terça-feira, julho 7, 2020

    Tag: PLPs

    Imagem Retirada do site Ceseep

    Ceseep e Geledés realizam o curso Violência, Gênero e Raça: resistências e caminho de superação

    A edição 2019 do Curso Latino Americano de Pastoral e Relações de Gênero aborda a exclusão e as desigualdades que marcam a vida de muitas mulheres latino-americanas, agravadas pelo racismo, sexismo, preconceitos e intolerâncias.   Participantes do curso (Imagem Retirada do site Ceseep) A formação visa estimular a reflexão sobre as condições históricas que estruturam as desigualdades e hierarquias de gênero e raça, de forma a cada participante contribuir para a superação dos obstáculos para a conquista da igualdade, equidade e liberdade. Coordenado por Nilda Assis Candido do CESEEP e Maria Sylvia Oliveira e Suelaine Carneiro de Geledés, o curso teve início no dia 21 de janeiro e será finalizado em 3 de fevereiro. A acolhida às/aos participantes de várias regiões do Brasil e do Chile, foi realizada pela equipe de coordenação e a integração e comunicação nas línguas portuguesa e espanhola, pela Imã Dirce Pontes. ...

    Leia mais
    blank

    “A luta antirracista e a luta antissexista é uma luta de toda a sociedade”, Maria Sylvia Aparecida de Oliveira

    Na última coluna do ano, Geledés no debate deu voz à sua presidenta Maria Sylvia Aparecida de Oliveira em entrevista que faz um importante resgate dos principais acontecimentos do ano e projeções futuras da organização. Advogada, formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Maria Sylvia iniciou sua militância como estagiária de direito no programa SOS - Racismo, no departamento jurídico do Geledés em 1994, quando trabalhou diretamente com uma das fundadoras da organização, a advogada Sonia Nascimento. Maria Sylvia se tornou sócia efetiva do instituto e ocupará o cargo na presidência até 2021. arquivo pessoal Geledés - Em abril, o Geledés comemorou 30 anos de jornada com um seminário em que foram analisadas as conquistas e os desafios da organização nesse período. Quais foram os principais pontos debatidos e suas conclusões? Sim. O aniversário de 30 anos foi um marco significativo para uma organização feminista e principalmente do ...

    Leia mais
    foto: Klaus Silva

    “A magistratura paulista terá agora o olhar da juíza negra e do juiz negro” diz Dra. Angélica de Maria Mello de Almeida

    Entre 81 aprovados, a primeira colocada no 187 Concurso de Ingresso na Magistratura Paulista foi a juíza negra Lívia Antunes Caetano. A juíza Lívia faz parte do primeiro grupo, composto por 13 negros (quatro homens e nove mulheres) que concorreram pelo sistema de reserva de 20% de vagas para negros em concursos públicos para a magistratura. A resolução foi determinada em 2015 pelo Conselho Nacional de Justiça e agora colhe seus primeiros frutos. Para comentar o fato histórico de ingresso de jovens juízes negros na magistratura, oriundo da ação afirmativa, a coluna Geledés no Debate  entrevistou a desembargadora do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo e coordenadora da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar – COMESP, Dra. Angélica de Maria Mello de Almeida. A desembargadora é ainda coordenadora do projeto de instalação do Juizado Especial de Violência Doméstica do Tribunal de Justiça do ...

    Leia mais
    blank

    A importância das Promotoras Legais Populares

    As mulheres vivenciam diversas formas de violência, a lei Maria da Penha, classifica  violência patrimonial, violência sexual, violência física, violência moral e violência psicológica como tipos de abusos que estão ligados ao machismo, sexismo e misoginia. Essas violências também afetam mulheres negras através do racismo que impede mulheres negras de ter seus salários dignos em uma pirâmide social.  Essas práticas são naturalizadas em construções culturais em nossa sociedade e muitas vezes permanecem com um alto grau de impunidade perante o poder público e a população. Por Natália Sena Para entender o quão grave é a vulnerabilidade da mulher,  é importante nos atentarmos a violência de gênero e aos seus  desfechos, por outro lado, esta pesquisa não tem como um foco principal levantar questões padronizam essas atitudes, e sim, apresentar uma rede de apoio e solidariedade às mulheres em situação de violência, dentro da ONG Geledés Instituto da Mulher Negra, as ...

    Leia mais
    blank

    Pesquisa Mulheres Negras e Violência Doméstica: decodificando os números – e-Book

    Geledés apresenta a pesquisa Mulheres Negras e Violência Doméstica: decodificando os números, realizada com apoio do edital Fundo Fale Sem Medo 2016, uma iniciativa do Instituto Avon e ELAS Fundo de Investimento Social. É uma produção que se une às reivindicações das mulheres negras por políticas públicas que revertam sua primazia nos dados estatísticos sobre homicídio de mulheres. Os relatos de mulheres negras e não negras que utilizam Centros de Defesa e de Convivência da Mulher – CDCMs revelaram as dinâmicas já demonstradas em outros estudos sobre a violência doméstica: machismo, violências física e sexual; conflitos intrafamiliares, questões socioeconômicas, disputas patrimoniais etc. Porém contribuiu para desnudar as dinâmicas diferenciadas da violência psicológica, onde a cor da pele é um importante instrumento simbólico utilizado para a submissão, humilhação, desumanização e preservação do controle e do poder sobre os corpos e mentes de mulheres negras. Suas contribuições também salientaram as diversas restrições ...

    Leia mais
    blank

    Dossiê online busca ser nova ferramenta no combate ao feminicídio no Brasil

    A plataforma interativa para acesso via internet, traz conteúdos sobre o tema começando pelo básico: o que é feminicídio / Reprodução Instituto Patrícia Galvão Por Juliana Gonçalves Do Brasil de Fato Segundo o Mapa da Violência 2015, o  Brasil é o 5º país com a maior taxa de assassinatos de mulheres no mundo. Esse e outros dados revelam como as mulheres brasileiras convivem com inúmeras violências cotidianas. Para ajudar no combate desse cenário, o Instituto Patrícia Galvão (IPG) lançou nesta segunda-feira (7) o Dossiê Feminicídio #InvisibilidadeMata. O material apresenta o compilado dos dados mais recentes sobre o tema, problematiza os serviços de proteção existentes, traz a legislação no Brasil e América Latina, além de um guia de fontes para jornalistas e a discussão de políticas a ações preventivas. "O nosso desafio foi produzir um material que dialogasse com pessoas que não entendem muito do assunto e com aquelas que buscam pesquisas e dados ...

    Leia mais
    blank

    Justiça do Amazonas tem 23 mil processos de violência contra a mulher

    Aumento do volume de casos, de acordo com o MPE/AM, se dá em virtude do maior número de denúncias – foto: Arquivo Em Tempo Por Michelle Freitas no Em Tempo A Justiça do Amazonas tem 23 mil processos – 13 mil em um juizado especial e 10 mil, em outros juizados – e o Ministério Público do Estado (MPE-AM) quer evitar que a maioria prescreva devido ao fim do prazo para julgamento. Desse total, 95% dos casos são de lesão corporal, ameaça de morte e vias de fato. Em boa parte dessas ações o agressor não é punido, com base na Lei Marinha da Penha (Lei nº 11.340/2006), porque a Justiça perde o prazo para julgá-los. “Infelizmente, em todo o Brasil, os tribunais têm verificado que ainda falta uma melhor estrutura para atender essa demanda rapidamente. Como a pena desses crimes é baixa, ocorre muita prescrição, ou seja, quando o ...

    Leia mais
    blank

    Maioria do Conselho decide demitir procurador acusado de agressão à esposa

    Douglas Kirchner, procurador que representou contra Lula, é acusado de submeter a esposa a castigos físicos e mantê-la em cárcere privado com a ajuda de uma pastora da Igreja Evangélica Hadar em Rondônia Da Revista Fórum  Ontem (29), a maioria do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) votou pela demissão do procurador Douglas Kirchner, acusado de agredir e manter a esposa em cárcere privado. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que preside o conselho, adiantou sua posição pelo afastamento do colega. Se o plenário confirmar, caberá a ele oficializar a demissão, já que Kirchner está em estágio probatório. Embora oito dos 14 membros do colegiado tenham se manifestado, com o pedido de vista do conselheiro Walter de Agra a conclusão do julgamento deve ser adiada. A acusação é de que Kirchner tenha agredido Tamires Souza Alexandre em 2014, além de ter acompanhado castigos físicos impostos a ela por uma pastora da ...

    Leia mais
    blank

    Médica diz ter sido espancada pelo marido em casa após briga em Cuiabá

    Vítima de 29 anos teve o tímpano perfurado e nariz fraturado em agressão. Ele foi detido e solto após audiência de custódia realizada no mesmo dia. Por Pollyana Araújo Do G1 A médica Camila Campagnoli Tagliari, de 29 anos, denunciou o marido, o empresário Marcos Cesar Martins Campos, de 34 anos, após ser espancada por ele, no apartamento onde moravam, em um edifício no Bairro Duque de Caxias, área nobre de Cuiabá, no domingo (27). Ela pediu socorro a uma amiga, que mora no mesmo prédio, que a ajudou e chamou a Polícia Militar como relatou à polícia após a prisão do marido. O G1 entrou em contato com o pai de Marcos, o ex-vereador e ex-presidente da MT Gás, Helny de Paula Campos, e ele afirmou que quem irá falar sobre o caso é o advogado do filho. A reportagem, no entanto, tentou, mas não conseguiu entrar em contato com o ...

    Leia mais
    blank

    Agora é com eles – Promotoras Legais Populares da Restinga convocam os homens para falar sobre violências contra as mulheres

    A rede de enfrentamento contra a violência de gênero ainda é composta, em sua maioria, por profissionais homens. São policiais, escrivães, peritos, delegados, promotores, juízes, entre outros que trabalham desde o primeiro momento da denúncia. Para saber o que eles pensam sobre os diferentes tipos de agressões sofridas pelas mulheres, as Promotoras Legais Populares do bairro Restinga realizam a atividade “A violência contra as mulheres na boca dos homens”, no próximo dia 23, às 18h, Centro de Promoção da Infância e da Juventude (CPIJ-Rua Mississipi, 130, Restinga). A atividade tem o apoio da ONG Themis – Gênero, Justiça e Direitos Humanos. Do Themis Segundo a organização do evento, a proposta é debater sobre as melhorias que independem de orçamento para fazer a rede funcionar de acordo com a teoria.  As promotoras Legais Populares também ressaltam que uma mulher em situação de violência precisa em primeiro lugar se sentir amparada. “Para ...

    Leia mais
    blank

    Jovem reage a tentativa de estupro e diz a agressor: ‘Você nunca mais fará isso a uma mulher novamente’

    Uma jovem de 21 anos recebeu uma comenda de bravura por sua reação diante de uma tentativa de estupro na cidade de Sheffield, na Inglaterra. Ela foi perseguida por um rapaz por cerca de 1 km até ser jogada em meio a alguns arbustos. Ao atacá-la, Jonathon Holmes disse à vítima que ela iria “gostar muito daquilo”. Do Extra  Apenas “armada” pelas chaves de casa, a jovem começou a perfurar o rosto de seu agressor, mordendo sua língua e, em seguida, disparando: “Você nunca mais fará isso a uma mulher novamente”. Condecorada pela polícia do condado de South Yorkshire, a vítima recebeu as seguintes honras do superintendente Scott Green: “Em nome da polícia de South Yorkshire, reconhecemos sua bravura, abnegação e coragem verdadeiramente notáveis para ajudar a fazer desta cidade um lugar mais seguro para cada mulher”. O agressor foi capturado pela polícia após os gritos de socorro da jovem, ...

    Leia mais
    blank

    Violência contra mulheres no Brasil de hoje

    Só a partir dos anos 50 foi destinado às mulheres, o trabalho fora das casas  por Alexandra Machado Costa no DM Goiânia está em 5º lugar no ran-king nacional dos números sobre a violência contra mulheres. Este dado é parte da questão social e não será revertido se não houverem ações mais contundentes, do poder público e da sociedade em geral, para uma profunda mudança comportamental que altere a herança cultural que recebemos ao longo dos séculos e que vê o assédio à mulher de forma naturalizada, já que seu corpo é colocado como objeto de consumo, pela mídia brasileira. Pensando o Brasil em seus primórdios, percebemos que somente a partir dos anos 50 foi destinado às mulheres, o trabalho fora das casas, em espaços públicos. Até então, as mulheres de classe alta, não ocupavam as ruas. As mulheres trabalhadoras, geralmente “domésticas”, sempre foram expostas ao assédio e este tipo ...

    Leia mais
    blank

    Juciara Almeida Souza: Violência contra mulher

    Juciara Almeida Souza: Violência contra mulher. Trabalho Desenvolvido pelas alunas do 3º Semestre de Jornalismo da Faculdade FAPSP ( Em Seminário de Comunicação). Do  Retratos com Prosa Por Catia de Souza, Clarissa Zuzza, Emily Santos, Jéssica Barreira, Josi Rodrigues e Lívia Biazi Entrevistadas: Deise Mirian Rossi: Formada em Psicologia – Música – Metre em Comunicação e Professora Universitária. Juciara Almeida Souza: Formada em Assistente Social – Promotora Legal Popular de Geledés Instituto da Mulher Negra – Defensora Popular pela OAB-SP e Vice-Presidenta de Geledés.   Leia Também: PLP 2.0 – Aplicativo para coibir a violência contra a mulher

    Leia mais
    blank

    Violência contra a Mulher: Duque de Caxias para Estômagos Fortes

    Eu comecei meu rolê na Praça do Skate de Nova Iguaçu, em 1996. Queria estar no meio daquela cultura chamada de “alternativa”, mas havia bem poucas garotas, que raramente tinham papéis importantes dentro dessa história. Eu insisti, encarei os desafios e aqui estou vinte anos depois. Só bem mais tarde entendi que eu era uma feminista, o que possibilitou a auto construção do meu ser nesse espaço. Mas o feminismo é uma prática que traz consequências. Eu também as encarei por toda minha trajetória. Implicações que me trouxeram o aprendizado, o conhecimento, a transformação de mim mesma, das minhas ações no mundo. por Giordana Moreira no Lurdinha Por isso decidi escrever esse depoimento, que é um compartilhamento de uma das experiências mais duras que tive na vida, promovidas pelo machismo e também pelo feminismo que estão aí no nosso cotidiano. Também decidi escrever para dar um ponto final nesse triste capítulo da ...

    Leia mais
    Shut-up and hide

    ‘Você tentou fechar as pernas?’, pergunta juíza à vítima de estupro

    "Você fechou bem as pernas?". Foi assim que uma juíza espanhola se dirigiu a uma vítima de violência sexual.  no BrasilPost Segundo a associação feminista Clara Campoamor, a juíza Carmen Molina Mansilla ultrapassou todos os limites ao violentar - com perguntas - uma mulher que havia sido estuprada. A entidade solicitou que a mulher seja suspensa ou removida do cargo que ocupa imediatante.  O caso denunciado pela mídia espanhola aconteceu no dia 16 de fevereiro, em Vitoria-Gasteiz, no País Basco, segundo o jornal El Mundo. Enquanto ouvia uma mulher, grávida de quatro meses e que havia sido vítima de estupro e agressão, a magistrada perguntou, com todas as letras: "Você fechou bem as pernas, fechou todas as partes dos órgãos femininos?" "Com os olhos abertos, as profissionais da justiça devem obter a formação específica necessária para poder tratar esses casos com a devida sensibilidade, empatia e critério jurídico", afirmou Blanca Estrella Ruiz Ungo, presidente da associação, em artigo ...

    Leia mais
    blank

    Violência contra mulheres segue com números alarmantes

    Mais de um milhão delas ainda é vítima de violência doméstica no Brasil anua Do Jornal do Brasil  Violação dos direitos humanos e crime, a brutalidade contra mulheres segue fazendo vítimas. Quase 40% das mulheres em situação de violência sofrem agressões diariamente e outras 34%, semanalmente. Os dados foramdivulgados pela Secretaria de Políticas para as mulheres da Presidência da República (SPM-PR), baseados noatendimento realizado pela Central de Atendimento à Mulher entre janeiro e outubro do ano passado. “Apesar de a Lei Maria da Penha ter trazido, desde 2006, grandes avanços no combate à violência contra a mulher, falta muito para uma queda significativa desses números”, afirma o advogado Luiz Fernando Valladão. Muitas vítimas se recusam a procurar ajuda, seja por medo de sofrerem ainda mais abuso ou por estarem muito abaladas física ou psicologicamente, de acordo com o advogado. A lei Maria da Penha incentivou o crescimento do número de denúncias. ...

    Leia mais
    blank

    Justiça mantém proteção a mulher agredida pelo companheiro após arquivamento do inquérito policial

    A Defensoria Pública de SP obteve uma decisão judicial que mantém as medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha a uma mulher contra o companheiro, mesmo após o arquivamento do inquérito policial em que era investigada a prática de agressões pelo homem contra ela. No Justificando  De acordo com a Defensora Pública Thais Helena de Oliveira Costa Nader, que atuou no caso com a Defensora Paula Sant’Anna Machado de Souza, os Juízes costumam entender que as medidas protetivas trazidas pela Lei 11.340/2006 são apenas acessórias ao inquérito policial, procedimento investigatório no qual a polícia busca indícios de que o crime realmente tenha ocorrido. Isso significa que, se um Juiz considera não haver indícios de autoria e materialidade e determina o arquivamento do inquérito, em geral ele também cancela as medidas protetivas de urgência – como afastamento do domicílio, proibição de se aproximar da vítima, familiares e testemunhas ou de fazer contato ...

    Leia mais
    Carmen Silva, Maria Guarneci e Maria Salete da Silveira (a partir da esq.), que atuam como promotoras legais populares

    Aplicativo ajuda a combater violência contra a mulher no Rio Grande do Sul

    Com apenas quatro toques, a polícia, a Justiça e uma rede de amigos serão alertados quando uma mulher se sentir ameaçada por um ex-companheiro que, desobedecendo a uma ordem da Justiça, resolver se aproximar dela. por Paula Sperb para a Folha em Porto Alegre Um aplicativo no celular será testado em Porto Alegre, a partir de fevereiro, na tentativa de coibir a violência doméstica -dados do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) apontam que uma mulher morre no país a cada 90 minutos por agressões de parceiros ou ex. O aplicativo, desenvolvido em parceria com as ONGs Themis e Geledés, avisa o juiz responsável pelo caso que a ordem foi descumprida, e a informação é automaticamente anexada ao processo. Além disso, a mulher pode enviar foto e vídeo que comprovem a aproximação ou agressão, que depois serão usados como provas. Imagens e sons são gravados após quatro segundos do aviso ...

    Leia mais
    blank

    Site oferece guia sobre ‘como estuprar uma mulher na UFMG’

    Texto afirma que 'a mulher mineira é famosa por ser vagabunda e arredia', e que a única maneira de 'corrigir' isto é violentando-a sexualmente; página ainda traça perfil de vítima que seria 'mais fácil' e dá dicas de situações favoráveis para o ataque Do O Tempo O assunto é discutido à exaustão. No entanto, cada vez mais aparecem casos de falta de respeito com as mulheres. Um dos mais atuais é o site que coloca à disposição dos internautas guias de como estuprar mulheres na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), entre outras universidades. O autor, que ainda não foi identificado e localizado, inicia o texto afirmando que “a mulher mineira é famosa por ser vagabunda e arredia, e a única maneira de corrigir isto é a violentando sexualmente”. No decorrer do manual, que foi feito em cinco tópicos, o criminoso monta um tipo de mulher que, para ele, seria uma ...

    Leia mais
    Página 1 de 6 1 2 6

    Últimas Postagens

    Artigos mais vistos (7dias)

    Instagram

    Twitter

    Facebook

    Welcome Back!

    Login to your account below

    Create New Account!

    Fill the forms bellow to register

    Retrieve your password

    Please enter your username or email address to reset your password.

    Add New Playlist