Resultados da pesquisa por 'ideologia'

    Cem movimentos negros se articulam para resistir à retirada de direitos

    Discurso histórico de Sueli Carneiro marca evento da Coalizão Negra: “Seguiremos com força. Faremos Palmares de novo" Por Igor Carvalho, Do Brasil de Fato “Nós nunca deixamos de fazer trabalho de base”, lembrou a jornalista e escritora Bianca Santana (Foto: Igor Carvalho/Brasil de Fato) O primeiro Seminário Internacional da Coalizão Negra, nesta sexta-feira (29), marcou um espaço de consagração da nova entidade, que reúne cerca de cem movimentos ligados à defesa dos direitos de negras e negros. A coalizão, criada este ano, atuou dentro do Congresso Nacional em um corpo a corpo com os parlamentares e, também, em instâncias internacionais, como a Organização dos Estados Americanos (OEA), na União Europeia e na Organização das Nações Unidas (ONU), denunciando o desrespeito do governo brasileiro contra a população negra. Uma das mais importantes intelectuais brasileiras, a filósofa e escritora Sueli Carneiro, fez um discurso histórico de análise conjuntural ...

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    Márcia Lima: “o racismo é um problema que tem que ser enfrentado como racismo”

    Em 4 de novembro foi lançado o AFRO, décimo quarto núcleo do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), que vai se dedicar à pesquisa, formação e difusão da temática racial. Por Tiago Marconi, do Ciencia na Rua, no GGN Márcia Lima (Foto: Imagem retirada do site GGN) Na segunda-feira, 4 de novembro, foi lançado o AFRO, décimo quarto núcleo do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), que vai se dedicar a pesquisa, formação e difusão da temática racial. Na ocasião, em carta lida pelo diretor científico Raphael Neves, o presidente do Cebrap, Marcos Nobre, afirmou que “raça, racismo e justiça racial são temas cebrapianos há pelo menos quatro décadas, e é esse acúmulo que agora mudará de patamar com o AFRO”. À frente do núcleo, que tem como apoiadores principais a Fundação Tide Setúbal e o Instituto Ibirapitanga, está Márcia Lima, 48 anos, professora ...

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    O que o colorismo diz sobre as relações raciais brasileiras?

    Herança direta do modo de agir/pensar racista e escravocrata, o glossário colorimétrico da tez humana revela o mais tenebroso espectro de todos os matizes: a cor do invisível por Flávia Rios / Ilustração: Indio San para o Portal Geledés Episódios como os protagonizados por Fabiana Cozza, cantora paulistana constrangida a não interpretar a sambista carioca Dona Ivone Lara (1922-2018) no musical homônimo, ou a da atriz Taís Araújo que também teve a coloração da pele questionada para dar vida à personagem da cientista Joana D’Arc de Souza, tomaram a mídia de assalto nos últimos tempos. Nomeado como “colorismo”, o tema deixou muitas pessoas com a pulga atrás da orelha. Perplexos, muitos acharam que o tema era superficial demais para demandar tanta energia das pessoas. Muitos, porém, pas- saram a se perguntar: afinal, seriam essas intervenções públicas pa- trulhas ideológicas? Seriam as pessoas pretas ou de pigmentação mais escura ressentidas em relação ...

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    Conheça dez escritores de MG que colaboram com a luta antirracista

    Livraria em Belo Horizonte vende obras feitas por negros que não estão em lojas convencionais Por Gabi Coelho, Do G1 Escritora premiada e professora aposentada, Conceição Evaristo ministra oficina em Porto Alegre nesta terça-feira (8) — Foto: Livia Wu/Itaú Social "Não basta não ser racista, tem que ser antirracista", essa é a frase usada pela filósofa Angela Davis para reforçar a importância da sociedade em se envolver nas pautas sobre a desigualdade social e o quanto ela afeta a vida dos negros. Segundo a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), somente em Minas Gerais, de janeiro a setembro de 2019, cerca de 73 ocorrências de racismo e 221 de injúria racial foram registradas. É com base em dados como esses que escritores, professores e pesquisadores têm feito um trabalho para valorizar os estudos sobre a história dos negros. Iniciativas como a da jornalista Etiene Martins, ...

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    Boas de parir: mulheres negras e violências reprodutivas

    “Quando o médico se aproximou de mim disse, agora com essas mulheres aqui vocês não terão nenhum problema. O parto é rápido e sem dor. Igualzinho a cavalos. . Eu sentia dor do mesmo jeito que as mulheres brancas . Além disso, esse médico não sabe do que ele tá falando. Ele nunca deve ter visto uma égua. Quem disse que elas não sentem dor? Só porque ela não chora?”. Tony Morrison, em O olho mais azul. Por Emanuelle Goes, Da Catarinas Aqualtune, avó de Zumbi dos Palmares, foi tema do enredo da Mancha Verde, neste ano (Foto: Miguel Schincariol via getty images) Reprodução, exaustão e resistência são palavras que fazem parte do vocabulário de mulheres negras escravizadas e que permanecem até os dias de hoje: somos vistas como as que suportam tudo, no senso comum e na (pseudo) ciência. Estas características vinculadas às mulheres negras, construídas ...

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    Marielle Franco (Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo)

    Seiscentos dias, em mais de 500 anos, sem resposta

    Afinal, o que liga a família Bolsonaro ao caso Marielle? Por Anielle Franco e Bianca Santana, na Folha de S. Paulo   Marielle Franco, vereadora eleita pelo Psol, foi a quinta mais votada do Rio Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo “Na condição de protagonistas, oferecemos ao Estado e a sociedade brasileira nossas experiências como forma de construirmos coletivamente uma outra dinâmica de vida e ação política”, registrava a carta da Marcha das Mulheres Negras, de 2015, com a mesma generosidade que historicamente tem sido exercida nos cuidados de toda a população brasileira, por nossas ancestrais e irmãs, que tanto fizeram para que hoje estejamos aqui. No trabalho doméstico, como babás, enfermeiras, assistentes sociais, professoras, escritoras, ativistas, governadoras, deputadas e vereadoras temos colocado nossos corpos e saberes a serviço da vida e do bem viver de todas e todos. Em troca temos recebido baixos salários, ...

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    https://www.geledes.org.br/caso-agatha-inquerito-da-policia-civil-aponta-que-pm-causou-morte-da-menina/https://www.geledes.org.br/caso-agatha-inquerito-da-policia-civil-aponta-que-pm-causou-morte-da-menina/https://www.geledes.org.br/caso-agatha-inquerito-da-policia-civil-aponta-que-pm-causou-morte-da-menina/

    Meritocracia não existe

    Maioria nas universidades, negros demandam oportunidades iguais Por Thiago Amparo, da Folha de São Paulo Thiago Amparo (Foto: Arquivo Pessoal) Imagine que exista uma reitora negra de uma universidade privada de elite no Brasil e que esta decida reservar 43% das vagas para estudantes negros, muitos deles do seu círculo social mais próximo. Injusto? Pois bem, a Universidade Harvard faz justamente isso, mas com estudantes brancos. Quando racializado, o debate sobre mérito expõe suas falácias. Em artigo publicado pela Universidade Duke em setembro deste ano, um trio de economistas americanos provou que, entre 2009 e 2014, 43% dos alunos brancos admitidos em Harvard eram ALDCs —sigla em inglês para designar atletas, legados (filhos de ex-alunos), indicados pelo reitor e filhos de professores e funcionários da universidade. Se tivessem sido considerados pelo mesmo processo aplicado aos demais, três quartos destes não teriam sido aceitos. Estudantes negros, asiáticos ...

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    Terceiro setor sofre com críticas do governo Bolsonaro

    Ao perder espaço devido a contexto político inédito no país, Terceiro Setor busca alternativas ao governo federal e perfil técnico Por Amália Safatle, Do Valor “O retrocesso já está dado”, diz Neca Setubal, da Fundação Tide Setubal, sobre o atual “contexto político arrasador” — Foto: Claudio Belli/Valor Nos idos de 1950, quando a Fundação Ford passou a atuar no combate ao apartheid, regime de segregação racial imposto pelo governo sul-africano, não podia imaginar que 40 anos depois o desfecho seria positivo. Assim é a filantropia: um recurso privado doado a fundo perdido, muitas vezes com base na defesa de uma causa pública. No Brasil das jabuticabas, a filantropia se desdobrou em um significado próprio chamado investimento social privado. Foi uma tentativa de dar contornos mais profissionais à boa e velha prática de doar, diferenciando-a do assistencialismo e valendo-se de ferramentas da gestão privada. O doador ganha ...

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    Sociedade incivil e barbárie

    Degradação social incita classes à produção do ódio Por Muniz Sodré, Da Folha de S. Paulo (Foto: Margarida Neide Ag. A Tarde) A distopia televisiva “Years and Years” (HBO), onde o mundo parece posto de cabeça para baixo, é amostra curiosa de um fenômeno ainda em busca de interpretação, que escolhemos designar como sociedade incivil. Não se trata de mera oposição entre incivilidade e civilização, e sim de uma nova forma social, que emerge de norte a sul do planeta, com especial destaque no Brasil. Para maior clareza teórica, um bom ponto de partida é a suposição de um “comum” inerente a toda atividade humana. Transparece na expressão sociedade civil que, já em meados do século 18, se opunha à noção de indivíduo isolado. A palavra “civil” (civis, cidadão) conota a ideia do homem desvinculado de uma função estatal, mais especificamente de uma obrigação militar. Civil ...

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    Anistia Internacional contrata diretor(a) de programas e campanhas

    A Anistia Internacional é um movimento global com mais de 7 milhões de apoiadores, que realiza ações e campanhas para que os direitos humanos internacionalmente reconhecidos sejam respeitados e protegidos. Está presente em mais de 150 países. Todos os dias, alguém, em algum lugar do mundo, recebe apoio da Anistia Internacional. Enviado para o Portal Geledés  Reprodução/Facebook O compromisso da Anistia Internacional é com a justiça, a igualdade e a liberdade. A organização é independente de qualquer governo, ideologia política, interesse econômico ou religião. É financeiramente autônoma. Suas atividades são financiadas principalmente por membros e apoiadores. Qualquer cidadão do mundo pode se tornar membro da Anistia Internacional e ajudar a fazer uma diferença real no mundo. O trabalho de pesquisa desenvolvido permite a descoberta de fatos e leva à demanda por mudanças. Sua atuação visa mobilizar e pressionar governos, grupos armados e empresas para promover e proteger ...

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    Foto: Mídia Ninja

    Como foi estar na aula de Angela Davis sobre humanidade?

    O plano inicial era redigir este texto em formato jornalístico, para ser um relato do que Angela Davis diria. Mas, dias antes da coletiva que ela concederia à imprensa, eu estava conversando sobre a condução da pauta com Fernanda Nobre, gerente de comunicação da Fundação Tide Setubal, quando ela me sugeriu para escrever um relato com as minhas impressões sobre as declarações que Angela daria e, quem sabe, sobre o que ela responderia aos questionamentos que eu poderia fazer. Por  Amauri Eugênio Jr., da Fundação Tide Setubal Foto: Mídia Ninja O sentimento sobre a mudança na pauta e o modo como eu iria escrever foi, ao mesmo tempo, de empolgação e apreensão. Afinal, estamos falando de uma das maiores referências vivas da luta antirracista em todo o mundo e que inspirou muita gente a lutar pelos valores de equidade e justiça - e qualquer descrição adicional ...

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    Feminismo precisa ser cuidadoso para não ‘perder sentido’, diz Patricia Hill Collins

    Socióloga e influente autora feminista está no Brasil para o lançamento de "Pensamento Feminista Negro", sua primeira obra, lançada originalmente em 1990. Por Andréa Martinelli, do Huffpost Brasil Patricia Hill Collins (Foto: Julia Dolce) Durante boa parte do século 20, o movimento feminista não abraçou questões enfrentadas por grande parte das mulheres no mundo. “O feminismo tem sido muito sobre ‘feminismo branco’ e hoje existe uma luta para que ele não seja só isso”, afirma Patricia Hill Collins, 71, socióloga e professora da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, em entrevista ao HuffPost Brasil. Collins está no Brasil para lançar o livro Pensamento Feminista Negro - conhecimento, consciência e a política do empoderamento — que só em 2019, três décadas depois de sua primeira publicação, em 1990, ganhou tradução para o português, pela editora Boitempo. Ela recebeu a reportagem na semana passada, em São Paulo, durante ...

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    Reprodução/Correio Braziliense

    Escritores brasilienses ressignificam o legado de Cruz e Sousa

    São nomes que possuem importância na literatura negra do Distrito Federal Por Vinícius Veloso, do Correio Braziliense Imagem: Reprodução/Correio Braziliense Carregada de uma simbologia marcante e própria, a literatura negra é de uma riqueza única por contar com autores que escrevem sobre histórias e vivências reais. Preconceito, resistência, visibilidade, pertencimento, racismo, escravidão e tantos outros temas que estão entranhados na evolução do negro perante a sociedade são utilizados nas produções literárias de escritores negros como Jorge Amâncio, Rêgo Júnior, Cristiane Sobral e Sérgio Souza. São nomes que possuem importância na literatura negra do Distrito Federal. Mais do que isso, os quatro utilizam o poema e a poesia como forma de empoderamento. “De um tempo pra cá, a partir de meados do século passado, a literatura passa pela marginalização da poesia. As editoras não editam produções de poetas, o que agrava e aumenta a invisibilidade do estilo. ...

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    “Nunca alcançamos a democracia”, diz autora referência do feminismo negro

    O ativismo negro tem como um de seus representantes mais importantes a socióloga americana Patricia Hill Collins. Para ela, há duas dimensões que caracterizam o pensamento feminista negro: a luta pela sobrevivência do grupo, que cria esferas de influência nas estruturas sociais; e a luta pela transformação institucional, capaz de mudar políticas e procedimentos discriminatórios. Por Maria Carolina Trevisan, Da Universa Patricia Hill Collins (Foto: Julia Dolce/ Agência Pública) Professora emérita do Departamento de Sociologia da Universidade de Maryland, Patricia foi a primeira mulher negra a presidir a Associação Americana de Sociologia. Autora de "Pensamento Feminista Negro" (Editora Boitempo), uma das obras de maior referência para pesquisadores dessa área, ela está no Brasil para participar do seminário Democracia em Colapso?, que também terá a presença da filósofa e ativista Angela Davis. Nesta entrevista, Patricia fala sobre racismo, resistência e organização. E alerta: nem chegamos a conquistar ...

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    12ª Mostra Cultural Cooperifa

    O sarau da Cooperifa, enfim, atinge sua maioridade poética com o mesmo entusiasmo dos e das adolescentes que descobrem o livro pela primeira vez. Só que a literatura chegou pra nós através da oralidade, da palavra simples que brota das vozes de homens e mulheres que adoram um deus chamado trabalho. E que não se cansam na busca pela felicidade. Do pão da literatura que alimenta a alma. Do Facebook  Reprodução/ Facebook  Gente que faz da periferia e da poesia um lugar melhor pra viver. E são tantas as pessoas e parcerias que construíram e ajudam a construir esta história de amor, que seria preciso escrever muitos livros para agradecer essa gente que ajuda a sustentar este sonho. Seriam necessários mais 18 anos de saraus (poesia no ar, ajoellhaço, natal com livros, chuva de livros, cinema na laje, várzea poética, canja poética, saraus nas escolas, mostras ...

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    WARNER BROS
Zazie Beetz no papel de Sophie Dumond em Coringa

    Precisamos falar sobre as mulheres negras em ‘Coringa’

    Existe alguma razão para que quase todas as mulheres com quem o Coringa interage sejam negras? Por B Zeba Blay, HuffPost  Brasil  WARNER BROSZazie Beetz no papel de Sophie Dumond em Coringa Aviso: contém spoilers sobre Coringa. Coringa é um filme brutal. Isso não é um julgamento: existem filmes “brutais” de sobra que são bons. E Coringa é bom na medida em que é filmado com competência, que o trabalho dos atores é exímio e que o filme acerta em todos os quesitos necessários para um trabalho como este, tão fortemente influenciado pelos filmes de Scorsese dos anos 1970. A brutalidade é uma escolha estética intencional do filme, uma estética que o ajuda a alcançar seu objetivo principal: criar um tom e uma atmosfera tão opressivo que não sobra espaço para a história ou o público respirarem. É uma pena porque, por mais que trate da ...

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    Divulgação

    Inspirado em Marielle Franco, programa quer transformar mulheres negras em líderes

    Patrocinado por entidades como a Fundação Kellogg e o Instituto Ibirapitanga, Fundo Baobá vai distribuir bolsas de R$ 40 mil para capacitar 60 mulheres negras em todo o país Por Rafael Gregorio, do Valor Investe Divulgação Nos dias que se seguiram ao assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL), no Rio de Janeiro, em março de 2018, uma entre muitas frases de resistência repercutiu mais forte: “Quiseram te enterrar, mas não sabiam que eras semente”. Ou, como a citou Anielle Franco, irmã de Marielle, em artigo publicado no jornal "O Globo" dois meses após a morte da socióloga nascida no Complexo da Maré, conhecida pela defesa dos direitos humanos e uma das raras negras no Legislativo: “Que a semente Marielle caia em terra fértil, e assim nasçam muitas outras Marielles.” Pois a depender do Fundo Baobá, hão de nascer ao menos mais 60 delas no próximo ano ...

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    Imagem por Matri-Archi(tecture), 2019

    Urbanismo afro-futurista de Wakanda: um ecossistema de estruturas BIM para nômades urbanos

    A segunda era das máquinas, violência baseada em gênero, sul global, cidades em desenvolvimento, infraestrutura precária, influxo, digitalização, sustentabilidade, afro-futurismo? Continuamos ouvindo as palavras da moda repetidas vezes, mas o que tudo isso significa? Como essas noções se cruzam espacialmente em resposta às necessidades do desenvolvimento das cidades? As cidades são como ecossistemas, coletivamente dependentes do ambiente circundante. Quanto maiores e mais complexas elas se tornam, maiores são as pressões e repercussões, a saber: crescimento populacional, expansão urbana e escassez de recursos físicos. Por Khensani de Klerk, Solange Mbanefo, no Arch Daily Imagem por Matri-Archi(tecture), 2019 As cidades representam uma especialização das funções humanas que evoluíram de assentamentos para aldeias, aldeias para vilas, vilas para cidades e agora cidades para megacidades. Pode-se dizer que essa tendência exponencial da vida comunitária em larga escala desencorajou a coerência social entre as partes urbanas interessadas, palpável nas crises de ...

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    Há elo direto entre luta dos negros e dos LGBTs, diz Angela Davis

    Últimas décadas ensinam que ações coletivas podem produzir transformação radical, afirma ativista, que vem ao Brasil Por Angela Davis, Da Folha de S.Paulo (Foto: Paul Morigi via Getty Images) Embora ataques a comunidades LGBTs persistam ainda hoje, êxito da luta por direitos civis nas últimas décadas ensina que ações coletivas podem produzir transformações radicais, diz autora em texto que integrará o livro ‘O Significado da Liberdade’, a ser lançado em 2020. Angela Davis estará em São Paulo em 19 de outubro para uma conferência no seminário internacional “Democracia em Colapso?”, realizado em parceria entre a editora Boitempo e o Sesc São Paulo. Ao nos depararmos com todos os problemas que assolam nossas vidas e o mundo, da assim chamada guerra ao terror às diversas manifestações de racismo, tanto as sutis quanto as violentas, até os ataques a comunidades lésbicas, gays, bissexuais e transgêneras, passando por investidas ...

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    André Zanardo/Justificando

    Feminismo não é sobre colocar a mesa do jantar. Mas é também.

    A escritora Juliana Borges é a nossa colunista sobre feminismo e questões sociais Por Juliana Borges, da Revista Claúdia Juliana Borges  (Foto: André Zanardo/Justificando) Uma ideia confusa rola por aí: a de que o feminismo tenta impor um jeito de ser para as mulheres. Eu chego a bugar quando vejo esse tipo de confusão, mas eu entendo que ela exista. Muita gente, na boa intenção de desfazer este nó, vai afirmar o lado mais político do feminismo, já que foram difundidas muitas coisas que interferem na esfera pessoal quando falamos deste movimento. Isso mesmo: movimento. O Feminismo não é uma ideologia, não é uma doutrina. O Feminismo é um movimento. E, por ser movimento, ele tem muitas tendências de pensamento, principalmente no que se refere à tática para alcançarmos a equidade. Eu vejo o feminismo como um movimento político e filosófico. Por que? Um movimento político, ...

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