Resultados da pesquisa por 'escravidão'

    Raca, genêro, democracia e participação política no Brasil

    “O legado da escravidão sobre a democracia existente no Brasil” é o tema da aula de hoje do curso Raça, Gênero, Democracia e Participação Política no Brasil

    O curso iniciou no dia 22/09, com a conferência “A questão racial e a democracia no Brasil”, realizada pela militante antirracista e feminista e doutora em educação Sueli Carneiro (acesse a primeira aula neste link). A segunda aula abordou “Raça, Racismo e Dominação na Democracia Liberal” a partir das reflexões de Hélio Santos – ativista do movimento social negro e doutor em administração, e de Gabriel Sampaio – advogado e mestre em Direito das Relações Sociais. (acesse a segunda aula neste link) O curso está com suas 800 vagas preenchidas e todas as pessoas interessadas podem assistir as aulas na página do Facebook da Escola do Parlamento – https://www.facebook.com/eparlamento/  e de Geledés Instituto da Mulher Negra- https://www.facebook.com/geledes/ Veja a programação de próximas aulas dos cursos abaixo:   ▪ Aula 06/10 – O legado da escravidão sobre a democracia existente no Brasil Luciana Brito – Doutora em História Social pela USP. Foi pesquisadora visitante no ...

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    Foto: Acervo pessoal/Reprodução/Yahoo

    O legado intelectual de um autor e a sua obra: Uma análise sociológica sobre o “Dicionário da Escravidão Negra no Brasil” de Clóvis Moura

    Clóvis Steiger de Assis Moura (1925-2003), foi um intelectual de batalhas, um pensador social inquieto, exemplo de um rebelde com causa que não aceitava o impossível como limite. Fez de sua intelectualidade uma verdadeira arma contra o racismo estruturante da sociedade brasileira. Era um intelectual negro – com todas as marcas e agruras que tal condição acarreta – por desafinar o coro dos contentes em defesa dos seus, das populações negras historicamente ignoradas em suas existências e direitos. Intelectual marxista, navegou por estas duas esferas que acabariam por influenciar na constituição de sua obra, a da negritude e do comunismo/socialista, para a partir da interpretação destas desenvolver e inserir interpretação histórica-sociológica do negro enquanto sujeito coletivo responsável pela construção e modernização de nossa sociedade, como o elemento civilizatório revolucionário de sua civilização. Tendo nos quilombos e aos processos de revoltas, insurreições e rebeliões de escravizados a materialização política dessa originalidade ...

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    Igreja que é símbolo de sincretismo e respeito a religiões de matriz africana em Salvador abriga túmulo de um dos maiores traficantes de escravizados da Bahia (Getty Images)

    O traficante que deu origem ao culto do Senhor do Bonfim e outras descobertas do ‘mapa da escravidão’ em Salvador

    Mas a praça diante da igreja homenageia um dos principais traficantes de africanos escravizados da Bahia. Seu túmulo, na verdade, está em destaque dentro do templo, já que ele foi o responsável por trazer a imagem que permitiu o culto ao Senhor do Bonfim no Estado. Em meio ao debate sobre homenagens a traficantes de seres humanos retirados da África — que ganhou nova força com os protestos de movimentos antirracistas nos Estados Unidos e na Europa neste ano — um grupo de historiadores decidiu jogar luz sobre esta e outras ligações esquecidas de homenagens, ruas e locais históricos de Salvador com a escravidão. Salvador foi o segundo maior porto de desembarque de africanos nas Américas durante a vigência do comércio transatlântico de pessoas escravizadas, atrás apenas do Rio de Janeiro. Estima-se que mais de 1,2 milhão de africanos chegaram à Bahia nos chamados navios negreiros. A iniciativa dos historiadores ...

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    Foto: Getty Images

    Porque falamos tão pouco (ou quase nada) sobre o legado da escravidão negra nos estudos em Administração?

    “Nesta história não há perpetradores..., apenas vítimas” (Santos, 2008, p. 165) Em seu artigo “The repressed memory of Brazilian slavery” (“A memória reprimida da escravidão brasileira”), a autora Myrian Sepúlveda dos Santos faz um parelelo entre a Psicanálise e os resquícios da escravidão negra na cultura e na socidade brasileira. A autora comenta que na Psicanálise, estudiosos argumentam que vítimas de experiências traumáticas mantém comportamentos compulsivos ou de auto-destrução, e ainda os transmitem para as gerações seguintes, pelo fato de não terem a completa compreensão da experiência que tiveram. Um exemplo deste cenário é encontrado entre sobreviventes do Holocausto. Pesquisados que analisaram testemunhos de sobreviventes observaram que muitos destes indivíduos ficaram presos aos eventos traumáticos pela impossibilidade de se distanciar do evento e entender o seu significado. Daí, divididos entre contar sua história e a impossibilidade de compreendê-la, muitos permaneceram em silêncio (Santos, 2008).  A autora faz esta análise das ...

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    Imagem retirada do site IAB

    IAB aprova em sessão histórica parecer favorável à reparação da escravidão

    A advogada encaminhará o parecer aos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, e do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB), Felipe Santa Cruz; ao ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, e ao ministro-chefe da Casa Civil, general Braga Netto. Conforme o documento, “o objetivo da reparação da escravidão é reconstruir o modo de funcionamento da democracia brasileira e garantir a igualdade étnica-racial no exercício da cidadania, tendo como base o respeito à dignidade humana e o reconhecimento dos traumas da escravidão negra”. Os membros da comissão realizaram uma profunda análise jurídica da causa e das consequências do racismo estrutural e institucional. Eles discutiram a adoção de medidas que possam extinguir os resquícios da escravidão do cotidiano do País. Segundo Humberto Adami, “o parecer apresenta os fundamentos que legitimam a reparação da escravidão e destaca importantes ações afirmativas já adotadas, como ...

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    O jurista Silvio Almeida. (Imagem: CHRISTIAN )PARENTE/DIVULGAÇÃO

    Silvio Almeida: “Negar a relação entre liberalismo e escravidão está no mesmo nível do terraplanismo”

    Do Twitter de Silvio Almeida: Negar a relação entre liberalismo e escravidão está no mesmo nível do terraplanismo e das campanhas anti-vacina. A escravidão moderna, de cunho racial e atrelada ao empreendimento colonial é, em grande medida, uma invenção dos liberais. Há uma farta literatura sobre como a base do pensamento liberal permitiu a naturalização da violência colonial, a desumanização de não-europeus e a destruição de formas de vida não compatíveis com a reprodução da sociedades mercantis. Locke, Montesquieu, Hume, Adam Smith, Kant e Hegel defenderam ou justificaram o colonialismo europeu e até o racismo. Por isso é importante conhecer estes autores e entender como eles moldaram a cabeça mesmo daqueles que não os leram. Kant e Hegel, são exemplos interrssantes. Autores fundamentais do pensamento ocidental, influências incontornáveis em tudo o que se escreve ou escreveu sobre direito, política, economia e filosofia. Kant, em um texto chamado “Considerações sobre a natureza ...

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    O educador negro Hemetério José dos Santos (Imagem: Biblioteca Nacional)

    A história do professor negro e antirracista que ensinou durante a escravidão

    O Folha na Sala desta semana conta a história do professor Hemetério José dos Santos, um intelectual negro que lutou por uma educação universal e uma sociedade antirracista durante o fim do século 19 e primeira metade do século 20. ​Hemetério nasceu em Codó (MA), em 1858, trinta anos antes da abolição da escravidão no Brasil. Aos 16, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde terminou os estudos e se tornou professor explicador de francês no Colégio Pedro II. Ali, diz-se, foi visto pelo próprio imperador, que ficou admirado pela sua competência. Ao longo da vida, publicou livros, escreveu para jornais e se firmou como um respeitado estudioso da língua portuguesa, a ponto de ser um dos patronos da Academia Brasileira de Filologia. Sua atuação, no entanto, esteve sempre ligada às questões raciais e à educação dos mais pobres. “Não podemos pensar o Hemetério como um revolucionário do ponto de ...

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    Foto: Webert da Cruz

    “A escravidão não oferece resposta para tudo”

    Neste 13 de maio, são 132 anos da assinatura da Lei Áurea, decretando a abolição. Para falar sobre o período pós-abolição e a correlação com os dias atuais, a coluna Geledés no debate entrevistou a professora e pesquisadora do Departamento de História da UnB, Ana Flávia Magalhães Pinto, autora dos livros “Escritos de Liberdade: literatos negros, racismo e cidadania no Brasil oitocentista” e “Imprensa negra no Brasil oitocentista”. Ana Flávia também é coordenadora da regional Centro-Oeste do GT Emancipações e Pós-Abolição da Anpuh; e integrante da Rede de HistoriadorXs NegrXs. Geledés - Quando analisamos as estatísticas da pandemia de covid -19, é notável como a doença atinge os grupos raciais de forma diferenciada. Dados divulgados no dia 10 de abril destacaram que ela está ocorrendo de forma mais letal para pretos e pardos, que representam quase 1 em cada 4 brasileiros hospitalizados com Síndrome Respiratória Aguda Grave (23,9%), mas chegam ...

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    GABRIELA BILÓ / ESTADÃO

    Deputada Benedita da Silva: “A escravidão mudou do chicote para a caneta”

    Preta e nascida na favela carioca, de pai pedreiro e mãe lavadeira, a deputada federal Benedita da Silva (PT), diz, aos 78 anos, que nunca sentiu medo pela sua raça como nos dias de hoje. E decreta que o 13 de maio, data em que a princesa Isabel assinou a abolição da escravatura, não se celebra: "O extermínio da população negra continua". Evangélica e mãe de dois, Benedita diz que ora todos os dias para que esse quadro não piore já que, na avaliação dela, o Brasil vive "um retrocesso inigualável", com "gestores machistas" e "governantes e executivos que querem que a gente morra". Benedita foi a primeira mulher negra em muitos locais de destaque: na Câmara dos Vereadores do Rio, onde chegou em 1982 sob o slogan "negra, mulher e favelada"; no Senado, em 1994, e no governo do Rio (2002- 2003), quando substituiu Anthony Garotinho, que se afastou ...

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    ONU: ‘Só avançaremos quando confrontarmos juntos o legado racista da escravidão’

    Em uma mensagem em vídeo, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, marca nesta semana o Dia Internacional em Memória das Vítimas da Escravidão, lembrado anualmente a cada 25 de março. no Nações Unidas Ele pediu que todos se manifestem contra todas as formas de racismo e manifestações de comportamento racista: “Precisamos, urgentemente, desmantelar as estruturas racistas e reformar as instituições racistas. Só avançaremos quando confrontarmos juntos o legado racista da escravidão.”  Em uma mensagem em vídeo, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, marca nesta semana o Dia Internacional em Memória das Vítimas da Escravidão, lembrado anualmente a cada 25 de março. “Este memorial emocionante é um tributo a mulheres, homens e crianças que sofreram e morreram após serem forçados a atravessar o Atlântico em navios com escravos. Este foi um dos maiores crimes na história da humanidade”, disse Guterres. O tema deste ano para a data é: ...

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    Cena do Filme 'Todos os Mortos'.VITRINE FILMESf

    Traumas e consequências da escravidão tomam o foco do cinema nacional

    Brasileiro ‘Todos os Mortos’, que disputará o Urso de Ouro na Berlinale, mostra a história de duas famílias depois da abolição da escravatura no país Por JOANA OLIVEIRA, do El País Cena do Filme 'Todos os Mortos'.VITRINE FILMESf Na São Paulo de 1899, uma década após a abolição, os fantasmas do passado ainda caminham entre os vivos. As mulheres da família Soares —a mãe, Isabel, e suas filhas, Maria e Ana, antigas proprietárias de terra, tentam se agarrar ao que resta de seus privilégios, enquanto Iná Nascimento, que viveu muito tempo escravizada, luta para reunir seus entes queridos em uma nova configuração social que ainda se apresenta hostil. A história arranca quando Josefina, empregada doméstica antes escravizada pela família Soares, morre. É entre o passado conturbado e o futuro incerto que a trama dessas mulheres se desenrola. Esse é o enredo de Todos os Mortos, filme ...

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    DJAMILA RIBEIRO LANÇA NOVO LIVRO, "PEQUENO MANUAL ANTIRRACISTA" (FOTO: ARQUIVO PESSOAL)

    Djamila Ribeiro: “Somos um país que nunca aboliu materialmente a escravidão”

    Em entrevista, a filósofa fala de seu livro ‘Pequeno Manual Antirracista’ e dos desafios para o movimento negro no Brasil de Bolsonaro Por Ana Luiza Basilio, do Carta Capital DJAMILA RIBEIRO LANÇA NOVO LIVRO, "PEQUENO MANUAL ANTIRRACISTA" (FOTO: ARQUIVO PESSOAL/Retirada do site Carta Capital ) A filósofa americana Ângela Davis já anunciava nos idos da década de 60: “Numa sociedade racista, não basta não ser racista, é necessário ser antirracista”. A afirmação da ativista é detalhada por Djamila Ribeiro em sua mais recente obra literária, “Pequeno Manual Antirracista”, lançada no final de 2019. No livro, a filósofa e ativista brasileira convoca os leitores a reconhecerem o racismo enquanto estrutural e a perceberem como ele se manifesta em diferentes dimensões do cotidiano, passando pelo foro individual, cultural, econômico e político. Em entrevista, Djamila também fala sobre os desafios do País frente à agenda de equidade racial e ...

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    A atriz e ex-empregada doméstica Cyda Baú.LELA BELTRÃO

    13 anos como doméstica, 4 sem receber. A escravidão no quarto de empregada

    A atriz Cyda Baú, bisneta de escravos, saiu de um quilombo e virou doméstica ainda criança, em troca de comida e roupa, sem saber ler e escrever, até fugir para encontrar seu destino. Hoje conta sua história nos palcos Por Gil Alessi, do El País A atriz e ex-empregada doméstica Cyda Baú. (Foto: Lela Beltrão) Por incentivo da avó dona Heroína, Maria Aparecida Baú, na época com 12 anos, deixou a comunidade quilombola onde morava na região de Araçuaí, norte de Minas Gerais. A matriarca havia arrumado um emprego para a neta como empregada doméstica na casa de uma família branca de classe média alta em Montes Claros (MG). “Meninas novas eles colocam pra varrer, cuidar de criança...”, conta Aparecida, mais conhecida como Cyda, hoje com 44 anos. O salário? “Trabalhei um ano lá, sem ganhar. Ganhava a comida e uma roupinha de vez em quando”, ...

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    Foto: Bruno Martins

    Em Encontro Estadual das Comissões da Verdade da Escravidão Negra no Brasil, Cevenb lança iniciativas

    O I Encontro Estadual das Comissões da Verdade da Escravidão Negra no Brasil reuniu representantes de diversas subseções da Ordem, nesta segunda-feira, dia 28, na Seccional, para traçar estratégias em torno da pauta que os mobiliza: a da reparação. Por Clara Passi, no OABRJ Foto: Bruno Martins A ocasião serviu também ao I Encontro da Diretoria de Igualdade Racial e das Comissões de Igualdade Racial da OABRJ e ao 3º Seminário Regional da Comissão Nacional de Promoção da Igualdade do Conselho Federal da OAB de Rio, Minas Gerais, Espírito Santo e de São Paulo. Este último foi preparatório para a Conferência Nacional da Advocacia Brasileira, que ocorrerá em outubro de 2020. O presidente da Comissão Estadual da Verdade da Escravidão Negra no Brasil (Cevenb), Humberto Adami, foi o organizador do encontro, que atraiu advogados das subseções de Volta Redonda, São Gonçalo, São João de Meriti, Barra ...

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    Alvo de injúria racial e assédio, agente de viagens ouviu colega desejar volta da escravidão

    Eunice de Oliveira, de 30 anos, se disse 'paralisada' e relata não ter recebido o suporte de chefes próprios; colega foi demitido Por Johanns Eller, Do O Globo Agressor de Eunice lhe disse queria 'a volta da escravidão' (Foto: Ilustração Gabriel Benedito) A agente de viagens Eunice Cides de Oliveira, de 30 anos, está na segunda licença médica desde que foi vítima de um episódio de injúria racial e assédio sexual no ambiente de trabalho, no dia 10 de setembro. Segundo seu relato, um colega se aproximou dela durante o almoço, no escritório do resort Club Med , na Zona Sul do Rio, onde trabalham, dizendo desejar a volta da escravidão para que pudesse fazer “o que quisesse” com ela, simulando movimentos sexuais e chocando as testemunhas ao redor. Diagnosticada com estresse pós-traumático, Eunice foi orientada a buscar uma psiquiatra e a tirar uma licença — ...

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    ‘Temos uma sociedade que nem lembra dos horrores da escravidão’, diz escritor que conta histórias do povo negro no Twitter

    O homem africano que foi exposto junto a macacos do Zoológico de Bronx, nos Estados Unidos. O holocausto promovido no Congo pelo rei Leopoldo II da Bélgica. As estratégias do líder quilombola Benedito Meia-Légua para invadir senzalas e libertar negros escravos no Brasil. A africana que foi capturada para uma turnê no Reino Unido, onde foi obrigada a viver enjaulada e mostrar seu corpo para outros homens. Essas são algumas das narrativas já publicadas pelo publicitário e escritor Ale Santos no Twitter. Há pouco mais de um ano, o escritor decidiu utilizar a ferramenta de threads para contar histórias vivenciadas pelo povo negro no Brasil e em diversos locais do mundo. Por Annie Castro, do Sul21 Ale Santos utiliza o Twitter para compartilhar histórias do povo negro de diversos locais do mundo. (Foto: Luiza Castro/Sul21) Na última semana, Santos esteve em Porto Alegre para participar do ...

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    Entrevista: “Está na hora de fazer o combate, de enfrentar a escravidão mental da população”, afirma Sílvio Humberto (PSB), pré-candidato a prefeito de Salvador

    Presidente do PSB em Salvador, o vereador Silvio Humberto confirmou, em entrevista exclusiva para o portal Mídia 4P, que é pré-candidato a prefeito da capital baiana pelo seu partido. Ele é o quarto entrevistado da série de bate-papos publicados pela plataforma com os pré-candidatos negros à disputa pelo Palácio Thomé de Souza. Após falarem para a reportagem Vovô do Ilê (PDT), Vilma Reis (PT) e Moisés Rocha (PT), o pessebista abordou, nesta conversa, em seu gabinete, temas como o racismo das burocracias partidárias, o projeto político do movimento negro para a cidade de Salvador, o embate interno com a ex-senadora, ex-prefeita e atual deputada federal Lídice da Mata (PSB), que também é pré-candidata a prefeita, entre outros assuntos correlatos. Citando Gandhi, Silvio alertou que será necessário “fazer o combate” para chegar até o objetivo final de ter um prefeito ou prefeita negra em Salvador. E frisou, em tom de confiança: ...

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    Foto- Carta Capital

    Michele Alexander: a guerra às drogas é a nova escravidão

    A neutralidade permite que se adotem práticas tão racistas quanto aquelas do regime de segregação no Carta Capital Foto- Carta Capital O sociólogo Jessé Souza, em sua magistral obra “A elite do atraso: da escravidão à lava-jato”, demonstra como a sociedade brasileira se formou de maneira independente de sua herança ibérica. Diversamente de Portugal, o que moldou a história social dos últimos quinhentos anos no Brasil foi a escravidão. O escárnio, o ódio e a falta de humanidade historicamente dispensados aos escravos permitiu que tivéssemos – até o dias atuais – uma sociedade em que a um grupo determinado de pessoas são reservadas apenas a exclusão, a pobreza, a prisão e a morte. A escravidão, que também durou séculos nos Estados Unidos da América, foi igualmente o regime responsável pela criação de uma “sociedade de castas” naquele país. É o que defende Michele Alexander, na imperdível ...

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    Hotel é decorado com quadros de escravidão (Foto: Reprodução / Instagram)

    Banda denuncia racismo em decoração de hotel: “Quadros de escravidão”

    Integrantes da banda Àttøøxxá ficaram revoltados com a decoração do hotel em Belo Horizonte: "Um insulto à nossa raça" Por KELLEN RODRIGUES E PRISCILLA GEREMIAS, da Revista Marie Claire  Hotel é decorado com quadros de escravidão (Foto: Reprodução / Instagram) Integrantes da banda baiana Àttøøxxá foram surpreeendidos ao chegar em um hotel em Belo Horizonte neste fim de semana: a decoração dos quartos é composta por quadros que retratam a escravidão. Em um deles, inclusive, aparece um homem levando chibatadas. A banda, que é uma das atrações da Virada Cultural da capital mineira neste domingo, resolveu mostrar nas redes sociais sua indignação com o caso de racismo. "Insulto à nossa raça, é o que está acontecendo nesse hotel aqui. A decoração é a escravidão", mostraram eles no Instagram. Os músicos decidiram tirar os quadros das paredes (veja os vídeos abaixo). "A gente está tirando essa desgraça ...

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    divulgacao: Diário do Rio

    Prefeitura deverá reparar crimes da escravidão e demarcar áreas da Pequena África

    Os vereadores Fernando William (PDT) e Teresa Bergher (PSDB) aprovaram a Lei nº 6.613/2019, que obriga a Prefeitura do Rio a reparar crimes de escravidão e a realizar a demarcação da área urbana como território histórico para a preservação de memória da presença do africano liberto e alforriado, de seu local de trabalho e de moradia na cidade do Rio de Janeiro. O local, situado no Centro da cidade, é conhecido como Pequena África. Por Felipe Lucena no Diário do Rio divulgacao: Diário do Rio “Mais importante que reparar crime histórico é ressarcir um coletivo humano com bens materiais e pecuniários. Por isso a importância da revitalização da Pequena África, para preservarmos a memória da presença do africano escravizado em nossa cidade”, afirmam os autores. O Brasil é signatário da declaração da “Conferência Mundial contra o racismo, a discriminação racial, a xenofobia e formas correlatas de intolerância”, ...

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