quarta-feira, setembro 16, 2020

    Tag: meritocracia

    Magna Barboza Damasceno (Foto: Arquivo Pessoal )

    Meritocracia: uma piada de mal gosto

    Era 13 de março pela manhã… Bum... bum.. bum ...... e um menino sai desesperado pelas ruas. Seu único desejo: sobreviver. Correndo, aquele menino negro, esguio e assustado se depara com várias pessoas, mas nenhuma o acolhe. Todos estão olhando para ele, apavorados, e ele?! Com mais medo ainda, tinha em seu ombro um machado, um machado fincado, que sangrava, sangrava e sangrava. Ele era apenas um jovem menino negro assustado no meio de uma tragédia, um agravo social que havia acabado de presenciar –  o horror – mas, nem o tempo foi generoso e enquanto todos corriam pedindo compaixão, mais uma vez o menino negro teve que se justificar antes, que não queria fazer mal a ninguém, apenas pensou em sobreviver e percorreu quase meio km para conseguir ajuda em um hospital. Esta cena foi noticiada em vários veículos de comunicação da imprensa escrita e falada há um ano ...

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    https://www.geledes.org.br/caso-agatha-inquerito-da-policia-civil-aponta-que-pm-causou-morte-da-menina/https://www.geledes.org.br/caso-agatha-inquerito-da-policia-civil-aponta-que-pm-causou-morte-da-menina/https://www.geledes.org.br/caso-agatha-inquerito-da-policia-civil-aponta-que-pm-causou-morte-da-menina/

    Meritocracia não existe

    Maioria nas universidades, negros demandam oportunidades iguais Por Thiago Amparo, da Folha de São Paulo Thiago Amparo (Foto: Arquivo Pessoal) Imagine que exista uma reitora negra de uma universidade privada de elite no Brasil e que esta decida reservar 43% das vagas para estudantes negros, muitos deles do seu círculo social mais próximo. Injusto? Pois bem, a Universidade Harvard faz justamente isso, mas com estudantes brancos. Quando racializado, o debate sobre mérito expõe suas falácias. Em artigo publicado pela Universidade Duke em setembro deste ano, um trio de economistas americanos provou que, entre 2009 e 2014, 43% dos alunos brancos admitidos em Harvard eram ALDCs —sigla em inglês para designar atletas, legados (filhos de ex-alunos), indicados pelo reitor e filhos de professores e funcionários da universidade. Se tivessem sido considerados pelo mesmo processo aplicado aos demais, três quartos destes não teriam sido aceitos. Estudantes negros, asiáticos ...

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    Discurso da meritocracia ignora 'bolha branca' e discriminação no mercado de trabalho / Foto: CEERT

    Discurso da meritocracia ignora ‘bolha branca’ e discriminação no mercado de trabalho

    Trabalhar relações raciais e de gênero em instituições esbarra em pacto não verbalizado de fortalecimento entre iguais Por Cida Bento, no CEERT Discurso da meritocracia ignora 'bolha branca' e discriminação no mercado de trabalho / Foto: CEERT Há alguns meses, trabalhando com equidade e diversidade numa grande empresa, ouvi a seguinte frase de uma liderança da área de recursos humanos: “Se nossa empresa viveu por décadas líder do seu ramo sem precisar lidar com a questão dos negros, por que temos de falar sobre o assunto agora?”. A liderança, uma jovem mulher branca, explicitava o desconforto de tratar da exclusão e da sub-representação de negras e negros em seu local de trabalho, ante a decisão da empresa de implantar uma política de equidade de raça e gênero. O desafio de trabalhar as relações raciais e de gênero, interseccionadas, em instituições públicas ou privadas, esbarra no que ...

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    Matheus Bachi e Tite, em entrevista coletiva na CBF. GETTY IMAGES

    O filho do Tite e a meritocracia à brasileira

    Tite é o melhor técnico do Brasil e merece continuar, mas, à revelia de seu discurso, não dá bom exemplo ao manter o próprio filho na seleção, replicando o velho nepotismo do futebol Por BREILLER PIRES, do El Pais  Matheus Bachi e Tite, em entrevista coletiva na CBF. GETTY IMAGES Adenor Bachi, o Tite, seguirá no comando da seleção. Merecidamente. Apesar dos erros de percurso e a eliminação nas quartas de final da Copa, trata-se do melhor técnico brasileiro da atualidade. Com tempo de trabalho, tem condições de brigar pelo título no próximo Mundial. Acumulou mais acertos que deslizes. Porém, um deles se choca frontalmente com o discurso em que ele se coloca como um exemplo de conduta ética. No país de conchavos familiares e currais eleitorais hereditários, é uma coincidência no mínimo infeliz que o filho do treinador da seleção seja o escolhido como braço direito na missão ...

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    Meritocracia é discurso para manter a desigualdade social e racial, revela historiador

    O historiador e professor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Unicamp, Sidney Chalhoub (foto), que também é docente do Departamento de História da Universidade de Harvard (EUA), nocauteou o discurso meritocrático, além de mostrar o que ele realmente pretende: manter e reproduzir a desigualdade social e racial. Do Carta Campinas Foto: Antonio Scarpinetti Chalhoub também lembrou que o Brasil, veja que incrível, já teve adoção de política de ação afirmativa para brancos europeus e seus descendentes, durante a imigração do final do século XIX. O historiador concedeu entrevista esclarecedora ao jornalista Manuel Alves Filho do Jornal da Unicamp, após a polêmica causada pela aprovação de cotas étnico-raciais na Unicamp. Na entrevista, Chalhoub expõe como se esconde sob o manto da meritocracia o desejo da reprodução eterna da desigualdade, assim como um pensamento escravocrata. Para entender isso, o professor questiona a ideia da meritocracia como um valor abstrato universal, que justifique a existência ...

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    Menos meritocratas, mais ”meritocríticos”. Artigo de Luigino Bruni

    “No século XX, a Europa combateu as desigualdades em nome da democracia. No século XXI, a meritocracia tornou-se a principal legitimação ética da desigualdade. Talvez chegou a hora de começarmos a pelo menos tomar consciência disso. Precisamos de menos meritocratas e de muitos ‘meritocríticos’.” por Luigino Bruni no Unisinos A opinião é do economista italiano Luigino Bruni, professor do departamento de Jurisprudência, Economia, Política e Línguas Modernas da universidade Lumsa, de Roma. O artigo foi publicado no jornal Il Sole 24 Ore, 30-11-2017. A tradução é de Moisés Sbardelotto. Eis o texto. Meritocracia é uma palavra que reúne um consenso cada vez mais transversal, coral, em constante crescimento. Para quem quiser denunciar corrupção e ineficiências, basta pronunciar a frase mágica “aqui é preciso mais meritocracia” – melhor ainda se em voz alta e colocando-se do lado dos merecedores – para se convencer e convencer de ter tomado o caminho certo. ...

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    Falta de Q.I.? Como ‘quem indica’ baixo trava ascensão de negros

    Gerente de comunicação de uma agência governamental em Brasília, Marisa Bastos Teixeira costuma participar de reuniões de diretoria da empresa e ser a única executiva negra entre seus pares. Para ela, foi assim desde o início da carreira, nos anos 1990. Por Noemia Colonna, do BBC "Como executiva no Brasil tenho a impressão de estar trabalhando na Suécia ou Dinamarca. Nas empresas, os chefes e diretores costumam ser brancos, e diversidade, quando há, você só vê em escalões mais baixos", afirma. Marisa Bastos Teixeira em reunião na agência governamental onde trabalha; ela entrou no mercado de trabalho graças às conexões iniciadas por uma tia costureira   Marisa é uma das exceções que compõem as estatísticas do mundo corporativo no Brasil. Pesquisa do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e do Instituto Ethos lançada em 2016 aponta que somente 4,7% dos cargos executivos são ocupados por profissionais negros, contra 94,2% de brancos. A ...

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    A meritocracia é o paradigma da ingenuidade

    Insuspeito de comunismo, o autor francês mostrou que as engrenagens sociais têm um peso maior que o talento por Guilherme Boulos no Carta Capital O Conselho Universitário da USP aprovou, na terça-feira 4, a criação de cotas sociais e raciais. A partir de 2018, 37% das vagas serão destinadas a alunos da escola pública, número que deve subir para 40% em 2019 e atingir 50% em 2021. Dentro dessa cota, 37% das vagas serão reservadas para pretos, pardos e indígenas. Apesar de a proposta inicial prever apenas cotas para estudantes da escola pública, a forte mobilização do Movimento Negro, dos estudantes e de 300 professores que apresentaram manifesto favorável às cotas etnorraciais foi decisiva para o desfecho positivo. Há pouco mais de um mês, a Unicamp também aprovou cotas em seu Conselho Universitário. Lá, além de 50% das vagas reservadas para alunos de escolas públicas, até 37,5% do total será ...

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    A meritocracia de quem “larga tudo para fazer o que gosta” é branca e masculina

    Constantemente temos visto artigos e textos falando sobre profissionais (na maioria homens, e na totalidade brancos de classe média alta) que “largam tudo” para fazer algo de que realmente gostam. Por Tulio Custódio, do Justificando    Tulio Custódio (Foto por Atraves \Facebook ) Geralmente, são indivíduos que estavam em cargos profissionais reconhecidos como altos ou de prestígio, que significa bons salários, estabilidade e, claro, poder. O que nunca se fala nesses artigos é o que significa “chutar o pau da barraca” e qual é a contribuição disso para aprofundar uma falsa percepção de liberdade dentro do mundo do trabalho. A começar precisamos falar um pouco desse universo. O universo do trabalho, no contexto do capitalismo financeiro neoliberal, é um espaço marcado pela lógica da competição e da exclusão. Sim, exclusão. Os critérios que mantêm os indivíduos dentro desses espaços são quase tão obscuros quanto os que mantêm ...

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    A meritocracia é um mito que alimenta as desigualdades, diz Sidney Chalhoub

    Para historiador da Unicamp e de Harvard, a Universidade está preparada para as cotas étnico-raciais Por Manuel Alves Filho Do Jornal da Unicamp como critério para o ingresso de seus estudantes. O pressuposto dessas instituições é que a diversidade melhora a qualidade. A afirmação é do historiador Sidney Chalhoub, professor titular colaborador do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Unicamp e docente do Departamento de História da Universidade de Harvard (EUA). Na entrevista que segue, concedida ao Jornal da Unicamp, Chalhoub salienta a importância das ações afirmativas como mecanismo de reparação e promoção de justiça social e contesta argumentos utilizados pelos críticos das cotas, como a necessidade de preservar a meritocracia. “A meritocracia como valor universal, fora das condições sociais e históricas que marcam a sociedade brasileira, é um mito que serve à reprodução eterna das desigualdades sociais e raciais que caracterizam a nossa sociedade. Portanto, a meritocracia é ...

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    Não é coisa da sua cabeça, é racismo

    -Toda vez que eu entro, eu tenho a impressão que elas seguram a bolsa com mais força. Por Viviana Santiago para o Palavra de Preta -Quando eu estou na academia, parece que as pessoas não querem usar os equipamentos depois que eu termino de usar, -Comigo, parece que a exigência sempre é maior. Não importa o quanto eu me esforce, nunca é o bastante, sempre tenho eu fazer mais. -Fui jantar fora com meu filho e fiquei com a sensação que o meu pedido demorou mais do que o das outras pessoas e chegou um pouco frio, – Toda vez que eu tento apresentar uma nova idéia no trabalho as pessoas sempre dizem que não é bem assim”, mas depois quando outra pessoa repete tudo que eu disse a ideia é bem aceita – Pode ser coisa da minha cabeça, mas eu sinto como se meu chefe tivesse a necessidade ...

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    “O currículo é um dos caminhos pelos quais a escola pode cumprir um papel em relação à desigualdade”

    A especialista em currículo Cláudia Valentina Assumpção Galian discute diferentes concepções de currículo, os elementos que o influenciam e as relações entre eles e os fundamentos da educação integral Por João Marinho e Vanessa Nicolav, para Educação e Participação O que é currículo para a educação, afinal? O que se deve abordar num momento em que, graças à discussão em torno da Base Nacional Comum Curricular (BNC), o tema volta com força? É preciso garantir espaço para escolhas por parte da escola e dos professores? Qual a importância do território, do tempo e da comunidade para uma proposta curricular, na perspectiva do desenvolvimento integral de crianças, adolescentes e jovens? A especialista em currículo e docente da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FE-USP) Cláudia Valentina Assumpção Galian discute essas e outras questões na entrevista em vídeo exclusiva à plataforma Educação&Participação. A pesquisadora também estará presente no debate virtual Currículo e ...

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    “O que é Privilégio”? Ou, há mesmo “meritocracia”? Faça o teste

    Por  Alexandre Bahia Do Alex Processo Abaixo a tradução do teste: Quantos passos você daria a frente? Como se sente vendo pessoas que se esforçam muito menos a sua frente? E como você se sente vendo que existem pessoas que ficaram atrás de você? 1. Se seus pais trabalharam noites e fins de semana para sustentar sua família, dê um passo para trás. 2. Se você é capaz de mover-se pelo do mundo sem medo de abuso sexual, dê um passo a frente. 3. Se você pode mostrar afeição pelo seu par romântico em público sem medo de ser ridicularizado ou violentado, dê um passo a frente. 4. Se você já foi diagnosticado como portador de alguma doença/limitação mental ou física, dê um passo para trás. 5. Se a língua principal falada na casa em que você cresceu não foi português, dê um passo para trás. 6. Se você veio de ...

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    Juíza critica meritocracia nas redes sociais

    Nos últimos dias, o texto no Facebook de uma juíza do Tribunal de Justiça do Paraná com críticas à meritocracia viralizou nas redes sociais. No post, compartilhado na última terça-feira, dia 30, Fernanda Orsomarzo afirma que se esforçou para chegar ao cargo que tem hoje, porém, sem o acesso aos privilégios, como estudo em colégios particulares e cursos de línguas, nunca teria conseguido. no Catraca Livre "Dizer que isso é mérito meu soa, no mínimo, hipócrita", escreve a juíza. E continua: "Em primeiro lugar, nasci branca. Faço parte de uma típica família de classe média. Estudei em escola particular, frequentei cursos de inglês e informática, tive acesso a filmes e livros. Contei com pais presentes e preocupados com a minha formação. Jamais me faltou café da manhã, almoço e jantar". Ralei duro para ser Juíza de Direito. Cheguei a estudar 12 horas por dia em busca da concretização do tão ...

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    Como a meritocracia contribui para a desigualdade

    Novo livro de economista norte-americano põe a meritocracia em xeque e destaca que sistema deixa as pessoas menos generosas POR MARÍLIA MARASCIULO, da  Revista Galileu  Raimundo Nonato Leandro de Medeiros trabalha desde os 5 anos. Aos 45, é zelador de um edifício na zona oeste de São Paulo, onde é funcionário há mais de duas décadas. Nos anos 1990, Medeiros saiu de um sítio da Paraíba para ser pedreiro nas obras da Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo (Fatec). “Eu até poderia ter tentado estudar alguma coisa por ali, mas seria complicado, porque o trabalho ia das sete da manhã às cinco da tarde, muitas vezes noite adentro.” Teria sido mestre de obras, talvez? Engenheiro? “Quem sabe, nunca tive muito tempo para pensar nisso”, responde ele, que ganha, em média, R$ 1.800 por mês. Na casa ao lado do prédio em que Medeiros mora vive Elington Fernandes, que também ...

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    Quando o discurso da meritocracia ignora a desigualdade

    O esforço é algo extremamente importante no tipo de sociedade em que vivemos, e a meritocracia tem se tornado um conceito defendido por muitos. Mas precisamos questionar a ideia de que tudo o que as pessoas conseguem ou têm decorre de tal esforço. É comum veículos de imprensa divulgarem casos de pessoas que conseguiram "subir na vida" devido a um grande empenho pessoal. Esses casos podem nos levar a pensar que, se alguém não consegue um bom emprego ou não passa no vestibular de uma universidade de prestígio, é porque não se esforçou o suficiente. Mas será que isso é verdade? Por Vanda Mendes Ribeiro Do Brasil Post Até a Idade Média, o nascimento determinava o lugar social de cada pessoa. Um filho de nobre tinha posições sociais (como cargos na estrutura do Estado ou títulos de nobreza) garantidas pelo simples fato de ter nascido em uma família nobre. O ...

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    Meritocracia: Aos 35 anos, filha de Luiz Fux é nomeada para vaga de desembargadora

    Nesta segunda, 7, duas horas depois da indicação da lista tríplice pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o Governador do Estado, Luiz Fernando Pezão, nomeou Marianna Fux, filha do Ministro do Supremo Tribunal Federal, para ocupar a vaga de desembargadora na corte, tornando-a a magistrada mais nova da corte. O processo de escolha foi um dos mais demorados, uma vez que a advogada teve seu nome impugnado por falta de prática jurídica, além de denúncia de que seu pai fizera intensa pressão para que sua filha fosse indicada. No Justificando  O surpreendente foi a rápida nomeação. Ainda na tarde de ontem, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro aprovou o nome de Marianna como uma das integrantes da lista tríplice para a vaga de desembargador. Segundo informações da Revista Eletrônica Conjur, o Tribunal aprovou-a em primeiro lugar com 125 votos de 180 integrantes da corte. Em segundo, com 120 votos, foi escolhida a ...

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    Desembargadores organizam movimento para impedir eleição de Marianna Fux, filha do ministro Luiz Fux

    Um grupo de 35 desembargadores está organizando o movimento "Segunda sem quórum", para obstruir a escolha dos indicados pelo quinto constitucional para a vaga de desembargador no Tribunal de Justiça do Rio. Por Berenice Seara Do Globo O objetivo da turma é impedir que Marianna Fux, filha do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux, fique entre os três nomes que devem ser enviados para escolha do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB). Leia Também OAB quer impugnar candidatura da filha de Fux  Meritocracia: Pressão de Fux por nomeação da filha faz OAB alterar processo de escolha A inclusão de Marianna na lista sêxtupla já vem gerando muita polêmica. Um grupo de conselheiros da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) chegou a pedir a impugnação do nome dela, argumentando que a moça não cumpria os requisitos básicos para preencher a vaga de desembargador, não tendo comprovado o exercício da advocacia nos ...

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    O que a Glória Pires e o Oscar nos ensinaram sobre racismo e meritocracia

    Já tem alguns meses que a gente vem assistindo a mobilização em torno do Oscar 2016 (o que algumas pessoas e jornalistas gostam de nomear como "polêmica"). por Yasmin Thayná (Cineasta) no HuffPost Brasil Acredito que boa parte das pessoas que se mantiveram informadas sobre a questão, esbarraram em textos relacionados à ausência de negros indicados para as premiações desta edição, visto que 2015 foi um ano com alguns filmes protagonizados por excelentes atrizes e atores negros. Tanto é que a academia, responsável pelos indicados e vencedores do prêmio, reagiu e assumiu que a questão da "diversidade" era importante, e assim um debate qualificado rolou no mundo inteiro por alguns dias em relação a isso. Não só um debate, como também uma grande mobilização entre famosos cineastas, atrizes e atores negros e negras a um possível "boicote" ao prêmio.  Acredito que esse episódio possibilitou aquele momento mágico de "parar para refletir" na vida de muitas pessoas ...

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    O que a filha de Obama e o de Eduardo Campos não têm em comum

    João Campos, filho do ex-governador de Pernambuco, foi nomeado chefe de Gabinete do estado Por Agatha Justino, do Administradores João tem 22 anos. Frequentou boas escolas e teve acesso a uma série de oportunidades em educação. Ele cursa engenharia civil na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e tem desejo de ingressar na política. Não seria estranho se João fosse contratado como estagiário de uma construtora ou se envolvesse em grêmios. Mas João Campos é filho do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos e mesmo antes de concluir o ensino superior será como chefe de Gabinete do Estado, trabalhando diretamente com o governador Paulo Câmara (PSB). E o seu salário líquido? R$ 7.787,43 — vencimento do antecessor Ruy Bezerra. O chefe de Gabinete é o braço direito do governador nas questões administrativas do estado. É um trabalho que exige qualificação. Para se ter ideia, Ruy Bezerra é formado em Direito pela Faculdade de Direito ...

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