse corpo escuro; esses cabelos rebeldes; esse nariz largo; essa boca grande; amar a si do jeitinho que se sente mais confortável.  Repito a palavra “amar”, pois como bem aponta a autora, “o amor cura”. Não venho querendo explicar o que é o amor, cada um sabe e entende de forma diferente o significado dessa palavra, venho expressar um pouco de todo turbilhão que eu sinto/senti nesses ...

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    bell hooks (photo by Liza Matthews) and Thich Nhat Hanh (photo by Velcrow Ripper).

    Construindo uma comunidade de amor

    Thich Nhat Hanh, monge budista, tem sido uma presença em minha vida, como um professor e guia, por mais de vinte anos. Nos últimos anos eu comecei a duvidar da conecção de coração que eu sentia com ele porque a gente nunca havia se encontrado ou falado um com o outro, e ainda assim seu trabalho estava sempre presente no meu. Comecei a sentir a necessidade de encontrá-lo cara a cara, mesmo enquanto minha intuição continuava dizendo que isso aconteceria na hora certa. Meu trabalho com o amor tem sido confiar que a intuição continuava dizendo que acontecereria quando fosse a hora certa. Meu trabalho com o amor tem sido confiar nesse conhecimento intuitivo. Aqueles que me conhecem intimamente sabem que eu tenho contemplado o lugar e significado do amor nas nossas vidas e cultura por anos. Eles sabem que quando um assunto atrai minha imaginação intelectual e emocional, eu ...

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    Clássico do feminismo negro, obra de estreia de bell hooks é relançada no Brasil

    E Eu Não Sou Uma Mulher? examina o impacto do sexismo e do racismo nas mulheres afro-americanas Por Marília Moreira, Do Correio (Foto: Imagem retirada do site Correio) Uma das maiores referências contemporâneas quando o assunto é a intersecção entre feminismo e mulheres negras, bell hooks, 67 anos, teve o seu livro de estreia relançado no Brasil mês passado, 38 anos depois da primeira publicação. Em E Eu Não Sou Uma Mulher? Mulheres Negras e Feminismo (Record | R$ 40 | 320 págs), a autora examina o impacto do sexismo e do racismo nas mulheres negras durante a escravidão nos Estados Unidos, e parte daí para pensar a desvalorização da “mulheridade” negra, o sexismo dos homens brancos e negros, o racismo entre as feministas e os estereótipos dos quais as mulheres negras são vítimas ainda hoje. (Foto: Imagem retirada do site Correio) ...

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    Mover-se para além da dor

    Para sermos livres, devemos escolher além de só sobreviver à adversidade Por Djamila Ribeiro, Da Folha de S.Paulo (Foto: Lucas Lima/UOL) Sempre me fascinou a maneira pela qual muitas feministas negras escreveram de modo a nos inspirar a viver além da dor, de não permitirmos que nossa existência seja somente marcada por violências. Por mais que seja assim, posto que a sociedade é estruturada por racismo, machismo e capitalismo, muitas trazem a importância de encontrarmos nossas próprias definições. A autora bell hooks —assim em minúsculo, a pedido dela—, é uma importante feminista negra americana, dessas que nos fazem refletir nesse sentido. Em um texto, ela questiona o álbum “Lemonade”, de Beyoncé. Segundo a autora, por mais que o disco use narrativas de mulheres negras, ele seria mais um produto que confina essa mulher a um lugar de submissão. Diz hooks: “Para sermos verdadeiramente livres, devemos escolher ...

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    A pedagogia negra e feminista de bell hooks

    Roda de Conversa que acontece em 21 de março no marco do lançamento de Olhares Negros pela Editora Elefante, pretende refletir sobre a importância da obra de bell hooks para a compreensão de questões raciais e de gênero Da Fundação Rosa Luxemburgo Divulgação/ Fundação Rosa Luxemburgo Para ela, nada tem mais importância do que as ideias e o conhecimento: “o mais importante em meus livros é a substância e não quem sou eu”. Por isso, bell hooks escreve seu nome desta forma: somente com letras minúsculas. Com uma vasta produção ( possui mais de 30 livros, o que inclui obras infantis), a feminista, escritora, crítica cultural e ativista estadunidense é pouco conhecida (e traduzida) no Brasil para além dos círculos de organizações acadêmicas e de movimentos de mulheres negras. Porém, há um crescente interesse pela obra de hooks que fornece elementos fundamentais para a compreensão de questões conectadas ao debate ...

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    O amor que liberta nasce de uma mulher

    Se recebi algum amor, foi do universo feminino, da minha mãe, minhas avós, minhas tias e amigas; aprendi que amor recebido não se agradece, se retribui Por Juliana Gonçalves Do Calle2 Muitas mulheres negras sentem que em suas vidas existe pouco ou nenhum amor. Essa é uma de nossas verdades privadas que raramente é discutida em público…” Esse é o segundo parágrafo do texto Vivendo de Amor da escritora afro americana, teórica feminista e crítica cultural, bell hooks (o nome é grafado em letras minúsculas porque bell acredita que a sua escrita é maior do que ela mesma). Essa falta de amor relatada pela escritora seria o resultado final para as mulheres de um processo histórico fincado à época da escravidão. Em 2013, refleti sobre isso e produzi o texto “Afetividade negra – por que beijar sua preta em praça pública é um ato de resistência’’. Ali escrevi essencialmente sobre o amor romântico e heteronormativo. ...

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    Bell Hooks: Por uma pedagogia interseccional

    “É fundamental diminuir a distância entre o que se diz e o que se faz, de tal forma que, num dado momento, a tua fala seja a tua prática.” - Paulo Freire Por Andrersa Ribeiro da Silva Do Pretaepistemica enviado por e-mail para o Portal Geledés Fundamentando-se em sua história de superação pessoal por meio da teoria libertadora, Bell Hooks nos mostra que, na educação quando a nossa experiência de vida está intrinsecamente ligada à teorização, não existe uma separação entre a teoria e a prática. Na teoria como prática libertadora, a autora traz a teorização como um processo crítico e reflexivo que pode levar a uma mudança, uma prática, uma cura do indivíduo ou do coletivo, desde que seja direcionada para este fim. Como feminista negra interseccional, a escritora reivindica constantemente a teoria dentro do ativismo (tanto na forma escrita, quanto na forma oral) e desenvolve o capítulo propondo centralizar a discussão ...

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    Mover-se alem da dor – bell hooks

    Texto original por bell hooks Limonada fresca é minha bebida de escolha. Na minha pequena cidade do Kentucky, meninas bonitas, pretas, marrons e brancas arruman suas barraquinhas de limonada e praticam a arte de fazer dinheiro - são negócios. Como uma mulher negra crescida que acredita no manifesto “Garota, arrume o seu dinheiro” minha primeira reação ao álbum visual de Beyoncé, Lemonade, foi UAU-este é o ápice do negocio capitalista de se “fazer dinheiro”. Tradução de Rafael Whig no Negro Neguslimon Os espectadores que gostam de sugerir que Lemonade foi criado exclusivamente ou principalmente para o público feminino preto estão perdendo o ponto. Commodities, independentemente do seu assunto, são feitas, produzidas e comercializadas para atrair qualquer e todos os consumidores. A audiência de Beyoncé é o mundo e o mundo dos negócios, e ganhar dinheiro não tem cor. O que torna essa produção -isto é, este commoditie - desafiadora é o seu tema. Obviamente ...

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    Foto: Reprodução/Youtube/Formation

    Bell hooks Offers Complicated Criticism on Beyoncé’s ‘Lemonade’

    bell hooks has a bit of a history with Beyoncé. In 2014, she drew criticism for saying that Beyoncé's image is anti-feminist and a "terrorist" for young women. The noted cultural critic and scholar today published her thoughts on Beyoncé's visual album Lemonade.  The article titled "Moving Beyond Pain" explores what bell believes to be blind spots of the superstar's latest work. hook reminds us not to forget that the work is a product for mass consumption, "this is the business of capitalist money making at its best." But she offers the short film praise for the depth of its representation of Black women. It is the broad scope of Lemonade’s visual landscape that makes it so distinctive—the construction of a powerfully symbolic black female sisterhood that resists invisibility, that refuses to be silent. This in and of itself is no small feat—it shifts the gaze of white mainstream culture. ...

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    Emma Watson vai se focar no feminismo em 2016. Antes, ela dá um conselho às jovens que todo mundo deveria ouvir

    A atriz britânica Emma Watson vai ficar longe das telonas neste ano. Ela escolheu 2016 para ser uma temporada de imersão pessoal, regada a muita leitura e feminismo. Foi isso e muito mais que a atriz abordou em um bate papo com a escritora americana e ativista feminista Bell Hooks. A teor da conversa foi publicado pela revista cultural nova-iorquina Paper Magazine. Por Thiago de Araújo, do HuffPost Brasil “Ficarei um ano sem atuar para me focar em duas coisas, realmente. O meu desenvolvimento pessoal é uma delas (...). Estou lendo muito e estudando por conta própria. Eu até pensei em me dedicar ao estudo de gênero por um ano, então eu vi que estava aprendendo muito apenas conversando com pessoas e lendo”, explicou Emma. No bate-papo, ela falou do seu papel como embaixadora da Boa Vontade de ONU Mulheres, da sua participação em campanhas como HeForShe, e a contribuir para acabar com a ...

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    @THEBOLDCHICK

    O amor tem cor?

    Muitas mulheres negras sentem que em suas vidas existe pouco ou nenhum amor. Essa é uma de nossas verdades privadas que raramente é discutida em público. Essa realidade é tão dolorosa que as mulheres negras raramente falam abertamente sobre isso. Bell Hooks Enviado por Caroline Louise via Guest Post para o Portal Geledés @THEBOLDCHICK   Um pouco antes de passar pelo processo de transição capilar, passei por um período no qual eu buscava ler estudos e blogs que tratassem de assuntos sobre a questão da consciência identitária da mulher negra e sua relação com o cabelo. Acontece que em uma dessas buscas acabei me deparando com uma temática que me intrigou muito e da qual eu nunca havia me questionado: “o mercado matrimonial da mulher negra e a decorrente solidão afetivo-sexual”2. Li diversos relatos de mulheres negras, de diferentes classes e capital cultural, e todas traziam uma narrativa muito parecida no que ...

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    Intelectuais Negras – Por: Bell Hooks

    Muitas vezes eu estava num terrivel deserto sofrendo estranhas coisas e agonias tinha como sombra a solidão cósmica. Nada e ninguém em minha volta na verdade me tocava Uma das menções deste mundo e que pouca gente tem visões e sonhos Zora Neale Hurston Dust Tracks on the Road Temos obrigação como negras de nos projetar na revolução Kay Lindsey The Black Woman as a Woman O enorme espaço que o trabalho ocupa hoje na vida das mulheres negras segue um padrão estabelecido nos primeiros dias da escravidão Como escravas o trabalho compulsono obscurecia todos os outros aspectos da existência das mulheres Parece pois que o ponto de partida para uma investigação da vidas das negras sob a escravidão seria uma avaliação de seus papeis como trabalhadoras Angela Davis Women Race and Class Vivendo numa sociedade fundamentalmente anti-intelectual e difícil para os intelectuais comprometidos e preocupados com mudanças sociais radicais afirmar sempre que o trabalho que fazemos tem impacto significativo. ...

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    Eu quero amor, não “Sexo e as Negas”

    Sexo e as Negas foi um dos assuntos mais polêmicos do mês. A série, que começou com tentativas de boicote, repúdios e inúmeras manifestações em relação à sua abordagem e temática, teria sido a tentativa do diretor Miguel Falabella de fazer algo como um Sex and the City da periferia, mas acabou sendo: minhas lágrimas após assistir a um breve trecho do primeiro episódio. por Stephanie Mendonça Como já previsto, a série reforça estereótipos, traz frases humilhantes e racistas, mas, principalmente, diz em várias cenas que as negras só servem só para o sexo. Não existe problema nenhum em transar, fazer amor, ter relações sexuais, ou seja lá qual terminologia você usa. A questão nessa frase é o só. A problemática não gira em torno da liberdade sexual, mas sim do peso histórico que a mulher negra carrega: no imaginário popular, é associada à sensualidade, ao sexo e ao prazer, de ...

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    O meu cabelo crespo fazendo revolução dentro de uma organização militar

    Por: Juliana Satrapi Sou branca com cabelo crespo. Quando era criança morria de raiva pelo fato de os meninos me chamarem de cabelo de bucha, bombril e vassoura de piaçava. Passei toda a minha infância prometendo para mim mesma que um dia daria um jeito neste desgrenhado. Estudei o segundo grau em Colégio Militar, e lá as meninas tinham de usar coque. Lembro que invejava muito os coques das meninas de cabelo liso. Sendo assim, comecei a fazer escova, para dar uma disfarçada no volume. Além disso, as revistas à apresentação das/os alunas/os não eram tão exigentes. Geralmente, observavam a limpeza do uniforme e se os sapatos estavam bem engraxados. A situação mudou quando, aos 20 anos, entrei em uma organização militar e fiquei durante três anos em regime de internato. As observações à apresentação eram constantes e diárias. Tinha de usar bastante gel para controlar o volume e os fios ...

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    Nancy R. Schiff/Getty Images.

    bell hooks: Linguagem: ensinar novas paisagens/novas linguagens

    Resumo do texto traduzido: bell hooks relaciona as opressões veiculadas pela apologia ao inglês padrão com os usos das variantes da língua inglesa nos Estados Unidos. A autora discute o lugar da linguagem nas relações de poder, especificamente nas hierarquias raciais, e propõe a ressignificação dos usos lingüísticos para a emancipação dos oprimidos. Palavras-chave: linguagem; variantes; colonização; opressão; raça. Adrienne Rich - Foto: Nancy R. Schiff/Getty Images. Como o desejo, a linguagem rompe, recusa-se a ser encerrada em fronteiras. Ela mesma fala contra a nossa vontade em palavras e pensamentos que se intrometem, até mesmo violam os mais secretos espaços da mente e do corpo. Foi no meu primeiro ano de faculdade que li o poema de Adrienne Rich “Os incêndios de papel em vez de crianças”. Esse poema, falando contra a dominação, contra o racismo e a opressão de classe, esforça-se para ilustrar graficamente que acabar ...

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    O feminismo em África

    O feminismo em África

    O que é o feminismo na África? O feminismo é a presença de uma mulher chefe de Estado no Mali ou na Libéria? É ele o primeiro rascunho dos direitos das mulheres na Constituição da Etiópia com a autoria de Meaza Ashenafi? Ou é a primeira Primeira Ministra mulher do Senegal? Talvez o feminismo seja a eleição de Aminata Toure como primeira mulher a ter uma cadeira na Africa Union. Em todo continente, mulheres estão traçando um caminho feminista na África e criando um verdadeiro movimento de “womanism” em vários países. Apesar dessas conquistas, e de vários ganhos substanciais, porque o feminismo continua a ser considerada uma palavra manchada? Tradução do artigo “The Feminist Edition” O pensamento de que uma mulher vai se colocar em primeiro lugar, perseguir seus objetivos na carreira em vez de estagnar, querer reconhecimento e exigir visibilidade, tudo isso ameaça nossa presente ideia do que é ser ...

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    bell-hooks

    Alisando o Nosso Cabelo, por Bell Hooks

    Apesar das diversas mudanças na política racial, às mulheres negras continuam obcecadas com os seus cabelos, e o alisamento ainda é considerado um assunto sério. Insistem em se aproveitar da insegurança que nós mulheres negras sentimos com respeito a nosso valor na sociedade de supremacia branca! Nas manhãs de sábado, nos reuníamos na cozinha para arrumar o cabelo, quer dizer, para alisar os nossos cabelos. Os cheiros de óleo e cabelo queimado misturavam-se com os aromas dos nossos corpos acabados de tomar banho e o perfume do peixe frito. Não íamos ao salão de beleza. Minha mãe arrumava os nossos cabelos. Seis filhas: não havia a possibilidade de pagar cabeleireira. Naqueles dias, esse processo de alisar o cabelo das mulheres negras com pente quente (inventado por Madame C. J. Waler) não estava associado na minha mente ao esforço de parecermos brancas, de colocar em prática os padrões de beleza estabelecidos ...

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    Reprodução/Instagram

    A beleza de Lupita Nyong’o e as bananas do Neymar: deslizamentos ou deslocamentos discursivos em torno do racismo?

    “Nenhuma raça possui o monopólio da beleza, da inteligência, da força”. Aimé Césaire A irrupção dos fatos por Rosane da Silva Borges Reprodução/Instagram Decididamente, as notícias sobre o racismo no Brasil e no mundo vêm inflacionando o menu temático que orienta a cobertura da imprensa e os posts das redes sociais. Desde a infausta notícia da venda de crianças negras no Mercado Livre, em janeiro, uma mostra expressiva do racismo não para de nos interpelar. Enumeremos brevemente parte dela: jovens negros agrilhoados a postes, sistemáticas ofensas racistas nos estádios de futebol, o trágico assassinato de Cláudia da Silva Ferreira e do dançarino do programa “Esquenta”, Douglas Rafael da Silva Pereira, o DG. O espraiamento desses fatos vem impressionando de tal modo, que há quem enxergue na reiteração um forte indicativo de que o racismo vem se agudizando no tecido social brasileiro. Nesse curso de “achacáveis” notícias, fomos ...

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    bell-hooks

    Vivendo de Amor

    O amor cura. Nossa recuperação está no ato e na arte de amar. Meu trecho favorito do Evangelho segundo São João é o que diz: "Aquele que não ama ainda está morto". Por: Bell Hooks - Tradução de Maísa Mendonça Muitas mulheres negras sentem que em suas vidas existe pouco ou nenhum amor. Essa é uma de nossas verdades privadas que raramente é discutida em público. Essa realidade é tão dolorosa que as mulheres negras raramente falam abertamente sobre isso.   Não tem sido simples para as pessoas negras desse país entenderem o que é amar. M. Scott Peck define o amor como "a vontade de se expandir para possibilitar o nosso próprio crescimento ou o crescimento de outra pessoa", sugerindo que o amor é ao mesmo tempo "uma intenção e uma ação". Expressamos amor através da união do sentimento e da ação. Se considerarmos a experiência do povo negro ...

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