quarta-feira, novembro 25, 2020

    Tag: candidaturas femininas

    Foto: Heloise Hamada/G1

    Menos de 1% dos municípios do Brasil tem só mulheres na disputa pela prefeitura

    Em 39 cidades brasileiras, os eleitores já sabem que terão uma mulher como prefeita no próximo ano. Dados analisados pelo G1 a partir do repositório do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que ainda passa por atualizações, indica que esses municípios terão apenas mulheres como candidatas à prefeitura. O número equivale a menos de 1% do total dos municípios. O percentual das cidades em que apenas homens concorrem, por outro lado, equivale a 60% do total. Algumas características chamam a atenção no grupo dos municípios com apenas mulheres na disputa. São cidades pequenas, com no máximo 45 mil eleitores (Camocim-CE) e mínimo de 2 mil eleitores (São José do Brejo da Cruz-PB). A maior parte está localizada em estados do Nordeste. Há municípios em que apenas uma mulher concorre ao cargo de prefeita. Caso os novos registros de candidaturas não alterem a base do TSE, a candidata Larissa (PSD), na pequena Tenente ...

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    Foto: Heloise Hamada/G1

    Mesmo com recorde de candidatos a vereador, percentual de mulheres concorrendo não aumenta nas capitais e segue próximo do obrigatório por lei

    A cada 10 candidatos a vereador nas 26 capitais do país, apenas 3 serão mulheres, aponta um levantamento do G1 feito com base nas atas das convenções partidárias. A proporção (33%) se mantém em um patamar muito parecido ao das últimas eleições municipais, em 2016 – em que 32% dos candidatos eram mulheres –, e continua abaixo da média da população brasileira. No país, a cada 10 pessoas, 5 são do sexo feminino. Proporção de candidaturas femininas se mantém próxima da cota de 30% — Foto: Aparecido Gonçalves/G1 O número de candidatos ainda pode mudar, já que a Justiça Eleitoral precisa aprovar o registro das candidaturas e pode haver desistências. Mas já é possível perceber que o percentual de candidaturas femininas para vereador será, mais uma vez, muito próximo do limite estabelecido em lei. Desde 1997, a lei eleitoral brasileira exige que os partidos respeitem a ...

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    Luci Choinaski foi a única mulher constituinte de SC(Foto: Diórgenes Pandini/Diário Catarinense)

    Eleições 2020: “A mulher que chega ao poder é um ponto fora da curva”, diz especialista

    Ampliar a representatividade das mulheres na política em Santa Catarina é um dos desafios para as Eleições 2020. Campanhas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e até mudanças na legislação foram feitas para possibilitar mais espaço a elas. Porém, não é algo que se mude em dois ou três anos. É preciso mais tempo, incentivo, mudança cultural, investimentos. O que acontece é reflexo da posição hierárquica de subalternidade da mulher, estruturada ao longo dos séculos, segundo a professora nos programas de pós-graduação em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Sócio-Ambiental e de História da Udesc, Glaucia Assis. – O espaço público foi construído como um espaço não adequado para as mulheres. Na denominação, se tinha como homem público aquele que ocupava cargos políticos. Já a mulher pública era o termo que se referia às prostitutas – explica Glaucia. Os números provam que há espaço para as mulheres na política. Em Santa Catarina, apenas ...

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    Arquivo/Elza Fiúza/Agência Brasil

    Observatório da OAB se mobiliza por candidaturas femininas

    Entidades da sociedade civil têm atuado para acompanhar o cumprimento das regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para candidaturas femininas nas eleições deste ano e para ajudar na formação política de mulheres. As iniciativas incluem canais de denúncias de irregularidades, questionários para verificar se mulheres estão sendo usadas apenas para cumprir cotas e também cursos sobre como fazer a campanha. O Observatório das Candidaturas Femininas, da OAB São Paulo, pretende disponibilizar um canal específico para denunciar candidaturas fraudulentas e outras irregularidades, como falta de recursos e pouca visibilidade nas propagandas de rádio e televisão. O observatório também está preparando um termo de adesão e compromisso que será enviado aos partidos ainda este mês. “Vemos que as siglas acabam apenas cumprindo a cota dos 30%, sem investir de fato nas candidaturas. Com o termo, esperamos que eles façam esse trabalho de fomentar a participação das mulheres na política e ter candidaturas ...

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