Catálogo pesquisadores negras(os) e indígenas – Ciências Sociais/Brasil

O Grupo de Estudos Feminismos Negros foi criado no ano de 2016 por estudantes de Programas de Pós-Graduação do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Desde o seu surgimento, o Grupo tem procurado criar e promover espaços institucionais para debater, conversar e refletir sobre as variadas vertentes e propostas existentes de feminismos negros no Brasil e na Diáspora Africana. Tal empreitada culminou, em 2017, com a realização do Seminário “Raça, Gênero e Diáspora”, na qual pesquisadores negros e negras do IFCH puderam apresentar, comentar, trocar e refinar questões pertinentes às suas pesquisas acadêmicas e formação enquanto cientistas.

Foto: Hill Street Studios/Getty Images

Enviado para o Portal Geledés 

Como desdobramento positivo das atividades até então realizadas, nosso objetivo agora visa intensificar diálogos com pesquisadores de outros lugares e para isso temos a intenção de construir um primeiro mapeamento e Catálogo de Pesquisadores Negros, Negras e Indígenas que atuam no campo das Ciências Sociais Brasileiras. Delimitamos, enquanto recorte para este primeiro momento, que os participantes possuam a titulação mínima de mestre e que tenham, ao menos em uma das etapas da formação acadêmica, graduação, mestrado ou doutorado em Antropologia, Arqueologia, Ciência Política, Ciências Sociais, Relações Internacionais e Sociologia.

Ressaltamos que a circunscrição feita poderá ser, posteriormente, ampliada na medida em que obtivermos sucesso na empreitada. Ademais, resta informar que os dados solicitados buscam gerar informações ainda inexistentes, mas fundamentais para adensar às reflexões a respeito da visibilização de produções intelectuais de pesquisadores e cientistas negras, negros e indígenas no país atualmente.

 

Inscreva-se aqui 

** Este artigo é de autoria de colaboradores ou articulistas do PORTAL GELEDÉS e não representa ideias ou opiniões do veículo. Portal Geledés oferece espaço para vozes diversas da esfera pública, garantindo assim a pluralidade do debate na sociedade.

+ sobre o tema

II Edital Gestão Escolar para a Equidade – Juventude Negra

Vários estudos mostram que há resultados educacionais significativamente piores...

Cerimônia de formatura em MT reúne 43 índios de 32 etnias diferentes

Formandos do curso de Pedagogia Intercultural que reúne 32...

Aluno da primeira turma de cotistas raciais da UFPR defende tese de doutorado

A UFPR agendou para a próxima terça feira (7)...

Bolsa de mestrado para grupos sub-representados na Ciência

Diversidade e Inclusão na Ciência Do British Council Sob a linha...

para lembrar

50 erros de português que você não pode mais cometer

Guia prático para não queimar mais o filme em...

Professor de Harvard revela os preceitos para a ‘boa escrita’

Para Steven Pinker, 'escrever bem requer empatia'. Professor do...

Ocupar escolas, ocupar o discurso especialista

“O indivíduo era sempre descrito em função de seu...

Como o brincar pode promover o diálogo intercultural?

Na EMEI João Theodoro, uma criança boliviana brinca de...
spot_imgspot_img

Ser menina na escola: estamos atentos às violências de gênero?

Apesar de toda a luta feminista, leis de proteção às mulheres, divulgação de livros, sites, materiais sobre a valorização do feminino, ainda há muito...

Como a educação antirracista contribui para o entendimento do que é Racismo Ambiental

Nas duas cidades mais populosas do Brasil, Rio de Janeiro e São Paulo, o primeiro mês do ano ficou marcado pelas tragédias causadas pelas...

SISU: selecionados têm até quarta-feira para fazer matrícula

Estudantes selecionados na primeira chamada do processo seletivo de 2024 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) têm até quarta-feira (7) para fazer a matrícula...
-+=