quinta-feira, outubro 15, 2020

    Tag: identidade racial

    Aquilombar: bonde de adolescentes negras e negros

    Aquilombar: bonde de adolescentes negras e negros Do Facebook  Formadoras: Carolina de Freitas e Lidiane Araújo Carga horária: 6h Investimento: R$ 50,00 Período: Sábado 26/10 de 2019 Horário: 14:30 - 17:30 Inscrições: http://centrodeformacao.acaoeducativa.org.br/cursos/aquilombar-bonde-de-adolescentes-negras-e-negros/   Divulgação/Ação Educativa Aquilombar é um espaço de encontro quinzenal para adolescentes entre 14-16 anos de idade que se identifiquem racialmente como negras e negros. Os encontros serão mediados por uma psicóloga e uma pedagoga com grande acúmulo com adolescentes e buscam ofertar um espaço de amizade, diversão e troca de experiências para a construção e fortalecimento de identidade racial positiva. Fique atenta(o) ao calendário, os encontros acontecem nos sábados à tarde na Ação Educativa (Rua General Jardim, 660, Vila Buarque) e em vários territórios da Cidade de São Paulo. O próximos encontros acontecerão nos dias 05 e 26 de outubro. Eles são abertos e a contribuição de R$50,00 por mês é voluntária. ...

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    Meghan Markle é negra?

    Ao tornar-se noiva do príncipe Harry, Meghan Markle reacendeu o debate sobre identidade racial - cujo conceito é diferente nos EUA e no Brasil. Entenda! Por Júlia Warken, do MdeMulher  Meghan Markle: desde que noivou com o príncipe Harry, ela está no centro do debate racial (Reprodução e Christopher Furlong/Staff/Getty Images) Desde que o príncipe Harry e a atriz americana Meghan Markle oficializaram o noivado, em 27 de novembro, os dois são o assunto do momento ao redor do mundo. Isso porque a chegada de Meghan à família real representa uma quebra de paradigmas. Além de ser estrangeira e divorciada, ela também traz miscigenação racial à realeza. Enquanto muita gente comemora a novidade, outros destilam racismo e também há quem não compreenda como uma mulher de traços finos e pele clara pode ser considerada negra. Filha de mãe negra e pai branco, na verdade Meghan se identifica como birracial, mas poderia se declarar negra se assim preferisse. Barack Obama, por ...

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    “Adorei a boneca preta, tia”. Foi a melhor mensagem de Natal que recebi

    Por Laura Astrolábio Minha sobrinha é preta de pele clara e cabelo cacheado. Quando mais pequenina, ela não aceitava que eu dissesse que eu era preta, que minha irmã era preta e que ela era preta. Eu peguei uma foto do meu pai e mostrei pra ela e disse: Fonte: Mamapress por, Laura Astrolábio “Esse homem lindo aqui é meu pai e pai da sua mãe e ele é preto. Ele é seu avô. Olha como somos parecidas com ele!”. Ela falava: _ “você não é preta, tia”. Eu expliquei pra ela que sim e como as pessoas são de diferentes tons de pele negra assim como as pessoas brancas têm diferentes tons de pele branca. Comecei a dar bonecas Pretas pra ela (as que eu conseguia achar) e ela não dava a mínima e dizia: _ “Eu queria uma Barbie loira”. Um dia ela fez um desenho e disse: ...

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    Onde estão as pessoas brancas como eu?

    Uma vez, uma amiga me disse, enquanto me explicava sobre colorismo: "quem tem a régua pra medir a negritude das pessoas e decidir quem é negro e quem não é?". Hoje, eu responderia pra ela que essa pessoa não existe, mas há um consenso geral na sociedade – e até na militância – que exige que você tenha determinado tom de pele para se autodeclarar negro. Pelo menos para que você se declare e não haja controvérsias. É aquela clássica frase: branco demais para os negros, negro demais para os brancos. Enviado por Caio dos Santos Monteiro para o Portal Geledés  Certa vez, um total desconhecido disse que eu não era branco durante uma palestra sobre cotas no Acepusp, um cursinho popular aqui de São Paulo. Isso aconteceu porque em determinada parte da minha pergunta eu disse "…eu, sendo branco…", então o palestrante esperou eu terminar e iniciou: "alguns podem até ...

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    Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

    Contrução identitário e a importância da educação das relações étnico-raciais na infância

    Os espaços de educação infantil são característicos pela ampliação do convívio social, que deixa de ser prioritariamente a família e estende-se aos colegas e profissionais da escola. Esse contato proporciona à criança, durante a infância, uma gama de relações sociais com seus pares e com adultos, com diferentes subjetividades, etnias, gêneros e identidades, relações essas que somam grande influência na formação de sua própria identidade e autoimagem. Se antes a criança era vista como um “adulto em miniatura”, com os estudos da sociologia da infância, a partir da década de 1990, desenvolve-se uma teoria do desenvolvimento infantil que reconceitua o lugar das crianças na sociedade, relacionando o conceito de infância com uma construção social. As análises sociológicas demonstram interesse pelas crianças por seu papel de sujeitos e atores sociais, e não mais como objetos passivos, e que devem ser analisadas por variáveis como classe social, gênero e etnia. Enviado por Daniele ...

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    Escurecendo memórias, alargando sorrisos em meio à questionamentos

    Abrir a caixinha de fotos é sempre um momento muito gostoso que faço de tempos em tempos. E cada momento que revejo essas memórias no papel, um filme parece rebobinar minha cabeça num misto de euforia e surpresas (as fichas caindo); compreensões diferentes de cada imagem do que eu tinha há uns anos atrás.  Claro, não pudera ser diferente pra quem passa por um processo de reconhecimento da própria identidade racial, do seu pertencimento em sociedade, o que você significa nesse contexto;  é realmente um novo enxergar em cada foto… Um susto, também, ao perceber a tonalidade da pele ao longo dos anos, ao notar detalhes que antes passavam “em branco”. Por Jész Ipólito, do Gorda e Sapatão  acho que era 93 e lá estava eu de noelzinha Já tem um tempinho que eu tenho pensado em toda minha história, da minha infância e adolescência, a relação com a família da minha ...

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    Quando descobri que sou preto: “Vou contar a minha história, porque eu também tenho uma”.

    Ericka Huggins (mulher negra, ativista, estadunidense, integrante dos Black Panther Party) Enviado por Jônatas Cordeiro da Silva via Guest Post para o Portal Geledés  Hoje sinto a necessidade de contar como me descobri (e ainda estou descobrindo) enquanto preto, o que abarcará uma breve discussão sobre a mestiçagem. Quando vejo alguns casos, como por exemplo, o Neymar que diz que não é preto, ou Caio (namorado da Jout Jout) que se autodeclara pardo. Recordo como foi difícil que eu me reconhecesse enquanto preto. Eu sempre soube que eu não era branco, não só pela cor de minha pele, cabelo, traços, mas também pelos lugares que eu nem eu, nem meus ancestrais ocupamos, porém há uma grande diferença entre não ser branco e ser preto. É importante ressaltar que de forma alguma a miscigenação no Brasil foi historicamente simples, também que um dos fatores para a miscigenação foi o estupro de ...

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    Dani Costa Russo/Divulgação

    Ser negro ou não ser: a questão de Caio e de todo o Brasil

    Nessa terça (05), o namorado da Youtuber Jout Jout, Caio, sentou-se em frente às câmeras para levantar alguns questionamentos sobre a sua identidade racial e sobre a forma como os brasileiros encaram esse assunto. A reflexão foi motivada por atos de racismo de alguns seguidores do canal após “descobrirem” que Caio não era branco. E tudo isso se tornou muito relevante não apenas pela importância dessa questão, mas também porque o canal da Jout Jout é seguido por milhares de pessoas. Por Jarid Arraes Do Portal Fórum No vídeo, Caio fala que toda a discussão o pegou de surpresa, já que não se considerava negro, mas sim pardo. Caio chegou até a falar com o marido da mãe, que é um homem negro de Guiné-Bissau, e o mesmo se mostrou confuso, porque também não considerava Caio negro. Por outro lado, muitas outras pessoas o identificaram como negro, com todas as cinco letras ...

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    Minha cor, minha identidade, até quando?

    Na sociedade atual a importância da sua cor, religião, sexo, opção sexual diz muito sobre quem você é, qual o cargo que você terá em uma empresa e principalmente, como a comunidade irá se relacionar contigo. O ano de 2008 ficou marcado na história: pela primeira vez, um negro se tornou presidente dos Estados Unidos da América. Todo o mundo midiático ofereceu várias versões de como seria o mandato de um negro em um país onde todos os presidentes haviam sido brancos, porém o que mais chamou a atenção foi o ato de comemoração que a sociedade estadunidense teve: tanto brancos quanto negros comemoraram a vitória de Barack Obama. Envido por Bruno Roque Younes via Guest Post para o Portal Geledés Na atual coletividade do século XXI, percebemos que várias personalidades negras além de Obama estão alcançando cargos de destaque em uma sociedade que ainda é considerada preconceituosa, sejam estes cargos no esporte, na política, no universo empresarial ou até mesmo ...

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    cidabento

    Branquitude – O lado oculto do discurso sobre o negro – Cida Bento

    Maria Aparecida Silva Bento Este artigo constitui-se numa abordagem psicossocial do processo de formação sobre relações raciais do CEERT2 . A experiência do CEERT na formação sobre relações raciais em diferentes instituições tem revelado que. embora cada uma dessas instituições seja diferente - os desafios de ensinar sobre racismo tem sido, mais parecidos do que diferentes. Por conta disso, serão reportadas diferentes experiências de formação, tais como as referentes às áreas de direito, psicologia social e organizacional, educação, uma vez que, independente das áreas, do grau de escolarização e das experiências dos participantes, o tema das relações raciais no Brasil é tão silenciado que, não raro, há mais similaridades do que diferenças no nível de informação sobre o tema, nas questões e nas resistências apresentadas. De qualquer forma, logo de início é bom lembrar que os cuidados para abordar o tema relações raciais junto a grupos mistos de negros(as) e ...

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    Ausência da construção da identidade racial da criança negra no contexto escolar

    RESUMO Michelangelo Henrique Batista O presente artigo traz os resultados do nosso Trabalho de Conclusão de Curso, que teve o intuito de evidenciar se a ausência da abordagem racial em sala de aula inibe a construção da identidade racial da criança negra em anos iniciais do Ensino Fundamental. Para desenvolver esta pesquisa de cunho qualitativa, lemos autores como Freire (1987), Munanga (2005), Gomes (2005), entre outros. Como instrumento de coleta de dados, utilizamos a entrevista semi-estruturada, que aplicamos aos Apoios Administrativos Escolares, Técnicos-Administrativos Escolares e Docentes, da Rede Pública de Ensino do Município de Porto dos Gaúchos/MT. Acreditamos que os resultados da pesquisa contribuirão para a reflexão sobre a construção da identidade racial da criança negra no contexto escolar e sobre a Lei 10.639/03 neste contexto. Constatamos que o ambiente escolar está repleto de práticas racistas e, que os depoimentos da maioria dos docentes, revelaram demagogos e falaciosos, buscando mascarar ...

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    280605

    Brasileiros não reconhecem sua identidade racial

    Estudo realizado no Departamento de Linguística da Universidade de Brasília (UnB) constatou que os brasileiros têm dificuldade em se assumir negros e pardos e em identificar outras pessoas etnicamente. O discurso de respeito às diferenças e harmonia no país escondem, na verdade, racismo e preconceitos que têm origem no tempo da escravidão. Essa é a conclusão da pesquisadora Francisca Cordélia Oliveira da Silva, que defendeu a tese de doutorado em agosto. “Falta convicção. Os brasileiros têm muitas dúvidas a respeito de raça, etnia e cor, porque estamos em um país miscigenado. Essas dúvidas geram preconceito racial”, explica. Fonte: Radio do Moreno  Durante três anos e meio, Francisca Cordélia analisou notícias, leis e realizou uma enquete para embasar a tese de doutorado. As matérias selecionadas dos jornais on line Folha, Mundo Negro e Folha de S. Paulo continham entrevistas de pessoas que passaram por constrangimentos raciais. Nelas, a pesquisadora aplicou a ...

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