Resultados da pesquisa por ' racismo'

    Thelma está no BBB 20 - Victor Pollak/TV Globo

    O BBB e o racismo

    O reality show Big Brother Brasil ao mobilizar mais de 1,5 bilhão de votos demonstrou que tem ocupado parcela significativa dos brasileiros, principalmente os respeitosos do isolamento social que tem passado mais tempo do que nunca nas suas casas. Junto ao BBB emergem uma miscelânea de debates, questões que há muito tempo têm fragmentado e rivalizado grupos de brasileiros. Problemas antigos e derrotas recentes renasceram nos enfrentamentos que a casa mobilizara. Um deles, o racismo.  Por  Diego Lino Silva, enviado para o Portal Geledés  Thelma está no BBB 20 - Victor Pollak/TV Globo O personagem Babu Santana se tornou o principal expoente das tensões promovidas pela carga semântica que caracterizações cromáticas, fenotípicas e comportamentais dispõem. Mas há outra negra ali, não esquecida da melanina que carrega, mas diferentemente abordada nos entreveros raciais que a casa autorizou que o Brasil observasse. Tanto as reações fora da casa, ...

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    Winnieteca usa leitura como ferramenta de combate ao racismo

    A casa de Winnie Bueno, de 31 anos, em Porto Alegre, sempre foi repleta de livros. Ela cresceu vendo a avó, que não chegou a completar o ensino fundamental, se jogar nos livros como forma de preencher a lacuna por não ter estudado. Por Vanessa Fajardo, do Ecoa Winnie Bueno, criadora da WinnietecaImagem: Marília Dias/Divulgação Na transição para adolescência, os livros viraram refúgio. "Na escola que eu estudava havia pouquíssimas crianças negras, me sentia isolada e ia para os livros. Passava muito tempo na biblioteca, tanto que minha festa de 15 anos foi dentro de uma. Tenho uma relação afetiva com os livros." A história da Winnieteca, chamada inicialmente de Tinder dos Livros, teve início em novembro de 2018 quando Winnie, vendo a repercussão no Twitter por conta do Dia da Consciência Negra, sugeriu em um post que as pessoas brancas que diziam ser antirracistas, fizessem ...

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    Pixabay

    Coronavírus expõe o racismo ambiental: negros são o corpo que o Estado secou

    No país, cerca de 29 milhões não usufruem de saneamento básico e 6,2 milhões não têm água potável. E em sua maioria são negros Por Paulo Ramos no Rede Brasil Atual Pixabay O saneamento básico e a distribuição de água potável nas favelas e periferias jamais foram serviços efetivamente oferecidos no Brasil. Nesses territórios de extrema vulnerabilidade, atores demarcados por classe, gênero, sexualidade e sobretudo ‘raça’, em que negros e negras têm seus corpos marcados de forma atemporal, são condicionados a sobreviver na miséria. Em tempos de pandemia de coronavírus e quarentena, para sobreviver precisamos de procedimentos de higienização do corpo, mas antes o saneamento básico e a água potável são fundamentais, não só para limpeza, mas para o bem comum. Sabemos, no entanto, que o princípio da universalidade constituído ao bem comum não atende às demandas do povo preto e periférico. A seletividade aos corpos pretos ...

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    Água encanada e sabão, serviço que nem todos têm em casa. Foto- Pixabay.

    Racismo ambiental em tempos do COVID-19

    A Organização Mundial de Saúde (OMS) dá o nome de saneamento ambiental ao controle de todos os fatores que possam acarretar efeitos nocivos ao bem estar físico, mental e social das pessoas. O sistema jurídico de saneamento ambiental (também chamado de “agenda ambiental marrom”) é formado pelas leis que cuidam da qualidade de vida nas cidades, em especial ao combate da poluição da água, do solo e do ar. por Guilherme José Purvin de Figueiredo no O ECO Água encanada e sabão, serviço que nem todos têm em casa. Foto- Pixabay. Em 2007, depois de uma longa discussão em âmbito legislativo, foi editada a Lei 11.445, estabelecendo as diretrizes para o saneamento básico no Brasil. Por saneamento básico, entende-se o conjunto de serviços, infraestruturas e instalações operacionais de abastecimento de público de água potável, esgotamento sanitário a partir das ligações prediais até o lançamento final no ...

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    Recifenses lançam websérie para discutir racismo, violência de estado e desigualdade

    Em frente à câmera, artistas, políticos, líderes religiosos, comunicadores e ativistas sociais compartilham experiências como se conversassem com os telespectadores. Fazendo uso de uma linguagem direta, a websérie Novo mundo, no YouTube, discute sobre preconceito, violência de estado e desigualdade social. O projeto, composto por 16 depoimentos, foi desenvolvido pelos diretores e roteiristas recifenses Natara Ney e Gilvan Barreto e tem entre os personagens pessoas comuns com experiências marcantes, como a ativista Bruna da Silva, mãe de Marcos Vinícius, estudante morto aos 14 anos pela polícia na comunidade da Maré, no Rio de Janeiro, a atriz pernambucana Mohana Uchôa e o pastor Henrique Vieira. O primeiro episódio estreou nesta semana e, durante as próximas 15 terças-feiras, outros serão lançados. A página pode ser acessada pelo link (clique aqui). Por Juliana Aguiar, Do Diário de Pernambuco A arquiteta e urbanista Tainá de Paula está entre as 16 ...

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    Barbara Reis fala do racismo na infância: “Não podia gostar dele, pois era preta”

    A atriz faz um balanço do que aprendeu com sua personagem de “Éramos Seis” que passeou pelo empoderamento e feminismo do começo do século 20 Por Felipe Carvalho, Da Revista Marie Claire Barbara Reis (Foto: Lukas Alencar) Barbara Reis deixou o elenco de Éramos Seis antes do último capítulo quando Shirley foi acometida por uma doença que lhe tirou a vida. A personagem teve forte impacto na trama das 6 e mostrou alguns conflitos em sua trajetória: uma mãe disquitada e uma mulher que se envolveu somente com homens brancos, João (Caco Ciocler) e Afonso (Cassio Gabus Mendes), dois assuntos incomuns para o começo do século 20. A atriz conta que nunca sentiu preconceito em sua vida pessoal por se relacionar com pessoas de raças diferentes da sua, mas lembra em conversa com a Marie Claire que, ainda na infância, sentiu as primeiras apunhaladas do racismo. ...

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    Com coronavírus, Daniel Dae Kim fala sobre racismo por trás da doença: ‘Não fui contaminado na China, mas nos EUA’

    Ator conhecido pela série 'Lost' fala sobre preconceito contra asiáticos Do O Globo Daniel Dae Kim testou positivo para COVID-19 Foto: Dave Kotinsky / Getty Images O ator sul-coreano Daniel Dae Kim, conhecido pelo personagem Jin-Soo Kwon da série americana 'Lost', recebeu diagnóstico de coronavírus e falou sobre o racismo relacionado à doença. Em suas redes sociais, ele se referiu ao preconceito contra asiáticos em razão do vírus como 'indesculpável' e pediu que os americanos parassem de culpar os povos da Ásia pela disseminação do COVID-19. Falando de sua casa no Havaí, onde está isolado, o ator de 51 anos disse: 'Por favor, pare a violência preconceituosa e sem sentido contra o povo asiático'. Ele acrescentou: 'Idosos, às vezes sem-teto estão sendo atacados aleatoriamente de forma covarde e indesculpável'. Quando as pessoas estão doentes, o que mais importa é a melhor forma de cuidar de nós ...

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    Divulgação/OAB

    O necessário combate ao racismo estrutural é tema do Jornal da Advocacia

    A luta fundamental em prol da participação democrática na busca do reconhecimento, justiça social e desenvolvimento está na edição especial do Jornal da Advocacia. A publicação apresenta realizações e esforços empreendidos pela diretoria da gestão da Ordem paulista e de suas Comissões temáticas no combate ao racismo estrutural. No OAB Divulgação/OAB O cenário de desigualdades foi destaque de recente estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). De acordo com o panorama levantado, a população Negra, que corresponde a quase 60% dos brasileiros, tem níveis bem inferiores de conquistas quando se trata de distribuição de renda, ingresso no mercado de trabalho e educação. Na mesma linha, pretos e pardos são as principais vítimas da violência e ocupam apenas 24,4% da representação na atual formação da Câmara Federal. Na entrevista sobre o tema, a pesquisadora e especialista Ísis Aparecida Conceição aponta políticas necessárias para o combate ...

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    Imagem retirada do

    Intolerância religiosa: o racismo cultural que vem desde a colonização

    A intolerância com as religiões afro-ameríndias é um retrato do racismo cultural presente desde o tempo da colonização. O Brasil tenta apagar 400 anos da sua história, apagar elementos que ajudaram na construção do país. Esse apagamento da cultura das pessoas trazidas da África e do povo nativo foi uma missão iniciada com os Jesuítas e que é feita até hoje. Por RENNAN LETA, do Voz das Comunidades Imagem retirada do Voz das Comunidades 21 de janeiro. Nesta data, desde 2007, é celebrado o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa. O dia foi escolhido em homenagem à Iyalorixá Mãe Gilda de Ogum, que faleceu em 2000, vítima de um infarto por ver o seu terreiro ser atacado e outros seguidores agredidos. Em novembro de 2014, foi feito um busto em homenagem à Mãe Gilda, no bairro de Itapuã (BA). Dois anos depois, o busto foi ...

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    Professora Taynara Silva, que denunciou racismo em Maceió, AL, discursando na Câmara de Vereadores — Foto: Taynara Silva/Arquivo Pessoal

    Professora que denunciou racismo é homenageada na Câmara de Maceió: ‘Quero que mães de jovens negros parem de enterrá-los’

    Taynara Silva recebeu a comenda Zumbi dos Palmares da Câmara de Vereadores. Por Roberta Batista, do G1 Professora Taynara Silva, que denunciou racismo em Maceió, AL, discursando na Câmara de Vereadores — Foto: Taynara Silva/Arquivo Pessoal A professora Taynara Silva, que denunciou ter sofrido racismo em um colégio particular de Maceió, recebeu na sexta-feira (13) a comenda Zumbi dos Palmares na Câmara Municipal de Maceió. "Quero que mães de jovens negros parem de enterrá-los", disse durante seu discurso (assista na íntegra ao fim do texto). A comenda para a professora foi uma iniciativa do vereador Cleber Costa (Progressistas). O requerimento apresentado pelo vereador foi aprovado por unanimidade entre parlamentares de Maceió. A homenagem é concedida a personalidades que se destacam na luta pelo fim da discriminação cultural, racial e de cor sofrida pelos negros. "Eu me sinto muito gratificada, no entanto, ainda há muita luta. Receber ...

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    Babu Santana interpretou Tim Maia
Imagem: Reprodução/Instagram

    Assaltante, capanga: personagens de Babu mostram racismo na TV e no cinema

    Assaltante, bêbado, arrombador, capanga. Esses são alguns dos personagens atribuídos ao ator e cantor Alexandre da Silva Santana, o Babu, em novelas, filmes e séries em que ele trabalhou. Babu, que está no "Big Brother Brasil", ganhou duas vezes o Prêmio Grande Otelo (melhor ator coadjuvante e melhor ator), um dos mais prestigiados do cinema brasileiro. Por Kelly Ribeiro, do UOL Babu Santana interpretou Tim MaiaImagem: Reprodução/Instagram A forma como ele foi creditado em grande parte de seus papéis chamou a atenção da internet e levantou o debate sobre como atores negros ainda são postos dentro de estereótipos raciais, mesmo que já tenham alçado certo prestígio na carreira, como é o caso de Babu. O ator de 40 anos cresceu no Morro do Vidigal, na zona sul carioca, onde deu início à carreira, no Grupo de Teatro Nós do Morro, em 1997. Antes disso, já tinha ...

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    Foto: Acervo Pessoal

    Racismo: mercado é multado em R$ 112 mil após segurança acusar homem negro de furto

    Além da acusação infundada e sem provas, o jovem foi agredido no estabelecimento em Santa Catarina Do Correio 24 Horas  Foto: Acervo Pessoal Um supermercado de Florianópolis foi multado em R$ 112 mil após um segurança do estabelecimento abordar, acusar e agredir um homem negro de furto em 7 de janeiro deste ano. A sentença foi expedida na última quarta-feira (11) pelo Procon de Santa Catarina. Segundo o Uol, Renan da Silva Rodrigues, 26, entrou no supermercado para comprar uma cerveja, mas sem encontrar o que queria, decidiu ir a outro estabelecimento, na mesma rua. Antes de deixar o supermercado, no entanto, foi abordado pelo segurança. Na época, ele disse ao UOL que o funcionário o pegou pelo braço, deu-lhe uma "chave de pescoço" e o acusou de furto, sendo arrastado para o interior do estabelecimento. O jovem afirma que não foi revistado. Um vídeo mostra ...

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    Sou cineasta negra e quero falar do racismo no audiovisual brasileiro

    Ler que "no Brasil não tem um Spike Lee ou uma Ava DuVernay" me faz perceber que é chegada a hora de abordar o racismo estrutural na produção audiovisual brasileira. É um problema que atinge um país "doente", no qual pessoas que se dizem profissionais da sétima arte não estão preocupadas em contar uma história e, sim, em lucrar em cima de nossas dores, mortes de pessoas iguais a mim, com a pele escura. Por Camila de Moraes, Do Universa Camila de Moraes (Foto: Natasha Montier) Há tempos, estamos na luta por outras narrativas possíveis dentro do audiovisual e aprendemos com o movimento negro que não se pode dar "nenhum passo atrás, nem para dar impulso". A nossa luta é por uma sociedade mais igualitária e é coletiva. Por isso, falo no plural a partir daqui - já que há um provérbio africano que nos ensina: ...

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    Racismo é maior em regiões de São Paulo com menos pretos e pardos

    Numa tarefa rotineira, João* se dirigiu para o prédio de uma “grande marca”** à qual sua empresa presta serviços, para entregar uma pequena caixa. Por Caique Lima, do DCM Ao chegar lá, foi revistado, interrogado e barrado por um segurança recém-contratado, que o mandou usar o elevador de serviços. Ele foi ao local indicado, o que o levou à saída dos fundos, enquanto seu cliente aguardava na entrada principal, por onde sempre entrou. “Ficou bem claro que isso só aconteceu por causa da minha cor. Eu já havia ido outras vezes com uma caixa muito semelhante e nunca aconteceu nada”. Ofender a honra de alguém baseando-se em critérios de raça, cor ou etnia configura o crime de injúria racial. Ele está tipificado na Lei do Racismo, que também qualifica o crime de racismo: atingir uma coletividade de indivíduos por meio da discriminação de toda a integralidade de uma raça. “Eu ...

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    Lucimar Dias, de azul, fez boletim de ocorrência por racismo após ser acusada de furto, em Curitiba — Foto: Arquivo pessoal/Lara Sfair

    Professora denuncia racismo após ser acusada de furto ao guardar compras em ecobag, em Curitiba

    Lucimar Dias, de 53 anos, diz que foi abordada por três funcionários do estabelecimento após sair de mercado. Empresa afirma que não compactua com 'qualquer forma de discriminação' e que está averiguando os fatos. No G1 Lucimar Dias, de azul, fez boletim de ocorrência por racismo após ser acusada de furto, em Curitiba  (Foto: Arquivo pessoal/Lara Sfair) A professora universitária Lucimar Dias, de 53 anos, fez um boletim de ocorrência por racismo após ser acusada de furto depois de fazer compras em um mercado de Curitiba. O caso aconteceu no sábado (7). Lucimar disse que, logo após sair do local, foi parada por três funcionários do Emporium Rei do Queijo, acusada do crime. Durante a compra, a professora usou uma ecobag, onde guardou os itens até passar pelo caixa do local. "Eles viram a minha cor. Eles viram uma mulher preta fazendo compra com a ecobag. ...

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    Foto: Globo/Reinaldo Marques

    Justiça condena dois homens por racismo e injúria racial contra Maju Coutinho

    A Justiça condenou dois homens acusados de racismo e injúria racial contra a jornalista Maju Coutinho. A sentença foi expedida nesta segunda-feira, 9, pelo Tribunal de São Paulo. No A Tarde Maju Coutinho ( Foto: Globo/Reinaldo Marques) Conforme a decisão da Corte paulista, proferida pelo juiz Eduardo Pereira dos Santos Júnior, da 5ª Vara Criminal, Erico Monteiro dos Santos e Rogério Wagner Castor Sales utilizaram perfis falsos na internet para acessar a página da TV Globo e publicar injúrias contra a apresentadora. De acordo com a sentença, Erico foi condenado a 6 anos de reclusão e Rogério a 5 anos em regime semiaberto, além de multa. O magistrado também entendeu que a dupla praticou corrupção de menores por incentivar três adolescentes aos mesmos crimes. Os condenados poderão recorrer da sentença em liberdade.

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    Silvio de Almeida / Divulgação

    Série sobre Marielle: professor Silvio Almeida dá aula de racismo estrutural para Antonia Pellegrino

    "Ao tomar consciência da dimensão estrutural do racismo, a responsabilidade dos indivíduos e das instituições aumenta e não diminui", aponta o autor do livro Racismo Estrutural Na Revista Fórum Silvio de Almeida / Divulgação O professor Silvio Almeida, doutor em direito pela USP e presidente do Instituto Luiz Gama, fez uma sequência de tuítes na noite deste domingo (8) apontando que a polêmica declaração da roteirista Antonia Pellegrino, autora de série sobre Marielle Franco, perpetua racismo estrutural. Pellegrino causou polêmica por escolher o diretor José Padilha para trabalhar na série e pela justificativa que apresentou: de que não escolheu um negro porque não existe um Spike Lee brasileiro devido ao racismo estrutural. Almeida, autor do livro Racismo Estrutural (Editora Polen) da coleção Feminismos Plurais de Djamila Ribeiro, rebateu a justificativa da roteirista. “Ao tomar consciência da dimensão estrutural do racismo, a responsabilidade dos indivíduos e das ...

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    Imagem retirada do site

    Roda de conversa no Sesc debaterá racismo e papel da mulher negra em Brusque

    Evento tem como ponto de partida a pergunta "O que é ser uma mulher negra?" No Portal da Cidade Imagem retirada do site Portal da Cidade Na próxima quinta-feira (5) o Sesc de Brusque receberá o projeto “Eu Vejo Você”, que abordará através de uma roda de conversa uma importante questão: o racismo. O encontro terá como ponto de partida a pergunta: O que é ser uma mulher negra? Tem como objetivo a partir desta perspectiva, compartilhar vivências para promover reflexões coletivas sobre o racismo e seus impactos, criando um espaço de diálogo sobre a diversidade étnico-cultural em Brusque, potencializando as vozes da juventude negra. O evento ocorre às 19h na biblioteca do Sesc e qualquer pessoa pode participar. A roda de conversa será ministrada por Shayene Ferreira de Jesus, coordenadora do projeto. Ela diz que o “Eu Vejo Você” é voltado as questões raciais em ...

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    Festival serrote promove debates sobre fascismo, racismo e intolerância religiosa

    O evento acontece nos dias 13 e 14 de março no IMS Paulista. A programação inclui conversas com nomes como Jason Stanley e Nikole Hannah-Jones, além da apresentação serrote ao vivo Enviado para o Portal Geledés Reprodução/Facebook Nos dias 13 e 14 de março (sexta e sábado), o IMS Paulista recebe a terceira edição do Festival serrote, organizado pela revista de ensaios do Instituto Moreira Salles. O evento reunirá escritores, pesquisadores, jornalistas e artistas para apresentações e debates sobre política, cultura e sociedade. Na ocasião, também será lançada a 34ª edição da serrote. Todas as atividades são gratuitas e abertas ao público.   Entre os debatedores, estão convidados como Jason Stanley, autor de Como funciona o fascismo e professor no Departamento de Filosofia de Yale, Nikole Hannah-Jones, jornalista do The New York Times especializada em questões raciais, a escritora Ana Maria Gonçalves e o historiador Luiz ...

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    Djamila Ribeiro (Foto: Caroline Lima)

    Pacto contra o racismo

    A filósofa Djamila Ribeiro aponta caminhos construtivos para uma sociedade menos desigual Por Jefferson Barbosa, do A Revista dos Livros - Pacto contra o racismo A filósofa Djamila Ribeiro (Foto: Marlos Bakker) Ribeiro, Djamila Pequeno manual antirracista Companhia das Letras • 136 pp • R$ 4,90 / R$ 14,90 O que você faz para combater o racismo? Pequeno manual antirracista é um livro de título autoexplicativo, de autoria da filósofa Djamila Ribeiro. As 136 páginas funcionam como ferramenta para criar uma mudança urgente na sociedade. O antirracismo apresentado com didatismo na obra significa ter referenciais negros e provocar e apoiar mudanças que visam destruir o racismo naturalizado e que por vezes passa despercebido. Um exemplo dessa prática seria ter mais negros ocupando posições de poder em empresas e receber remuneração equivalente à de pessoas brancas nos mesmos cargos. Não é um livro só para negros — é uma ...

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