terça-feira, julho 7, 2020

    Tag: plp 2.0

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    O PLP 2.0 Aplicativo de Combate a Violência contra Mulher é premiado pela OEA

    O aplicativo PLP 2.0 foi um dos premiados pela OEA- CITEL ( Inter-American Telecommunication Comission ) com outros 2 projetos de Combate a Violência contra Mulher. *************** The Secretariat of the Inter-American Telecommunication Commission (CITEL) of the Organization of American States (OAS), has the honor to inform you the three (3) winning proposals of theContest of the Call for Awards “ICT to prevent and eradicate violence against women”. The winners are: *************** La Secretaría de la Comisión Interamericana de Telecomunicaciones, CITEL, de la Organización de los Estados Americanos, OEA tiene el honor de informarles sobre las tres (3) iniciativas ganadorasde la Convocatoria Premiación “Las TIC para Prevenir y Erradicar la Violencia contra las Mujeres”. Los ganadores son: A plataforma PLP 2.0 de enfrentamento à violência contra mulher foi criado para fortalecer a rede de proteção para mulheres em situação de violência. O Geledés Instituto da Mulher Negra e Themis Gênero e Justiça  são a idealizadora desta ...

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    Feminicídio: Sobrinha-neta de Sarney foi estuprada por cunhado antes de ser morta, diz polícia

    A polícia do Maranhão apresentou, na manhã desta quarta-feira (23), o resultado do laudo do corpo da sobrinha-neta do ex-presidente José Sarney, assassinada no dia 13 de novembro. Segundo a polícia, Mariana Costa, 33, foi estuprada e lutou contra o agressor --o cunhado dela, o empresário Lucas Porto-- para evitar ser violentada e morta. Por Carlos Madeiro Do Uol Segundo o delegado Geral da Polícia Civil, Lawrence Melo, o crime está esclarecido, e o inquérito foi encaminhado à Justiça ontem. "A autoria está determinada, as circunstâncias também estão esclarecidas, tanto pela prática do crime estupro, quanto homicídio qualificado", declarou. Melo afirmou que o laudo apontou marcas de violência na vítima, que indicam que ela tentou evitar o estupro e a morte. "Há marcas de extrema violência, demostrando que ela não queria praticar nenhum ato sexual. Isso demonstra a defesa da vítima, com várias lesões apontadas na necropsia", informou. Segundo o delegado, ...

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    “Eu falo sem medo, e você?”

    “Eu falo sem medo, e você?”. Essa é a pergunta que mulheres de todo o país vão fazer em agosto, por causa dos 10 anos da Lei Maria da Penha. Vamos mostrar que estamos mobilizadas em todo o Brasil pelo fim da violência contra a mulher e convocar todas a também falarem sem medo! A campanha é uma iniciativa dos 33 grupos apoiados pelo Fundo Fale Sem Medo em 2016. O Fundo Fale Sem Medo é uma parceria entre o Instituto Avon e o Fundo ELAS que apoia projetos que atuam pelo fim da violência contra as mulheres. Compartilhe os vídeos e ações da campanha usando as hashtags #EuFaloSemMedo e #10anosLeiMariadaPenha e fortaleça essa ideia!   leia também: Juntas – O aplicativo do PLP 2.0 no enfrentamento à violência contra as mulheres

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    Queimada por ex e após 224 cirurgias, jovem combate violência

    Espancada, queimada e jogada da janela pelo ex-companheiro em 2013, em Porto Alegre, Bárbara Penna, 21, já passou por 224 cirurgias –e precisa de mais sete. Seus dois filhos e um vizinho que tentou salvá-los morreram asfixiados no incêndio. no Folha de São Paulo O agressor, João Guatimozin Moojen Neto, 25, está preso, mas ainda não foi julgado –ele confessou o crime. Um instituto com o nome dela será lançado para ajudar mulheres vítimas de violência doméstica e sua história irá virar documentário. Nasci em Goiânia e me mudei para Porto Alegre aos quatro anos, por causa do trabalho do meu pai, advogado. Conheci o João em 2011, aos 16, pelo Orkut. Tinha acabado de perder meu pai e estava grávida de seis meses da minha filha, que o João registrou no nome dele. Vivia em situação precária com a minha mãe, e ela me expulsou de casa devido à gravidez. Conheci ...

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    PLP 2.0 – App começa funcionar oficialmente em Porto Alegre

    No final da manhã desta segunda-feira (27), duas porto-alegrenses em situação de violência começaram utilizar, oficialmente, o aplicativo PLP 2.0. O projeto foi o vencedor do Desafio Social Google 2014 em parceria com o Instituto da Mulher Negra de São Paulo – Geledés. A instalação do app ocorreu durante audiência judicial para assinatura do Termo de Uso e Responsabilidade, no 1º Juizado da Vara de Violência Doméstica e Familiar, na presença das representantes das Promotoras Legais Populares, Secretaria da Segurança Pública, Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul e Ministério Público. Por Rita Barchet, da Themis De acordo com a coordenadora de projetos da Themis, Michele Savicki, este é o momento de comemorar a concretização de uma parceria entre entidades comprometidas no enfrentamento da violência contra a mulher. “Quando o projeto iniciou a intenção era expandir, por meio da tecnologia, todo trabalho já feito pela Themis e as Promotoras Legais Populares. ...

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    Sete entre 10 atendimentos médicos a mulheres foram causados por agressões de conhecidos, como parentes e parceiros

    Violência contra a mulher aumenta em Joinville

    Divulgados ontem pela Secretaria de Estado da Segurança Pública, os dados da violência contra a mulher são impressionantes em Joinville. Foram registrados 2,3 mil casos de ameaças durante o ano passado. Foram 983 situações de agressões (lesões corporais), com média de quase três casos por dia. As estatísticas de violência são montadas com base em registros policiais, há ainda as situações que não chegam a ser informadas à PM ou à Polícia Civil. Por JEFFERSON SAAVEDRA, do DC Os estupros fazem parte da relação de dados, com 118 casos no ano passado. As mulheres também sofrem com os assaltos, quando há violência ou ameaça às vítimas: Joinville tem praticamente uma mulher assaltada por dia. O governo do Estado mudou o formato da divulgação e agora os números são apresentados por municípios e não mais por abrangência das ADRs (ex-SDRs). Em boa parte dos casos de violência contra mulher, a agressão é ...

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    PLP2.0 Vencedor do prêmio Oi tela viva móvel 2016 na categoria Utilidade Pública

    O Geledés Instituto da Mulher Negra e Themis Gênero e Justiça e Beelive Creative Developers agradecem a todos que apoiaram e fizeram parte da construção da solução, que o projeto PLP2.0 vencedor do Google Social Award Brasil 2014, foi escolhido como melhor aplicativo de 2015 na categoria utilidade pública, por escolha do júri. O PLP2.0 foi finalista em duas categorias e ganhou na categoria utilidade pública, por escolha do júri, isso significa que especialistas avaliaram o aplicativo e ele foi considerado o melhor na sua área publicado em 2015. Conheça os vencedores do 8º Prêmio Oi Tela Viva Móvel Em cerimônia na noite desta terça-feira, 3, durante o 15º Tela Viva Móvel, foram anunciados os vencedores do 8º Prêmio Oi Tela Viva Móvel. Confira abaixo a lista dos ganhadores em cada uma das dez categorias: Categoria: Educação Voto popular: TIM Kids Criar, da FS Escolha do júri: PlayKids Stories, da Movile ...

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    Justiça do Amazonas tem 23 mil processos de violência contra a mulher

    Aumento do volume de casos, de acordo com o MPE/AM, se dá em virtude do maior número de denúncias – foto: Arquivo Em Tempo Por Michelle Freitas no Em Tempo A Justiça do Amazonas tem 23 mil processos – 13 mil em um juizado especial e 10 mil, em outros juizados – e o Ministério Público do Estado (MPE-AM) quer evitar que a maioria prescreva devido ao fim do prazo para julgamento. Desse total, 95% dos casos são de lesão corporal, ameaça de morte e vias de fato. Em boa parte dessas ações o agressor não é punido, com base na Lei Marinha da Penha (Lei nº 11.340/2006), porque a Justiça perde o prazo para julgá-los. “Infelizmente, em todo o Brasil, os tribunais têm verificado que ainda falta uma melhor estrutura para atender essa demanda rapidamente. Como a pena desses crimes é baixa, ocorre muita prescrição, ou seja, quando o ...

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    Maioria do Conselho decide demitir procurador acusado de agressão à esposa

    Douglas Kirchner, procurador que representou contra Lula, é acusado de submeter a esposa a castigos físicos e mantê-la em cárcere privado com a ajuda de uma pastora da Igreja Evangélica Hadar em Rondônia Da Revista Fórum  Ontem (29), a maioria do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) votou pela demissão do procurador Douglas Kirchner, acusado de agredir e manter a esposa em cárcere privado. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que preside o conselho, adiantou sua posição pelo afastamento do colega. Se o plenário confirmar, caberá a ele oficializar a demissão, já que Kirchner está em estágio probatório. Embora oito dos 14 membros do colegiado tenham se manifestado, com o pedido de vista do conselheiro Walter de Agra a conclusão do julgamento deve ser adiada. A acusação é de que Kirchner tenha agredido Tamires Souza Alexandre em 2014, além de ter acompanhado castigos físicos impostos a ela por uma pastora da ...

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    Médica diz ter sido espancada pelo marido em casa após briga em Cuiabá

    Vítima de 29 anos teve o tímpano perfurado e nariz fraturado em agressão. Ele foi detido e solto após audiência de custódia realizada no mesmo dia. Por Pollyana Araújo Do G1 A médica Camila Campagnoli Tagliari, de 29 anos, denunciou o marido, o empresário Marcos Cesar Martins Campos, de 34 anos, após ser espancada por ele, no apartamento onde moravam, em um edifício no Bairro Duque de Caxias, área nobre de Cuiabá, no domingo (27). Ela pediu socorro a uma amiga, que mora no mesmo prédio, que a ajudou e chamou a Polícia Militar como relatou à polícia após a prisão do marido. O G1 entrou em contato com o pai de Marcos, o ex-vereador e ex-presidente da MT Gás, Helny de Paula Campos, e ele afirmou que quem irá falar sobre o caso é o advogado do filho. A reportagem, no entanto, tentou, mas não conseguiu entrar em contato com o ...

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    Agora é com eles – Promotoras Legais Populares da Restinga convocam os homens para falar sobre violências contra as mulheres

    A rede de enfrentamento contra a violência de gênero ainda é composta, em sua maioria, por profissionais homens. São policiais, escrivães, peritos, delegados, promotores, juízes, entre outros que trabalham desde o primeiro momento da denúncia. Para saber o que eles pensam sobre os diferentes tipos de agressões sofridas pelas mulheres, as Promotoras Legais Populares do bairro Restinga realizam a atividade “A violência contra as mulheres na boca dos homens”, no próximo dia 23, às 18h, Centro de Promoção da Infância e da Juventude (CPIJ-Rua Mississipi, 130, Restinga). A atividade tem o apoio da ONG Themis – Gênero, Justiça e Direitos Humanos. Do Themis Segundo a organização do evento, a proposta é debater sobre as melhorias que independem de orçamento para fazer a rede funcionar de acordo com a teoria.  As promotoras Legais Populares também ressaltam que uma mulher em situação de violência precisa em primeiro lugar se sentir amparada. “Para ...

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    Jovem reage a tentativa de estupro e diz a agressor: ‘Você nunca mais fará isso a uma mulher novamente’

    Uma jovem de 21 anos recebeu uma comenda de bravura por sua reação diante de uma tentativa de estupro na cidade de Sheffield, na Inglaterra. Ela foi perseguida por um rapaz por cerca de 1 km até ser jogada em meio a alguns arbustos. Ao atacá-la, Jonathon Holmes disse à vítima que ela iria “gostar muito daquilo”. Do Extra  Apenas “armada” pelas chaves de casa, a jovem começou a perfurar o rosto de seu agressor, mordendo sua língua e, em seguida, disparando: “Você nunca mais fará isso a uma mulher novamente”. Condecorada pela polícia do condado de South Yorkshire, a vítima recebeu as seguintes honras do superintendente Scott Green: “Em nome da polícia de South Yorkshire, reconhecemos sua bravura, abnegação e coragem verdadeiramente notáveis para ajudar a fazer desta cidade um lugar mais seguro para cada mulher”. O agressor foi capturado pela polícia após os gritos de socorro da jovem, ...

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    Violência contra mulheres no Brasil de hoje

    Só a partir dos anos 50 foi destinado às mulheres, o trabalho fora das casas  por Alexandra Machado Costa no DM Goiânia está em 5º lugar no ran-king nacional dos números sobre a violência contra mulheres. Este dado é parte da questão social e não será revertido se não houverem ações mais contundentes, do poder público e da sociedade em geral, para uma profunda mudança comportamental que altere a herança cultural que recebemos ao longo dos séculos e que vê o assédio à mulher de forma naturalizada, já que seu corpo é colocado como objeto de consumo, pela mídia brasileira. Pensando o Brasil em seus primórdios, percebemos que somente a partir dos anos 50 foi destinado às mulheres, o trabalho fora das casas, em espaços públicos. Até então, as mulheres de classe alta, não ocupavam as ruas. As mulheres trabalhadoras, geralmente “domésticas”, sempre foram expostas ao assédio e este tipo ...

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    Juciara Almeida Souza: Violência contra mulher

    Juciara Almeida Souza: Violência contra mulher. Trabalho Desenvolvido pelas alunas do 3º Semestre de Jornalismo da Faculdade FAPSP ( Em Seminário de Comunicação). Do  Retratos com Prosa Por Catia de Souza, Clarissa Zuzza, Emily Santos, Jéssica Barreira, Josi Rodrigues e Lívia Biazi Entrevistadas: Deise Mirian Rossi: Formada em Psicologia – Música – Metre em Comunicação e Professora Universitária. Juciara Almeida Souza: Formada em Assistente Social – Promotora Legal Popular de Geledés Instituto da Mulher Negra – Defensora Popular pela OAB-SP e Vice-Presidenta de Geledés.   Leia Também: PLP 2.0 – Aplicativo para coibir a violência contra a mulher

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    Violência contra a Mulher: Duque de Caxias para Estômagos Fortes

    Eu comecei meu rolê na Praça do Skate de Nova Iguaçu, em 1996. Queria estar no meio daquela cultura chamada de “alternativa”, mas havia bem poucas garotas, que raramente tinham papéis importantes dentro dessa história. Eu insisti, encarei os desafios e aqui estou vinte anos depois. Só bem mais tarde entendi que eu era uma feminista, o que possibilitou a auto construção do meu ser nesse espaço. Mas o feminismo é uma prática que traz consequências. Eu também as encarei por toda minha trajetória. Implicações que me trouxeram o aprendizado, o conhecimento, a transformação de mim mesma, das minhas ações no mundo. por Giordana Moreira no Lurdinha Por isso decidi escrever esse depoimento, que é um compartilhamento de uma das experiências mais duras que tive na vida, promovidas pelo machismo e também pelo feminismo que estão aí no nosso cotidiano. Também decidi escrever para dar um ponto final nesse triste capítulo da ...

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    Shut-up and hide

    ‘Você tentou fechar as pernas?’, pergunta juíza à vítima de estupro

    "Você fechou bem as pernas?". Foi assim que uma juíza espanhola se dirigiu a uma vítima de violência sexual.  no BrasilPost Segundo a associação feminista Clara Campoamor, a juíza Carmen Molina Mansilla ultrapassou todos os limites ao violentar - com perguntas - uma mulher que havia sido estuprada. A entidade solicitou que a mulher seja suspensa ou removida do cargo que ocupa imediatante.  O caso denunciado pela mídia espanhola aconteceu no dia 16 de fevereiro, em Vitoria-Gasteiz, no País Basco, segundo o jornal El Mundo. Enquanto ouvia uma mulher, grávida de quatro meses e que havia sido vítima de estupro e agressão, a magistrada perguntou, com todas as letras: "Você fechou bem as pernas, fechou todas as partes dos órgãos femininos?" "Com os olhos abertos, as profissionais da justiça devem obter a formação específica necessária para poder tratar esses casos com a devida sensibilidade, empatia e critério jurídico", afirmou Blanca Estrella Ruiz Ungo, presidente da associação, em artigo ...

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    Violência contra mulheres segue com números alarmantes

    Mais de um milhão delas ainda é vítima de violência doméstica no Brasil anua Do Jornal do Brasil  Violação dos direitos humanos e crime, a brutalidade contra mulheres segue fazendo vítimas. Quase 40% das mulheres em situação de violência sofrem agressões diariamente e outras 34%, semanalmente. Os dados foramdivulgados pela Secretaria de Políticas para as mulheres da Presidência da República (SPM-PR), baseados noatendimento realizado pela Central de Atendimento à Mulher entre janeiro e outubro do ano passado. “Apesar de a Lei Maria da Penha ter trazido, desde 2006, grandes avanços no combate à violência contra a mulher, falta muito para uma queda significativa desses números”, afirma o advogado Luiz Fernando Valladão. Muitas vítimas se recusam a procurar ajuda, seja por medo de sofrerem ainda mais abuso ou por estarem muito abaladas física ou psicologicamente, de acordo com o advogado. A lei Maria da Penha incentivou o crescimento do número de denúncias. ...

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    Mais de 714 mil mulheres podem ser vítimas de violência nas universidades em 2016

    Trotes podem ser momentos de risco e vulnerabilidade para as jovens, aponta estudo. no A Crítica Pesquisa do Instituto Avon em parceria com o Data Popular revela que sete em cada dez estudantes já sofreram algum tipo de violência no ambiente universitário. Trotes podem ser momentos de risco e vulnerabilidade para as jovens, aponta estudo. As mulheres estão, cada vez mais, ocupando o espaço acadêmico. Cerca de um milhão de alunas devem ingressar nas faculdades este ano. O dado positivo, porém, chama atenção para um fato alarmante: 67% das estudantes universitárias brasileiras já sofreram algum tipo de violência nas faculdades, trotes ou em festas acadêmicas. É o que aponta a pesquisa Violência contra a Mulher no Ambiente Universitário (acesse aqui), realizada pelo Instituto Avon em parceria com o Data Popular. “Este dado revela que se o tema não for discutido e não forem realizadas ações efetivas por parte da sociedade e das universidades, mais de 714 mil ...

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    Justiça mantém proteção a mulher agredida pelo companheiro após arquivamento do inquérito policial

    A Defensoria Pública de SP obteve uma decisão judicial que mantém as medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha a uma mulher contra o companheiro, mesmo após o arquivamento do inquérito policial em que era investigada a prática de agressões pelo homem contra ela. No Justificando  De acordo com a Defensora Pública Thais Helena de Oliveira Costa Nader, que atuou no caso com a Defensora Paula Sant’Anna Machado de Souza, os Juízes costumam entender que as medidas protetivas trazidas pela Lei 11.340/2006 são apenas acessórias ao inquérito policial, procedimento investigatório no qual a polícia busca indícios de que o crime realmente tenha ocorrido. Isso significa que, se um Juiz considera não haver indícios de autoria e materialidade e determina o arquivamento do inquérito, em geral ele também cancela as medidas protetivas de urgência – como afastamento do domicílio, proibição de se aproximar da vítima, familiares e testemunhas ou de fazer contato ...

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