Tag: preconceito racial

    Abena Busia - Pedro Ladeira:Folhapress

    Preconceito reduz lazer de mulheres e negros, diz embaixadora de Gana

    Especialista em questões étnicas e de gênero, Abena Busia fala em evento nesta sexta (31) em São Paulo no Folha de São Paulo Abena Busia - Pedro Ladeira:Folhapress Numa visita oficial a Salvador, a embaixadora de Gana, Abena Busia, 65, se espantou: no vídeo feito para divulgar a cultura e a natureza baianas, os negros só apareciam como serviçais ou no papel da própria atração turística. “Essa cegueira racial é um fracasso em reconhecer que africanos e seus descendentes podem ser também turistas”, diz a especialista em questões étnicas e de gênero, que formou-se e viveu nos Estados Unidos durante três décadas e está em Brasília há seis meses. São barreiras simbólicas, invisíveis, que impedem que grupos inteiros desfrutem momentos de lazer, diz a professora visitante no Programa de Estudos Africanos e Afro-americanos na Universidade Yale. O problema é pouco visível porque, diz ela, o lazer ...

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    Foto: Reprodução/ProgramatismoPolitico

    Haitianos relatam rotina de humilhações e preconceito no Brasil

    “Se você quer, pega. Se não quer, não quer“. Foi assim que Alix Mustivas, de 26 anos, foi tratado pelo patrão após se machucar enquanto trabalhava na construção civil. Após fraturar a coluna o braço em dois lugares durante o trabalho – sem carteira assinada – o dono da empresa ofereceu R$ 300 ao jovem. “Eu disse que minha vida não valia R$ 300“. Mustivas, que teve o apoio de entidades sindicais catarinenses para receber, durante um mês, auxílio do INSS, conta que ficou dois dias sem levantar e andar. “Depois de uma semana consegui caminhar e levantar sozinho“, afirma. Haitiano, ele está há mais de um ano entre Curitiba e Santa Catarina. Mustivas veio ao Brasil em busca de oportunidades melhores do que as que encontrava no país de origem, que ainda se recupera de um devastador terremoto, que atingiu a nação em 2010. “Eu trabalhei em um condomínio em Santa Catarina, ...

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    Milton Nascimento lembra como o preconceito racial despertou sua consciência política

    Compositor traz ao Rio o show ‘Semente da Terra’, no qual revê a carreira pela ótica da política Do O GLOBO Em 2010, Milton Nascimento foi batizado pelos índios Guarani Kaiowá como Ava Nheyeyru Iyi Yvy Renhoi — ou Semente da Terra. Sete anos depois, o nome indígena — que, acredita-se, sintetiza a essência de quem o carrega — é dado ao show que artista apresenta hoje no Rio, no Km de Vantagens Hall. A repetição do nome não é gratuita. No espetáculo, o cantor e compositor revê sua carreira pela perspectiva política — uma política que aparece na sua obra não necessariamente pela ótica partidária. Ao lado de canções que clamam a mobilização popular (“Credo”), remetem à resistência à ditadura militar (“Nada será como antes” e “Clube da esquina 2”) ou às passeatas pelas Diretas Já (“Coração de estudante”), há outras que se afirmam politicamente ao se identificarem, de forma ...

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    ‘Protagonismo não é cedido, é conquistado’, diz Taís Araújo em debate sobre mulheres negras

    Atriz esteve no 'Elas por Elas' ao lado da youtuber Nathalia Santos, da cantora Iza, da ex-consulesa da França Alexandra Loras e da ministra Luislinda Dias de Valois por Luiza Barros no O Globo A atriz Taís Araújo, a cantora Iza, a youtuber Nathalia Santos, a ex-consulesa da França Alexandra Loras e a ministra Luislinda Dias de Valois participaram de uma das palestras mais aguardadas do "Elas por Elas". Em uma painel mediado pela colunista de O GLOBO Flávia Oliveira, elas discutiram os diversos desafios que as mulheres negras enfrentam na sociedade brasileira. Apesar de citar avanços no mundo do entretenimento, a atriz Taís Araújo lembrou que a luta pela equidade de gênero e pelo fim do preconceito racial depende de um constante ativismo e posicionamento. — O protagonismo não é cedido, ele é conquistado. Ninguém quer dividir o protagonismo, os homens não querem. E nós mulheres negras temos mais ...

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    Thierry Le Gouès

    Versace processada por preconceito racial

    Um ex-funcionário de uma loja outlet da Versace em Pleasanton, Califórnia, entrou com um processo judicial contra a marca por práticas injustas nos negócios – e uma das alegações é o uso de um código secreto pra alertar os funcionários quando um cliente negro entra na loja. Ele deu entrada no processo em novembro de 2016. Fonte: Lilian Pacce O ex-funcionário, Christopher Sampiro, tem 23 anos e ainda explica que foi demitido por ser mestiço depois de trabalhar por duas semanas no local, em setembro. O código usado seria o mesmo de roupa preta, “D410”, e o gerente teria instruído Sampiro a falar D410 de maneira casual quando um negro entrasse no ponto de venda. Ele diz que sua resposta foi: “Você sabia que sou afro-americano?” e que a partir disso o gerente o tratou de maneira diferente e não lhe deu um “treinamento legítimo”. Fora tudo isso, o processo ainda ...

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    Foto: WILSON DIAS/AGÊNCIA BRASIL

    “Educação é o caminho para combater o preconceito racial”, afirma Renato Janine

    Ministro da Educação participou de evento para discutir o legado do líder pacifista, Martin Luther King, e falou sobre as medidas do governo federal para debater o tema nas escolas Do  Portal Planalto Foto: WILSON DIAS/AGÊNCIA BRASIL “As pessoas têm que acreditar e assumir a causa da educação” destacou o ministro da Educação, Renato Janine, durante participação na 12º Semana Martin Luther King, na última terça-feira (14), em São Paulo (SP). O objetivo do evento foi discutir o legado do líder pacifista, Martin Luther King, e posicionar o processo educacional como ponto de partida para combater a segregação e o preconceito racial. “Cotas raciais e políticas de ações afirmativas que universalizem o acesso ao ensino superior são prioridades e não privilégios”, enfatizou o titular da pasta. De acordo com o ministro, para auxiliar no avanço às políticas de inclusão, O governo federal trabalha de forma articulada ...

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    Vestibular Unesp 2015 tem redação sobre escravidão e preconceito racial

    Prova foi realizada nesta segunda-feira (15). Índice de abstenção foi de 11,6% Do: G1 Estudantes prestaram a segunda fase do vestibular da Unesp em Araraquara (Foto: Orlando Duarte Neto/G1) A redação da segunda prova da segunda fase do vestibular da Universidade Estadual Paulista (Unesp), realizada nesta segunda-feira (15), teve como tema "O legado da escravidão e o preconceito contra negros no Brasil." A prova teve ainda 12 questões discursivas de linguagens e uma redação. O tema da redação foi "O legado da escravidão e o preconceito contra negros no Brasil". A redação trouxe quatro textos de apoio: um sobre a Lei Áurea; um artigo sobre um estudo sobre a participação do negro nas 500 maiores empresas do país; e dois trechos dos artigos "Racismo e anti-racismo no Brasil" e "Nem preto nem branco, muito pelo contrário". Fizeram a prova nesta segunda-feira 40.289 candidatos. Outros 5.295 não ...

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    Halle Berry processa ex-marido por tentar ‘embranquecer’ a filha

    Halle Berry está acusando o ex-marido Gabriel Aubry de tentar 'embranquecer' a filha de 6 anos deles, e levou o caso para a justiça. As informações são do TMZ. Gabriel estaria alisando o cabelo naturalmente cacheado da filha Nahla e clareado os fios com mechas loiras. Furiosa, a atriz está certa que o pai faz isso porque não gosta que a menina se pareça afro-americana. Apesar de Halle não ter comparecido ao tribunal nesta segunda-feira (24), o juiz determinou que nenhum dos pais pode mudar o estilo natural de Nahla. O juiz ordenou que o cabelo da menina volte a crescer em sua forma natural.

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    Uma sentença de Joaquim Barbosa

    Por Luciano Martins Costa no Observatório da Imprensa A Folha de S.Paulo encerrou ne quinta-feira (2/10) a série “Ombudsman por um dia”, que comemorou durante uma semana os 25 anos de criação do cargo de ouvidor dos leitores. O texto crítico, de autoria do ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa, é o único dos sete artigos que merece o tempo gasto em sua leitura. Apesar de afirmar que não, a visão de Barbosa sobre a Folha é claramente negativa: a leitura de sua análise mostra que ele respeita apenas o que o jornal foi há quatro décadas. A partir do título (“Jornal erra ao tentar se mostrar neutro”, ver aqui), o ex-ministro demonstra como o diário paulista se transformou de referência cultural, no final da ditadura militar, em um órgão escandaloso, superficial e preconceituoso. Nem o mais crítico entre os analistas agregados neste Observatório seria tão demolidor. A rigor, sua única referência positiva se concentra no ...

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    rio-dos-macacos

    Uma fábula colonial para tempos pós-modernos: A violência simbólica contra o homem negro na novela “Em Família”

    por Daniel Dos Santos Marcello Melo Júnior é um dos atores negros que admiro muito dentro do núcleo ainda muito insuficiente de negras e negros nas novelas da Rede Globo. A sua beleza e talento me chamou bastante atenção desde a primeira vez em que o vi encarnado em um personagem da penúltima novela de Manoel Carlos, aquela da grande polêmica levantada pela “Helena negra”, interpretada pela Taís Araújo. Hoje, Marcello Melo Júnior se destaca de forma interessante na novela Em Família, também de autoria de Manoel Carlos, com seu personagem Jairo, protagonista das cenas mais quentes, eróticas, agressivas e explosivas da teledramaturgia atual, manifestações muito preocupantes para a construção das representações imagéticas sobre os homens negros no imaginário popular. Jairo insere-se na narrativa da novela Em Família de maneira muito obtusa. O personagem só faz sentido a partir do drama da personagem Juliana (Vanessa Gerbelli), detentora de uma espécie ...

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    Erika Januza (Foto: Rafael Cusato/Reprodução/Instagram)

    Erika Januza fala sobre preconceito

    A personagem Alice da novela “Em Família” é papel da atriz Erika Januza. O sucesso que ela faz hoje foi conquistado pouco a pouco, já que a atriz ressalta que precisou passar por cima de muito preconceito para chegar onde pretendia. Ela diz que ouviu muitos comentários maldosos ao longo da carreira pelo fato de ser negra. Erika Januza está com 29 anos de idade e é natural do estado de Minas Gerais. O primeiro trabalho da atriz na televisão foi na minissérie “Subúrbia”, de Luiz Fernando Carvalho e Paulo Lins. Na trama, ela fez a personagem Ceição. Ela só apareceu nas novelas na trama atual de Manoel Carlos, “Em Família”, onde faz uma jovem destemida em busca de justiça. No início da carreira, Erika diz ter participado de vários concursos de beleza. Naquela época, ela ouviu vários comentários preconceituosos. Atualmente, ela diz que se sente feliz quando as mulheres ...

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    Uma charge racista e os haitianos em São Paulo

    Como professora (também) de Ensino Médio e Pré-Vestibular, volta e meia tenho que trabalhar com meus alunos questões de interpretação de charges. As charges são gêneros textuais bastante peculiares, principalmente porque sua interpretação depende de que se esteja inteirado dos assuntos em voga: no Brasil e no mundo. Além disso, na relação de complementaridade entre texto verbal e texto não-verbal pode acontecer de os desenhos serem mais expressivos que o próprio texto: isso quer dizer que a imagem pode valer mais que as palavras ali expressas. E é por isso que uma charge veicula muitos sentidos e discursos para além do meramente “dito”; e é pelo mesmo motivo que se tem que ter cuidado redobrado quando pretendemos expressar uma opinião através/fazer a análise de uma charge – o perigo de se reproduzirem estereótipos racistas, classistas, homofóbicos, misóginos etc. é ainda maior. A edição número 212 do jornal Fato Paulista – ...

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    Quase um terço dos britânicos admite ter preconceito racial

    Estudo de instituto britânico revela crescimento do racismo no Reino Unido e retorno a nível de 30 anos atrás Quase um terço dos britânicos admitiu ter algum preconceito racial, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira (28/05) pelo Centro Nacional de Investigação Social do Reino Unido. Esse instituto britânico independente dedicado à pesquisa social ressaltou que a proporção de ingleses que confessou ter algum preconceito de viés racial aumentou desde o começo do século XXI, retornando ao nível existente há 30 anos. Entre os mais de 20 mil britânicos ouvidos, um terço admitiu ter 'muito' ou 'pouco' preconceito. O número é mais que os 25% que admitiram ter preconceito na pesquisa realizada em 2001. A conselheira do Centro, Penny Young, considerou o resultado "inquietante". O estudo encontrou também diferenças na atitude das pessoas questionadas dependendo da parte do país. Em Londres, 16% dos entrevistados admitiu ter preconceito racial. Na região de ...

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    Fotografias Africanas

    Nos rastros de uma Manaus Negra e Africana

    Fotografias de africanos, negros e mestiços retiradas em um prédio antigo na Rua da Instalação no Centro de Manaus pela expedição de Luiz Agassiz e Elizabeth Agassiz em 1865. Outras podem ser encontradas no livro organizado por Maria Helena Machado e Sasha Huber intitulado “Rastros e raças de Louis Agassiz: fotografia, corpo e ciência, ontem e hoje”. São Paulo: Capacete, 2010. Manaus Negra A história da cidade de Manaus padece comdiscursos laudatórios e recortes preconceituosos que pouco esclarecem sobre os processos de construção espacial, cultural e socioeconômico de sua urbanidade. Ora retratada como uma entidade, quase um espirito da floresta, “encantada pelas iaras e uirapurus”; ora como “Paris dos trópicos” – experimentando o fausto da economia gomífera, dos costumes europeizados, cujo palco principal para a encenação do “ethos aristocrático daBelle Époque” é o Teatro Amazonas  –, a trajetória da cidade assim narrada oculta vivênciasimportantes. No máximo fala-se sobreas contradições entre costumes ...

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    iStockphoto

    O Que é Raça?

    A origem da palavra raça é obscura. A gradual e a sofrida mudança da submissão de cada homem, do seu próprio grupo étnico, para o mais amplo círculo de toda a humanidade, constitui uma das maiores revoluções do nosso tempo. Hoje, cada ser humano deve perguntar a si mesmo onde ele está situado nesta revolução, pois ninguém ficará intocável pela sua força. iStockphoto Há mais de cem anos, Bahá'u'lláh preparou o homem para esta mudança impetuosa, quando proclamou a Unidade da Humanidade e fez disto o princípio fundamental da Fé Bahá'í. É um princípio de significado abrangente, o qual personifica os preceitos religiosos, sociais, políticos e de unidade econômica. Também inclui de maneira explícita a afirmação da unidade biológica do homem e, deste modo, estabelece a posição de todos os Bahá'ís com relação àquela que é a maior desafiadora revolução - o preconceito racial e qualquer ...

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    PRECONCEITO RACIAL: A vida tem a cor que você pinta

    Preconceito Racial: A vida tem a cor que você pinta

    UBERLANDIA - MG ESC DE EDUCACAO BASICA Co-autor(es)LUCIANNA RIBEIRO DE LIMA; MARTA REGINA ALVES PEREIRA; FÁTIMA REZENDE NAVES DIAS; GLÁUCIA COSTA ABDALA DINIZ Autor: LILIANE DOS GUIMARAES ALVIM NUNES, do Portal do Professor Estrutura Curricular Modalidade / Nível de Ensino Componente Curricular Tema Ensino Fundamental Inicial Ética Diálogo Ensino Fundamental Inicial Ética Justiça Ensino Fundamental Inicial Ética Respeito mútuo Ensino Fundamental Inicial Ética Solidariedade   Dados da Aula PRECONCEITO RACIAL: A vida tem a cor que você pinta. O que o aluno poderá aprender com esta aula: a) Identificar posturas preconceituosas em colegas de sala ou em pessoas da sociedade de uma maneira geral. b) Respeitar colegas e professores/as que pertencem a diferentes classes sociais, etnias, raças, religiões, dentre outros. c) Conhecer alguns elementos da cultura negra e valorizá-la.   Duração das atividades 2 aulas de 50 minutos Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno Não há necessidade de se trabalhar ...

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    A aluna Roseane queria ter os cabelos trançados como os da colega Juliana: ampliação dos padrões de beleza Foto: Ricardo B. Labastier/ Sorvo

    Plano de Aula – A cultura negra em sala de aula

    Educação não tem cor Por Roberta Bencini no Revista Escola Plano de Aula com discussões e projetos bem elaborados, é possível combater o preconceito racial que existe, sim, na escola. Está nas suas mãos, professor, o sucesso dessas crianças, negras e brancas, como alunas e cidadãs Roseane Souza de Queirós, 8 anos, tem os cabelos lisos e claros, mas queria que eles fossem trançados e escuros como os da colega de sala de aula Juliana Francisca de Souza Claudino, uma garota negra também de 8 anos. Um dia, apareceu com o mesmo penteado afro. A atitude de Roseane surpreende. É muito, muito mais comum a criança negra desejar se parecer com a maioria dos heróis dos contos de fadas europeus, com as modelos estampadas em revistas e jornais e com os colegas que recebem maior atenção em sala, todos brancos e loiros. As duas meninas participam sistematicamente de discussões e ...

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