quinta-feira, janeiro 28, 2021

Tag: corpo

Foto Poliana Rodrigues

Tecnologia ancestral

Saudações,  Hoje é um dia no futuro que foi sonhado pelos nossos ancestrais.  Nessa encruzilhada em quem seus olhos encontram as minhas palavras, seu corpo dança.  Danço eu, dança você.  Vamos fazer de conta que estamos bem perto. Você me dá licença, e com a permissão do seu Ori, leio no seu semblante trejeitos herdados de um ancestral, o piscar de olhos, talvez um fogo azul cintilando atrás dos óculos quando se enfurece, a mão na cintura quando se coloca, o dedo em riste quando diz não. Leio a memória trêmula e enfurecida dos teus músculos, quando colocado de cara pro muro com as mãos na cabeça, o sorriso de canto de boca “igual o da sua mãe”, aquele gesto que lembra o parente antigo, e as pessoas dizem “é a cara do avô”.  Leio devagar e discretamente seu peito arfar com a mensagem que chega no whats up, seus ...

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Adobe

Permita que eu escureça, não esclareça

Permita que eu fale, não as minhas cicatrizes Permita que eu escureça, não esclareça É um tema difícil. No momento que começo escrever sobre, minha garganta aperta e o peito inquieto e ansioso sinaliza o gatilho que é encarar de frente o assunto que têm me tomado crises de choro e da sensação permanente de des-pertencimento. Não-lugar. E eu começo pelo não-lugar. Numa das vezes em que uma pessoa se sentiu confortável pra questionar minha identidade racial, ela se incomodou pelo fato de eu compartilhar indignação nas redes sociais sobre o assassinato (genocídio) de jovens negros e periféricos no Rio de Janeiro. Pisando em ovos, mas nem tanto, ela me disse que eu estava roubando um lugar de fala que não era meu. Talvez porque eu coloquei como legenda na foto em que predominava jovens negros retintos, a frase "parem de nos matar". E eu não me pareço com aqueles ...

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@EZEKIXL/Nappy

Sobre ser a Maior Poesia

Nossa maior poesia é saber onde nossas raízes estão fincadas. É estar sobre pés que nos levam onde nosso corpo precisa estar. É nosso corpo poder ser e/ou estar. Nossa maior poesia é ter descoberto o que nos faz sentir livres e o que nos prende. É voar pela imensidão com olhos de águia. É ansiar por estar só desfrutando prazerosamente da própria companhia. É desfrutar o prazer de estar em outras companhias. A maior poesia é ficarmos em paz com o que somos, com o que nos tornamos. É encontrarmos sentido na reflexão da história da nossa vida e nas histórias dos que passaram e dos que estão em nossa história de vida. Nossa maior poesia é saber de quais sonhos podemos desistir e pelos quais devemos ter fôlego para realizar. É querermos usar a sensibilidade, a razão e a emoção para fazermos escolhas de maneira prudente. É sabermos ...

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Imagem do Livro “Espelho Espelho Meu” – Ilustrações de Leandra Gonçalves

Meu Corpo

Um corpo,apenas um corpo. Mas é muito mais que um corpo. Corpo humano, Corpo nu. Braços, pernas, cabeça, peitos, genitálias. Mulheres! Pela genitália me construíram mulher. Me disseram: tu és mulher! Porém me percebem, me olham, me tratam diferente. E então eu me descobri preta. E nessa descoberta me encontrei com minha história, com meu povo, minha ancestralidade, me origem. e eu grito PRETA! Antes de ser mulher, sou preta. luto todo dia para permanecer viva. amo meu corpo, meu cabelo afro, meus lábios e meus olhos. Olho no espelho e sei quem sou. Preta! Mulher Preta! sim, essa sou eu, PRETA! e a minha negritude sou eu e eu sou por ela. Negramente PRETA! ** ESTE ARTIGO É DE AUTORIA DE COLABORADORES OU ARTICULISTAS DO PORTAL GELEDÉS E NÃO REPRESENTA IDEIAS OU OPINIÕES DO VEÍCULO. PORTAL GELEDÉS OFERECE ESPAÇO PARA VOZES DIVERSAS DA ESFERA PÚBLICA, GARANTINDO ASSIM A PLURALIDADE ...

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Arquivo Pessoal

Breves considerações: é possível pensar?

A causalidade e as mudanças que atravessam o olhar para o habitar de um corpo com deficiência, envolve o enfrentamento a banalização da sexualidade, a legitimação a autonomia, subjetividade, voz. É notório que tais premissas precedem gestões que alcançam macro extensões, implicadas também a feitos governamentais, porém como tem se dado desde os últimos dois anos, há o que se indagar e confrontar a que (m) se serve(m) quando pensado e atravessado tais garantias.  Quanto a sexualidade como, por exemplo, questiona-se como questões primordiais que relacionam-se a representação dos sentimentos, do sexo, da masturbação entre as vivências. Na qual, apaga-se em silenciamento o prazer, enfocando-se a exclusão vinculada a universalização. Aliás, a exclusão, pois ao tratar desta universalidade não considera-se suas realidades sociais (pessoas com deficiência). A infantilização em conjunto desses construtos, tenciona-se a assexualidade como identificação dessas pessoas (GESSER et al, 2014). Enquanto mulher negra, bissexual, psicóloga, deficiente dos ...

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Como amar um corpo fora do padrão? Três mulheres toparam esse desafio conosco!

Gordura, maternidade, paralisia. Elas falam de suas inseguranças e as desnudam para nossas câmeras. O resultado? Pura poesia! Por  MARIA RIBEIRO , do AzMina Por mais meu que ele seja, preciso reconquistá-lo. Necessito reencontrá-lo. Amá-lo. Conceder-lhe o direito a sua existência, liberdade para ocupar o espaço que quiser, as formas que tiver e a aparência que lhe aprouver. Na sociedade em que vivemos, o corpo da mulher é o primeiro alvo de ataques. Diante dos padrões estéticos impostos pela mídia, somos programadas a concluir que nosso corpo está longe de ser como deveria. Nunca está bom e nem vai ficar. Ainda que nos mutilemos, nos esforcemos, que façamos um investimento de muito tempo, vontade, dinheiro e energia para o tão almejado “corpo perfeito”, parece que nunca chegaremos lá. E não mesmo, porque esse não é o objetivo do sistema. O modelo ideal é feito sob medida para ninguém, perfeito para que ...

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Judith Butler: corpo, política e linguagem

Novo livro da filósofa Judith Butler versa sobre ocupações e o populismo reacionário que quer restaurar um estágio anterior da sociedade por Joanna Burigo, da Carta Capital  Rovena Rosa/Agência Brasil/Fotos Públicas Um dos afetos mais satisfatórios da relação que tenho com o conhecimento produzido por feministas é a sensação de alívio epistêmico ao deparar-me com argumentos que dão sentido para fenômenos complexos (ou os que explicitam análises óbvias, ou os que expressam bem os sentimentos resultantes de experiências comuns). Foi lendo feministas que percebi que o senso comum me incomodava não por eu ser irritável, mas por que ele é socialmente injusto. Foi estudando estas mulheres que entendi que o feminismo se ocupa de expor estruturas que são fundamentadas na nossa opressão. Foi assimilando a teoria feminista que percebi que alguns de meus incômodos não eram apenas sobre mim, mas sobre todas nós. O feminismo me ensinou o que é ...

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Mulher desiste de lutar contra excesso de pelos faciais e deixa barba crescer

Aos 39 anos de idade, Rose Geil lutava contra o excesso de pelos faciais desde a adolescência. Ao contrário da maioria das mulheres, Rose sempre teve predisposição a ter barba e bigode cheios, e não somente alguns fiozinhos. Desde os 13 anos de idade que ela precisa se barbear diariamente. Do Catraca Livre  Certo dia, cansada de aparar os pelos, ela decidiu deixar a barba crescer. De acordo com reportagem publicada pelo "The Sun, a mulher de 39 anos disse que "nunca se sentiu tão sexy como agora". Veja como ela está hoje em dia:

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Livre e do universo

Houve um tempo em que Tradição, Família e Propriedade eram defendidos até na bala se preciso fosse. Organizações como a TFP e Liga das Senhoras Católicas impunham seu estilo de vida, onde o padrão idealizado de mulher era ser bela , recatada , do lar e burguesa. Por Maurício Pestana via Guest Post para o Portal Geledés Estes modelos reproduzem ideologias de dominação de gênero, raça e classe. Remonta, por exemplo, aquela mulher do século 19 que não era a negra escravizada, nem era a trabalhadora. Era a mulher do Senhor . No século 20 pós- escravidão, a mulher negra trabalhadora continuou servindo como posse nas casas para serviços domésticos e, não muito raro, para iniciação ou realização de fetiches sexuais, em um novo modelo de escravização. Esse padrão de família colonial ultrapassou o século 20 e estendeu-se por lei até bem pouco tempo atrás. É só lembrar que as últimas leis que mantinham empregadas domésticas quase como propriedades ...

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O corpo utópico de Michel Foucault

Nesta conferência de Michel Foucault – que acaba de ser publicada em espanhol – o corpo é, em primeiro lugar, “o contrário de uma utopia”, lugar “absoluto”, “desapiedado”, com o qual a utopia da alma se confronta. Mas, finalmente, o corpo, “visível e invisível”, “penetrável e opaco”, é “o ator principal de toda utopia” e cala apenas diante do espelho, do cadáver ou do amor. Por Michel Foucault Do IHU A conferência “O corpo utópico”, de 1966, integra o livro El cuerpo utópico. Las heterotopías, cuja versão espanhola acaba de ser publicada (Ed. Nueva Vision). Esta versão está publicada no jornal argentino Página/12, 29-10-2010. A tradução é do Cepat. Eis a conferência. Basta eu acordar, que não posso escapar deste lugar que Proust , docemente, ansiosamente, ocupa uma vez mais em ...

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abstract image of womans silhouetted body

Estou farta de meu corpo ser mais do que um corpo

Estou nua, em pé diante do espelho do banheiro. Por Danielle Campoamor Do Brasil Post Meu corpo já caminhou muitos quilômetros, praticou snowboarding em montanhas e nadou em oceanos. Já sentiu dor imensa e níveis surreais de prazer. Já sentiu nada a não ser a doce inconsciência de uma boa noite de sono. Já correu quilômetros, foi pressionado ao limite e cooperou com outros corpos em busca de uma meta comum. Meu corpo já rejeitou uma gravidez, já deu à luz um filho e alimentou outra vida humana. Ele é macio em alguns lugares, sólido em outros e lindamente cheio de falhas em toda parte. O que estou olhando aqui não é apenas um corpo qualquer, é o meu corpo. É as veias, os órgãos, os tecidos, tendões e ossos que formam o eu que todo o mundo vê -que amam, aprendem, constroem e criam. Ele é a ferramenta para a ...

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Corpo, cor e alteridade

Algumas palavras ao leitor O presente texto é parte da tese intitulada “Entre o corpo da obra e o corpo do observador”, trabalho realizado no Instituto de Artes da Unesp de São Paulo entre 2011 e 2015. Essa menção é necessária porque em alguns momentos faço referências a capítulos ou passagens anteriores da tese. O texto permanece independente, mas se houver interesse por parte do leitor em conferir essas menções, a bibliografia de referência, bem como o conteúdo integral, basta acessar o seguinte endereço: http://www.ia.unesp.br/Home/Pos-graduacao/Stricto-Artes/tese---ricardo-coelho.pdf De maneira sucinta pode-se dizer que o leitor irá se deparar com análises de aspectos relativos a um grupo de representações, as quais resultam do olhar que se lança sobre o Outro, em particular sobre o corpo do Homem Negro: Como é elaborada essa imagem ao longo do tempo? Em que medida nossa origem colonial baseada na mão de obra escrava interferiu e interfere nos modos desse olhar e quais as consequências que se desprendem disso ...

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Manifesto Meu Corpo, Meus Direitos

Quem controla seu corpo? Enquanto governos e outras entidades tentam impor restrições à nossa vida privada – sexualidade, relações, controle de natalidade, – nós, cidadãos e cidadãs, lançamos este manifesto: sete princípios que nos unem neste desafio de reivindicação do controle do nosso corpo, saúde e decisões pessoais que afetam o nosso futuro. Declaramos: 1. Sexo consensual não é crime – seja qual for a sexualidade, identidade de gênero ou estado civil. 2. Tentar fazer um aborto – ou ajudar alguém que queira fazer – não faz de nós criminosos ou criminosas. 3. Serviços de saúde acessíveis para todas as pessoas, confidenciais, e de qualidade – incluindo o acesso a métodos contraceptivos – não é um luxo, é um direito humano. 4. Educação e informação sobre relações sexuais devem ser baseadas em evidências científicas e devem estar acessíveis para todas as pessoas. 5. Todas as pessoas têm o direito de viver ...

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O corpo negro como local de discurso

A linguagem corporal tradicionalmente faz parte da criação e da produção material e imaterial na África. Há séculos, os africanos utilizam o corpo como veículo de conexão entre o mundo visível e invisível, sendo que grande parte da produção plástica africana se constituiu historicamente como a escolha primeira de manifestação cultural.   Por: Débora Ferreira, no, Afreaka   Quando falamos de uma sociedade baseada na tradição oral, seus corpos servem como portadores de memória, da historia e da herança de seus antepassados, contendo signos a serem decifrados e decodificados, expressos como “tradição viva”, como já dizia o grande sociólogo e historiador maliano Hampaté Bá. Escarificação Maasai (à esq.) e Escarificação na região do abdômen de guerreiro Samburu O corpo negro não é um corpo único, individual, mas sim um corpo participativo, humanitário. O corpo africano que se conecta com outra dimensão. E nessa relação que vai além de um ...

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“O corpo é um mercado lucrativo”: como o Brasil se tornou líder em cirurgias plásticas

“O corpo é um mercado lucrativo”: como o Brasil se tornou líder em cirurgias plásticas

Pela primeira vez, o Brasil se tornou o país que mais realiza cirurgias plásticas no mundo, passando inclusive os Estados Unidos, líderes de longa data no ranking. Entre os fatores responsáveis por esse fenômeno, segundo especialistas, estão o aumento do poder aquisitivo da população e a propagação de padrões de belezas que valorizam um ideal de “corpo perfeito”. Em 2013, mais de 11,5 milhões de procedimentos cirúrgicos estéticos foram realizados no mundo, 12,9% deles no Brasil (1,49 milhão). Os EUA ficaram em segundo lugar, com 1,45 milhão, seguidos do México, com 486 mil, e da Alemanha, com 343 mil. “O corpo é um capital no Brasil e se tornou um mercado muito lucrativo. No caso das cirurgias plásticas estéticas, houve uma popularização em seu acesso, sendo que muitos médicos realizam pacotes e facilitam o pagamento, o que antes era apenas restrito às classes sociais mais abastadas”, avalia a psicóloga e ...

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Exposição projeta imagens que reflete nuances e crenças afro-brasileiras

Exposição projeta imagens que reflete nuances e crenças afro-brasileiras

Vanessa Aquino A mostra tem um eixo dedicado a Pierre Verger, Mario Cravo Neto e José Medeiros, além de obras de artistas de todo o país O universo simbólico, os valores e as tradições africanos estão no cerne da exposição fotográfica Corpo-imagem dos terreiros. Em cartaz na Caixa Cultural, as imagens fazem parte de uma coletânea que procura recordar a dinâmica do tempo e do espaço e as condições encontradas que fizeram com que os negros recriassem tradições com novas cores, ritos e sabores, dando origem às religiões afro-brasileiras.Com curadoria da fotógrafa e pesquisadora Denise Camargo, a mostra tem um eixo dedicado a Pierre Verger, Mario Cravo Neto e José Medeiros, além de obras de artistas de todo o país. “Corpo-imagem dos terreiros fala para aqueles que estão abertos ao conhecimento e ao belo”, sugere.As fotografias da mostra são apresentadas por meio de projeções em diferentes suportes, combinadas a releituras ...

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Campanha contra bitucas usa sexualização do corpo feminino para chamar a atenção

Campanha contra bitucas usa sexualização do corpo feminino para chamar a atenção

Pesquisadora critica a campanha da ONG Rio, Eu Amo, Eu Cuido e diz que a publicidade é um “equívoco”. Por Marcelo Hailer A ONG carioca Rio, Eu Amo, Eu Cuido lançou nesta semana uma campanha de conscientização em relação ao destino das “bitucas”, para fazer com que os fumantes não joguem os restos de cigarro em vias públicas. Até aí, tudo bem, se não fosse o modelo de campanha adotado, que faz uma alusão à bunda, retratando parte do corpo de uma mulher. Assim que a campanha foi divulgada, causou revolta nas redes sociais, principalmente entre as feministas, que consideraram a campanha machista. Por que não se utilizou uma bunda masculina? A bunda feminina é um espaço abjeto? A pesquisadora do departamento de psicologia da UniCeub (Centro Universitário de Brasília) do  Tatiana Lionço considera o mote da campanha um “equívoco” e diz que é necessário ter ciência se há verba pública envolvida. A ...

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cicatriz

Meu corpo, minhas marcas, minha história

Cicatrizes. 23 anos. 30 janeiro de 2010. Neste dia ganhei três marcas que estão no meu corpo por toda a vida. São elas: braço esquerdo com 5 pinos e 23 marcas decoradas com quelóides, um enxerto nas costas de 30×30 centímetros, na perna esquerda no mesmo tamanho para dar o tom. É, isso, foram 2 meses de hospital. Um carro passou por cima de mim e da minha autoestima. Mudou minha história, mudou meu corpo, mudou o meu "trepar". Mudou tudo. Texto de Gleyma Lima. Eu fiquei um ano sem ir para praia por vergonha do meu corpo, um ano sem usar salto (nunca fui fã também rs), um ano sem usar calça jeans (amei e aprendi a comprar vestidos) , um ano sem beber e fumar (se você é da boemia vai te doer), e um ano e dois meses sem sexo porque achava que nunca mais alguém ia ...

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kate

Após parto, mulheres sentem pressão dos parceiros para recuperar corpo

Parte das mulheres não sabia que barriga não some logo após o parto Uma em cinco mulheres se sente pressionada a recuperar o corpo pré-gravidez depois de dar à luz porque o marido ou namorado não fica satisfeito com sua aparência, de acordo com uma nova pesquisa. Um estudo conduzido pela BioOil mostrou que a maioria das novas mães se sentem inseguras quanto à aparência logo após a gravidez, com muitas admitindo que ficam emocionalmente instáveis, estressadas e pressionadas a exibir um corpo bonito. A pesquisa contou com 793 grávidas de três meses, que foram questionadas sobre como se sentiam sobre seus corpos naquele momento.Seis meses depois, após o parto, os pesquisadores repetiram a mesma pergunta a elas. Surpreendentemente, 20% das novas mães disseram se sentir pressionadas a recuperar as formas de antes da gravidez por parte dos parceiros. Outras formas de pressão vêm da mídia e de outros membros da família. Metade das mulheres admitiu que elas mesmas se preossionaram para retornar ...

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Polícia Militar: Segurança Pública é um direito do cidadão de Sérgio Martins

Sérgio Martins – O corpo deixado de lado e a solidão diante da webcam

A longa trajetória de desenvolvimento da humanidade é marcada pelos surgimento de recursos artificiais, que facilitam a vida das pessoas na eterna luta contra a natureza pela sobrevivência e preservação da espécie. A descoberta do fogo, a invenção da roda, a máquina a vapor, luz elétrica entre outras grandes inventos são responsáveis pela mudança de costumes, pensamentos e comportamentos. Mas sem dúvidas, a revolução tecnológica pela qual passamos a largos passos, tem inovado rotinas e comportamentos dando lugar á um novo ser o indivíduo digital. Em algumas doutrinas esotericas o corpo é entendido como veiculo de expressão da alma sem o qual ela não poderia manifestar-se no plano da realidade materializada. Ainda, que compartilhe da idéia de inseparabilidade de corpo e alma, podemos afirmar que o individuo digital, conspira contra a presença dos corpos na relação diária, fazendo emergir uma relação supra-corpo mediada pela máquina, cujo o instrumento de comunicação ...

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