terça-feira, maio 11, 2021

Tag: Discriminação Racial

Papa Francisco.

Papa Francisco: “Racismo é um ‘vírus’ sempre à espreita”

O Papa Francisco denunciou o racismo em seu discurso neste domingo (21.03), comparando-o a um "vírus que se transforma rapidamente e, em vez de desaparecer, esconde-se, e espreita à espera". As declarações do Papa foram feitas através de uma mensagem pela rede social Twitter, na data que as Nações Unidas assinalam como o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial. "Instâncias de racismo continuam a envergonhar-nos, pois mostram que o nosso suposto progresso social não é tão real ou definitivo como pensamos", escreveu, acrescentando os hashtags #FightRacism #FratelliTutti. "Fratelli Tutti" "Fratelli Tutti" é o título que o Papa emitiu no ano passado, em meio à pandemia da Covid-19, para pressionar pela solidariedade, irmandade e cuidados com o meio ambiente em todo o mundo. Entretanto, no seu tweet, o Papa Francisco não especificou nenhum caso particular de racismo. El racismo es un virus que muta fácilmente y que, en lugar de desaparecer, se esconde ...

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Divulgação

Nota de Juristas Negras e Negros em defesa intransigente da paridade de gênero e da reserva de cotas raciais de 30%

“Enquanto houver racismo não haverá democracia - Convocamos os setores democráticos da sociedade brasileira, as instituições e pessoas que hoje demonstram comoção com as mazelas do racismo e se afirmam antirracistas: sejam coerentes. Pratiquem o que discursam. Porque a prática é o critério da verdade.” Em 01/12/2020, reuniu-se o Colégio de Presidentes das seccionais da OAB de todo o Brasil deliberando, essencialmente, pela paridade de gênero, garantindo, assim, uma ampliação substancial da participação de mulheres no sistema OAB. Na mesma ocasião foi aprovada proposta de ação afirmativa para negras e negros, traduzida em cotas raciais, estas fixadas no percentual de 15%, respeitada a paridade de gênero, embora a proposta originária tenha sido no importe de 30% de reserva. A recomendação para o implemento de ambas as políticas é de que produzissem efeito imediato, contemplando, portanto, as eleições de 2021. Apesar dos temas serem de profundo interesse de toda a categoria ...

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Ana Lúcia Martins é a primeira vereadora negra eleita em Joinville (Foto: Facebook/Reprodução)

Campanha de apoio nacional e internacional pela vida da professora e vereadora eleita Ana Lúcia Martins

Desde o dia 15 de novembro, ainda antes do resultado das eleições municipais em Joinville (SC), a professora Ana Lúcia Martins (PT), a primeira mulher negra eleita vereadora na história da cidade, vêm sofrendo diversos ataques, como o hackeamento de suas redes sociais, comentários racistas e ameaças de morte. Logo no dia seguinte à sua eleição, um radialista de Joinville atacou Ana Lúcia Martins, afirmando que não poderia “comemorar uma petista no poder novamente” e que o seu partido “não deveria existir mais”. Naquele mesmo dia, no Twitter, um perfil respondia com ameaças os apoiadores que comemoravam a eleição de Ana Lúcia. Numa das mensagens, o criminoso escreveu o seguinte: “OS FASCISTAS MANDARAM AVISAR QUE ELA QUE SE CUIDE". Em outra, o autor das ameaças disse: "agora só falta a gente m4t4r el4 e entrar o suplente que é branco (sic)". No perfil do racista, havia outras mensagens de ódio ...

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A socióloga Márcia Lima, professora da USP e coordenadora do Afro, núcleo de pesquisa e formação sobre a questão racial no Cebrap. (Foto: WANEZZA SOARES)

Márcia Lima: “Debate racial mudou de patamar. Não vejo mais os jovens aceitando silenciamento”

A socióloga Márcia Lima (Barra do Piraí-RJ, 1971) coordena há um ano um núcleo de pesquisa sobre a questão racial em um dos mais prestigiosos centros de estudos sociais e políticos do Brasil, o Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento). Seu grupo, o Afro (Núcleo de Pesquisa e Formação em Raça, Gênero e Justiça Racial), foi criado em novembro de 2019 com a proposta não somente desenvolver e dar visibilidade para pesquisas sobre desigualdade racial, mas também abrir um caminho para que intelectuais negros ocupem mais espaços de excelência. É esse trajeto que a própria pesquisadora percorre há 30 anos —desde a sua graduação na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde também fez doutorado em sociologia, nas passagens por instituições de prestígio internacionais como Columbia e Harvard (EUA) e no trabalho como professora da Universidade de São Paulo (USP) e no Cebrap, onde atua há 17 anos. ...

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Kehinde Andrews, professor da Birmingham City University - Birmingham City University

Se Hamilton não fosse negro, seria muito mais popular, diz professor britânico

Perto de confirmar seu heptacampeonato mundial na F-1, o que pode acontecer no domingo (15), o inglês Lewis Hamilton, 35, teve um 2020 muito marcado também pelo que fez fora das pistas. Neste ano, ele se consolidou como uma das principais vozes ativistas entre os atletas por suas declarações, protestos que liderou antes dos GPs e ao ir às ruas em manifestações do movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam) que eclodiram mundialmente às vésperas do início da temporada da F-1. Na opinião de Kehinde Andrews, professor de Estudos Negros da Birmingham City University, o ativismo que o faz ser tão admirado globalmente também limita seu reconhecimento entre os próprios britânicos. "Há uma grande parte da população que não gosta quando você é “negro demais” e se posiciona. Hamilton poderia ter se posicionado menos para ser mais popular, mas, dando crédito a ele, decidiu ser firme", afirma Andrews em entrevista ...

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Foto: CHRISTIAN BRAGA/JORNALISTAS LIVRES

Judiciário precisa frear racismo nas abordagens policiais

Uma decisão da Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH) pode mudar regras sobre abordagens policiais, que passam a ser consideradas arbitrárias caso não encontrem motivação em elementos objetivos e verificáveis aos olhos da Justiça. A sentença contra o Estado argentino por duas diferentes detenções ilegais ocorridas em 1992 e 1998, em Buenos Aires, vale para todos os países sob a jurisdição do tribunal, incluindo o Brasil. O caso Fernández Prieto & Tumbeiro vs. Argentina, julgado no dia 1º de setembro, trata de abordagens policiais justificadas apenas por “atitude suspeita” (a “fundada suspeita” no Brasil). Embora tenham sido encontradas drogas com ambos os acusados, suas detenções foram consideradas ilegais pela corte, o que se desdobra em nulidades processuais. O Estado argentino terá ainda de pagar a Carlos Alberto Fernández Prieto e a Carlos Alejandro Tumbeiro indenizações que equivalem a R$ 220 mil e R$ 168 mil, respectivamente. Em junho, o ...

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Foto: Jonathas Queiroz

Jundiaiense denuncia contratação da Magazine Luiza por discriminação racial

O programa de contratação trainee exclusivo para negros da rede varejista Magazine Luiza foi alvo de um boletim de ocorrência por “discriminação racial” de um servidor público jundiaiense de 50 anos de idade. No boletim de ocorrência registrado pela internet na última segunda-feira (21), ao 7º Distrito Policial, o cidadão pede para a corporação investigar o programa de trainee da empresa, que na alegação dele “visa contratar novos funcionários através de critérios raciais, que fere a Constituição da República”. MPT rejeita denúncias de racismo O Ministério Público do Trabalho em São Paulo indeferiu nesta quinta-feira (24) uma série de denúncias recebidas contra o Magazine Luiza por suposta discriminação na decisão da empresa de selecionar apenas negros em seu próximo programa de trainees. Para o MPT, não houve violação trabalhista, mas sim uma ação afirmativa de reparação histórica. Ao todo foram recebidas 11 denúncias em que a varejista é acusada de ...

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Foto: Reprodução/GloboNews

Grupo Carrefour rejeita recomendação do Ministério Público do Trabalho após caso de racismo

O Ministério Público do Trabalho (MPT) propôs ao Hipermercado Atacadão, na Zona Oeste do Rio, a contratação de uma consultoria do movimento negro para orientar seus trabalhadores. A recomendação ocorre após uma auxiliar de cozinha ser demitida depois de denunciar racismo e intolerância religiosa cometida por outro funcionário. O órgão solicitou ainda a readmissão da vítima de racismo. Os dois pedidos foram negados pelo estabelecimento que pertence ao Grupo Carrefour. Em entrevista ao UOL, a procuradora do Trabalho Fernanda Diniz diz que a empresa foi omissa e permitiu que o empregado adotasse tal postura racista e de intolerância religiosa. “Esse funcionário dizia que não gostava de preto, está envolvido em caso de agressão física a uma outra funcionária e nunca foi punido. Neste caso de agressão, a empresa chegou a alegar acidente. Então, eu entendi é que a atitude omissa da empresa permitiu que ele fizesse tudo isso”, afirma. Em ...

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Foto: Reprodução/GloboNews

Mulher é demitida após denunciar racismo e intolerância religiosa em hipermercado no Rio

Uma auxiliar de cozinha negra foi demitida após denunciar que foi vítima de racismo e intolerância religiosa em uma unidade do hipermercado Atacadão, na Zona Oeste do Rio. A justificativa para a demissão foi ter "se envolvido em situações de conflito com outros funcionários". Como mostrou a GloboNews nesta segunda-feira (31), Nataly Ventura da Silva, de 31 anos, afirmou que logo que começou a trabalhar no local já convivia com a discriminação de um colega. Identificado como Jeferson Emanuel Nascimento, o funcionário é suspeito de ter ofendido a mulher por conta da cor de pele e da religião dela, que é o candomblé. O Ministério Público do Trabalho afirmou que a funcionária foi surpreendida com a frase "só para branco usar" em um avental. A mensagem foi assinada e escrita por Jeferson. O órgão, então, entrou com uma ação contra o estabelecimento, do Grupo Carrefour. A GloboNews teve acesso com ...

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Imagem: Geledes

Haitiana será indenizada por assédio moral e discriminação racial no trabalho

A 9ª câmara do TRT da 15ª região deu provimento parcial a recurso de uma mulher haitiana para que a empresa na qual ela exercia função de auxiliar de serviços gerais pague indenização por assédio moral e racial realizados pelo gerente. Ao ajuizar ação, a trabalhadora afirmou que ela nunca era “escalada para trabalhar no balcão de atendimento, mas somente na cozinha” e que, diferentemente dos outros colegas, era designada a apenas trabalhos mais pesados. A trabalhadora ajuizou ação alegando que exerceu funções diversas daquelas para as quais foi contratada e que sofreu humilhação e discriminação do gerente, fato que lhe causou abalo emocional. Conforme afirmou, ela era submetida a constante constrangimento com discriminação perante seus colegas de trabalho, sempre sendo obrigada a cargas de trabalho excessivos de forma desigual com seus colegas da profissão. Afirmou, ainda, que era sempre submetida a função adicional de cozinheira, de limpeza e higienização ...

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A participação negra na moda brasileira já tem seus registros no século 17, quando mulheres negras produziam e comercializavam roupas de linho, joias e tecidos. Mas a história da moda brasileira é contada a partir do século 19 (Foto: Marcelo Soubhia)

Moda afro-brasileira é uma das armas de resistência contra a discriminação racial

Na Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, uma pesquisa mostra como a moda afro-brasileira vem ganhando espaço e se tornando cada vez mais um símbolo de resistência e de autoafirmação para a população negra contra o racismo e a discriminação. “A ‘mão negra’ está e sempre esteve presente na moda. Mas a história da moda brasileira é contada a partir do século 19, centralizada na Belle Époque, e com isso se serviu da cultura europeia”, conta a desenhista industrial Maria do Carmo Paulino dos Santos. A pesquisa de mestrado Moda Afro-Brasileira, design de resistência: o vestir como ação política tem, entre outros objetivos, recontar essa história e mostrar o quanto “esse vestir é capaz de criar uma consciência que resulte em ações políticas”. Pesquisadora Maria do Carmo Paulino dos Santos (Foto: Cris Nigro) Segundo Maria do Carmo, a participação negra na moda brasileira ...

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Jogador Tottenham Danny Rose diz que sempre é parado com carrão: ‘Perguntam se é roubado’

O lateral-esquerdo do Tottenham Danny Rose foi parado por policiais na semana passada enquanto dirigia pela cidade natal de Doncaster. Os oficiais teriam feito isso para verificar se o Range Rover de 100 mil libras dirigido pelo jogador era roubado. Segundo Rose, esse tipo de situaçãoa acontece com fequência. O jogador inglês de 30 anos recebe 60 mil libras (cerca de R$ 400 mil) por semana atuando em um dos principais clubes da Premier League. Apesar disso, ele conta como é tratado injustamente devido à cor de sua pele. — Fui parado pela polícia na semana passada, o que ocorre regularmente sempre que volto a Doncaster, de onde sou — disse Rose ao apresentador Richie Sadlier no podcast "The Player's Chair". FILE PHOTO: Premier League - Liverpool v Tottenham Hotspur Foto: Paul Childs / Action Images via Reuters O defensor afirmou que sempre é questionado pelos ...

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Imagem: Geledes

Racismo Estrutural – Banco é condenado a indenizar cliente por discriminação racial

Procedimentos de segurança são intrínsecos à atividade bancária. Não pode, entretanto, a instituição financeira, sob o pretexto de se manter a segurança no interior do estabelecimento, expor o usuário a procedimentos constrangedores. Com base nesse entendimento, o juiz Marco Aurélio Stradiotto de Moraes Ribeiro Sampaio, da 3ª Vara Cível de Jundiaí, condenou um banco a indenizar, por danos morais, um negro que foi impedido de entrar em uma das agências da instituição. O valor da reparação foi fixado em R$ 52.250, o que corresponde a 50 salários mínimos. “É necessário que nesta sentença, para além da indenização em face de técnica processual, reconheça-se o ato de que vítima o autor, discriminação racial a lhe gerar danos civis que se querem aqui desfeitos. E isso porque não pode a sociedade, no estágio atual, continuar a tratar como situação normal a negada questão racial, o tratamento diverso por questão de cor de ...

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Vários projetos para aumentar o rigor contra o racismo tramitam no Senado (Foto: Rafael Kennedy/ Agência Senado)

No Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial, senadores pedem fim do preconceito

Ao lembrar o Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial, comemorado nesta sexta-feira (3), senadores se manifestaram contra o preconceito e a favor de pautas e a favor de pautas de inclusão. Algumas dessas pautas já são o objetivo de projetos que tramitam no Senado. A data é uma referência à aprovação, pelo Congresso, da Lei Afonso Arinos, que tornou contravenção penal o racismo. A lei, de 1951, é considerada a primeira contra o racismo no Brasil, hoje crime inafiançável. “A lei, proposta por Afonso Arinos de Melo Franco, é de 1951. Estamos em 2020 e o racismo que estrutura a nossa sociedade ainda maltrata e mata diariamente. Precisamos mudar”, disse pelo Twitter a senadora Zenaide Maia (Pros-RN). Também pela rede social, o senador Fabiano Contarato (Rede-ES) afirmou que é preciso combater a discriminação racial todos os dias. “Hoje, em especial, reiteramos a importância de defendermos um Brasil sem preconceitos. ...

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Foto: Sérgio Lima/Poder360

76% veem racismo no Brasil, mas só 28% admitem preconceito contra negros

Pesquisa DataPoder360 mostra que 76% dos brasileiros dizem haver preconceito contra negros no Brasil por causa da cor da pele. Para 12% da população, o racismo não existe no país. Outros 12% não souberam responder. A pesquisa do DataPoder360, divisão de estudos estatísticos do Poder360, foi realizada de 22 a 24 de junho com 2.500 pessoas em 549 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto. A morte de George Floyd, homem negro, depois de ação de policiais brancos nos Estados Unidos provocou uma onda de manifestações antirracismo pelo mundo. Ele havia sido detido pela polícia de Mineápolis (Minnesota) acusado de ter tentado pagar uma compra com nota falsa de US$ 20 em 1 supermercado. Floyd teve o pescoço prensado com o joelho por 1 policial branco por 8 minutos e 46 segundos e morreu. ...

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@PIXABAY

6 maneiras de combater a discriminação racial ainda na infância

Professora da Unesp mostra como nós, adultos, podemos ajudar na luta contra o racismo dando bons exemplos às crianças Por FLÁVIA BEZERRA, do Ceert. @PIXABAY Neste sábado, 21.03, são celebrados o Dia Internacional Contra a Discriminação Racial e o Dia Mundial da Infância. Pensando nisso, conversamos com a professora de história e pesquisadora Lucia Helena Oliveira Silva, da Unesp, sobre a importância de se combater o racismo ainda na infância: “Quando não se vê nesses modelos, a criança se sente deixada de lado. Por isso, é de suma importância falarmos sobre preconceito, uma vez que ainda estamos construindo o respeito à diversidade”, diz Lucia. Leia abaixo: 1. Atente-se para não reproduzir comportamentos preconceituosos Segundo Lucia, é comum, nas escolas, reproduzir comportamentos racistas, mesmo sem perceber que os faz: “Já vi muita professora pedindo para a menina de cabelo crespo, enrolado, ir à escola apenas com os ...

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Arte: Romulo Arruda

Dia da Consciência Negra: sete projetos de alunos que estão valorizando a cultura negra

Dia 20 de novembro é celebrado o Dia Nacional da Consciência Negra, data marcada pela morte de Zumbi de Palmares, considerado símbolo da resistência contra a escravidão. Hoje, mais de 300 anos após o seu falecimento, a data ressalta a importância de refletir sobre a posição dos negros na sociedade e a constante luta contra a discriminação racial e desigualdades sociais. Diante da importância da data, o programa Criativos da Escola apresenta sete projetos transformadores de estudantes do ensino fundamental ou médio que promoveram a valorização da cultura negra. Por Juliana Oliveira, enviado  para o Portal Geledés Um desses projetos foi protagonizado por um grupo de alunos estudantes do 5º ano do Ensino Fundamental ao 2º ano do Ensino Médio da Escola Municipal Milton Pessoa, também integrantes das Associações Quilombolas do Livramento e Águas Claras, de Triunfo (PE), que ao perceberem práticas racistas, a negação da identidade e o desconhecimento ...

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racismo-imagem- geledés

Bahia reforça combate ao racismo também no Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial

Esta quinta-feira (21) é o Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial. O racismo é crime e precisa ser denunciado. Desde dezembro de 2013, a população baiana conta com o Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa Nelson Mandela, vinculado à Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), que já registrou 516 casos, sendo 36 somente nos três primeiros meses deste ano. Por Raul Rodrigues, do  Secom racismo-imagem- geledés A secretária da Promoção da Igualdade Racial, Fabya Reis conta que o dia 21 de março é instituído pela Organização de Nações Unidas (ONU) a partir de um massacre ocorrido na África do Sul, quando pessoas negras protestavam contra a Lei do Passe, que demarcava lugares para circulação de pessoas negras e brancas. “Houve nessa data uma ação violenta, portanto esse dia ficou como referência de resistência e de luta contra o racismo em todo ...

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Reprodução/ONU

ONU e a luta contra a discriminação racial

Movimentos extremistas racistas baseados em ideologias que buscam promover agendas populistas e nacionalistas estão se espalhando em várias partes do mundo, alimentando o racismo, a discriminação racial, a xenofobia e a intolerância correlata, muitas vezes visando migrantes e refugiados, bem como pessoas afrodescendentes. Da ONU Reprodução/ONU Em sua mais recente resolução sobre a eliminação do racismo, a Assembleia Geral das Nações Unidas reiterou que todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos e têm o potencial de contribuir construtivamente para o desenvolvimento e o bem-estar de suas sociedades. A resolução também enfatizou que qualquer doutrina de superioridade racial é cientificamente falsa, moralmente condenável, socialmente injusta e perigosa e deve ser rejeitada, assim como teorias que tentam determinar a existência de raças humanas segregadas. A relatora especial das Nações Unidas sobre formas contemporâneas de racismo, discriminação racial, xenofobia e intolerância correlata, E. Tendayi Achiume, em seu recente relatório sobre ...

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A solidão gera danos emocionais às mulheres e tem sido cada vez mais discutida dentro do feminismo negro Foto: Arte de Lari Arantes

‘Você não disse que era preta’, disse homem em encontro

Racismo estrutural e machismo levam mulheres negras brasileiras à rotina de exclusão afetiva. Segundo o IBGE metade delas não vive em união conjugal Por Naíse Domingues, do O Globo    A solidão gera danos emocionais às mulheres e tem sido cada vez mais discutida dentro do feminismo negro Foto: Arte de Lari Arantes A cineasta Rosa Miranda marcou um encontro com um homem com quem já se correspondia na internet. Durante o período que passaram juntos, notou que ele não estava confortável. Ao se despedirem, Rosa descobriu que o motivo do incômodo era a cor de sua pele: "Você não disse que era preta. Não sou racista, mas pela mentira não vou ficar com você", disse o homem. A história de Rosa não é estranha para as mulheres negras. Desde a infância, elas convivem com a rejeição criada por uma combinação de racismo estrutural e machismo. ...

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