quinta-feira, fevereiro 25, 2021

Resultados da pesquisa por 'ubuntu'

Ubuntu: A Filosofia Africana Que Nutre O Conceito De Humanidade Em Sua Essência

Uma sociedade sustentada pelos pilares do respeito e da solidariedade faz parte da essência de ubuntu, filosofia africana que trata da importância das alianças e do relacionamento das pessoas, umas com as outras. Na tentativa da tradução para o português, ubuntu seria “humanidade para com os outros”. Uma pessoa com ubuntu tem consciência de que é afetada quando seus semelhantes são diminuídos, oprimidos. – De ubuntu, as pessoas devem saber que o mundo não é uma ilha: “Eu sou porque nós somos”. Do Portal Raízes Eu sou humano, e a natureza humana implica compaixão, partilha, respeito, empatia – detalhou em entrevista exclusiva ao Por dentro da África, Dirk Louw, doutor em Filosofia Africana pela Universidade de Stellenbosch (África do Sul). Dirk conta que não há uma origem exata da palavra. Estudiosos costumam se referir a ubuntu como uma ética “antiga” que vem sendo usada “desde tempos imemoriais”. Alguns pesquisadores especulam sobre ...

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UBUNTU: uma ética africana para repensar a sociedade brasileira

“Eu sou porque nós somos”. Um dos três princípios fundamentais da RAiZ – Movimento Cidadanista, o Ubuntu é uma ética e filosofia de origem africana que busca entender a sociedade de uma maneira mais integral e solidária. Inseri-lo em condições de igualdade com outros dois pilares de origem ocidental (ecossocialismo) e indígena (teko porã), como sementes fundadoras do partido-movimento é por um lado um reconhecimento à contribuição dos povos africanos e afrodescendentes na construção do Brasil, e por outro lado, uma provocação e desafio para a política brasileira na busca de outro sentido ético mais inclusivo e fraterno. do Raiz Para saber um pouco mais sobre as origens do Ubuntu e o sentido de pensá-lo e praticá-lo no Brasil de hoje, entrevistamos Dennis de Oliveira, professor da USP e integrante do coletivo Quilombação. - O que é Ubuntu, qual sua origem e quais contribuições traz para pensar a relação em ...

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UBUNTU: Estudante baiana cria rede social colaborativa

Em tempos de redes sociais e grandes discussões em torno de políticas públicas e direitos, o coletivo Desabafo Social cria a Ubuntu, rede social colaborativa que tem foco em participação e protagonismo social. Por Brenda Gomes, do A Tarde  Criada no dia Internacional dos Direitos Humanos, 10 de dezembro de 2015, a Ubuntu busca ampliar as discussões sobre temas relacionados aos direitos humanos através de espaços colaborativos, com pessoas, lugares e experiências diferentes, permitindo que elas ‘ocupem’ e/ou criem espaços, afim de promover ações coletivas.O próprio nome da rede social atrai o público para essa temática, já que “ubuntu” é uma expressão da língua zulo que traduzida para o português significa “eu sou porque nós somos”. Apesar das variadas redes sociais existentes, Monique Evelle (21) fundadora do Desabafo Social, afirma que a Ubuntu, além das temáticas sociais, tem como compromisso garantir a privacidade e liberdade de expressão. “As redes mais conhecidas são ...

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Ubuntu: Coletivo baiano lança rede social de aprendizagem colaborativa

A REDE SOCIAL SURGE PARA FACILITAR A COMUNICAÇÃO E COLABORAÇÃO DO DESABAFO SOCIAL E DE OUTROS COLETIVOS Do Desabafo Social  Aproveitando o Dia Internacional dos Direitos Humanos, 10 de dezembro, o Desabafo Social divulga a mais nova rede social: Ubuntu.  Ubuntu é uma expressão idiomática da língua Zulu que é traduzida para o português como “Eu sou porque nós somos”. Na crença de que somos mais quando estamos unidos (com uma unidade), o Desabafo propõe essa rede colaborativa com o intuito de conectar pessoas, ocupar espaços, estabelecer uma rede de relacionamento com foco nos direitos humanos, sobretudo na participação social e política Durante um ano e meio a Diretora de Inspiração e Fundadora do Desabafo Social, Monique Evelle, rodou sozinha a cidade de Salvador falando sobre Direitos Humanos para quem quisesse ouvir. A situação mudou quando ouviu um conselho e resolveu transformar o projeto em uma rede. “Sabemos que a ...

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Ubuntu: filosofia africana confronta poder autodestrutivo do pensamento ocidental, avalia filósofo

Filósofo congolês Jean Bosco Kakozi Kashindi fala sobre princípio do 'eu sou porque nós somos' e comenta como filosofia africana oferece elementos para pensar realidade latino-americana: 'é momento de considerar outras racionalidades' Por Ricardo Machado Do Opera Mundi “Com o Ubuntu operou-se a mudança da concepção da identidade a partir do ‘eu sou porque tu não és’ (concepção excludente) para o ‘eu sou porque nós somos, e dado que somos então eu sou’ (concepção includente)”. Desta maneira objetiva, mas contundente, Jean Bosco Kakozi Kashindi demonstra um dos principais deslocamentos teóricos e práticos da racionalidade do continente africano em relação ao olhar ocidental hegemônico. você conhece a filosofia Ubuntu? então acesse o link: Umuntu ngumuntu nagabantu Em entrevista, ele explica que a filosofia africana oferece elementos para pensar, também, a realidade latino-americana e caribenha. “Eu estimo que nessas culturas — dominadas, exploradas e marginalizadas — existe um potencial enorme para pensar, a partir de outras ...

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Só vai ter Ubuntu, Emicida, quando você deixar de ser machista

Emicida virou assunto essa semana por suas falas representativas e positivas no que diz respeito à luta contra o racismo e ao empoderamento da população negra. Entretanto, nada disso – que eu já compreendo e sei que é muito importante ser dito em determinados espaços -, me gerou comoção e vontade de ficar reproduzindo nas minhas redes sociais. Afinal, Emicida ainda não me representa e não me representará enquanto ele não usar esses mesmos espaços onde diz coisas expondo a braquitude para se autocriticar enquanto homem machista que reproduziu discursos misóginos em músicas, postagens e falas, mas que não parece se arrepender disso. pro Stephanie Ribeiro no Frida Diria Vamos lembrar que, dentro do nosso contexto, as mulheres negras sofrem com uma sociedade machista, que limita nossos direitos, porém também racista e elitista. Com isso, temos a maioria da população, mulheres negras, expostas a uma situação de vulnerabilidade extrema. Muitos homens do ...

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Ana Branco/Ag. O Globo

Alter ajuda – A filosofia ubuntu em três lições

INÍCIO: 11 SET 2015 - SEX, 17H00 Diante de uma oferta cada vez maior de livros de autoajuda, esse curso propõe a alter ajuda: uma formulação contrária à tese de que a capacidade individual é suficiente para promover a solução de problemas. Pela alter ajuda, a construção de alternativas de auxílio individual se efetiva somente no encontro com o outro. Através da ontologia, da epistemologia e da ética ubuntu, concebidas pelo filósofo sul-africano Mogobe Ramose, será problematizada a limitação da capacidade que o indivíduo tem para cuidar de si. Do Casa do Saber INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES DATA E INÍCIO 11 Setembro - Sexta-feira, 17H00 HORÁRIO 17h DURAÇÃO 4 encontros ( 11/09 , 18/09 , 25/09 , 02/10 ) As inscrições podem ser feitas através do telefone 2227-2237 de segunda a sexta das 11 às 20 horas MINISTRADO POR RENATO NOGUERA Doutor em Filosofia pela UFRJ. Professor adjunto do Departamento de ...

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Media24/Gallo Images/Getty Images

Leonardo Boff – Ubuntu: O significado de Mandela para o futuro ameaçado da humanidade

Nelson Mandela, com sua morte, mergulhou no inconsciente coletivo da humanidade para nunca mais sair de lá porque se transformou num arquétipo universal, do injustiçado que não guardou rancor, que soube perdoar, reconciliar pólos antagônicos e nos transmitir uma inarredável esperança de que o ser humano ainda pode ter jeito. Depois de passar 27 anos de reclusão e eleito presidente da Africa do Sul em 1994, se propos e realizou o grande desafio de transformar uma sociedade estruturada na suprema injustiça do apartheid que desumanizava as grandes maiorias negras do pais condenando-as a não-pessoas, numa sociedade única, unida, sem discriminações, democrática e livre. E o conseguiu ao escolher o caminho da virtude, do perdão e da reconciliação. Perdoar não é esquecer. As chagas estão ai, muitas delas ainda abertas. Perdoar é não permitir que a amargura e o espírito de vingança tenham a última palavra e determinem o rumo da ...

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Cultura etnias idiomas e religioes diferenciadas aliada empreendedorismo africa be pag

Ubuntu: o marketing invade a África

A visão de que o mundo construiu para o continente uma imagem negativa que não mais se justifica leva países africanos a investir na construção de marca deles mesmos. Muitas revoluções estão em curso no continente africano. Troca de poder, mudanças de regimes políticos, uso de redes sociais para promovê-las e avanços econômicos. Uma delas, no entanto, ainda tem feito pouco barulho além fronteiras mas promove uma ebulição interna que promete construir uma nova África em uma década. É o marketing. "O mundo já foi muito eficiente em criar uma imagem para a África, e ela é negativa. Apesar de ter mais gente na miséria do que nós, não é a Índia ou a China que estampam as propagandas de ONGs pedindo doações para combater a fome", diz a economista zambiana Dambisa Moyo, autora de Dead Aid, ou Ajuda Morta, em que defende o fim de interferência financeira de outros ...

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ubuntun2

Ubuntu: Umuntu ngumuntu nagabantu

"Uma pessoa é uma pessoa por causa das outras pessoas". Ditado sul africano da tribo Ubuntu A jornalista e filósofa Lia Diskin, no Festival Mundial da Paz em Floripa, nos presenteou com um caso de uma tribo na África chamada Ubuntu. Ela contou que um antropólogo estava estudando os usos e costumes da tribo e, quando terminou seu trabalho, teve que esperar pelo transporte que o levaria até o aeroporto de volta pra casa. Como tinha muito tempo ainda até o embarque, ele então, propôs uma brincadeira para as crianças, que achou ser inofensiva. Comprou uma porção de doces e guloseimas na cidade, botou tudo num cesto bem bonito com laço de fita e tudo e colocou debaixo de uma árvore. Aí, ele chamou as crianças e combinou que quando ele dissesse "já!", elas deveriam sair correndo até o cesto e a que chegasse primeiro ganharia todos os doces que ...

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Foto Natureza França

Empoderamento feminino e negro: Flávia Souza lança música sobre a força da mulher

Mulher negra, multiartista e empoderada. Essas são algumas das muitas características de Flávia Souza, que lançará, no próximo dia 23, sua nova música “Afrontosa” nas mais importantes plataformas como Spotify, Deezer, Amazon Music e Apple Music, além do Youtube (https://cutt.ly/mkk9ha7). A ideia de compor a canção surgiu durante a pandemia, diante da diminuição das atividades culturais de forma presente. “Nós, mulheres, sempre sofremos. Quando somos mulheres negras, sofremos mais. Temos medo pela nossa família, pelos nossos amigos, por outras mulheres. A música tenta trazer essa reflexão de autoestima e empoderamento: eu quero ser e posso ser o que eu quiser sem as pessoas ficarem questionando”, revela Flavia. “Afrontosa é querer ter paz, ter a nossa saúde mental saudável, sem ter que provar que é forte o tempo todo”, diz. A necessidade de precisar se impor o tempo todo também foi uma das razões que levaram a artista a compor a música, ...

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Imagem: Júlia Rodrigues/Divulgação

Emicida e o direito de sermos quem somos

“Eu mudarei o curso da vida/Farei um altar para comunhão/Nele eu serei um com um/Até ver o ubuntu da emancipação/Porque eu descobri o segredo que me faz humano/Já não está mais perdido o elo/O amor é o segredo de tudo/E eu pinto tudo em amarelo.” (“Principia”, EMICIDA, faixa: 01: 2019) Este artigo começa com a seguinte afirmação: “AmarElo”, acima de ser um documentário, é expressão viva que se revela a nossa vista, acerca da experiência civilizatória afro-brasileira ao longo de nossa história. Referência seminal para qualquer pessoa que busque compreender o que é ser uma pessoa negra no Brasil, o que a afrodescendência representa em uma sociedade construída, desenvolvida e modernizada por ela, mas que vive e se reproduz através de um processo secular de poder que nega, persegue – numa fúria genocida física e mental – dessa mesma população. Renegar e enfrentar o racismo estrutural que nos mata, é ...

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81 lideranças de movimentos negros de todo país gravam mensagem ao povo brasileiro

Neste ano de 2020, o povo negro brasileiro gritou em alto e bom som: “Enquanto houver RACISMO, não haverá DEMOCRACIA!” Será um ano lembrado pela luta e resistência do movimento negro, que ocupou o debate público como nunca antes. Em 2021, a luta contra o racismo e pelas vidas negras continua! Este é o MANIFESTO da COALIZÃO NEGRA POR DIREITOS Neste 2020, o povo negro brasileiro gritou em alto e bom som: “Enquanto houver RACISMO, não haverá DEMOCRACIA!”. Será um ano lembrado pela luta e resistência do movimento negro, que ocupou o debate público como nunca antes. Em 2021, a luta contra o racismo e pelas vidas negras continua! Assista esse vídeo gravado por 81 lideranças de movimentos negros de todo país com uma forte mensagem ao povo brasileiro. Este é o MANIFESTO da COALIZÃO NEGRA POR DIREITOS. Assine: https://comracismonaohademocracia.org #ComRacismoNãoHáDemocracia  Participam do vídeo: Abner Sótenos – Coletivo de ...

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Divilgação

Nota da Coalizão Negra Por Direitos sobre o “Comitê Externo de Diversidade e Inclusão” do Carrefour Brasil

A COALIZÃO NEGRA POR DIREITOS, articulação com mais de 150 organizações, coletivos e entidades do movimento negro e antirracista de todo o Brasil, que atuam coletivamente na promoção de ações de incidência política nacional e internacional na defesa dos direitos da população negra brasileira, vem a público expressar seu mais profundo repúdio à postura adotada pela Rede Carrefour na tentativa de tentar invisibilizar a violência racista que levou à óbito João Alberto Silveira de Freitas no interior de uma de suas lojas da cidade de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. A referida rede tem reiteradas denúncias de crime de racismo e discriminação racial  em suas lojas,  através de seu corpo de funcionários e do seu aparato de segurança privada. São diversos casos que não deixam dúvidas quanto ao conhecimento da direção da rede no Brasil sobre o papel ativo do Carrefour em práticas violentas fundadas no racismo. Ao longo do ...

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A filósofa e educadora Sueli Carneiro (Foto: Marcus Steinmayer)

Mulheres negras e poder: um novo ensaio sobre as vitórias

Em respeito às mais velhas, peço licença, agradeço e me pergunto: por onde andavam todos vocês, que não estavam lendo e ouvindo Sueli Carneiro? Em 2009, Sueli Carneiro (filósofa, escritora e ativista) escreveu um ensaio intitulado “Mulheres negras e poder: Um ensaio sobre a ausência”, afirmando que, infelizmente, a relação entre as mulheres negras e o poder era inexistente. Sueli não tratava apenas da ausência pela baixa representação, falava sobre aquelas mulheres negras que, mesmo presentes na institucionalidade, foram interrompidas por questões advindas da das discriminações de raça e de gênero. As políticas Matilde Ribeiro (Ex-ministra da SEPPIR) e Benedita da Silva (Ex-governadora, atual deputada federal, que também disputou a prefeitura do Rio, ficando em quarto lugar), estavam entre elas. Na descrição cirúrgica dos episódios, Sueli Carneiro tratou em seu texto sobre a violência política de gênero e raça sofrida por essas mulheres e como, ontologicamente, se vinculam as mulheres ...

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Divulgação

No mês da consciência negra o Justificando lança coluna ‘Vozes Negras’

No mês da consciência negra, oito juízas e juízes e oito defensoras e defensores públicos negros aterrissam no Justificando com uma coluna que pretende iluminar temas e discussões nem sempre presentes nas publicações dos sites jurídicos: o direito e as relações étnico-raciais. A coluna, veiculada às terças, é coordenada por Eduardo Pereira da Silva, Isadora Brandão e Kenarik Boujikian. É inegável que a inauguração de um espaço que possibilite a reverberação de vozes negras do campo jurídico constitui, por si só, uma iniciativa arrojada. Isso se levarmos em consideração a subrepresentação de negros(as) nos quadros das instituições que compõem o sistema de justiça e o longo caminho que ainda precisamos precorrer para que estas reflitam o mosaico plurirracial e pluriétnico que define a sociedade brasileira e é, sem sombra de dúvidas, o seu maior patrimônio. Contudo, a coluna pretende ir além. Assumimos também o desafio de provocar, todas às terças-feiras, ...

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Sun Ra e sua Arkestra, 23 de setembro de 1978. Foto: Leni Sinclair/Getty Images |

Eu sou… Hipólita! Território Lovecraft e a contemporaneidade jazz afrofurista revolucionária de Sun Ra

A série televisiva “Território Lovecraft” tem gerado uma série de reflexões e discussões acerca de suas problematizações sobre o racismo enquanto elemento fundante e característico dos Estados Unidos da América e, principalmente, dos processos de resistências das populações afrodescendentes em meio a esta realidade. Baseada no livro de mesmo nome, do autor Matt Ruff, que desenvolve uma ressignificação  das principais características da estilística ficcional de H. Lovecraft  - um escritor orgulhoso de seu racismo e misoginia - ao buscar construir os personagens centrais de seu romance enquanto negros, pessoas das mais variadas subjetividades e gêneros, em uma luta constante contra o maior e verdadeiro monstro do Cthulhu (1), que seria o racismo em suas mais variadas formas e infinitos tentáculos.  Nesse sentido, fazendo-se na série ser comum a apresentação de expressões culturais e políticas afrodiaspóricas - em geral à partir de suas ocorrências e influências em território norte-americano, país em ...

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“Hora do Blec” é uma série de vídeos musicais destinada, principalmente, ao público na primeira infância, com temas inspirados nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Foto: PNUD

Série de desenhos voltada para a primeira infância aborda desenvolvimento sustentável

O projeto é da Ubuntu Filmes e conta com o apoio institucional do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). O contato com os conceitos e temas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) desde a infância pode influenciar a formação pessoal. Com foco no potencial da comunicação infantil como semente da equidade social, a série de desenhos “Hora do Blec” estreiou neste sábado (29) no YouTube. O projeto é da Ubuntu Filmes e conta com o apoio institucional do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). “Hora do Blec“ traz uma turma de personagens multiétnicos que vivem várias aventuras em busca de um mundo mais sustentável. Blec é o protagonista, um menino negro que tem no seu cabelo um símbolo de poder, beleza e magia. Em suas missões, Blec aciona seu talismã secreto: um pente afro que vive em seu cabelo. Quando Blec puxa o pente, aparece a fada ...

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FOTO: tumblr.com

A distopia do cuidado no brasil opera no corpo das mulheres negras

O corpo negro é um corpo encruzilhada. Sua existência é plena realização dinâmica entre a decisão e o sacrifício. Douglas Malûngu   Cuidado com conceito A abordagem deste ensaio reconhece as múltiplas possibilidades de conceitos e definições que versam sobre cuidado. No entanto, aqui nos interessa lançar mão de algumas lentes com capacidades multidisciplinares para destacar lugares específicos de interação das mulheres negras e suas relações com a organização social do cuidado bem como a própria economia do cuidado. Tal abordagem se impõe com urgência, já que se dá em contexto da pandemia do novo coronavírus no Brasil e se soma aos resultados da combinação entre divisão racial e divisão sexual do trabalho, que, conformada a partir do momento colonial e de duração perene, apresenta como naturalmente associados raça, trabalho e sexo. Dou início a esse texto ao analisar, primeiramente, a categoria care e localizá-la no tempo e espaço. Afinal, dissecar os termos ...

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(Foto: Imagem retirada do site Século Diário)

Festa das Ciatas celebra mulheres do samba e na culinária

Em sua segunda edição, a Festa das Ciatas em 2020 acontece de quinta-feira a domingo desta semana (13 a 16). O evento busca valorizar a presença das mulheres no samba e na culinária popular dos morros. A primeira edição aconteceu com o público ocupando e circulando a região em torno da Praça Costa Pereira, no Centro de Vitória, com shows e barracas de artesanato e alimentação. Diante da situação de pandemia, o evento foi ampliado para vários dias com atividades online e ao vivo. "A vontade de continuar a pauta da mulher na cultura afro-brasileira falou mais alto e transformamos a 2ª edição da Festa da Ciatas em material para a internet, mais precisamente em lives", diz Marilene Pereira, integrante do Coletivo Afoxé, que organiza a Festa das Ciatas e transmitirá toda programação em sua conta no Instagram. Um dos destaques é a presença de Helena Teodoro, filósofa, historiadora e ...

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