terça-feira, agosto 3, 2021

Tag: LGBTQIA+

Foto: Pixabay

Tocantins registra aumento de casos de injúria racial e violência contra a população LGBTQIA+

O Tocantins terminou o ano de 2020 com aumento no número de casos de injúria racial e também violência contra a população LGBTQIA+. Os dados são do Anuário Brasileiro de Segurança Pública e foram divulgados nesta quinta-feira (15) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Segundo o levantamento, ao longo de todo o ano de 2020 foram registrados nas delegacias das 139 cidades do Tocantins 133 casos de injúria racial. No ano anterior, em 2019, o total foi de 99 casos, um aumento de 32,9%. Isso significa que a taxa de casos do tipo no Tocantins subiu de 6,3 a cada 100 mil habitantes para 8,4 casos a cada 100 mil moradores. Na média nacional houve queda no número de casos de injúria racial, mas aumento no número de denúncias de racismo. No Tocantins, os boletins de ocorrência não fazem diferenciação entre as duas classificações e por isso todos os casos aparecem como ...

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(Reprodução/Getty Images)

Dia Internacional contra a LGBTfobia

O dia 17 de maio é reconhecido como o Dia Internacional contra a LGBTfobia porque foi em 17 de maio de 1990 que a Organização Mundial da Saúde (OMS) deixou de considerar a homossexualidade como sendo uma patologia, visto que até essa data a mesma era encarada como distúrbio mental. Contudo, hoje, 31 anos depois ainda temos que reafirmar isso diariamente, o fato da homossexualidade ter deixado formalmente de ser tida como uma doença ainda não é suficiente para que a população LGBTQIAP+ possa ter uma vida sem preconceitos e discriminações. A vida média de uma pessoa trans no Brasil é de apenas 35 anos, ou seja, menos da metade da expectativa geral. Uma boa parcela das pessoas transexuais está à margem do mercado formal de trabalho e têm como única fonte de renda a prostituição, o que aumenta ainda mais o risco de morte e a discriminação. Pessoas cis ...

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Marc Bruxelle via Getty Images

Bichas pretas afeminadas: sem direitos, silenciadas na escola e sozinhas na vida

Tem algum tempo que venho me dedicando a escrever sobre como os corpos desobedientes da norma de gênero concluem seu percurso formativo (apesar da) na escola de educação básica. A cidadania sempre negada em função da falta de entendimento sobre quem subverte as regras em busca de entender e performar sua alteridade. A pauta tornou-se obrigatória em minha trajetória de professora por conta dos alunos com os quais convivo na Universidade e das/dos pesquisadoras do Grupo de Pesquisa Ativista Audre Lorde: são jovens a quem uma biblioteca com os livros que precisavam, duas refeições por dia e dinheiro para ir e voltar da faculdade fizeram a diferença em seu percurso e taxa de sucesso na relação com a Universidade. Mas, ainda continua no debate interseccional: a Bicha Preta ocupa um não lugar abaixo das mulheres pretas na cadeia de opressão. Mas, sobre isso falaremos em outros textos. Neste, por conta ...

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A advogada Luanda Pires é porta-voz da Associação Brasileira de Mulheres Lésbicas, Bissexuais, Transexuais e Intersexo  (Foto: Imagem retirada do site Universa)

“Leis para violência contra lésbica não funcionam na prática”, diz advogada 

Lesbofobia, lesbocídio, estupro corretivo: esses são nomes de violências cometidas especificamente contra mulheres lésbicas, e o Brasil tem leis que protegem contra esses crimes. Mas, por falta de dados, mapeamento dessas agressões e políticas públicas, ainda é difícil fazer valer esses direitos na prática, segundo a ABMLBTI (Associação Brasileira de Mulheres Lésbicas, Bissexuais, Transexuais e Intersexo). Em entrevista a Universa, Luanda Pires, advogada especialista em direitos humanos e porta-voz da ABMLBTI, explica quais são as principais ferramentas jurídicas que protegem as vítimas desse tipo de violência. Lei Maria da Penha: reconhece violência doméstica e intrafamiliar contra mulheres lésbicas (e também transexuais); ou seja, pode ser acionada em caso de agressão entre um casal de lésbicas, mas também quando o agressor é outro membro da família, como pai, primo, tio. Lei de Racismo: desde 2019, a lei reconhece também a homofobia, ou seja, criminaliza o preconceito e a violência contra pessoas ...

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A população negra é a maior vítima da violência no Brasil (Getty Images)

Brasil é ‘racista’ e parece executar ‘indesejados’ com conivência da Justiça, diz Comissão Interamericana da OEA

Estes e outros assuntos são explorados em mais de 200 páginas de um duro relatório recém-enviado ao governo brasileiro pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA (Organização dos Estados Americanos), principal órgão multilateral dedicado ao tema em todo o continente. Feito com "o objetivo de aferir os principais desafios aos direitos humanos no país", o documento, ao qual a BBC News Brasil teve acesso, registra centenas de falhas do Estado brasileiro, seja por "omissão, ineficiência ou ação direta de governos" - caso, por exemplo, de episódios confirmados de mortes e impunidade ligados à violência policial em todo o país. Só em 2019, 6.357 pessoas foram mortas por policiais no Brasil - o maior patamar desde o início dos levantamentos do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em 2013. A título de comparação, a letalidade policial foi 5 vezes maior no Brasil do que nos EUA no mesmo ano. Em um ...

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Roda Viva/TV Cultura

No Roda Viva, Erika Hilton comenta os ataques sofridos pelos parlamentares do PSOL

O Roda Viva desta segunda-feira (1º) recebeu a vereadora Erika Hilton, a mulher mais bem votada em todo país e a primeira transexual eleita para a Câmara Municipal de São Paulo". Ativista dos direitos humanos, Erika recentemente sofreu ataques e ameaças de um garçom. Ela chegou a registrar queixa. De acordo com o boletim, o homem chegou no gabinete da vereadora por volta das 17h, de terça-feira (26), usando uma bandeira e máscara com símbolos cristãos e "aparentemente perturbado". "O que aconteceu nos últimos dias é algo extremamente lamentável, preocupante e que acende um alerta", disse no programa. Assista abaixo ao trecho: "O que aconteceu nos últimos dias é algo extremamente lamentável, preocupante e que acende um alerta", diz @ErikakHilton sobre recentes ataques e ameaças a parlamentares trans do PSOL. #RodaViva pic.twitter.com/Dcc7ZyHzY8 — Roda Viva (@rodaviva) February 2, 2021 Negra e transvestigênere, Erika Hilton é a mulher mais bem votada ...

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Anielle Franco (Foto: Bléia Campos)

Em defesa da vida e dos direitos políticos de mulheres negras LGBTQIA+

O ano legislativo mal teve início e alguns dias atrás novos episódios de violência política contra mulheres negras eleitas tomaram conta dos noticiários e das redes. Por isso, inicio este texto dizendo que minha ideia era escrever sobre outro tema na coluna de hoje, mas infelizmente, a inércia do estado brasileiro em proteger e dar respostas para nossas mulheres negras eleitas que estão vivendo sob ameaça constante,, me faz retornar ao mesmo tema com o qual nós, do Instituto Marielle Franco trabalhamos durante toda a eleição: a grave situação da violência política contra mulheres negras no Brasil. Na madrugada do dia 26 de janeiro, Ana Carolina Iara, mulher negra intersexo, covereadora da Bancada Feminista do PSOL em São Paulo, sofreu um revoltante atentado em sua casa. Um carro branco disparou contra a casa da co-vereadora algumas vezes durante a madrugada. Carol Iara, como é conhecida, estava em casa junto à ...

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Erika Hilton (Foto: Karime Xavier/Folhapress)

Homem invade gabinete de vereadora em SP e faz ameaças

A vereadora da Câmara Municipal de São Paulo, Erika Hilton (PSOL), sofreu ameaças após um homem tentar invadir seu gabinete nesta terça-feira (26). Em apenas 15 dias, segundo a parlamentar, esta é a segunda vez que ela é ameaçada dentro da Casa. Erika Hilton, de 28 anos, é a primeira vereadora trans e negra eleita por São Paulo, sendo a mulher mais votada na cidade, com 50.508 votos. De acordo com a vereadora, um homem, que se auto denominou "Garçom Reaça", tentou invadir o gabinete sob a alegação de que queria ter um encontro com ela. Ele usava vestes e máscara com elementos religiosos. De acordo com informações do boletim de ocorrência, no fim do expediente, por volta de 17h, a vereadora estava na sala 304 da Câmara, quando o homem tentou invadir o local. Com a confusão, funcionários do gabinete impediram a entrada dele. Contido, o homem entregou uma carta ...

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Debora Mattos, diretora de Operações da Coca-Cola Brasil (Foto: Rodrigo Felha / Divulgação)

Sob pressão, empresas encaram a diversidade e mudam estruturas para contratar mais negros, mulheres e LGBTs

Com a pressão crescente de consumidores, clientes, movimentos sociais e dos próprios empregados, grandes empresas começam a dar um passo além das peças de marketing e das boas intenções na direção da diversidade em seus quadros funcionais. Causas contra o racismo, a desigualdade de gênero e a LGBTfobia começam a se refletir no ambiente corporativo de forma mais estruturada, com metodologias, investimentos e metas. E não é só para ficar bem na foto e reduzir riscos à reputação. As companhias seguem evidências de que cabeças diferentes favorecem a inovação, ampliam mercados e aumentam lucros. Há mais oportunidades, mas ainda faltam negros, mulheres e pessoas LGBTQ+ no topo. A frente racial ganhou impulso com os protestos antirracistas no mundo provocados pelo caso George Floyd nos EUA há dois meses. Além de um posicionamento antirracista, as empresas são cobradas pela coerência: não adianta fazer publicidade contra o racismo sem contratar negros ou ...

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Mercado de trabalho para pessoas trans, realidade ou utopia no Brasil?

Não seriam estas oportunidades de marcar um posicionamento positivo no mercado e de estar na vanguarda? Por Liliane Rocha, do HuffPost Brasil   Recentemente, recebi o convite de uma reconhecida revista que pautaria as dinâmicas, avanços e desafios das empresas na temática pessoas trans no mundo do trabalho. Primeiramente, fiquei super feliz, pois alguns temas são um verdadeiro tabu na sociedade brasileira, e isto impacta drasticamente os avanços esperados dentro das empresas. Por outro lado, fiquei em dúvida se deveria realizar a conversa, pois sou uma fã incondicional do "local de fala". Acredito que é fundamental que, dentro de cada tema e grupo de diversidade, possamos assegurar o protagonismo das pessoas que vivem na pele a cada dia os dilemas e barreiras impostos pela sociedade simplesmente por serem quem são. Depois de pensar um pouco, e lembrar de algumas situações emblemáticas em relação a essa temática que presenciei e continuo presenciando ...

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ONG conclui primeira edição de programa de capacitação a jovens LGBTs+

Embaixadorxs capacitou em empreendedorismo social e liderança 26 jovens brasileiros Enviado para o Portal Geledés  O Programa Embaixadorxs, desenvolvido pela ONG TODXS concluiu a primeira edição do programa pioneiro em capacitação de jovens líderes e empreendedores LGBTs+ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e outros) com oficinas, consultorias e a Conferência de Jovens Líderes, em São Paulo, no último final de semana. Durante cinco meses, 26 pessoas de 18 a 25 anos participaram de workshops sobre empreendedorismo social, construção de projetos, liderança, comunicação e história do movimento LGBT+, pelo Programa Embaixadorxs. Todo o treinamento aconteceu de forma online. O evento do qual os jovens participaram em São Paulo foi a primeira vez que se viram presencialmente. O evento de finalização do programa começou na quinta-feira, dia 2. A quinta e a sexta-feira foram reservadas para oficinas e consultorias. A primeira delas, depois da dinâmica de autoconhecimento que os levou a pensar quais ...

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Evento reunirá em São Paulo ativistas, pesquisadores, empresários e artistas LGBT+ para apresentarem suas ações e histórias

A rapper Luana Hansen, Alex Silva (do Google), David Sabbag (Banda Uó) são alguns dos nomes confirmados Enviado para o Portal Geledés  Quinze palestrantes, entre jovens empreendedores, empreendedores sociais, empresários de grandes corporações, escritores e artistas irão compartilhar suas ideias e ações em um dia que pretende ser de inspiração e de transformações para o público LGBT+. Acontecerá em São Paulo, no dia 5 de agosto, a primeira edição do “TODXS Conecta – Quebrando a Invisibilidade”, um evento organizado pela startup social sem fins lucrativos TODXS e que deve reunir mais de 250 pessoas no Diamond Tower, na sede da empresa Dow. O evento foi desenhado para ser um momento de troca de conhecimento, ideias e experiências de pessoas LGBT+ (lésbicas, gays, bissexuais, trans, entre outros) e suas histórias pessoais e profissionais. “Imagine colocar em um mesmo espaço um publicitário do Google para falar sobre a importância de assumir sua ...

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Startup social brasileira cria aplicativo para auxiliar no combate à LGBTfobia

Dispositivo informa pessoas LGBTs sobre direitos, denúncias e organizações representativas ENVIADO PARA O PORTAL GELEDÉS Motivados por conta de uma situação de preconceito, um grupo de quatro jovens brasileiros criou uma startup social sem fins lucrativos com o objetivo de coletar e processar dados sobre a população LGBT no país e desenvolver iniciativas de alto impacto social. No dia 1 de junho, a organização lança o TODXS App, o primeiro aplicativo brasileiro que compila informações sobre leis de proteção, organizações representativas e a possibilita fazer denúncias. O aplicativo já está disponível para sistema Android, mas ainda não está para IOS. O aplicativo apresenta três opções aos usuários: consultar leis específicas à comunidade LGBT, através de palavras-chaves, da localização onde se encontra o usuário ou por tema (como família, educação, nome social); consultar organizações representativas ou de apoio; e a realização de denúncia sobre agressões e avaliação do atendimento policial. “A principal ...

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Programa de capacitação de jovens LGBT+ tem inscrições abertas até 10 de maio

O Programa Embaixadorxs foi criado pela TODXS, organização que trabalha com o empoderamento da população LGBT+ brasileira  Enviado para o Portal Geledés  Com objetivo de identificar e capacitar uma nova geração de líderes LGBT+, a startup social sem fins lucrativos TODXS lançou o Programa Embaixadorxs. A iniciativa pretende conectar e capacitar jovens de 18 a 24 anos de todo país através de workshops sobre liderança, comunicação e empreendedorismo social. O Programa é gratuito e consistirá em cinco meses de workshops de formação sobre grupos sub-representados no Brasil, com ênfase na questão LGBT+, e em capacitações práticas sobre empreendedorismo. As aulas serão ministradas por especialistas de cada área. Todos os treinamentos serão online e acontecerão a cada quinze dias. O objetivo é selecionar 26 pessoas para se tornarem embaixadores. foto Jéssica Michels "O TODXS Embaixadorxs é um projeto pioneiro, necessário e urgente no contexto de intolerância em que vivemos. A discriminação ...

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