sexta-feira, julho 10, 2020

    Tag: Coalizão Negra Por Direitos

    Reprodução Facebook

    Enquanto Houver Racismo Não Haverá Democracia – A luta das LBTQI+

    Contamos com a presença de Marta Almeida, Ekedi da tradição Nagô Vodun, pedagoga e integrante do da Rede Sapatá; Livia Ferreira, atriz, administradora, poeta e integrante dos coletivos LESBIBAHIA e Rede Sapatá; Laurianne de Miranda, educadora social e Diretora colegiada da Associação Lésbica Feminista de Brasilia - Coturno de Vênus; Lucia Castro, produtora cultural e educadora social, integrante da Rede Sapata; e com mediação de Darlah Farias, advogada, ativista do Movimento Negro pelo Coletivo Sapato Preto, CEDENPA e Coalizão Negra Por Direitos.

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    (Foto: Reprodução/ Coalizão Negra por Direitos)

    Manifesto: “Enquanto houver RACISMO, não haverá DEMOCRACIA”

    Nós, população negra organizada, mulheres negras, pessoas faveladas, periféricas, LGBTQIA+, que professam religiões de matriz africana, quilombolas, pretos e pretas com distintas confissões de fé, povos do campo, das águas e da floresta, trabalhadores explorados, informais e desempregados, em Coalizão Negra por Direitos, viemos a público exigir a erradicação do racismo como prática genocida contra a população negra. O Brasil é um país em dívida com a população negra – dívidas históricas e atuais. Portanto, qualquer projeto ou articulação por democracia no país exige o firme e real compromisso de enfrentamento ao racismo. Convocamos os setores democráticos da sociedade brasileira, as instituições e pessoas que hoje demonstram comoção com as mazelas do racismo e se afirmam antirracistas: sejam coerentes. Pratiquem o que discursam. Unam-se a nós neste manifesto, às nossas iniciativas históricas e permanentes de resistências e às propostas que defendemos como forma de construir a democracia, organizada em nosso ...

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    Reprodução/Facebook

    Nota da Coalizão Negra por Direitos por justiça para Miguel Otávio!

    A Coalizão Negra por Direitos se solidariza com a dor profunda de Mirtes Renata Souza e sua família pela perda irreparável do pequeno *Miguel Otávio*. Estamos, todas/os nós ao lado de sua família por justiça e apuração isenta dos fatos desencadeados pela postura criminosa de Sari Gaspar Corte Real, que ceifaram a infância, a adolescência e a vida adulta de Miguel Otávio. Impunidade nunca, esquecimento jamais! A Coalizão Negra por Direitos é uma articulação nacional de organizações, entidades e coletivos de movimento negro, de todo o país, criada em 2019 e que vem atuando em âmbito nacional e internacional com ações de denúncia e incidência política para o combate ao racismo no Brasil. Sobre o caso do pequeno Miguel, vimos que todas as imagens que registram os últimos minutos da criança não deixam qualquer dúvida sobre a responsabilidade de uma mulher adulta, “empregadora” e membro da elite política local na ...

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    Foto: @zalikaproducoes/Reprodução/FACEBOOK

    ‘Advocacia da União quer esvaziar significado do feriado da consciência negra’

    Para Douglas Belchior, data é reflexão sobre exploração, opressão e ódio mesmo após a abolição. "Povo negro ainda não alcançou a condição de cidadão" Por Cida de Oliveira, da RBA Douglas Belchior Foto: @zalikaproducoes/Reprodução/FACEBOOK São Paulo – O parecer da Advocacia-Geral da União (AGU) contrário à lei municipal que criou o feriado da consciência negra na cidade de São Paulo é racista, na opinião do professor Douglas Belchior. Integrante do movimento negro Uneafro Brasil e da Coalizão Negra por Direitos, Belchior considera o posicionamento do órgão como parcial, político, alinhado e orientado pelo governo de Jair Bolsonaro. O juízo emitido no final de dezembro refere-se a uma ação protocolada no Supremo Tribunal Federal (STF) pela Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM) em 19 de novembro passado. Trata-se da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 634, que pede que a Corte decida sobre a constitucionalidade ...

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    A Quadra da Ocupação 9 de Julho ficou lotada para receber as mesas do Encontro da Coalizão. FOTO: Zalika Produções

    I Encontro Internacional da Coalizão Negra por Direitos une agenda global das lutas contra o racismo e genocídio negro

    O I Encontro Internacional da Coalizão Negra por Direitos aconteceu na Ocupação 9 de Julho, em São Paulo, nos dias 29 e 30 de novembro e reuniu aproximadamente mil pessoas. Participaram 62 lideranças do movimento negro de todo o Brasil, Colômbia, África do Sul, Equador, Estados Unidos, Reino Unido e Togo, em 4 mesas de debate e 6 rodas de conversa. Do Coalizão Negra Por Direitos A Quadra da Ocupação 9 de Julho ficou lotada para receber as mesas do Encontro da Coalizão. (Foto: Zalika Produções) Além da ampla análise sobre temas que afetam a população negra, como políticas de drogas, saúde, educação,segurança pública, direito à terra e moradia, racismo religioso, feminicídio, lgbtqifobia , com o objetivo de reunir lideranças das organizações do movimento negro brasileiro para promover reflexões e trocar experiências nacionais e internacionais para o enfrentamento do racismo, além de consolidar as articulações com ...

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    Massacre de Paraisópolis: Não foi acidente. É genocídio!

    Com profundo pesar, solidariedade e respeito aos familiares das vítimas de Paraisópolis, denunciamos a violência policial e a responsabilização do Estado brasileiro diante das 9 mortes e de todos os jovens feridos enquanto exerciam seu direito ao lazer e à cultura, em um baile funk, na madrugada de primeiro de dezembro, na zona sul de São Paulo. Por Coalizão Negra Por Direitos, no Facebook Coalizão Negra Por Direitos Meninas e meninos foram encurralados pela polícia militar, que disparava armas de gás lacrimogêneo, balas de borracha e distribuía garrafadas, coronhadas, socos e pontapés. Morreram, como decorrência da ação policial: Paulo Oliveira dos Santos, de 16 anos de idade; Bruno Gabriel dos Santos, de 22 anos; Eduardo Silva, de 21 anos; Denys Henrique Quirino da Silva, de 16 anos; Mateus dos Santos Costa, de 23 anos; Gustavo Cruz Xavier, de 14 anos 7; Gabriel Rogério de Moraes, de ...

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    I Encontro Internacional da Coalizão Negra Por Direitos: Brasil, Estados Unidos, Equador, Colômbia e África do Sul.

    O Encontro Internacional da Coalizão Negra Por Direitos: Brasil, Estados Unidos, Equador, Colômbia e África do Sul tem como objetivo reunir lideranças das organizações do movimento negro brasileiro que têm promovido ações conjuntas para influenciar o legislativo e assegurar os direitos humanos da população negra no Brasil. Da Coalizão Negra Por Direitos Além das ações de incidência política nacional, a Coalizão Negra por Direitos tem articulado apoio internacional e denúncias em organismos de direitos humanos e em fóruns internacionais. Quando? 28, 29 e 30 de novembro de 2019 Onde? Ocupação 9 de Julho - Endereço: R. Álvaro de Carvalho, 427 - Bela Vista, São Paulo - SP, 01050-070 Acompanhe mais informações no evento do Facebook. Vagas limitadas! Inscreva-se 

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    I Encontro Internacional da Coalizão Negra Por Direitos: Brasil, Estados Unidos, Equador, Colômbia e África do Sul

    O Encontro Internacional da Coalizão Negra Por Direitos: Brasil, Estados Unidos, Equador, Colômbia e África do Sul tem como objetivo reunir lideranças das organizações do movimento negro brasileiro que têm promovido ações conjuntas para influenciar o legislativo e assegurar os direitos humanos da população negra no Brasil. enviado por Douglas Belchior para o Portal Geledés Além das ações de incidência política nacional, a Coalizão Negra por Direitos tem articulado apoio internacional e denúncias em organismos de direitos humanos e em fóruns internacionais. Quando? 28, 29 e 30 de novembro de 2019 Onde? Ocupação 9 de Julho - Endereço: R. Álvaro de Carvalho, 427 - Bela Vista, São Paulo - SP, 01050-070 Acompanhe mais informações no evento do Facebook. Vagas limitadas! Inscreva-se clicando no botão "Next" abaixo 👇🏿 Inscreva-se aqui

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    Vídeo: “Eu vejo essa Coalizão como a esperança para o futuro do Brasil”, disse Angela Davis

    "Eu vejo essa Coalizão como a esperança para o futuro do Brasil", disse a filósofa e ativista Angela Davis em reunião com integrantes da Coalizão Negra por Direitos, na terça-feira, 22 de Outubro. O encontro contou com cerca de 60 representantes de entidades do movimento negro, de diversas regiões do país. A Coalizão apresentou as pautas da agenda política para enfrentar o genocídio e a necropolitica no Brasil e obteve o apoio de Ângela Davis para repercussão das denuncias e para a construção de uma rede internacional de solidariedade da diáspora negra. Confira mais em nosso site. https://coalizaonegrapordireitos.org.br/ #CoalizaoNegrapordireitos #vidasnegrasimportam

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    Reunião contou com a comissão de direitos humanos da OEA, Antônia Urrejola. Segundo ela, há uma denúncia histórica da discriminação estrutural de países que passam desde a escravidão (Foto: REPRODUÇÃO/TVT)

    Movimento negro denuncia violações de direitos à OEA

    Nesta quinta-feira (24), a Coalizão Negra por Direitos denunciou os retrocessos e negligenciamento do Brasil, na Comissão Interamericana de Direitos Humanos, da Organização dos Estados Americanos (OEA), em São Paulo. A população negra, que já sofre com diversas violações de direitos históricos, se vê ainda mais desassistida com as políticas ultraliberais do governo Jair Bolsonaro. Apesar de ser maioria – mais de 55% da população brasileira –, os negros ainda são as maiores vítimas da desigualdade social e também da violência, muitas vezes praticada pelo próprio Estado. “A gente percebe o Congresso Nacional dedicado a uma agenda ultraliberal, com retirada de direitos e de priorização dos interesses das corporações e do mercado financeiro. Isso é explícito nas reformas da Previdência e trabalhista”, afirma Douglas Belchior, membro da Coalizão, ao repórter André Gianocari, em reportagem do Seu Jornal, da TVT. O racismo há tempos deixou de ser velado. “Quando você entra ...

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    Violação de direitos humanos da população negra: que fazer?

    Comissária Antonia Urrejola Comissão Interamericana de Direitos Humanos Adilson Moreira Doutor em Direito de Harvard e Professor Universidade Mackenzie Orlando Silva Deputado Federal - PCdoB Maria Silvia Geledes e OAB-SP Erica Malunguinho Deputada Estadual - Psol Elaine Mineiro Uneafro Brasil Beatriz Soares Ativista e estudante de direito do Mackenzie O processo de desumanização dos descendentes de africanos é elemento fundamente da própria nação brasileira. Esta população construiu, com seus corpos e suas vidas, a riqueza deste país, sem jamais usufruir dela, ao contrário, tem sido alvo histórico da negação de direitos, da violência e do genocídio. O governo Bolsonaro derruba a máscara da hipocrisia e borra a maquiagem que sempre fez a imagem do brasil como um pais diverso e pacífico. A narrativa do ódio finalmente alcança a coerência com a prática cotidiana de um país que assassina uma pessoa negra a cada 23 minutos, promove chacinas diárias, aprisiona milhares ...

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    O deputado Hank Johnson usou a tribuna do Congresso dos Estados Unidos para criticar o acordo entre Brasil e EUA que prevê o uso da Base da Alcântara, no Maranhão

    Deputado Hank Johnson critica acordo e discursa contra base americana em Alcântara

    O deputado Hank Johnson usou a tribuna do Congresso dos Estados Unidos para criticar o acordo entre Brasil e EUA que prevê o uso da Base da Alcântara, no Maranhão, pelos estadunidenses para lançamento de foguetes e satélites. O discurso ocorreu na última sexta-feira (27). por Igor Carvalho no Brasil de Fato O deputado Hank Johnson usou a tribuna do Congresso dos Estados Unidos para criticar o acordo entre Brasil e EUA que prevê o uso da Base da Alcântara, no Maranhão - enviado por Douglas Belchior “Esse acordo entre as administrações de Trump e de Bolsonaro ameaça remover centenas de famílias quilombolas afro-brasileiras de suas terras, deslocando ainda mais comunidades marginalizadas. A Constituição brasileira providencia proteção explícita às terras quilombolas, e Trump e Bolsonaro quebram, descaradamente, desconsiderando essa proteção e tomando posse da terra”, afirmou o parlamentar, que integra os quadros do partido Democrata. Johnson insistiu que o acordo prejudica ...

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    Coalizão Negra Por Direitos

    Pacote Moro: mais morte, mais prisão aos pretos e pobres, e perseguição aos opositores

    O Projeto de Lei (PL) denominado Pacote AntiCrime, de autoria do governo Bolsonaro, pautado no Congresso Nacional sob a coordenação do Ministro da Justiça Sergio Moro, com objetivo de atuar na melhoria da segurança pública no Brasil, está na contra mão dos objetivos declarado verbalmente por Moro e seus defensores, as belas palavras dita por Moro não têm correspondência nas letras do PL.   Por Edson França, da  Coalizão Negra Por Direitos Coalizão Negra Por Direitos O governo enviou ao Congresso Nacional um pacote de medidas sobre segurança pública distante de pressupostos básicos para o debate, como: integração, desmilitarização e diminuição da letalidade policial; efetivação de controle externo às polícias; estabelecimento de metas para elucidação de crimes violentos; intervenção nas trágicas condições do sistema carcerário; apresentação de mecanismos que promovam acesso da população à justiça; fortalecimento da vigilância nas fronteiras terrestres; ampliação das penas alternativas como ...

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    Nota técnica da Coalizão Negra por Direitos sobre o Pacote de Segurança Pública de Sergio Moro

    A Coalizão Negra Por Direitos divulgou sua nota técnica sobre o Pacote de Segurança Pública de Sergio Moro. Do Coalizão Negra Por Direitos Coalizão Negra por Direitos (Reprodução/Facebook)   SOBRE A COALIZÃO NEGRA POR DIREITOS A Coalizão Negra por Direitos é uma reunião de entidades do movimento negro de todo o país para a incidência política no Congresso Nacional e em fóruns internacionais. A AÇÃO DA COALIZÃO NEGRA POR DIREITOS NO CONGRESSO NACIONAL CONTRA O PACOTE MORO Em março deste ano, representantes de 30 entidades que compõem a Coalizão estiveram na Câmara Federal para reuniões com o presidente da Casa, Rodrigo Maia, a quem foi entregue um documento produzido pelo grupo, e com parlamentares que compõem o GT - Legislação Penal e Processual Penal. Na ocasião, além de alertar para as flagrantes violações de direitos humanos do chamado Pacote Anticrime e a falta de evidências, pesquisas, ...

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