Tag: violência racial

    (Foto: Geledés)

    Jovem que foi agredido e ameaçado com arma em shopping do Rio diz que ‘chorou muito’; mãe fala em racismo

    O entregador Matheus Fernandes, de 18 anos, afirmou nesta sexta-feira (7) que chorou muito após ter sido confundido com um ladrão dentro de um shopping na Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio. Ele foi agredido e imobilizado por dois homens, que se identificaram como policiais militares para fazer a abordagem. “Eu chorei muito, muito. A gente tem que levar no sorriso. Acontece, mas não era para acontecer. Não era para acontecer”, disse o jovem ao RJ1. O rapaz, que tinha ido ao Ilha Plaza Shopping para trocar um relógio para o Dia dos Pais, foi agredido e ameaçado pelos homens. A mãe de Matheus, Alice Fernandes Bione, afirmou que o filho foi vítima de racismo. “Foi por causa da cor da pele. Não tem outra explicação. Eu não sou tão negra, então eu posso ir no shopping, mexer em todas as roupas, posso provar as coisas de graça. ...

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    Maria Carolina Trevisan de pé e dando entrevista para o Geledés

    Racismo de deputado deve ser repudiado e punido de maneira exemplar

    "Eu não agredi ninguém", disse o deputado federal Coronel Tadeu (PSL-SP), policial militar, à jornalista Bela Megale momentos depois de arrancar da parede uma charge que denunciava a violência policial contra a população negra na exposição que celebra o Dia da Consciência Negra em plena Câmara dos Deputados. Ele também admitiu que não se arrepende e ameaçou cometer novamente o ato racista caso o cartaz volte à exibição. Por Maria Carolina Trevisan, do Universa Mas ele agrediu, sim. Agrediu metade da população brasileira, negra. Agrediu também os não negros avessos ao racismo. Agrediu até os policiais que ele alegou defender ao arrancar a placa da parede e que não concordam com a política do abate. Agrediu muita gente. Mas, principalmente, o deputado Coronel Tadeu agrediu violenta e novamente as vítimas da violência policial e suas famílias. A charge de Carlos Latuff não é mera provocação. É um retrato da realidade ...

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    O massacre que destruiu a ‘Wall Street Negra’ há quase cem anos e voltou à tona na série ‘Watchmen’

    Foi um dos piores capítulos na longa história de violência racial nos Estados Unidos, mas até pouco tempo atrás muitos americanos nunca tinham ouvido falar do massacre que ocorreu em 1921 na cidade de Tulsa, no Estado de Oklahoma. Por Alessandra Corrêa, da BBC Dajour Ashwood, Steven Norfleet and Alexis Louder em cena da série “Watchmen”, da HBO (DIVULGAÇÃO/MARK HILL/HBO) Em 31 de maio daquele ano, uma multidão de pessoas brancas invadiu e destruiu o distrito de Greenwood, que na época era uma das comunidades negras mais prósperas do país, apelidada de "Wall Street Negra". A violência se estendeu por 18 horas, durante as quais mais de mil casas e estabelecimentos comerciais foram saqueados e incendiados. Alguns historiadores calculam que até 300 pessoas tenham sido mortas. Cerca de 10 mil ficaram desabrigadas. O episódio, ausente de livros escolares durante décadas, voltou a ganhar atenção na semana ...

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    Atriz Juliana Alves é uma das participantes do projeto Foto: 342 / Reproducao

    Artistas gravam vídeos em que leem cartas de crianças da Maré com relatos de violência

    O Movimento 342 lança nesta segunda-feira uma série de vídeos nos quais personalidades leem cartas escritas por crianças da Maré com relatos do cotidiano de violência na comunidade, conforme antecipou jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo. Ao todo, a atriz Deborah Bloch, o ator Fabio Assunção e outras 13 pessoas participam do projeto. Do Extra  Atriz Juliana Alves é uma das participantes do projeto Foto: 342 / Reprodução/Extra  O lançamento da iniciativa acontece três dias após a menina Ágatha Felix, de 8 anos, ser baleada no Complexo do Alemão. Entre os participantes do projeto está Monica Benício, viúva de Marielle Franco. Realizado pela ONG Redes da Maré em sua fase inicial, o trabalho resultou em 1500 cartas escritas por crianças e moradores da comunidade da Zona Norte do Rio e esteve no centro de uma polêmica em agosto. Naquela ocasião, as cartas foram encaminhadas ao ...

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    Leonardo Sakamoto. (Foto: RFI/Rui Martins)

    Silêncio de Witzel sobre morte de Ágatha é covardia política

    Sempre que pode, o governador Wilson Witzel dá uma declaração violenta e inapropriada, incitando as forças de segurança do Rio de Janeiro a aprofundarem a guerra contra sua própria gente e concedendo um salvo-conduto retórico para que matem sem receio. Por Leonardo Sakamoto, no Blog do Sakamoto Leonardo Sakamoto. (Foto: RFI/Rui Martins) "A polícia vai fazer o correto: vai mirar na cabecinha e… fogo! Para não ter erro." "Teria dado um tiro na cabeça." "Cova, a gente cava." "Cadáveres não estão no meu colo, estão no de vocês, que não deixam que as polícias façam o trabalho que tem que ser feito." "Criminosos serão combatidos e caçados nas comunidades." Frases que misturam mistura policial, promotor, juiz e carrasco e que veem bairros pobres como ameaças. Da mesma forma, sempre que pode, não pensa duas vezes antes de se promover. No dia 20 de agosto, por exemplo, ...

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    shoplifter in the electronic store supermarket stealing new gadget

    Roubo na adolescência: se você for branco, não acontece nada

    Uma confissão. Eu devia ter uns 16 anos quando, com amigas do colégio, tivemos a fase de ir a uma loja de departamento e roubar coisas. Sim, era ridículo. E, claro, errado (e devia ser por isso mesmo que a gente fazia). Mas adolescentes são ridículos. Essa é uma fase em que fazemos coisas estúpidas (provavelmente para nunca mais fazer na vida). Foi o que aconteceu com essa fase do roubo. Por Nina Lemos, Do Blog Nina Lemos  (Foto: iStock) Um dia, depois da escola, de uniforme e tudo (de escola particular) roubamos uns chocolates e um apontador de lápis de sobrancelha (algo que a gente nem usava). O segurança viu. Fomos parar na salinha, onde ficamos minutos que pareceram horas. Um segurança foi superduro, nos deu uma mega bronca e disse que ia ligar para os nossos pais. Não ligou. E minha mãe vai saber ...

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    Essas e as outras 6.800 chicotadas

    Dentro de uma unidade da rede de supermercados Ricoy, na zona sul de São Paulo, um adolescente negro de 17 anos foi chicotado em vídeo produzido por seus próprios torturadores. Pause por um minuto. Pondere o que comunica a violência, e para quem. Pense no poder da imagem. Do corpo negro adolescente fazemos um palco para o espetáculo da violência: curtido, compartilhado, desumanizado. Não é apenas o corpo negro nu que os torturadores querem açoitar. Filmando-no, querem destituí-lo de sua própria humanidade. No estado de São Paulo, entre 2008 e 2017, 6.800 adolescentes entre 15 e 19 anos foram vítimas de homicídio, sendo que a probabilidade de um adolescente negro ser morto é 75% maior do que a de um adolescente branco. Apesar dos avanços em São Paulo na redução de homicídios da população em geral neste período (15,3 para 10,6/100 mil habitantes), adolescentes tem sido mortos a proporções ainda ...

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    Imagem: Getty Images/iStockphoto

    Justiça decreta a prisão dos seguranças de supermercado que chicotearam jovem negro e pobre

    A justiça acaba de decretar a prisão dos dois seguranças do supermercado Ricoy acusados de torturar um jovem de 17 anos, negro e pobre, que vive nas ruas, pego com uma barra de chocolate furtada de uma das lojas na Zona Sul de São Paulo. Por Joaquim de Carvalho, do DCM Imagem: Getty Images/iStockphoto Foi o tipo de furto definido pela legislação como “famélico”, em que o autor nem é condenado. Neste caso, se tratava também de um menos de idade, que vive nas ruas desde os 12 anos. “Há fortes elementos ligando os representados à autoria do crime de tortura”, escreveu a juíza Tatiana Saes Valverde Ormeleze, do Fórum Central Criminal da Barra Funda, em São Paulo, em seu despacho de cinco páginas. Os seguranças são David de Oliveira Fernandes, que a vítima identificou como Neto, e Valdir Bispo dos Santos, que prestavam serviços para ...

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    Leonardo Sakamoto. (Foto: RFI/Rui Martins)

    Chicotear negro pobre é permitido no país que celebra o racismo e a tortura

    Um jovem negro foi despido, amordaçado e chicoteado por dois capatazes após tentar um furto de valor irrisório em um comércio em São Paulo Por Leonardo Sakamoto, do Blog do Sakamoto Leonardo Sakamoto. (Foto: RFI/Rui Martins) Essa história, que poderia relatar o violento cotidiano do século 17, na verdade refere-se ao violento cotidiano do século 21. Na periferia da capital paulista, um rapaz de 17 anos, sem residência e catador de materiais recicláveis, foi torturado por dois seguranças após tentar furtar barras de chocolate de uma unidade do supermercado Ricoy. Isso não é novidade diante do genocídio da juventude negra em curso. Mas o chicote é cinismo puro. Isso ocorreu em julho, mas por ter sido ameaçado de morte, ele ficou com medo de revelar o caso. Acabou prestando depoimento ao 80º Distrito Policial, na Vila Joaniza, apenas nesta terça (2). Estava acompanhado do advogado Ariel ...

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    Pai de Christian guarda troféus e uniformes usados pelo filho.FERNANDO SOUZA

    “O Flamengo gasta 200 milhões para contratar jogadores. E eu vou chorar a vida inteira pelo meu filho”

    Seis meses após incêndio no Ninho do Urubu, familiares dos garotos mortos se indignam com a diretoria rubro-negra, que rejeitou acordo por indenizações, mas segue investindo alto no futebol Por BREILLER PIRES, do El País  Pai de Christian guarda troféus e uniformes usados pelo filho. (Foto: FERNANDO SOUZA/El País) No último domingo, Cristiano Esmério passou seu primeiro Dia dos Pais sem a companhia do filho Christian, que, aos 15 anos, foi um dos dez garotos mortos pelo incêndio no centro de treinamento do Flamengo. “Nós éramos muito apegados. Queria que estivesse aqui comigo. Não tem dinheiro que pague a falta que ele me faz”, afirma o organizador de eventos, que vive com a mulher e os filhos gêmeos, de 3 anos, em uma casa de quatro cômodos no subúrbio do Rio de Janeiro. Seis meses depois da tragédia, o acordo de indenização com o clube rubro-negro ...

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    Estudante é morto por bala perdida em ponto de ônibus na Tijuca

    Gabriel Pereira Alves, 18 anos, chegou a ser socorrido no Hospital São Francisco da Providência de Deus, mas não resistiu aos ferimentos. Segundo a polícia, a base da UPP Borel que fica no Morro Chácara do Céu foi atacada por criminosos Por Adriano Araújo, Rafael Nascimento e Thuany Dossares, Do O Dia   Um estudante foi morto ao ser atingido por um tiro no peito enquanto esperava o ônibus em um ponto na Rua Conde de Bonfim, na Tijuca, na Zona Norte do Rio. Gabriel Pereira Alves, 18 anos, ia para a escola quando começou o tiroteio e foi atingido na principal via do bairro. De acordo com a PM, a base da UPP Borel localizada no Morro Chácara do Céu foi atacada por criminosos. Gabriel chegou a ser socorrido por um morador da comunidade que é motorista de aplicativo e o levou para o Hospital São Francisco da Providência ...

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    Obama- Foto- Pool : Getty Images:AFP

    Obama pede que americanos rechacem discurso de líderes que ‘normaliza o racismo’

    Sem mencionar Trump diretamente, ex-presidente condena linguajar do sucessor sobre imigrantes no O Globo Obama- Foto- Pool : Getty Images:AFP O ex-presidente dos EUA Barack Obama comentou nesta segunda-feira os ataques a tiros que deixaram ao menos 31 pessoas mortas no fim de semana no Ohio e no Texas, fazendo um apelo para que os americanos rechacem o discurso de ódio , medo e intolerância de alguns de seus líderes políticos. “Devemos rejeitar completamente o linguajar saído das bocas de qualquer de nossos líderes que alimente o clima de medo e ódio ou normalize sentimentos racistas ”, disse Obama em comunicado publicado na rede social Twitter, no qual evitou fazer referências diretas ao seu sucessor, Donald Trump . Diversos políticos democratas têm dito que Trump pode ser responsabilizado indiretamente pelo ataque em El Paso , Texas, com alguns deles destacando conexões entre sua retórica e a ...

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    Memorial improvisado em Dayton, Ohio, para lembrar as vítimas do massacre do fim de semana - AFP:Arquivos

    Racismo e misoginia teriam motivado autores de massacres nos EUA

    Um deles foi motivado pelo ódio aos imigrantes e advertiu antes de agir para uma “invasão hispânica”; no outro, as razões são menos claras, mas aparentemente o autor detestava as mulheres e havia feito uma lista negra quando estava no ensino médio. no Isto É por AFP Memorial improvisado em Dayton, Ohio, para lembrar as vítimas do massacre do fim de semana - AFP:Arquivos A Polícia e o FBI tentam montar o quebra-cabeça para entender o que levou dois jovens americanos a cometer os massacres do fim de semana nos Estados Unidos. Patrick Crusius, um jovem branco e desempregado de 21 anos que morava no subúrbio de Dallas abriu fogo no sábado em um supermercado de El Paso, Texas, usando uma arma semiautomática. Vinte minutos antes do massacre que deixou 22 mortos, entre os quais oito mexicanos, Crusius publicou um manifesto supremacista no fórum 8chan, intitulado ...

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    75% das vítimas de homicídio no País são negras, aponta pesquisa

    Em sua nova edição, o Atlas da Violência, estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, apontou que 75,5% das vítimas de homicídio no País são negras, maior proporção da última década; nesta parcela da população a taxa de mortes chega a 43,1 por 100 mil habitantes - para não negros, a taxa é de 16 Do Brasil 247  Imagem: Geledés Em sua nova edição, divulgada nesta quinta-feira (5), o Atlas da Violência, estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, apontou que 75,5% das vítimas de homicídio no País são negras, maior proporção da última década. Nesta parcela da população a taxa de mortes chega a 43,1 por 100 mil habitantes - para não negros, a taxa é de 16. Os autores do estudo tiveram como base registros do Ministério da Saúde ...

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    Protesto de entidades do movimento negro no Shopping Higienópolis contra pedido judicial para apreender crianças em situação de rua

    Pressionado, Pátio Higienópolis fecha acordo para atender crianças de rua

    Medida foi fechada após repercussão negativa de pedido à Justiça para apreender menores no Folha de São Paulo Protesto de entidades do movimento negro no Shopping Higienópolis contra pedido judicial para apreender crianças em situação de rua - Marcelo Rocha : Alma Preta O Pátio Higienópolis, shopping localizado em uma das regiões mais nobres da capital paulista, fechou um acordo nesta quinta-feira (7) com entidades do movimento negro para cumprir uma série de medidas ligadas aos direitos humanos de crianças que vivem nas ruas. A medida é uma resposta a uma polêmica criada pelo próprio empreendimento, que pediu na Justiça autorização para apreender crianças e adolescentes em situação de rua dentro de suas dependências. O pedido foi negado. Agora, a direção do shopping se comprometeu a não mais recorrer nas instâncias superiores da Justiça da decisão judicial que visava a apreensão de crianças; vai pedir desculpas ...

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    Crispim é morador de Salinas da Margarida (Foto: Betto Jr./CORREIO)

    Grupo faz protesto em agência da Caixa após acusação de racismo; veja vídeo

    Cerca de 100 pessoas participaram de ato; OAB repudiou ação da PM Por Tailane Muniz, do CORREIO 24 HORAS Crispim é morador de Salinas da Margarida (Foto: Betto Jr./CORREIO) Um grupo de 100 manifestantes foi até a Caixa Econômica Federal do Relógio de São Pedro, na Avenida Sete de Setembro, Centro de Salvador, na tarde desta terça-feira (26), cobrar respostas sobre o episódio de violência sofrido pelo empresário Crispim Terral, 34 anos, que foi imobilizado por um policial militar com um golpe mata-leão no último dia 19. O PM teria atendido à ordem do gerente geral da agência, que afirma, em vídeo, que "só sai com ele algemado". A ação foi gravada pela filha adolescente da vítima, que acompanhava o pai a um atendimento no banco, e já repercute em todo o país, desde a noite desta segunda-feira (25). Crispim, que é proprietário da Farmácia Terral, em Salinas da Margarida, no ...

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    vereador Sílvio Humberto

    Vereador Sílvio Humberto cogita acionar o MP para investigar caso de discriminação racial em agência da Caixa

    Dentro de uma relação de consumo, o cliente é quem deveria ter um tratamento digno. Mas o que se viu foi um racismo. Vamos acionar o Ministéiro Público para investigar isso", disse o legislador. Foto - BNews: vereador Sílvio Humberto no BNews O vereador Sílvio Humberto (PSB), militante do movimento negro, pretende buscar a Comissão de Reparação da Câmara de Salvador para pedir que o Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) investigue o caso de discriminação racial sofrido por um homem na Caixa Econômica Federal do Largo do Relógio de São Pedro, em Salvador, no último dia 19. Em relato nas redes sociais, Crispim Terral publicou um vídeo que mostra a abordagem policial feita após o gerente chamar uma guarnição militar. No texto, Terral afirma que foi à agência pela oitava vez para tentar resolver um problema relacionado a dois cheques que voltaram. No entanto, ...

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    'Eu não estava no ato', escreve a modelo Bárbara Querino, que diz ter sido condenada injustamente por um crime que não cometeu — Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal / G1

    ‘Eu não estava no ato’: Prisão de modelo negra por roubo de carro e joias de grife em SP mobiliza redes sociais

    Bárbara Querino mobiliza rede social, que cita racismo e pede a liberdade dela; vítimas a reconheceram pelo cabelo encaracolado. Condenada alega que fotografava no litoral no dia do crime. 'Eu não estava no ato', escreve a modelo Bárbara Querino, que diz ter sido condenada injustamente por um crime que não cometeu — Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal / G1 Eu não estava no ato”, escreve a modelo Bárbara Querino, de 20 anos, numa das cartas enviadas a uma amiga para negar a acusação de pertencer à quadrilha armada que, na tarde de 10 de setembro de 2017, roubou um carro e joias de luxo num bairro nobre da Zona Sul de São Paulo Presa desde 16 de janeiro deste ano em Franco da Rocha, na Grande São Paulo, Babiy, como Bárbara se apresenta profissionalmente, gerou comoção nas redes sociais, principalmente entre o movimento negro. Internautas pedem a liberdade ...

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    imagem: Arquivo Pessoal / Mundo Masculino

    “Quando eu fui me aproximando, ela guardou seu celular, puxei meu iPhone 7 e bati uma selfie”

    Miguel dos Santos conta ao Deles que percebeu que uma mulher guardou o celular quando ele se aproximou e, com humor, provou a ela que não é ladrão Por William Amorim no  Mundo Masculino imagem: Arquivo Pessoal / Mundo Masculino Com pressa para não chegar atrasado ao trabalho, o jovem Miguel Gonçalves dos Santos, de 17 anos, andava bem rápido pela movimentada Rua Voluntários da Pátria, em Botafogo, no Rio de Janeiro. Ele usava blusa social, calça jeans e tênis preto e, ao se aproximar de uma mulher, ele percebeu que ela guardou o celular com medo de ser assaltada. Sem se intimidar com o ato de preconceito racial, o rapaz fez piada da situação e, agora, é sucesso nas redes sociais . “Ela deveria ter 1,60 de altura, cabelos longos, cor de pele branca e estava muito bem vestida. Quando eu fui me ...

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    Autora do livro “O que é encarceramento em massa?” esteve em Porto Alegre na sexta-feira | Foto: Guilherme Santos/Sul21

    ‘Medo faz sociedade dar respaldo a práticas violentas de suposta repressão ao crime’

    Abolicionista penal, feminista interseccional, mulher negra e pesquisadora de Antropologia na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESP-SP), Juliana Borges publicou recentemente o livro “O que é encarceramento em massa?”, o segundo da série Feminismos Plurais. A autora atualmente divide seu tempo entre a pesquisa e os lançamentos conjuntos da coleção, cujo primeiro livro foi “O que é Lugar de Fala?”, de Djamila Ribeiro, e eventos nos quais é convidada a falar. Nesta sexta-feira (31), ela esteve em Porto Alegre para participar do Seminário Internacional Rotas Críticas IX: Gênero, criminalidade e corpos femininos em situação de prisão, da Escola de Enfermagem da UFRGS. Por Débora Fogliatto, do Sul 21 Autora do livro “O que é encarceramento em massa?” esteve em Porto Alegre na sexta-feira | Foto: Guilherme Santos/Sul21 Juliana também já foi articuladora política da Iniciativa Negra por uma Nova Política sobre Drogas (INNPD), assessora da Secretaria de ...

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