quarta-feira, setembro 16, 2020

    Resultados da pesquisa por 'desigualdade'

    Elias Oliveira Sampaio Foto:Adenilson Nunes/Secom Local Fundação Luís Eduardo Magalhães

    As desigualdades raciais são categóricas e duradouras, estúpido!

    Talvez o maior erro de avaliação para usos e formas de se tentar aplicar o termo “novo normal” para qualificar as diversas facetas da atual conjuntura socioeconômica e político-institucional mundial, é imaginar que as transformações em curso estão surgindo e/ou sendo mais evidenciadas, tão somente, em virtude dos efeitos deletérios causados pela disseminação da covid-19. A crise sanitária causada pelo coronavirus, apesar de seu ineditismo, sua dimensão e sua criticidade, tem sido apenas o elemento catalizador de um conjunto mudanças que vem ocorrendo mais acentuadamente nas últimas duas décadas, particularmente, no campo das tecnologias de informação e comunicação, as quais, tem sido – e por muito tempo ainda serão – as condições necessárias para se chegar a algo verdadeiramente novo nas relações sociais de produção e de consumo tal qual as conhecemos. As tão atualmente populares Amazon, Netflix e Google, por exemplo, estão por aí desde dos anos de 1990. ...

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    (Foto: Imagem retirada do site da Fundação Tide Setubal)

    Mais de 30 organizações da sociedade civil lançam coalizão contra desigualdades

    Um conjunto de quase 40 organizações da sociedade civil, que atuam com os mais diversos temas e agendas, lançou, em 25 de agosto, a ABCD (Ação Brasileira de Combate às Desigualdades), uma rede nacional comprometida com a redução das diversas desigualdades no Brasil, criada para diminuir a fragmentação e a dispersão de organizações que já atuam com o mesmo objetivo no país, promovendo articulação e parcerias ao redor do tema. Com perfil “ecumênico” e agregador, a coalizão é formada por quase 40 organizações da sociedade civil, coletivos, movimentos sociais, culturais e religiosos, povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais, articulações setoriais e instituições acadêmicas. O lançamento oficial aconteceu na noite desta terça, em live transmitida por canais de diversas integrantes da rede, com uma mesa formada por Douglas Belchior (UNEAFRO/Coalizão Negra por Direitos), Maria Sylvia Aparecida de Oliveira (Geledés), Neca Setubal (Fundação Tide Setubal) e Oded Grajew (Oxfam Brasil, Rede Nossa ...

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    Os mapas da pandemia revelam as desigualdades na América Latina

    O coronavírus está marcando com tinta indelével as fronteiras da desigualdade nas cidades latino-americanas. A doença, que chegou oficialmente à região em 26 de fevereiro, com um brasileiro de São Paulo que estava na Itália, e causou a primeira morte em Buenos Aires pouco mais de uma semana depois, não demorou para entrar na fase de contágio comunitário, deixando em situação de emergência os sistemas de saúde de alguns países. A covid-19 levou os líderes da região e milhões de famílias a enfrentar o dilema impossível de como interromper sua expansão sem afundar a economia. Embora o vírus infecte tanto ricos como pobres, há grandes diferenças quando se trata de combatê-lo, dependendo da classe social. Ficar confinado, manter distância social, permanecer em casa e até lavar as mãos são ações muito mais difíceis para quem vive amontoado e, às vezes, sem acesso à água corrente em bairros de baixa renda ...

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    Idosa é ajudada por parentes na hora de fazer o teste da Covid-19 em Srinagar, na Índia: mulheres são mais afetadas pela pandemia (Foto: TAUSEEF MUSTAFA / AFP)

    Pandemia prejudica mais as mulheres e pode aumentar desigualdade de gênero, alerta Fundo Monetário

    A crise global provocada pela pandemia do novo coronavírus afeta mais as mulheres que os homens e pode reverter as conquistas femininas no mercado de trabalho, alertou na segunda-feira o Fundo Monetário Internacional (FMI). Para a entidade, os países precisam adotar medidas para minimizar esse impacto. Uma equipe, liderada pela diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, afirma que "a pandemia de Covid-19 ameaça reverter os ganhos obtidos em termos de oportunidades econômicas para as mulheres e, assim, ampliar as disparidades de gênero que persistem apesar de 30 anos de avanços." Em texto publicado no blog do Fundo, as pesquisadoras – o texto só é assinado por mulheres – lembra que os setores mais afetados pela pandemia têm uma participação feminina maior. Isso ocorre especialmente nos serviços que demandam interação pessoal e não podem ser feitos remotamente, como varejo, turismo e hotelaria. "Nos Estados Unidos, cerca de 54% das mulheres empregadas nos ...

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    Maria Alice Setubal, presidente do conselho da Fundação Tide Setubal e do Gife (Grupo de Institutos, Fundações e empresas) (Foto: Reinaldo Canato - 22.nov.16/Folhapress)

    Desigualdades no cenário pós-pandemia

    A crise da pandemia de Covid-19 descortinou os grandes desafios relativos à concentração de riqueza e suas consequências nas desigualdades sociais, territoriais, tecnológicas e de gênero e raça ao redor do mundo. A busca por um patamar social de bem-estar com espaço seguro e justo para a humanidade, assim como as questões das mudanças climáticas, coloca em xeque o desenvolvimento econômico no qual as pessoas e o cuidado com o planeta não sejam prioridade. Amartya Sen, Nobel de Economia em 1998, enfatiza, no conceito de desenvolvimento, a ampliação das aptidões das pessoas para que, saudáveis, empoderadas e criativas, escolham seus projetos de vida. Diante de tantos desafios, a economia do século 21 precisa atuar sobre as concepções distributivas e de regeneração do planeta. No Brasil, a crise sanitária já deixou milhões de famílias sem nenhum sustento, e as previsões de queda do PIB tornarão esse quadro ainda mais grave. Enfrentar ...

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    Foto: Marcello Casal Jr; Agência Brasil

    Desigualdade digital vira obstáculo adicional para representatividade em eleição

    A comunicação digital imposta aos partidos pela pandemia trouxe para o período de pré-campanha desafios que devem marcar uma eleição com características inéditas. Para uma parcela de candidatos historicamente menos representados, esse cenário é ainda mais complexo. A desigualdade digital presente num país em que 70 milhões de brasileiros têm acesso precário ou nenhum à internet, como mostrou a Folha, cria uma barreira adicional tanto na articulação partidária, quanto na comunicação com o eleitorado. Na rua onde mora, no bairro de Cidade Tiradentes, na zona leste de São Paulo, a pré-candidata a vereadora pelo PSOL Elaine Mineiro, 36, conta que as operadoras não disponibilizam a instalação de internet de fibra óptica. Ela faz parte de uma chapa coletiva do movimento negro que reúne ativistas que moram e atuam nas periferias da zona leste e sul da cidade. “A gente têm uma internet fraca, que vive caindo, e quando você reduz ...

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    Banco de Imagens Pixabay

    As ruas e a Covid-19: novas e velhas expressões das desigualdades sociorraciais durante a pandemia

    Em janeiro de 2020, a OMS declarou que o surto de Sars-Cov-2 (novo coronavírus) constitui uma emergência de saúde pública de importância internacional. Em poucos dias, a Covid-19 foi caracterizada como pandemia. Até maio de 2020, já foram diagnosticados mais de quatro milhões e meio de casos e mais de trezentas mil mortes. Em poucos meses, a América do Sul se despontou como epicentro da crise, destacando-se o Brasil pela velocidade da transmissão do vírus e pela flexibilização das medidas restritivas, produzindo sua interiorização. Foram as elites do país que inicialmente adquiriram o vírus, trazendo-o através de viagens aéreas internacionais. Em meio ao negacionismo, relativismo e minimização dos efeitos da pandemia pelas classes médias, como apontado pelo Psicólogo e redutor de danos Iago Lôbo (2020), é o conjunto das trabalhadoras e trabalhadores braçais negras/os, frequentemente em situação de informalidade e destituídas de direitos trabalhistas (faxineiras, porteiros, entregadores e prestadoras de ...

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    (Getty Images/Reprodução)

    Desigualdade racial na educação brasileira: um Guia completo para entender e combater essa realidade

    Introdução De caráter estrutural e sistêmico, a desigualdade entre brancos e negros na sociedade brasileira é inquestionável e persiste com a fragilidade de políticas públicas para o seu enfrentamento. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por exemplo, os negros representam 75,2% do grupo formado pelos 10% mais pobres do país. Se realmente queremos construir uma sociedade igualitária, é necessário compreender qual o papel que cada estrutura socioeconômica desempenha na reprodução do racismo, a fim de desenhar estratégias eficazes para o seu enfrentamento. Nesse cenário, o combate à desigualdade racial na educação é essencial, enquanto elemento indispensável para qualquer mudança, de modo que sem uma educação efetivamente antirracista não é possível pensar em uma sociedade igualitária. Ao longo deste especial, compilamos uma série de informações, dados e análises aqui do Observatório de Educação – Ensino Médio e Gestão para você compreender um pouco mais sobre a ...

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    Carlos Alberto Decotelli era presidente do FNDE, autarquia do ministério da Educação Imagem: Luis Fortes/Ministério da Educação

    Decotelli adota fala neutra, mas afirma cotas para diminuir desigualdades

    O ministro da Educação, Carlos Alberto Decotelli, disse hoje em entrevista à Rádio Bandeirantes que as cotas são mecanismos para tentar diminuir diferenças no acesso à educação. "Não podemos exigir resultados iguais para aqueles que não tem igualdade no acesso. Cotas dependerão sempre de reflexão de toda a sociedade", disse. Decotelli adotou um discurso neutro ao se referir a questão, mas reconheceu estruturas que mantêm o racismo na sociedade brasileira. "Passamos mais de 300 anos com esse conceito de escravocrata. Hoje, ainda temos muitas contaminações de metodologias, subjetividades. Eu nunca, como negro, fui um George Floyd. Nunca sofri o racismo de tomar dois tiros nas costas. Mas perceber olhares, de eugenia de ambientação, ou seja, criar um ambiente que não seja para negros", contou. Ele ainda citou que os Estados Unidos criou uma "pandemia racial" com os protestos antirracistas, evidenciando que o país "não aprendeu a conviver com ...

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    (Foto: Imagem retirada do site ESBRASIL)

    Dia Mundial contra o Trabalho Infantil: racismo aumenta desigualdade para crianças negras

    Nas ruas de Sabará, região metropolitana de Belo Horizonte, Cristiano Paulo dos Santos, com cerca de 7 anos, saía todos os dias para vender din-din ou geladinho, um tipo de picolé artesanal em saquinhos plásticos. Esse foi um dos primeiros trabalhos de Cristiano, hoje com 42 anos. Ivonete dos Santos Dias, de 31 anos, trabalhava na roça ou descascava mandioca para fazer farinha, junto com seus pais. Um trabalho pesado e diário, feito por uma criança na zona rural do Piauí, no município de São Raimundo Nonato. Além do sobrenome e do histórico de trabalho infantil, Cristiano e Ivonete têm outro ponto em comum: são negros. Realidade de mais de 60% das crianças brasileiras que trabalham. Os dados foram repassados pela secretária-executiva do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, Isa Carvalho. Ela aponta que, no Brasil, a exploração do trabalho na infância tem cor. Sonora: “Há uma ...

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    REUTERS

    Protestos por George Floyd: em seis áreas, a desigualdade racial no Brasil e nos EUA

    A eclosão de manifestações nos Estados Unidos e no Brasil contra a violência que atinge os negros volta a lançar luz sobre a desigualdade e a representatividade racial nos dois países. A BBC News Brasil selecionou abaixo dezenas de indicadores oficiais em seis tópicos acerca da disparidade racial. Em resumo, em relação aos brancos, os negros brasileiros e americanos têm menos escolaridade, acesso à saúde e emprego. Morrem mais de covid-19 e em intervenções policiais. São sub-representados no sistema político e na indústria cultural. Os negros somam 55% da população brasileira e 12% da americana. Cada país adota sua própria metodologia para classificação racial ou étnica. No Brasil, ela é mais flexível e em torno da autodeclaração, sendo ligada a aspectos físicos e socioculturais, por exemplo. Negros é a soma de pretos e pardos. Nos EUA, a regra é mais rígida — baseada na ascendência — para se definir como ...

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    Divulgação

    Impacto da desigualdade social durante a pandemia é tema de live realizada pelo Prioridade Absoluta, nesta sexta-feira

    A atual pandemia tem evidenciado, ainda mais, as desigualdades da sociedade brasileira: segundo o IBGE, um quarto da população está abaixo da linha da pobreza e enfrenta maiores restrições de acesso à internet, saneamento básico, educação, condição de moradia e proteção social. Quase metade das crianças de 0 a 14 anos no país também está nesse grupo e têm seus direitos fundamentais - à escola, à saúde, à vida, etc - violados cotidianamente. Para conversar sobre essas questões e trazer reflexões sobre a importância de considerar as desigualdades sociais e a absoluta prioridade de crianças e adolescentes, como determina o artigo 227 da Constituição Federal, durante o enfrentamento à pandemia, o programa Prioridade Absoluta, do Instituto Alana, realiza a live “Expresso 227: coronavírus: infâncias e desigualdades”, dia 29/5 (sexta-feira), às 19h, com transmissão ao vivo no canal do YouTube do Instituto Alana.  A conversa terá a participação de Suelaine Carneiro, ...

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    Crédito: iStockPhoto/TommL

    Pandemia de coronavírus deve piorar desigualdade racial no ensino médio

    A pandemia do novo coronavírus deve agravar um quadro já preocupante no ensino médio no Brasil: a desigualdade racial. Dados do Ministério da Saúde mostram que cresce o percentual de pretos e pardos entre internados e mortos por COVID-19. Além disso, um estudo na cidade de São Paulo concluiu que pretos têm 62% mais chance de morrer pela doença do que brancos. Ao mesmo tempo, a população negra tem, historicamente, mais dificuldades para permanecer na escola e concluir a educação básica, como mostram dados analisados pelo Observatório da Educação do Instituto Unibanco. A plataforma com 14 mil documentos, entre análises e curadoria de artigos, teses, dados estatísticos e eventos, além de produção audiovisual sobre ensino médio e gestão em educação pública, será fonte principal, a partir de hoje, de uma série de reportagens sobre o ensino médio no Brasil, realizada pelo Porvir em parceria com o Instituto Unibanco. Uma análise ...

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    Getty/Gary Waters

    Aumenta desigualdade salarial entre brancos e pretos, diz IBGE

    A diferença de rendimentos entre trabalhadores brancos e pretos aumentou em 2019, atingindo o maior patamar desde 2016, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). De acordo com pesquisa divulgada pelo instituto nesta quarta (6), a renda média mensal dos pretos equivalia a 55,8% da dos brancos. O rendimento médio dos trabalhadores brancos foi de R$ 2.999 em 2019. Já os pretos tiveram rendimento médio de R$ 1.673. Foi a segunda maior diferença da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012, perdendo apenas para 2016. Os trabalhadores que se declararam pardos tiveram em 2019 renda média de R$ 1.719 por mês. O valor equivale a 57,3% do rendimento médio dos brancos. Nesse caso, porém, a diferença se mantém praticamente estável nos últimos anos, após uma queda em 2016. Em 2019, os trabalhadores pretos representavam 10,4% da população ocupada no país. A fatia vem crescendo ao longo dos últimos ...

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    Foto: Getty Images / BBC News Brasil

    Comissão Futuros da Educação recomenda planejamento para reduzir desigualdades após COVID-19

    A crise de saúde causada pela COVID-19 resultou no fechamento de escolas e universidades, afetando mais de 90% dos estudantes do mundo. Distúrbios ainda mais drásticos pairam no horizonte, de acordo com a Comissão Internacional sobre os Futuros da Educação (International Commission on the Futures of Education) – comissão independente indicada pela diretora-geral da UNESCO, Audrey Azoulay, em setembro de 2019. Mesmo quando as escolas reabrirem, a emergente recessão econômica ameaça exacerbar as desigualdades e pode reverter o progresso obtido na expansão do acesso educacional e na melhoria da qualidade da aprendizagem em todo o mundo, alertou a Comissão durante uma reunião on-line em abril. A crise de saúde causada pela COVID-19 resultou no fechamento de escolas e universidades, afetando mais de 90% dos estudantes do mundo. Distúrbios ainda mais drásticos pairam no horizonte, de acordo com a Comissão Internacional sobre os Futuros da Educação (International Commission on the Futures ...

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    Problema crônico, falta de saneamento básico assola o país. Cem milhões de pessoas não têm coleta e tratamento de esgoto, diz Renata Ruggiero, diretora da Iguá Saneamento (foto: Carlos Moura/CB/D.A Press)

    Desigualdade que envergonha: crise da Covid-19 ampliará problemas sociais

    A crise provocada pelo novo coronavírus evidenciou a fragilidade estrutural e agigantou as desigualdades sociais do Brasil. Os serviços públicos, necessários para mais de 75% da população, são precários. O sistema de saúde é insuficiente e começa a entrar em colapso em alguns estados. A falta de saneamento básico, uma agenda do século 19, ainda assola o país e 35 milhões de pessoas não têm acesso à água. A informalidade é brutal, com mais de 38 milhões de brasileiros invisíveis ao Estado. E as moradias são indignas para grande parte da população, que não consegue nem manter a higiene básica, muito menos cumprir os protocolos que reduzem o risco de contaminação. A pandemia desnudou as mazelas do Brasil. Uma vez vencida, contudo, tem potencial para deixar legados positivos, dizem especialistas. Para Claudio Porto, fundador e presidente do conselho de administração da Macroplan, o posicionamento da saúde como a maior prioridade ...

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    Divulgação

    Desigualdade social, pandemia e acesso à Justiça

    É hora de alternar o perfil dos grupos políticos que sempre ocuparam o espaço da Ouvidoria da Defensoria Púbica de SP. No próximo dia 23, quinta feira, entidades e organizações com direito à voto indicarão o nome da Sociedade Civil para Lista Tríplice das eleições para Ouvidoria da Defensoria Pública de SP. O Movimento Negro de São Paulo defende uma chapa composta por três mulheres negras e um companheiro quilombola: Beatriz Lourenço, da Uneafro; Maria Sylvia de Geledés; Gabrielle Nascimento, de Amparar e Oriel Rodrigues, da Conaq. AQUI o Perfil das candidatas da chapa, Programa Político e Plano de Trabalho : https://bit.ly/3b8jU5k APOIE a sociedade civil organizada no movimento negro, movimento de mulheres negras, anticárcere, quilombolas e periferias a ocuparem a Ouvidoria da DPSP.

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    FOTO TIAGO QUEIROZ/AE

    Drauzio Varella prevê ‘tragédia nacional’ por coronavírus: ‘Brasil vai pagar o preço da desigualdade’

    Prestes a completar 77 anos em maio, o médico cancerologista Drauzio Varella diz que se arrepende de já ter sido otimista a respeito do novo coronavírus. Na época em que começaram a surgir as primeiras informações sobre o vírus na China, em dezembro do ano passado, ele diz que, como muitos, considerou que se tratava de uma doença de baixa letalidade, como pareciam indicar os dados disponíveis. "Eu participei desse otimismo e me recrimino por isso hoje." Por Ligia Guimarães , da BBC Drauzio Varella  /FOTO: TIAGO QUEIROZ/AE Considerado parte do grupo de risco para a covid-19 pela faixa etária, o médico, escritor e comunicador tem vivido uma rotina profissional intensa nas últimas semanas, mesmo sem sair de casa. Concilia as reuniões matinais diárias do recém-criado grupo "Todos pela Saúde", que ele integra como sete técnicos que trabalham para direcionar uma doação de R$ 1 bilhão ...

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    Imagem retirada do site

    Desigualdades, mulheres negras e políticas públicas em meio à pandemia

    Nesse tempos de Covid-19, ficamos a refletir o quanto as desigualdades de gênero, raça e classe se tornaram ainda mais expostas no Brasil e passamos a assistir aos debates em mídias digitais de diversas entidades, sindicais, coletivos, redes, cientistas e pesquisadores negros e também de organizações do Movimento de Mulheres Negras, dentre outros atentos a esse cenário, já acentuado pelos cortes de recursos educacionais nas universidades públicas e nas pesquisas científicas, o congelamento de investimentos em saúde e as reformas neoliberais. Por Ady Canário*, do Blog Carol Ribeiro Imagem retirada do site Blog Carol Ribeiro Essa preocupação torna-se crescente e para com as comunidades mais vulneráveis da classe trabalhadora, entre elas a população negra em toda a sua diversidade, especialmente as mulheres negras, segmento que faz parte de grupos de risco, enquanto sujeitos sociais que cotidianamente já vem enfrentando historicamente as dificuldades dada a ausência de ...

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