quarta-feira, outubro 28, 2020

    Resultados da pesquisa por 'Olímpiada'

    Etapa final da 11a. ONHB, realizada em 2019, no Ginásio Multidisciplinar da Unicamp (Foto: Pedro Amatuzzi (ONHB)/ Edição de imagem: Alex Matos)

    Olimpíada de História será totalmente online e realizada de setembro a outubro

    Diante da pandemia do coronavírus, a 12ª edição da Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB), realizada pela Unicamp, foi reformulada e será totalmente online, incluindo a final. As inscrições foram prorrogadas e seguem até dia 7 de setembro, mesmo com início marcado para 6 de setembro. O encerramento está previsto para 30 de outubro e, em 22 de novembro, serão divulgados os medalhistas. A edição, que ocorreria no primeiro semestre deste ano, foi adiada por causa da pandemia. Diante disso, a comissão organizadora realizou mudanças para viabilizar o projeto e facilitar, ao máximo, a participação dos estudantes, incluindo aqueles com acesso restrito à internet. A coordenadora da ONHB e professora do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Unicamp, Cristina Meneguello, explica que a competição tradicionalmente ocorre de forma online, com apenas a fase final presencial, para os finalistas. No entanto, neste ano, essa fase está impossibilitada por ...

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    Simone Manuel (Foto: Robert Stanton/ USA Today Sport)

    A força negra que rompeu a barreira branca nas Olimpíadas

    Nos dias de hoje é comum ver negros como destaques em seus esportes nos Jogos Olímpicos. São casos de Usain Bolt, Simone Biles, Kobe Bryant, Serena Williams e Michael Jordan, apenas para citar alguns mais recentes. Mas nem sempre foi assim. Nos primórdios das Olimpíadas, o esporte era só para brancos e ricos. Aos poucos, no entanto, afrodescentes pioneiros como John Taylor, William Hubbard, Jesse Owens, Wilma Rudolph, Adebe Bikila, Cassius Clay e Adhemar Ferreira da Silva, entre outros, foram os responsáveis por mudar essa história. Os Jogos Olímpicos da era moderna foram disputados pela primeira vez em 1896, fim do século XIX. Naquela época, o esporte era algo que fazia parte exclusivamente da cultura da classes dominante, tanto que o profissionalismo era proibido. Quem recebesse dinheiro para praticar alguma modalidade perdia o direito de estar numa Olimpíada. Tais regras tiraram de cena os cidadãos mais pobres, faixa da sociedade ...

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    Os adolescentes que brilham na Olimpíada de Matemática

    Vanessa*, de 18 anos, foi uma dos 18 milhões de alunos brasileiros que participaram neste ano da primeira fase da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) neste ano. Mas, diferentemente da maioria dos outros concorrentes, ela não prestou a prova na escola. Por Letícia Mori, da BBC  (Foto: Geralt Via: Pixabay) A jovem fez o teste em uma sala com lousa e carteiras, mas que tem grades nas janelas pequenas e altas e uma porta que normalmente fica trancada a cadeado. Também não usava uniforme de escola, mas chinelos e o conjunto cáqui obrigatório para crianças e adolescentes infratores internados na Fundação Casa, instituição em São Paulo, onde ela está há 5 meses. Vanessa sempre gostou muito de matemática, mas como estava sem estudar há 2 anos quando foi internada, ela não imaginou que iria bem na prova. Quando a professora deu "parabéns", no ...

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    Protesto de Tommie Smith e John Carlos marcou Jogos Olímpicos de 1968, no México (Foto: John Dominis)

    Após 50 anos, punhos erguidos na Olimpíada de 1968 se tornaram atemporais

    O ano de 1968 foi um marco da violência em um contexto de grande simbolismo cultural e cívico. A Guerra do Vietnã, o conturbado Maio de 68 na França e a Primavera de Praga estavam nas manchetes, enquanto o movimento por direitos civis dos negros norte-americanos perdia uma de suas principais vozes, Martin  Luther King, assassinado. Neste cenário os Jogos Olímpicos daquele ano foram marcados não por recordes esportivos ou medalhas conquistadas, mas por dois punhos erguidos no pódio. Cinquenta anos depois, tal protesto nunca pareceu tão atual. Em 16 de outubro de 1968, na Cidade do México, Tommie Smith e John Carlos levaram ouro e bronze, respectivamente, na prova dos 200m rasos. No pódio, durante o hino dos Estados Unidos, os velocistas ergueram punhos fechados com luvas pretas, o gesto inconfundível do movimento ‘Black Power’. O protesto, à época, estendeu ao esporte uma luta duramente travada há anos nos ...

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    Alunos do Nordeste levam 59 das 75 medalhas na final da Olimpíada de História na Unicamp

    Os estudantes do Nordeste arrebentaram na final da Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB) realizada neste fim de semana (18 e 19) na Unicamp, em Campinas (SP). Do  Carta Campinas Imagem retirada do site  Carta Campinas Do total de 75 medalhas entregues na final, os alunos dos estados do Nordeste levaram nada menos do que 59 medalhas. Os dois estados que mais se destacaram foram Ceará e Rio Grande do Norte. Os alunos da Bahia levaram 4 medalhas (3 bronze, 1 prata), Ceará: 25 medalhas (11 bronze, 9 prata e 5 ouro), Paraíba: 2 medalhas (1 bronze, 1 prata), Pernambuco: 15 medalhas (6 bronze, 5 prata, 4 ouro), Rio Grande do Norte: 13 medalhas (7 bronze, 5 prata e 1 ouro). Na Olimpíada de História concorrem alunos do 8º e 9º anos do ensino Fundamental e todos os anos do Ensino Médio. A final teve 311 equipes, um total de 1,2 ...

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    Primavera Afro aumenta consciência negra e discute Olimpíadas no Rio

    O dia 10 de setembro marcou o início da Primavera Afro e a 6ª edição da Feira Crespa, cujo objetivo é reconhecer o valor da cultura e beleza negra no Rio de Janeiro. O evento ocorreu no Campo de Santana, no Centro do Rio, onde cerca de 150 pessoas se reuniram ao longo do dia. Durante o evento, foram realizados debates sobre racismo institucional e identidade negra, exibição de trabalhos criados por designers negros, prática de capoeira, dança de hip-hop e música brasileira. A programação teve apoio de empresários negros e artistas locais. Por Mariah Barber Do Racismo Ambiental O nome do evento “Feira Crespa” reflete o movimento das mulheres negras em todo o Brasil e tem como objetivo aceitar o cabelo crespo natural abraçando os estilos, como tranças e dreads ao invés de alisamento. Em um ato de rejeição aos padrões de beleza da cultura dominante, o objetivo é promover a ...

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    Brasileira supera 4 finalistas e vence Olimpíada Nuclear Mundial na Áustria

    Alice Cunha, de 25 anos, concorreu com vídeo e redação sobre a área. Jovem está no último ano de engenharia nuclear na UFRJ. Do G1 A brasileira Alice Cunha da Silva, de 25 anos, venceu a edição de 2015 da Olimpíada Nuclear Mundial em Viena, na Áustria. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (17) pela organizadora do evento, a Universidade Nuclear Mundial (WNU, na sigla em inglês). Alice, que, segundo a WNU, está no último ano do curso de graduação e engenharia nuclear na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), superou os outros quatro finalistas, dois estudantes da Índia, um da Malásia e um das FIlipinas. A estudante passou por diversas etapas até chegar ao prêmio final. Primeiro, ela produziu um vídeo na primeira etapa do concurso. O tema que ela escolheu foi como a energia nuclear pode salvar vidas. "Achei que era um ótimo projeto para engajar estudantes de ...

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    28 atletas mostram que a Rio 2016 foi a Olimpíada dos cabelos crespos

    A Olimpíada Rio 2016 teve momentos maravilhosos de representatividade. por Ana Júlia Gennadi e Elizabeth Costa no HuffPost Brasil Teve pedido de casamento lésbico e gay. Teve nordestino levando prata e negra periférica levando ouro. Teve também mulheres arrasado nos esportes e quebrando vários tabus, como falar de menstruação e dar lindas respostas feministas a algumas situações onde o machismo tentou prevalecer. Dentro de todas estas maravilhas, também está o poder dos cabelos crespos dos atletas negros. Assumir o crespo não é algo simples, mas sim um ato político. O padrão dos cabelos liso ainda pressiona socialmente que tem o cabelo crespo e faz com que as pessoas sejam pressionadas, desde crianças, a odiarem seus cachos e seus crespinhos. Por isso, o HuffPost Brasil separou 28 atletas, mulheres e homens, com cabelos crespos belíssimos em diversos penteados como afro, black power, trancinhas ou dreadlocks: 1. Brittney Griner - basquete, EUA Reprodução/ instagram 2; DeAndre Jordan - basquete, EUA Reprodução/ instagram 3. Ellia Green - rugby, Austrália Reprodução/ ...

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    2016 Rio Olympics - Athletics - Final - Men's 200m Final - Olympic Stadium - Rio de Janeiro, Brazil - 18/08/2016. Usain Bolt (JAM) of Jamaica leads on his way to winning the gold.   REUTERS/Fabrizio Bensch FOR EDITORIAL USE ONLY. NOT FOR SALE FOR MARKETING OR ADVERTISING CAMPAIGNS.

    Usain Bolt: 9 curiosidades sobre os 9 ouros do mito em Olimpíadas

    A lenda jamaicana do atletismo diz ter se despedido dos Jogos no Rio de Janeiro no Terra Usain Bolt conquistou na noite de sexta-feira o que ele alega ser seu último ouro olímpico. No revezamento 4x100 m, se tornou tricampeão em três provas, sendo ouro nos 100 m, 200 m e 4x100 m em 2008, 2012 e 2016. A despedida perfeita para o maior e mais veloz corredor de todos os tempos. O que resta para se contar sobre as participações olímpicas de Bolt? Existem histórias além dos ouros? Existem. Abaixo, o LANCE! separou nove curiosidades sobre as campanhas olímpicas que renderam nove ouros ao raio: Correu menos de 8 minutos olímpicos  Bolt corre as provas mais curtas do atletismo. Assim, o tempo que passa realmente disputando provas é muito baixo. Somando suas quatro participações olímpicas (ele disputou as eliminatórias dos 200 m em 2004), ele não correu nem sete ...

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    Rio 2016: a Olimpíada das mulheres

    A luta pela equidade se dá em múltiplos domínios. Nas Olimpíadas, a busca pela metade que nos cabe está acontecendo e vai continuar por Joanna Burigo, da Carta Capital  As Olimpíadas são uma fonte copiosa de símbolos que ajudam a ilustrar certas abstrações da teoria social. Entre críticas ao modelo de execução e questionamentos acerca do legado cabe um sem-fim de outras análises, como aquela que contrasta a recepção calorosa dada à delegação de refugiados na cerimônia de abertura do evento com o tratamento dado aos refugiados em geral, que revela a euforia cínica da sociedade do espetáculo. Tensões raciais, muito embora variedade étnica seja esperada visto que o evento é global, também podem ser articuladas ao ser levantado o histórico de proibições impostas a não-brancos no evento. (Proibições impostas por pessoas brancas, vale ressaltar o óbvio.) No quesito diversidade sexual, o maior número de atletas assumidamente lésbicas e gays da ...

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    Nico Hines, jornalista que expôs atletas gays da vila olímpica, é retirado da cobertura da Olimpíada

    O jornalista Nico Hines, editor do portal The Daily Beast, foi retirado da cobertura da Olimpíada no Rio pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) neste domingo (14). Por Ana Júlia Gennari Do Brasil Post O motivo? Ele criou um perfil no aplicativo Grindr, voltado ao público LGBT, para mapear atletas que não são heteros na Vila Olímpica e marcar encontros falsos com eles. Depois disso, Nico publicou o artigo Consegui três encontros no Grindr em uma hora na Vila Olímpica, no dia 8 de agosto. Nele, o jornalista expôs não apenas a sexualidade dos atletas -- muitos deles não assumidos --, como reforçou o estereótipo de promiscuidade dos LGBTs, com frases como: "Um viveiro de atletas em festa, pegação, e sexo, sexo, sexo". A atitude de Hines ficou marcada como uma "armadilha para retirar atletas do armário" e acabou muito criticada, já que, além da homossexualidade ser crime em muitos países, cabe apenas ...

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    Vai ter amor sim! Atleta britânico faz pedido de casamento a seu namorado durante Olimpíada… E a resposta é SIM!

    Sem dúvidas o amor está no ar nessa Olimpíada. E vai ter casamento, sim! por Ana Beatriz Rosa no HuffPost Brasil O atleta britânico Tom Bosworth não ganhou medalhas durante os Jogos, mas vai guardar com carinho especial os momentos vividos na Rio 2016: ele escolheu as areias cariocas para pedir o seu namorado, Harry Dineley, em casamento. Bosworth publicou em seu Twitter: "Ele disse sim!" O atleta britânico foi o 29º colocado na marcha atlética e é considerado o melhor do país nesta modalidade. Em 2015, quando assumiu publicamente a sua homossexualidade, Bosworth se tornou um símbolo do ativismo LGBT. Ele foi o primeiro atleta do seu time a falar abertamente sobre o tema em entrevista a BBC. E ele também está na nossa lista de 13 atletas fora do armário. "Eu acho que é uma grande decisão falar sobre isso, mas eu não vou mudar a minha vida e já me sinto confortável ...

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    Uma Olimpíada na minha vida

    É essencial torcer também pela luta do dia-a-dia que impulsiona a maioria da população brasileira em uma corrida por casa, saúde e educação de qualidade. Por Jorge Luiz Souto Maior Do Carta Maior Até onde minha memória alcança sempre fui um esportista. Jogo bola “desde sempre” e até os 21 anos me arrisquei em diversas modalidades. Mesmo sem a mínima condição técnica e física, claro que sonhava em participar de uma Olimpíada e assistia a cada evento dos jogos como se fosse o último. Fiquei verdadeiramente fascinado com inúmeras performances e situações. Para citar apenas alguns poucos exemplos que me marcaram: João do Pulo (1976-1980), Nadia Comaneci (1976), Carl Lewis (1984), Joaquim Cruz (1984-1988), Gabrielle Anderson (última colocada na maratona – 1984), Ben Johnson (1988, que tempos depois foi pego no antidoping), Dream Team (1992), seleção brasileira masculina de Vôlei (1992-2004), Javier Sotomayor (1992), Gustavo Borges (1992-1996), Jacqueline Silva e Sandra Pires (1996), Fernando ...

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    Rio 2016: 13 atletas LGBT que brilham na Olimpíada

    A Rio 2016 tem um marco muito importante: nunca antes os Jogos Olímpicos tiveram tantos atletas abertamente LGBT quanto neste ano. São 43 no total, de acordo com o site Outsports. Por Caio Delcolli Do Brasil Post Sim, é um número muito baixo, considerando os mais de 11 mil esportistas presentes no evento. Entretanto, não deixa de ser também um avanço. Em 2012 (Londres), eram 22, e em 2008 (Pequim), apenas 12. E o Outsports avalia que a tendência é o número apenas crescer. Recentemente, foi a vez de Elena Delle Donne, dos Estados Unidos – considerada uma das melhores do mundo –, sair do armário em público. Em perfil na Vogue, a olímpica disse estar noiva de outra mulher. Bravo, Elena! Abaixo, mais alguns exemplos de atletas que estão na Rio 2016 fora do armário e ostentando orgulho por isso: Tom Daley (salto ornamental, Reino Unido) Aos 22 anos, Daley ...

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    2016 Rio Olympics - Soccer - Preliminary - Women's First Round - Group E Brazil v Sweden - Olympic Stadium - Rio de Janeiro, Brazil - 06/08/2016. Barbara (BRA) of Brazil warms up.  REUTERS/Gonzalo Fuentes (BRAZIL  - Tags: SPORT OLYMPICS SOCCER) FOR EDITORIAL USE ONLY. NOT FOR SALE FOR MARKETING OR ADVERTISING CAMPAIGNS.

    Autor de post racista contra Bárbara, goleira do Brasil na Olimpíada, diz que tudo ‘não passou de uma brincadeira’

    "Eu odeio preto, mas essa goleira do Brasil tinha chance." Do HuffPost Brasil Com esta frase, Marcos Clay, administrador de Rio Branco (AC), se referiu à goleira da seleção feminina brasileira de futebol na Olimpíada, Bárbara Micheline do Monte Barbosa, em post no Facebook feito na última sexta-feira (12). Clay, membro do Conselho Federal de Administração (CFA), apagou a mensagem, mas o G1 conseguiu uma cópia. Veja na imagem abaixo, à esquerda: Em entrevista ao mesmo site neste sábado (13), o acriano disse que "não passou de uma brincadeira". Ele fez outras postagens no Facebook esclarecendo o assunto. Clay "argumentou" que o "racismo está na cabeça das pessoas" e que a prova de que ele não seria racista é o fato de ele ser "casado, e muito bem casado" com uma mulher negra. Veja: Clay tentou se explicar na entrevista ao G1: "Foi uma brincadeira de mau gosto. Uma brincadeira que ...

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    Foto: Getty Images

    Obama e Michelle discutem Olimpíada e presidente dos EUA lembra atleta negro que calou Hitler e nazistas

    O presidente dos EUA, Barack Obama, e sua mulher, Michelle, entraram no clima olímpico e resolveram divulgar um vídeo com suas memórias olímpicas favoritas! Do HuffPost Brasil "Se você pudesse competir em alguma modalidade, em qual seria?", pergunta Obama para Michelle. "Seria ginástica", responde ela, que afirma ainda que não foi feita para o esporte - ela mede cerca de 1,80m . "Mas elas são fenomenais". Já o esporte favorito do presidente é o atletismo. "A ginástica me deixa tenso", brinca. Mas quem surpreende no vídeo, desta vez, é o presidente. Quando questionado sobre qual o seu atleta olímpico favorito, Obama responde prontamente. "Jesse Owens, ainda que seja um pouquinho anterior à minha geração. Não apenas por ser o homem mais rápido do mundo, mas por ter conquistado o título em frente dos nazistas, mandando um sinal claro de que os EUA defendem a igualdade entre todos. Foi algo muito importante" ...

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    RIO DE JANEIRO, BRAZIL - AUGUST 03:  Marta of Brazil (10) celebrates with Andressa Alves as she scores their second goal during the Women's Group E first round match between Brazil and China PR during the Rio 2016 Olympic Games at the Olympic Stadium on August 3, 2016 in Rio de Janeiro, Brazil.  (Photo by Buda Mendes/Getty Images)

    O futebol feminino finalmente tem o que sempre quis. Mas, e depois da Olimpíada?

    Todo mundo já está cansado de falar e ouvir por que o futebol feminino não caminha para frente no Brasil. "O futebol é chato", "não tem o mesmo nível técnico", "é lento", entre outros clichês que se consolidaram nestes 120 anos de história da modalidade, impactam diretamente no interesse de patrocinadores, influenciando o não interesse de transmissões de televisão e, por fim, o de clubes em formar equipes com mulheres. Por Jaiane Valentim, do HuffPost Brasil De todos os argumentos usados pela massa para justificar a não ascensão do futebol feminino, o único que se sustenta por si só é: o futebol feminino não rende financeiramente - e isso engloba todos os clichês acima citados. É triste admitir, mas, sim: futebol hoje é negócio. Se não é rentável, não há como pagar seus profissionais e é por isso que muitas meninas que sonham em se tornar jogadoras têm que conciliar os treinos ...

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    As 8 melhores respostas ao tuíte mais ‘close errado’ da Olimpíada

    Desde a vitória da judoca Rafaela Silva, que garantiu o primeiro ouro do Brasil na Olimpíada do Rio de Janeiro, um tuíte está repercutindo muito mal. no HuffPost A frase é do jornalista André Forastieri, conhecido por textos polêmicos como este (Angelina Jolie: a heroína cretina). Medalha de ouro para uma negra favelada ajuda as negras faveladas em exatamente nada. — André Forastieri (@forastieri) 8 de agosto de 2016 Muita gente criticou o tom da opinião dele. Selecionamos as 7 melhores respostas a Forastieri: Não só ajuda, como inspira. @forastieri A Glória Maria foi uma das minhas inspirações para exercer a profissão de jornalista. Falou pouco, mas falou bosta — Thalita (@thalitahora_) 8 de agosto de 2016 Sabe o que não ajuda em nada mesmo? @forastieri inspiração? modelo? prova de que é possível? Esse teu comentário ajuda em exatamente menos que nada. — João C. (@Joaoc79) 8 de agosto de 2016 ...

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    Serena Williams perde, e Rio vê mais uma estrela número 1 fora da Olimpíada

    A Olimpíada do Rio de Janeiro definitivamente não sorriu aos melhores tenistas da atualidade. Depois de ver Novak Djokovic ser eliminado logo na estreia, foi a vez de Serena Williams, atual número um no ranking feminino, dar adeus aos Jogos. Nesta terça-feira, no Centro Olímpico de Tênis, a ucraniana Elina Svitolina venceu por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 6/3, e avançou às quartas de final da competição. Por José Ricardo Leite, do UOL Atual campeã olímpica, Serena, assim como Djoko, também já havia sido eliminada nas duplas, quando, ao lado da irmã Venus, foi derrotada no último domingo pelas tchecas Lucie Safarova e Barbora Strycova, também por 2 sets a 0. "É incrível, um momento superespecial, um dos maiores da minha vida. Parecia não real vencê-la, é uma campeã olímpica. Mas procurei controlar a emoção, para que não tomasse conta de mim, e pensar apenas em vencer ...

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    Abertura das Olimpíadas

    A emoção de ver Gilberto Gil e Caetano Veloso sendo reverenciados na maior festa do esporte mundial só foi superada por ouvir, pela primeira vez, Paulinho da Viola cantando o Hino Nacional. A emoção não parou por aí: tivemos Elza Soares e Jorge Ben Jor, fazendo qualquer pessoa apreciar um dos poucos legados positivos que os Anos de Chumbo deixaram: uma geração de vários talentos musicais brasileiros que emergiram no período da Ditadura Militar. Por Maurício Pestana Enviado para o Portal Geledés A abertura das Olimpíadas, que tanto nos encantou, mostrou ao planeta que outro mundo é possível. E que esta nação tão diversa, tão desigual e tão carente daquilo que muitos países já deram aos seus - como os direitos básicos à cidadania, educação, cultura e oportunidades iguais - pode, ainda sim, fazer uma festa esplendorosa como o Carnaval ou uma abertura de Olimpíadas. Quando o talento e a genialidade são requisitos necessários, não tem para ninguém no mundo. Seja na cultura popular ...

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