quarta-feira, agosto 5, 2020

    Tag: dança afro

    Itaú Cultural

    Enquanto as aulas presenciais não retornam, o Itaú Cultural segue oferecendo opções para as crianças se divertirem e aprenderem em casa

    As atividades online do Itaú Cultural para as crianças e suas famílias, pensadas especificamente para este período de recolhimento, continuam fazendo sucesso. O público tem aderido fortemente e, desde a estreia, os vídeos já tiveram mais de 32,8 mil visualizações de pessoas entre 25 e 64 anos de idade, mostrando que este é um conteúdo para todos os públicos. A proposta segue se renovando, com a entrada de novos orientadores a cada temporada, para que as aulas sejam diversificadas e instigantes.  Os professores de ilustração, Gabriela Gil e Augusto Figliaggi respectivamente nos dias 16 (terça-feira) e 18 (quinta-feira), se despedem, para dar lugar a outros dois na semana seguinte. As classes de dança continuam com bailarina e coreografa Mônika Bernardes, no dia 17 (quarta-feira), e Melina Sanchez, pedagoga e especializada em dança-educação, pelo Trinity Laban, de Londres, que no dia 21 (domingo) dá a sua terceira aula no projeto. As ...

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    Domingo tem dança afro contemporânea na Pinacoteca de São Paulo

    A Verve, companhia de arte negra criada e coordenada pela coreógrafa, bailarina, jornalista e astróloga Leandra Silva, fará uma performance dançante chamada #IFeelRich no octógono da Pinacoteca de São Paulo, neste domingo (29), a partir das 13h. Por Isadora Santos, Enviado para o Portal Geledés  Cena do espetáculo #IFeelRich (Foto: Enviada para o Portal Geledés) Após um processo de audição, realizado em duas fases, Leandra selecionou bailarinos vindos de todos cantos da capital Paulista e região metropolitana para participar de um curso imersivo de dança afro contemporânea que será finalizado com a apresentação do espetáculo, Déjà Vu Afrofuturista 1º Ato – Ancestralidade High Tech. Durante o curso, os participantes têm aprendido mais que técnicas de dança, estão vivenciando um cotidiano que conecta espiritualidade, cura e inteligência corporal a partir de processos educacionais com a realização de seminários que tratam sobre a filosofia africana e afrofuturismo. Além ...

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    Aula aberta e gratuita de dança afro, em São Paulo, celebra a riqueza ancestral no Dia da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha

    No Dia da Mulher Negra, Latino-americana e Caribenha dance a riqueza de ter as tecnologias ancestrais a seu favor, na aula aberta de dança afro contemporânea que acontecerá dia 25 de julho, na Vila Itororó, em São Paulo. Por Isadora Santos, enviado para o Portal Geledés  O evento tem como tema: Kolapo. #ifeelrich. O significado da palavra Kolapo, em Yoruba, quer dizer: Toda riqueza deve unir. E daí partiu a ideia da bailarina, jornalista e astróloga, Leandra Silva, de unir a riqueza e poder ancestral para dançar com liberdade e sensibilidade essa data tão importante para a pauta feminina negra. Leandra comanda a aula aberta ao som dos tambores dos percussionistas, Edvan Mota e Guilherme Ribeiro. Vamos celebrar a grandeza de tomar posse do que é nosso por direito, nosso corpo, nossa história, nossa estética e porque não dizer, nossos bens. A dança foi o caminho escolhido para isso. Você ...

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    Foto: Carolina Diadorim

    Sesc EntreDança 2019 : O corpo negro narrativas autorais

    Cinco semanas de protagonismo negro na dança. Enviado para o Portal Geledés  Coreógrafa Carmen Luz é mediadora do projeto ( Foto: Richner Allan) Em seu quarto ano de realização, o projeto Sesc EntreDança ocorrerá ao longo de todo o mês de maio, com edição totalmente dedicada ao corpo negro. Trata-se da mais extensa ação do Sesc RJ com a linguagem da dança, que neste ano busca atuar para o reconhecimento pleno dos fazeres e moveres dos artistas negros e negras, dentro e fora dos palcos. A noite de abertura se dará no dia 30 de abril, em um encontro aberto ao público com depoimentos de todos os participantes do projeto, discutindo dança e negritude na atualidade. A atividade, intitulada O corpo negro: narrativas autorais, tem a mediação de Carmen Luz e também conta com a apresentação do Jongo de Pinheiral, grupo de tradição do interior do ...

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    imagem: William Lima

    Folayan – Andar com Dignidade. Negro Sim, Negro Sou!

    Programação Especial com Convidadas Especiais: Show de Abertura com Lucimeire Monteiro (20/04); Jurema Pessanha (21/04); Liah Jonnes (27/04) e Preta Ferreira (28/04). William Lima enviado para o Portal Geledés FOLAYAN - É um espetáculo multi-artístico dirigido pelo professor, diretor e coreógrafo João Pirahy. Em seu elenco, composto majoritariamente por artistas negros, convidam o espectador a uma reflexão sobre a importância do negro na sociedade: não apenas traz o tema do racismo, mas oferece uma obra de enaltecimento e representatividade da cultura afro-brasileira. Folayan nos convida a um resgate às origens com um trabalho plural: dança, teatro, canto, percussão, artes plásticas, poesia e depoimentos dos artistas sobre suas experiências entre passado e presente. A obra expõe através da arte e de vivências pessoais que aquilo que nos difere é justamente aquilo que nos une, e que cada pessoa negra merece sim, andar com dignidade. O espetáculo está em plena circulação e ...

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    Juliana Faria

    300 Pela Dança – Aula aberta de dança afro

    18 de abril, às vésperas da Lua Cheia. Sua presença é convocada, aguardada e bem-vinda. Seremos 300, para honrosamente dançar ao som dos tambores. Traçar na escrita do corpo, caminhos de amor e de guerra. O corpo sabe, o corpo lembra, dos gestos ancestrais de poder e cura. O corpo é entidade viva e potente. É preciso ACORDAR O CORPO, e na gota quente do suor, no acelerar do coração, na contração, no arrepio, no frio na barriga, na garganta seca, dar-se conta da conta da sua própria presença. Do Facebook  Foto: Juliana Faria SOBRE A PROFESSORA Leandra Silva, é bailarina, coreógrafa, jornalista e astróloga. Tem profunda imersão na cultura e na dança negra tradicional e contemporânea, além de ter passado por diversas escolas como o ballet clássico, dança moderna e contemporânea. Sua formação perpassa pelo Núcleo de Artes Afro- Brasileiras da USP, com Kellly Anjos, ...

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    Imagem: Coletivo dos Sonhos

    Folayan – Andar com Dignidade – Negro Sim, Negro Sou!

    DANÇA Sinopse Folayan – Andar com Dignidade. Negro Sim, Negro Sou! É um espetáculo multiartístico dirigido pelo professor, diretor e coreógrafo João Pirahy. Em seu elenco, composto por 95% de artistas negros, convidam o espectador a uma reflexão sobre a importância do negro na sociedade: não apenas traz o tema do racismo, mas oferece uma obra de enaltecimento e representatividade da cultura afro-brasileira. Folayan nos convida a um resgate às origens com um trabalho plural: dança, teatro, canto, percussão, artes plásticas, poesia e depoimentos dos artistas sobre suas experiências entre passado e presente. A obra expõe através da arte e de vivências pessoais que aquilo que nos difere é justamente aquilo que nos une, e que cada pessoa negra merece sim, andar com dignidade. Dia: 6 de Dezembro  Quinta feira às 21h Teatro de Contêiner Mungunzá R$ 20,00 (Inteira), R$ 10,00 (meia) e R$ 5,00 (morador) Duração: 45 min. Classificação: ...

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    Uma pioneira da dança afro-brasileira

    Marlene Silva fala de sua trajetória de talento, luta e resistência Por GUSTAVO ROCHA, do O Tempo  Marlene Silva, mais de quatro décadas de dança, luta e resistência (Reprodução do site O Tempo) “Marlene Silva” são as primeiras palavras pronunciadas ao atender o telefone. Ela faz um “s” com som de “X” enquanto fala, fruto dos anos vividos no Rio de Janeiro, mas alerta: “O pessoal que não me conhece tão bem até acha que sou carioca, mas sou mineira, de Belo Horizonte, nascida no bairro Concórdia”. Depois de saber que a reportagem é sobre sua trajetória de mais de 40 anos dedicados à dança e à cultura afro, ela começa uma narrativa bem-humorada calcada em sua memória, nos espetáculos que montou, nas viagens que fez e em muito preconceito. “Sim, nós vamos falar sobre o preconceito”, ela me diz mais de uma vez, durante nossa conversa. Marlene foi a ...

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    Conheça lugares em São Paulo para praticar danças afro

    5 lugares em São Paulo para fazer danças africanas Do Catraca Livre  A dança africana é mais do que um exercício quando executada em países africanos. Tudo começou durante as celebrações dentro da cultura afro em diversas localidades. Na capital paulista as aulas de danças africanas tem crescido e ganharam horários principalmente em locais públicos. O destaque dos exercícios fica por conta principalmente da movimentação dos braços, que acompanham os tambores e os passos dos pés. Tem como base o afoxé, samba de roda, dos orixás, maculelê e dança moderna na mitologia dos orixás. Acontece até 25 de novembro, toda sexta-feira, das 19h30 às 21h30. A participação é gratuita e a dança é liberada para maiores de 16 anos. 01 Centro Tendal da Lapa Tem como base o afoxé, samba de roda, dos orixás, maculelê e dança moderna na mitologia dos orixás. Acontece até 25 de novembro, toda sexta-feira, das ...

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    Morre Mercedes Baptista, a primeira bailarina negra do Theatro Municipal do Rio

    Igor Ricardo Morreu nesta segunda-feira, aos 93 anos, Mercedes Baptista, que foi a primeira bailarina negra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Ela sofria com problemas de diabetes e cardíacos. O corpo de Mercedes está sendo velado na casa de repouso onde morava em Copacabana, na Zona Sul do Rio, e será cremado no Memorial do Carmo, no Caju, Zona Norte, ainda sem horário definido. A dançarina clássica foi importante na luta pela reafirmação do negro como artista e também buscou valorizar a cultura brasileira. Abalado, o professor Manoel Dionísio, da Escola de Mestre-sala, porta-bandeira e porta-estandarte, soube do fato através de um telefonema das enfermeiras que cuidavam de Mercedes. Manoel integrou a companhia de ballet folclórico de Mercedes e visitava a amiga quinzenalmente. Segundo ele, mesmo debilitada por causa da idade, a bailarina continuava admirando a dança. Em 2009, a bailarina foi homenageada pelo ...

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    charo

    Onde estão as bailarinas negras – por Charô Nunes

    Qual a perspectiva que o negro ia ter se não fosse bailarino. Lavadeira, empregada doméstica, esses lugares sociais que a sociedade colocava. Então abriu um porta, um mercado de trabalho. Nelson Lima, antropólogo, sociólogo no documentário Balé de Pé no Chão Gostaria de perguntar se você imagina qual é a probabilidade de existir uma bailarina negra numa novela global? Nesse momento a (ex) coreógrafa chamada Nicole, interpretada por Cinara Leal, está no ar. Faço votos para que não seja uma atuação secundária. Que ela seja mostrada nos palcos, ensaiando, ensinando seus alunos em sua academia, talvez assistindo algum mestre. Como não vejo novela, adoraria que você me contasse melhor quem é essa personagem. O que eu sei é que 102 mulheres em Sangue Bom, Flor do Caribe e Amor à Vida. Basicamente 93% delas são brancas, número que sugere a novela como ferramenta estratégica na construção e manutenção da supremacia branca. Nesse cenário apenas 8 atrizes afrodescendentes, perfazendo 4 domésticas ...

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