quinta-feira, novembro 26, 2020

    Tag: Maria Sylvia Aparecida de Oliveira

    Divulgação

    Desigualdade social, pandemia e acesso à Justiça

    É hora de alternar o perfil dos grupos políticos que sempre ocuparam o espaço da Ouvidoria da Defensoria Púbica de SP. No próximo dia 23, quinta feira, entidades e organizações com direito à voto indicarão o nome da Sociedade Civil para Lista Tríplice das eleições para Ouvidoria da Defensoria Pública de SP. O Movimento Negro de São Paulo defende uma chapa composta por três mulheres negras e um companheiro quilombola: Beatriz Lourenço, da Uneafro; Maria Sylvia de Geledés; Gabrielle Nascimento, de Amparar e Oriel Rodrigues, da Conaq. AQUI o Perfil das candidatas da chapa, Programa Político e Plano de Trabalho : https://bit.ly/3b8jU5k APOIE a sociedade civil organizada no movimento negro, movimento de mulheres negras, anticárcere, quilombolas e periferias a ocuparem a Ouvidoria da DPSP.

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    Reprodução/Facebook

    HOJE na TV247 – Diálogo sobre Papel da Defensoria Pública, Sociedade Civil e Governos diante da PANDEMIA

    Nesta segunda, dia 20, às 21h, ao vivo no YouTube da @TV247, Beatriz Lourenço Do Nascimento, Maria Sylvia Oliveira, Oriel Rodrigues Moraes e Gabrielle Nascimento vão refletir sobre os desafios do grave momento que vivemos no debate "Desigualdade Social, Pandemia e acesso à Justiça". A situação do povo mais pobre e negro nas periferias, das mulheres negras, das pessoas encarceradas e seus familiares e dos quilombolas em meio à pandemia, o papel da sociedades civil, da Defensoria Pública e de governos, será tema desta importante conversa. Eleições para a Ouvidoria da Defensoria Pública de SP Nesta próxima quarta, dia 23 de Abril, acontece a escolha da representação da sociedade civil para a lista tríplice, de onde se decide a nova Ouvidora. Beatriz Lourenço, ao lado de Maria Sylvia, Oriel e Gabrielle, formam a candidatura do movimento negro e periférico para esta Ouvidoria. AQUI o Perfil das candidatas da chapa e ...

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    Foto: André Leonardo

    Comentários sobre a Carta de Juristas Negras na III Conferência Nacional da Mulher Advogada

    O dia 06 de março de 2020 ficará marcado na história da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) como o dia em que mulheres negras se articularam para dar voz aos pleitos de equidade racial no Sistema OAB, defendendo a necessidade de uma política institucional que, interseccionando gênero e raça, rompa com as barreiras construídas pelas estruturas do machismo e do racismo. A mobilização das mulheres negras em rede para atuação sociopolítica e jurídica não é fato inédito, uma vez que, tanto dentro quanto fora da institucionalidade, a realidade reivindica-nos racionalidade instrumental e comunicativa e estratégias ancestrais substanciosas, para que seja garantida existência, desenvolvimento, participação nas arenas decisórias historicamente defesas e não retrocesso das conquistas obtidas pelo protagonismo coletivo. E, assim, a atuação coletiva comentada se deu no âmbito da III Conferência Nacional da Mulher Advogada (CNMA), com o tema Igualdade, Liberdade e Sororidade, que ocorreu em Fortaleza, nos dias ...

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    Eleições para a Ouvidoria da Defensoria Pública de São Paulo

    (Acesse página da campanha: https://bit.ly/2Trh599 ) É com a certeza de que não é possível uma efetiva defesa de Direitos Humanos sem a participação determinante do movimento negro e a multidimensionalidade de sua pauta periférica, antirracista, antimachista, anti-lgbtfóbica que a UNEAFRO Brasil, ao lado da CONAQ - Coordenação dos Quilombolas do Brasil, GELEDÉS - Instituto da Mulher Negra e Associação de Familiares de Presas e Presos AMPARAR, apresentam uma candidatura coletiva, independente e autônoma como opção para as eleições da Ouvidoria da Defensoria Pública do Estado de São Paulo. Esta candidatura terá como candidata ao posto de Ouvidora Geral da Defensoria Pública do Estado de SP, a advogada Beatriz Lourenço do Nascimento, da coordenação da Uneafro Brasil, devidamente acompanhada por Maria Sylvia Aparecida de Oliveira, presidente do Instituto da Mulher Negra Geledés, Oriel Rodrigues de Moraes, Advogado quilombola da CONAQ, e por Gabrielle Nascimento, ativista anti-cárcere representante da Amparar. APENAS ...

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    Imagem: Divulgação/Retirada do site Mega PoP

    Projeto “Agitando a Resistência Negra!”

    Algumas das principais lideranças femininas negras da atualidade estarão em Cuiabá para á “Roda de Conversas Agitando a Resistência Negra”, que acontece nos dias 31 de janeiro e 01 de fevereiro. O evento é uma promoção do Instituto de Mulheres Negras de Mato Grosso (Imune) em parceria com a Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (FASE) e com o Serviço de Análise e Assessoria a Projetos (SAAP). A roda será realizada na escola municipal Elza Luiza Esteves, no bairro Canjica. A abertura será na sexta (31), às 19 horas, com o debate “Mulheres negras de Mato Grosso agitando a resistência negra” e homenagens a personalidades de Mato Grosso que agitam a resistência negra nas artes, na política e nos movimentos sociais. No sábado (1º), a roda segue das 8 h. às 18 h., com mesas-redondas sobre os temas "Juventude Negra", "Educação e Direitos Humanos" e "Participação Social". A ...

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    Foto Natalia de Sena

    Racismo recreativo: atualizando os estereótipos contra as mulheres negras

    No último sábado, 18 de janeiro, o programa Caldeirão do Huck da Rede Globo trouxe como “atração” no quadro Gonga La Gonga a apresentação de um artista regional com uma boneca caracterizada de “nega maluca” - um estereótipo que reforça o lugar da mulher negra ridicularizada.  Os episódios de desqualificação e de racismo em emissoras de TV se repetem o tempo todo, principalmente contra mulheres negras. Recentemente, no SBT, uma mulher negra foi discriminada no ar pelo apresentador Silvio Santos, o que lhe rendeu uma representação junto ao Ministério Público de São Paulo, sob a acusação de racismo. Na edição do reality show A Fazenda, no dia 05/11/19, uma participante negra sofreu ofensas racistas, na forma de injúria, por parte de um produtor da TV Record. Emissoras de TV e de rádiodifusão são concessões públicas, têm disciplina constitucional prevista no art. 221, onde se verifica que essas deverão atender à ...

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    Imagem retirada do site

    Sesc Belenzinho recebe lançamento da pesquisa “Viver em São Paulo: Relações Raciais”

    Essas e outras questões são abordadas na pesquisa “Viver em São Paulo: Relações Raciais”. Os resultados do levantamento serão apresentados em evento gratuito, no Sesc Belenzinho, no dia 13 de novembro, às 11h. O encontro contará com debate entre especialistas e intervenção cultural. Faça a sua inscrição: http://bit.ly/34gB39b Participações confirmadas: Elisa Lucas Rodrigues – secretária executiva adjunta de Direitos Humanos e Cidadania Gisele Brito – jornalista, mestranda em Planejamento Urbano, pesquisadora do LabCidade da FAUUSP e membro da Rede Jornalistas das Periferias Maria Sylvia Aparecida de Oliveira – advogada e presidenta do Geledés – Instituto da Mulher Negra Intervenção cultural: Thata Alves   Sobre a pesquisa: A pesquisa “Viver em São Paulo: Relações Raciais” faz parte da série “Viver em São Paulo”, iniciada em 2018, realizada pela Rede Nossa São Paulo em parceria com o Ibope Inteligência. Os levantamentos são apresentados mensalmente com recorte temáticos.

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    Violação de direitos humanos da população negra: que fazer?

    Comissária Antonia Urrejola Comissão Interamericana de Direitos Humanos Adilson Moreira Doutor em Direito de Harvard e Professor Universidade Mackenzie Orlando Silva Deputado Federal - PCdoB Maria Silvia Geledes e OAB-SP Erica Malunguinho Deputada Estadual - Psol Elaine Mineiro Uneafro Brasil Beatriz Soares Ativista e estudante de direito do Mackenzie O processo de desumanização dos descendentes de africanos é elemento fundamente da própria nação brasileira. Esta população construiu, com seus corpos e suas vidas, a riqueza deste país, sem jamais usufruir dela, ao contrário, tem sido alvo histórico da negação de direitos, da violência e do genocídio. O governo Bolsonaro derruba a máscara da hipocrisia e borra a maquiagem que sempre fez a imagem do brasil como um pais diverso e pacífico. A narrativa do ódio finalmente alcança a coerência com a prática cotidiana de um país que assassina uma pessoa negra a cada 23 minutos, promove chacinas diárias, aprisiona milhares ...

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    “Que a sociedade exerça o seu poder para se opor ao pacote anticrime de Moro” diz Maria Sylvia

      Nesta segunda-feira 20, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) entregou a Rodrigo Maia, o presidente da Câmara, um relatório sobre o pacote anticrime do Ministro da Justiça, Sérgio Moro, em que manifesta “expressa oposição” a temas relevantes como a execução antecipada da pena e mudanças da legítima defesa para os agentes de segurança pública. Entre as recomendações feitas pela OAB está a recomendação de que deputados e senadores aprofundem a discussão em conjunto com outros projetos do mesmo tema. O pacote anticrime de Sérgio Moro foi amplamente discutido, no início do mês, pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) - órgão principal e autônomo da Organização dos Estados Americanos (OEA), com a participação do movimento negro. O debate aconteceu no 172º Período de Sessões da CIDH, em Kingston, na Jamaica. Entre as organizações que fizeram parte estavam do encontro estava o Geledés – Instituto da Mulher Negra, representado ...

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    “Nossos passos vêm de longe: representatividade e mobilização para a equidade racial na advocacia paulista”

    Gê Acayaba de Montezuma, nasceu Francisco Gomes Jordão, em 23 de março de 1794, em Salvador, negro, filho de Narcisa Teresa de Jesus Barreto (escravizada) com um português. Em 1854 recebeu o título de Visconde de Jequitinhonha. Homem negro ilustre, advogado, diplomata, deputado, um dos pioneiros na luta abolicionista. Todavia, fora esquecido pela Ordem dos Advogados do Brasil, sob a sanha que a historiografia branca tem de apagar da memória os personagens negros de expressão ou retrata-los de maneira subalterna, subjugada, o que Sueli Carneirochama de epistemicídio. OABSP Passado mais de um século, a Comissão do Negro e de Assuntos Antidiscriminatórios - CONAD, quando presidida por Dra. Maria da Penha Santos Lopes Guimarães, que faleceu em agosto de 2016, advogada negra, militante das questões raciais, coordenou um trabalho sobre a memória institucional da Ordem dos Advogados do Brasil organizando a obra: “Visconde de Jequitinhonha – Um ...

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    “A luta antirracista e a luta antissexista é uma luta de toda a sociedade”, Maria Sylvia Aparecida de Oliveira

    Na última coluna do ano, Geledés no debate deu voz à sua presidenta Maria Sylvia Aparecida de Oliveira em entrevista que faz um importante resgate dos principais acontecimentos do ano e projeções futuras da organização. Advogada, formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Maria Sylvia iniciou sua militância como estagiária de direito no programa SOS - Racismo, no departamento jurídico do Geledés em 1994, quando trabalhou diretamente com uma das fundadoras da organização, a advogada Sonia Nascimento. Maria Sylvia se tornou sócia efetiva do instituto e ocupará o cargo na presidência até 2021. arquivo pessoal Geledés - Em abril, o Geledés comemorou 30 anos de jornada com um seminário em que foram analisadas as conquistas e os desafios da organização nesse período. Quais foram os principais pontos debatidos e suas conclusões? Sim. O aniversário de 30 anos foi um marco significativo para uma organização feminista e principalmente do ...

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    Arquivo Pessoal

    Nota Eleições OAB 2018

    No ultimo dia 29 de novembro a advocacia elegeu para comandar a Ordem dos Advogados do Brasil-Seccional São Paulo, no triênio 2019/2021, a Chapa 11 liderada pelo Dr. Caio Augusto da Silva Santos, advogado atuante na cidade de Bauru. por Maria Sylvia Oliveira e Rodnei Jericó do Geledés Dra Maria Sylvia e Dr Rodnei Jericó - Arquivo Pessoal A chapa vencedora tem uma composição muito plural, composta com 38% de mulheres e respeitando a diversidade e inclusão, pela primeira vez na história da OAB, em São Paulo, o Conselho que é o órgão máximo do organograma da entidade terá como conselheiros sete membros da advocacia negra, sendo 5 mulheres e 2 homens. O número ainda é pequeno se levarmos em consideração que o Conselho é formado por 160 membros, mas é importante salientar que todas as propostas pensadas e elaboradas pelo Coletivo Independente de Advogadas e ...

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    da esquerda para a direita: Maria Sylvia Aparecida de Oliveira, Suelaine Carneiro, Sueli Carneiro (Geledés – Instituto da Mulher Negra) e Marilia Schüller (KOINONIA)

    Mulheres Afrodescendentes e Protestantismo: uma abordagem brasileira

    Este ensaio Mulheres Afrodescendentes e Protestantismo: uma abordagem brasileira tem como objetivo destacar alguns elementos críticos da história e do contexto brasileiros quanto ao protestantismo de missão, escravidão e pós escravidão, imigração europeia e branqueamento do Brasil, racismo, mito da democracia racial, como base para a compreensão da participação e ação de mulheres Afrodescendentes no protestantismo brasileiro. O ensaio foi apresentado na oficina de mesmo título realizada como parte do programa de imersão 2018 para estudantes do Programa de Doutorado em Ministérios do Centro Teológico Interdenominacional de Atlanta, Geórgia, EUA. A oficina teve lugar na tarde do dia 13 de agosto de 2018, na Faculdade de Teologia da Universidade Metodista de São Paulo, em São Bernardo do Campo. This essay was prepared for the workshop entitled Women of African Descent and Protestantism, a Brazilian Approach for the 2018 Immersion Travel to São Paulo, Brazil, for Students of the Interdenominational Theological Centre, Doctor of Ministries ...

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    Tribunal de Justiça de São Paulo condena o estado a pagar indenização à jovem negro que sofreu violência em abordagem policial

    Um dos desafios que se impõem à sociedade brasileira e que toca profundamente a comunidade negra é o enfrentamento à violência racial que tem na juventude negra suas maiores vítimas. por Maria Sylvia de Oliveira arquivo pessoal O racismo estrutural e sistêmico que transforma o negro em suspeito potencial das ocorrências policiais coloca, principalmente, os jovens negros na mira da atuação policial que utiliza de métodos de constrangimento, humilhação e de absurda letalidade, fato que pode ser comprovado a partir dos números de mortes nos confrontos policiais divulgados diariamente. Ainda que judicializada esta atuação policial nunca mereceu a devida reprovação do Poder Judiciário que historicamente decide em favor das corporações militares e seus componentes acolhendo a alegação de que esses agentes do poder estatal efetuam um “procedimento padrão”, nas abordagens policiais. No entanto, decisão inédita dos desembargadores da 10ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo que votaram pela condenação do Estado por ...

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    Valorização da Mulher | Violência de gênero e proteção integral das mulheres foram temas abordados em Seminário no Fórum de São Luís

    Terminou no dia 12 de junho de 2018 a terceira edição da Semana Estadual de Valorização da Mulher, no Estado do Maranhão. Com ações de conscientização coordenadas pela Desembargadora Ângela Maria Moraes Salazar, presidente da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Tribunal de Justiça do Maranhão (CEMULHER/TJMA) a atividade trouxe a discussão questões pertinentes à violência de gênero, com os enfoques sociais e legais sobre a efetividade dos direitos fundamentais da mulher na sociedade, foram debatidas durante o Seminário ‘Violência de Gênero - Desafios e Perspectivas para a Proteção Integral das Mulheres’. Renomados especialistas do país atuaram como palestrantes do evento, que contou com participação de magistrados, membros de instituições da sociedade civil organizada, servidores do Poder Judiciário, entre outros. (Na foto: Desembargadora Ângela Maria Moraes Salazar, presidente da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar ...

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    Foto: reprodução/Revista Raça

    Universidade de Harvard recebe evento sobre racismo e movimentos negros no Brasil

    Nos dias 27 e 28 de abril, a Universidade de Harvard, em Boston, receberá mais de 30 intelectuais, ativistas e acadêmicos negros e negras para dialogar sobre questões ligadas ao impacto do racismo na experiência brasileira e a atuação dos movimentos negros na luta pela superação das desigualdades no país. A atividade conta com organização dos professores Alejandro de lá Fuente e Sidney Chalhoub,  do Alari/Harvard; e da professora Ana Flávia Magalhães Pinto, da Universidade de Brasília (UnB). De acordo com a professora Ana Flávia, os palestrantes vão contribuir com percepções múltiplas sobre o tema. “Mesmo não dando conta de toda a diversidade do Movimento Negro, as pessoas convidadas são aptas a dar uma boa medida da recente atuação política de sujeitos coletivos negros cujas trajetórias remetem à maioria da população brasileira”, comenta. A programação do simpósio “Afrodescendentes no Brasil: conquistas, desafios do presente e perspectivas para o futuro” está ...

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    Foto Reprodução/Correio do Povo

    Mulheres negras avançam, mas ainda há desigualdade

    As mulheres negras no Brasil tiveram considerável avanço em indicadores sociais, principalmente em educação. A igualdade, porém, ainda está longe nas universidades, no mercado de trabalho e na política. Para ficar em um exemplo, a renda média de uma mulher negra é 42% da de um homem branco. No ritmo dos últimos 25 anos, será preciso mais de 80 para que sejam equivalentes. As discrepâncias ganham destaque no momento em que o Geledés - Instituto da Mulher Negra, marco do debate sobre gênero e cor, completa 30 anos. A entidade surgiu a partir da identificação de uma lacuna, afirma sua presidente, Maria Sylvia Aparecida de Oliveira. "Nem o movimento negro nem o feminismo majoritariamente branco tinham respostas para as violações de direitos das mulheres negras", diz. "Apesar dos avanços nos últimos anos, elas são ainda sub-representadas na esfera pública e na privada", afirma.

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    Mulher negra avança no social, mas segue distante no trabalho e na política

    Mulher, negra, estudou, foi à faculdade, tem um bom emprego em uma multinacional e, por seu esforço e talento, é reconhecida na carreira e fora dela. As informações contam a trajetória de Lisiane Lemos, 28, mas não a história toda. É ela mesma quem faz a ressalva: “Não me tome como regra. Tive muitas oportunidades, sou uma exceção”. De quando Lisiane era criança até ela virar especialista em soluções da Microsoft e aparecer na revista Forbes, as mulheres negras no Brasil tiveram considerável avanço em indicadores sociais, principalmente em educação. A igualdade, porém, ainda está longe nas universidades, no mercado de trabalho e na política. Para ficar em um exemplo, a renda média de uma mulher negra é 42% da de um homem branco. No ritmo dos últimos 25 anos, será preciso mais de 80 para que sejam equivalentes. As discrepâncias ganham destaque no momento em que o Geledés —Instituto ...

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    Inaugurado o Centro de Referência – Vice-prefeita Nadia Campeão, Secretário Maurício Pestana , Maria Sylvia Oliveira presidente do Geledes e Leci Brandão Deputada Estadual

    Centro de Referência da Igualdade Racial em São Paulo terá atenção aos índices de desigualdades

    “Temos que ter uma atuação e políticas públicas diferenciadas para a mulher negra, que é maior vítima de violência por causa do racismo. São as que mais estão morrendo por causa do feminicídio, as mais encarceradas e as que mais sofrem a violência vendo seus filhos, maridos e companheiros sendo mortos pela polícia” – Maria Sylvia Aparecida de Oliveira – presidente do Geledés “A luta contra o racismo e pelos direitos da mulher sempre caminharam paralelamente. Um Centro de Referência de Promoção da Igualdade Racial fará a junção destas duas lutas”. Nádia Campeão – vice-Prefeita da Cidade de São Paulo “Acima de tudo (nós mulheres negras) precisamos estar no poder e ocupar espaços de comandos. Temos que aparecer todos os dias como protagonistas. Precisamos olhar para a TV e entender que não precisamos parecer com a atriz de novela. E os publicitários precisar acordar, pois a mulher negra não gosta ...

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    Convite – Tributo à Lelia Gonzalez no Centro Cultural Banco do Brasil/São Paulo – 15 de julho de 2015

    O Geledés - Instituto da Mulher Negra e a Rede de Desenvolvimento Humano (REDEH) em parceria com a Fundação Banco do Brasil (FBB) e o Comitê Impulsor de SP da Marcha de Mulheres Negras convidam para o lançamento do  Projeto Memória Lélia Gonzalez – o feminismo negro no palco da História. O evento será no dia 15 de julho de 2015, das 17H30 às 21H30, no Centro Cultural Banco do Brasil/São Paulo, Rua Álvares Penteado, 112 – Centro. Neste dia exibiremos o vídeo documentário e a exposição Lelia Gonzalez – o feminismo negro no palco da História, e o evento contará com a presença de Rubens Rufino, filho de Lélia Gonzalez; Schuma Schumaher, coordenadora do Projeto; Sueli Carneiro, autora do texto e de representantes da Fundação Banco do Brasil. Durante o evento faremos um Tributo à Lélia Gonzalez (com pequenos depoimentos de amiga/os sobre Lélia Gonzalez), que já tem as presenças confirmadas de Hélio Santos, Dulce Pereira, Albertina ...

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