sexta-feira, setembro 18, 2020

    Tag: impunidade

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    ‘Meu Corpo Não é Público’ propõe campanha colaborativa contra assédio nos transportes; baixe cartazes

    Após uma mulher ser abusada dentro de um ônibus e a justiça julgar que não havia nada de errado nisso (2017 sempre nos surpreendendo!), um grupo de mulheres criou uma campanha para avisar ao mundo que não irá mais tolerar a violência motivada pelo sexismo. no Hypeness Arte: Luiza Sento Sé / Texto: Mariana Ledo Não interessa se é uma cantada, um motorista de Uber abusador ou uma gozada no ombro no ônibus. O importante é que esse tipo de assédio precisa ter fim. E diversas mulheres estão unidas se empenhando em mudar esse cenário. Arte: Nadia Dezidério / Texto: Lara Rangel A campanha Meu Corpo Não é Público foi criada por Agatha Kim e contou com a colaboração de diversas artistas que criaram cartazes repudiando o assédio e violência sofridos diariamente pelas mulheres nas ruas ou no transporte público. No site da campanha é possível fazer download dos cartazes para ...

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    Estamos criando monstros

    - A criança que vocês adotaram não combinou muito porque ela é pretinha e lugar de preto é na África. A “pretinha” que não combina é Titi. Uma menininha negra, linda, estilosa, filha de Giovana e Bruno Gagliasso. Titi não combina com seus pais? Que isso! Onde está escrito? Quem determina? Quem dita as ordens do coração? Combinação de amor não é de cor, é de alma. Fonte: Extra por, Mônica Raouf El Bayeh Essa frase cruel foi postada no Twitter de Giovana Ewbank por um perfil falso feito por uma adolescente de quatorze anos. No perfil, o nome e a foto de uma prima. Que sofreu horrores. Foi ameaçada. E já não podia nem sair de casa. A adolescente se incomodou? Não. Ao contrário. Se bobear, até gostou. Não era isso que ela queria? Zoar? Incomodar? Fazer sofrer? Conseguiu. Como teve coragem de provocar pessoas que nada de mal lhe ...

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    Justiça arquiva ação que julga PM acusado da morte de menino Eduardo

    Crime aconteceu durante operação no Complexo do Alemão em abril de 2015 Por Antônio Werneck, Carina Bacelar Do O Globo Foto: Geledés Os desembargadores da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio, decidiram, por dois votos a um, arquivar a ação penal que acusa o policial militar Rafael de Freitas Monteiro de ser autor do tiro que matou o menino Eduardo de Jesus Ferreira, de 10 anos, no dia 2 de abril de 2015. Estudante do Ciep Maestro Francisco Mignone, em Olaria, a criança foi atingida na cabeça por uma bala de fuzil quando brincava na porta de sua casa, no Complexo do Alemão, com um celular. O PM foi denunciado em novembro de 2015 por homicídio simples. A ação criminal estava em andamento na 4ª Vara Criminal, mas, como trancamento, o processo fica suspenso. Ainda cabe, entretanto, recurso do Ministério Público Estadual em instância ...

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    Impunidade do Carandiru e o país em que matar pobre virou “legítima defesa”

    O Massacre do Carandiru, quando 111 presos foram executados por forças policiais que invadiram o Pavilhão 9 da então Casa de Detenção de São Paulo, completa, no próximo dia 2 de outubro, 24 anos. Durante os julgamentos, eu havia escrito aqui que a Justiça estava sendo – mesmo que parcialmente e temporariamente – feita.Mas, nesta terça (27), a 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo anulou os julgamentos que condenaram 74 policiais militares pelo massacre. Por Leonardo Sakamoto Do Blog do Sakamoto Ou seja, voltamos à situação ''normal'' de impunidade policial. Ufa! Eu estava estranhando. Afinal de contas, estamos no Brasil. O desembargador Ivan Sartori, relator do processo, votou não só pela anulação, mas também pela absolvição dos réus – o que contraria, segundo juristas, o Código de Processo Penal, por ir de encontro à decisão de um júri popular. Segundo ele, ''não houve massacre'', mas ''legítima defesa''. E, ...

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    O racismo cotidiano, os racistas e a certeza da impunidade

    Pedagoga gravada fazendo ofensas racistas foi presa, pagou fiança e responderá por injúria A mulher que aparece em um vídeo gravado na praia da Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, foi levada para a delegacia após proferir ofensas raciais contra duas mulheres, segundo informou nesta terça-feira (30) a Polícia Civil. O vídeo, que viralizou nas redes sociais, provocou revolta em internautas. Identificada como Sonia Valéria Rebello Fernandez, a mulher de 45 anos foi autuada em flagrante pelos crimes de injúria e injúria por preconceito na tarde do último domingo (28), segundo a 16ª DP (Barra). O caso foi encaminhado à Justiça. no R7 Após verificar as provas apresentadas, a delegada de plantão determinou a prisão em flagrante. Segundo a polícia, Sonia, que é pedagoga, não pagou a fiança arbitrada em R$ 2.000 e foi encaminhada à Justiça. Em juízo, ela pagou R$ 500 de fiança e foi solta. O ...

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    18 anos de impunidade: a seletividade penal na Justiça brasileira

    Família de Sebastião Camargo, trabalhador sem terra assassinado em 1998, continua esperando por justiça. Caso deve ter andamento com o julgamento do acusado pelo assassinato, Marcos Prochet, no próximo dia 25, em Curitiba. Por Assessoria de Comunicação da Terra de Direitos Fotos de Gisele Arabori “A corda sempre estoura pro lado mais fraco”. É a constatação de quem aguarda há mais de 18 anos pela solução do caso do pai. Mais novo dos cinco filhos de Sebastião Camargo, trabalhador sem terra assassinado no Paraná em 1998, Cezar Camargo vê na morosidade da Justiça um sintoma da seletividade penal que atinge grande parte do Judiciário brasileiro. “Você vê acontecer e as coisas não tão sendo punidas. Os pequenos tão sofrendo com o poder dos grandes”, lamenta. Cezar traz consigo a vontade de ver a quebra do cenário de impunidade da Justiça com a condenação do assassino de seu pai. Acusado pelo assassinato, o ...

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    Branca e reincidente, a acusada de racismo é liberada após um dia presa no Rio de Janeiro

    O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro concedeu liberdade provisória à cliente de um supermercado presa no sábado, acusada de injúria racial. A mulher teria dito ao gerente do estabelecimento que "voltasse para a senzala e para o quilombo". leia também:   Após passar 3 anos preso injustamente, ser estuprado, e contrair HIV na cadeia, ex-pedreiro ainda luta por idenização  Garçom inocente é solto pela Justiça após 4 meses preso Rafael Braga é preso com novo flagrante forjado, diz advogado José, o adolescente negro injustamente preso pela Polícia Militar de São Paulo e ficou 22 dias na Fundação Casa ‘Estou libertado’, diz ator preso por engano depois de inquérito ser arquivado pela Justiça Inocente - Agente de saúde Michel Silveira está preso em SP ha 2 meses por ter sido 'identificado' como ladrão  Rafael Braga Vieira único condenado pelas manifestações é jovem, negro e pobre 

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    A certeza da impunidade: O racismo tem cara e endereço eletrônico

    A gente precisa conversar sério sobre racismo com a nova geração Volta e meia surge um caso de racismo que choca todo o país e ganha repercussão nacional. Recentemente, a jornalista Maria Júlia Coutinho, por exemplo, foi vítima de ataques racistas no Facebook. O caso foi debatido ao vivo durante o Jornal Nacional. no Arauto Online No entanto, por mais que algumas pessoas insistam em dizer que não existe racismo no Brasil, basta dar uma pesquisada nem tão criteriosa assim em algumas redes sociais para perceber que a discriminação por cor está presente como nunca na internet. E pior: quem mais alardeia comentários racistas são jovens que, em tese, deveriam ter a mente mais aberta para os assuntos em geral. Geralmente o racismo vem escondido em forma de piada Ou em termos que, ao que parece, nem o próprio ofensor parece perceber que são ofensivos O preconceito decantado ganha voz nos poucos ...

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    O atentado contra o Instituto Lula é filho da impunidade das manifestações de ódio. Por Paulo Nogueira

    O atentado terrorista contra o Instituto Lula é filho da permissividade com que manifestações de ódio vem sendo tratadas no Brasil. Por Paulo Nogueira Do DCM A impunidade leva a novos degraus. Primeiro você xinga, calunia, massacra nas redes sociais. Depois, começa a jogar bombas. O Brasil tem que adotar uma política de tolerância zero com o ódio. Em Nova York, nos anos 1990, o então prefeito Michael Bloomberg revolucionou o combate à criminalidade com a adoção da tolerância zero. O sujeito que fazia xixi em área pública, se não coibido, depois estava cometendo pequenos furtos, e depois sabe-se lá o que ele faria. O papel da extrema direita na disseminação do ódio impune, em geral pela mídia, é central. Veja o que algumas pessoas falaram a respeito do atentado. No Twitter, Danilo Gentili escreveu que Lula forjou o ataque, e que o máximo que ele conseguiu foi as pessoas lamentarem ...

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    Maurício Requião

    Racismo e Impunidade no Brasil

    Apesar de os estudos da Genética afirmarem que não há raças na espécie humana, o que não falta no mundo são racistas – dos mais variados tipos. De fato, os estudos confirmam aquilo que os espiritualistas sempre disseram: os humanos são uma espécie muito homogênea. A cor da pele, por exemplo, fator crucial para uma ação racista, é resultado de adaptações biológicas que o organismo humano desenvolveu ao longo do tempo para se proteger. Para o calor da África: pele mais escura e cabelo crespo para se proteger do sol. Na gelada Europa, pele clara para sintetizar a vitamina “D”. De qualquer forma, os humanos surgem no planeta na região que hoje se denomina África. Portanto, o homo sapiens não era um tipo que hoje poderia ser chamado branco. Por Helio Santos Do Brasil de Carne e Osso No Brasil há muita dissimulação, mas em inúmeras ocasiões o racismo tem vindo ...

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    Relatos selvagens

    É inadmissível que a USP tenha tentado abafar estupros e violações de direitos humanos Ruth de Aquino na Época O que distingue a civilização da barbárie? Quatro episódios, todos ocorridos em São Paulo, nos perturbam pelo grau de violência, intolerância e, talvez, impunidade. São casos diferentes. Têm em comum o descontrole, a falta de valores humanos e a certeza dos criminosos de que nada acontecerá, porque a Justiça no Brasil tarda e falha. Estupros e violações de direitos humanos na Faculdade de Medicina da USP. Na semana passada, universitárias relataram na Assembleia Legislativa de São Paulo estupros sofridos em festas dos alunos. “Foi difícil levar os primeiros anos depois disso, ainda penso em desistir da faculdade. É uma batalha diária”, disse uma aluna que afirmou ter sido estuprada numa festa em 2011. O “Show da Medicina” incluía, no palco, sexo com prostitutas. Calouros eram obrigados a se embebedar. Um deles ...

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    Anistia sim, impunidade não

    Por: Atila Roque Em 28 de agosto de 1979 o então Presidente da República, General João Baptista Figueiredo, sancionou a lei 6683, que concedeu anistia aos que cometeram “crimes políticos, ou conexos, ou tiveram seus direitos cassados”. A Lei da Anistia foi uma etapa importante na transição da ditadura para a democracia, mas também abriu espaço para a impunidade dos agentes do Estado que cometeram crimes contra a humanidade durante o regime militar. Passados 35 anos de sua promulgação, com grande atraso em relação ao restante da América Latina, o Brasil vem se defrontando com as revelações e vasta documentação levantadas pelos trabalhos da Comissão Nacional da Verdade e das cerca de 80 comissões da verdade em atividade no país. O que tem vindo à tona, com grande dramaticidade, já era uma realidade para pesquisadores, ativistas de direitos humanos e familiares de vítimas da ditadura, mas pela primeira vez ganha a ...

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    monica-francisco

    As empreiteiras, a Justiça e a impunidade

    Mônica Francisco * Ao ouvir o senso comum nas ruas e nas vielas das favelas, bares, "tendinhas", esquinas ou outra roda de conversa qualquer onde o assunto seja a tão propalada e desejada justiça, vem logo a célebre frase: "Cadeia é para pobre, preto e favelado." Em seguida um sem número de exemplos vêm como enxurrada: corruptos que recebem tratamento privilegiado desde a suspeita até o momento que culmina com o breve ato da prisão. Algemas, exposição vexatória, algum "carimbo" especial deixado por alguma utilização de força "desproporcional" não cabem nesta "agenda". Sabe-se exatamente qual será o futuro do pretenso ato de fazer justiça e dar uma satisfação à sociedade. Tudo isso acaba com um arquivamento aqui, uma pessoa que era ligada a tal político ou empreiteiro, empresário ou afins e que fazia tudo sem conhecimento da vítima injustiçada e caluniada. Tudo ficará esclarecido e nada terão contra o dito ...

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    A Justiça e a invisibilidade das pessoas que fizeram piada com uma tragédia no Nordeste

    A Justiça Federal do Ceará acatou um pedido do MP para quebrar o sigilo de seis internautas que conseguiram fazer piada com um acidente de ônibus no Ceará, no dia 18, que deixou, até o momento, 18 mortos. O estado em que estavam os corpos dificultou a identificação. A determinação foi rápida. O Ministério Público coletou dezenas de comentários — dezenas — que podem ser enquadrados como crime de racismo, que prevê de dois a cinco anos de prisão. (É preciso lembrar que não há ninguém preso por racismo no Brasil, o que não tira o mérito da decisão). Comentaristas de grandes portais costumam se dividir, basicamente, em três grupos: os intolerantes; os burros; e os que culpam o PT por todos os problemas do universo, da morte de Elvis Presley à falta de água em Marte. Em comum, o ódio. O G1, entre outros, deu a notícia. Não por ...

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    Crueldade e impunidade marcam crimes de policiais

    Crueldade e impunidade marcam crimes de policiais

    Perseguidas pelos matadores, famílias sofrem com falta de apoio do Estado e com desleixo nas investigações; casos já foram encaminhados para ONU e OEA. A Salvador que atrai milhares de brasileiros e estrangeiros para o Carnaval com seus ritmos afro vive um apartheid violento nas ruas, como se a imensa maioria negra não tivesse direitos. Enquanto o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do bairro mais rico da capital, Itaigara, com 17 mil habitantes, é semelhante ao da Noruega (IDH 0,971), os 45 mil moradores de Periperi (IDH 0,668), localizado no Subúrbio Ferroviário, que concentra mais de 50% dos homicídios da capital baiana, tem qualidade de vida pior do que a do Gabão. É esse caldo de cultura que favorece o descaso das autoridades baianas na investigação e no apoio aos familiares das vítimas de matadores , em sua maioria negros jovens – praticado por policiais militares e civis, seguranças particulares ...

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    A certeza da impunidade: Danilo Gentili oferece ‘bananas’ a internauta negro pelo Twitter

    Por: Juliana Gonçalves   O redator Thiago Ribeiro, 29 anos, estava cansado dos ataques à comunidade negra realizados pelo comediante Danilo Gentili, quando editou e postou no Youtube um vídeo que enfatiza o conteúdo racista veiculado nas "piadas" do humorista da TV Bandeirantes. Em sete horas, o vídeo obteve 800 visualizações, inclusive uma visualização do próprio Gentili, que conseguiu tirar o vídeo do Youtube por meio da cláusula de uso de imagem. Fora do Youtube, mas ainda no Twitter e Facebook, o vídeo que rendeu muitos comentários foi o primeiro passo da ação que Ribeiro planejava. Ele escreveu uma carta-denúncia que cita trechos do programa televiso de Gentili intitulado "Agora é tarde", que seria apresentada às autoridades e à TV Bandeirantes. No último domingo, via seu perfil no Twitter (@LasombraRibeiro), Thiago interpelou Gentili sobre o conteúdo da carta e recebeu a seguinte resposta: "Sério @LasombraRibeiro vamos esquecer isso... Quantas bananas ...

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