Tag: racismo na educação

    O ministro da Educação, Abraham Weintraub, participa da reunião da comissão mista, que analisa a MP 890/19, que cria o programa Médicos pelo Brasil em substituição ao antigo programa Mais Médicos

    Weintraub critica Talíria Petrone: “Não existe povo negro, existe brasileiro de pele escura”

    Em resposta, Talíria disse que quem divide o país "é esse governo, que governa apenas para os que sempre detiveram o poder: homens, ricos, latifundiários - como nos tempos coloniais" Da Revista Fórum  (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil) Em pronunciamento na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, fez críticas à deputada federal Talíria Petrone (PSOL-RJ) dizendo que ela não tem o direito de representar os negros do país, pois “não existe povo negro, existe brasileiro de pele escura”. O ministro ainda usou como argumento para atacar a deputada que seu avô tinha a pele mais escura do que a dela. “Meu avô era mais escuro que ela. Quando ela se atribui como grande defensora do povo negro, não sei quem lhe deu esse cargo”, disse. A deputada, que estava presente no debate da Câmara, acusou o ministro ...

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    Sobre racismo e educação: uma carta para Renata

    Atualmente, dou aulas em cursos de licenciatura. Peço aos meus alunos que não sejam coniventes com o racismo que se faz presente nas escolas Por Luana Tolentino, Do Carta Capital Querida Renata! Há tempos quero lhe escrever. O correr dos dias impediu que eu fizesse isso antes. Espero que ainda esteja em tempo de abraçá-la, de prestar solidariedade a você e a sua filha. Acompanhei com muita tristeza e indignação o episódio em que você se viu obrigada a tirar sua filha da Edem, escola da Zona Sul do Rio de Janeiro, em razão da violência racista que ela vinha sofrendo. Escrevo para que vocês saibam que não estão sós. Escrevo por saber exatamente o que sua filha passou. Em 1993, eu tinha praticamente a mesma idade que sua filha tem hoje. Estava na antiga 3ª série. Vivia amedrontada pela Cristiane, que era mais velha e bem mais alta do ...

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    @PAULBONAFIDEEFERIANOR/Nappy.co

    A importância de promover um ensino contra o racismo

    Experiências raciais atravessam todo o processo de ensino e aprendizagem. Não dar visibilidade a essas questões dificulta a construção de uma educação de qualidade POR Tatiane Rodrigues e Ivanilda Cardoso, do Nova Escola  A diversidade étnico-racial se apresenta cotidianamente nas relações interpessoais, no pertencimento étnico-racial da comunidade escolar, nas brincadeiras (Foto: @PAULBONAFIDEEFERIANOR/Nappy.co) A diversidade étnico-racial se apresenta cotidianamente nas relações interpessoais, no pertencimento étnico-racial da comunidade escolar, nas brincadeiras, nas diferentes formas de linguagens corporais e artísticas, nas práticas docentes, na arquitetura e localização da escola. A escola não é uma instituição isolada da sociedade, portanto produz e/ou reproduz contradições históricas, sociais, raciais e econômicas. Com a extinção da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) e esvaziamento das questões de gênero e relações raciais, exige-se ainda mais do professor um compromisso com seu processo de formação para uma educação antirracista. Novos desafios são postos ...

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    Após apontar racismo em prova, ex-aluna da UFF é denunciada à Justiça

    Quatro anos após denunciar por racismo uma professora do curso de Biblioteconomia da UFF (Universidade Federal Fluminense), a ex-aluna Marcia  Brêtas, 30, foi acusada de denunciação caluniosa. por Marcela Lemos no UOL Educação Em julho de 2013, ela comunicou ao Disque 100, o uso de conteúdos de cunho racista na universidade após uma professora aplicar uma prova com o texto "Estudo provando que o negro é inferior", de Oswaldo Melchior. O caso chegou a ser investigado pela polícia, de forma equivocada segundo a defesa, como injúria racial, mas foi arquivado. No entanto, na última terça-feira (12), o Ministério Público do Rio de Janeiro ofereceu denúncia à Justiça em que a acusa de denunciação caluniosa. Geilson Soares Ponciano, advogado da ex-aluna (ela se graduou neste ano), diz que o caso compromete o canal de denúncias que ferem os direitos humanos. "Primeiramente, o caso não tem relação com injúria racial. O texto ...

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    Identificado um dos autores de ataque racista na UnB ocorrido em 2015

    Suspeito é aluno da própria universidade. Crime envolve a adulteração de fotografias de projeto idealizado por estudante da instituição por Carlos Carone no Metropoles Dois anos após repercutir no Brasil e no exterior, um caso de racismo dentro da Universidade de Brasília (UnB) está perto do desfecho. O episódio, ocorrido em 2015, envolveu a adulteração de fotografias de um projeto idealizado pela estudante Lorena Monique Santos (foto em destaque), 23 anos, do curso de ciências sociais. Desde então, o processo estava sob responsabilidade do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). No fim de novembro deste ano, no entanto, o caso foi transferido à Polícia Civil do DF (PCDF), para início das investigações. Na semana passada, a corporação descobriu que o crime foi praticado por duas pessoas, e chegou à identidade de uma delas: trata-se de um estudante da própria UnB. A identidade dele está sendo mantida em sigilo ...

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    “Quando me descobri racista”

    Conheci a Bianca em 2003 no primeiro dia de aula da faculdade. E em pouco tempo ficamos muito amigas. Era a única colega negra da sala. Talvez a única de todo o curso de jornalismo. Falávamos muito sobre Direitos Humanos, Política, História… e muitas bobagens também. Me lembro do dia em que ouvi ela falar que estava estudando algo sobre a escravidão e os impactos sofridos pelos negros nas aulas de Ciências Sociais, na USP. Ela achava um absurdo toda a herança de opressão deixada para os negros, grupo do qual visivelmente ela não se sentia parte. Por Debora Pivotto, do Espiritualidade Prática Por diversas vezes me veio na garganta a pergunta: “escuta, como é pra você, como negra, estudar tudo isso? ”. Mas eu nunca consegui perguntar. Não sabia como ela lidava com a questão e tinha até medo que ela se ofendesse com a pergunta (!!). Acelere o tempo para ...

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