sexta-feira, janeiro 22, 2021

Tag: Católicas pelo Direito de Decidir

Organização Católicas pelo Direito de Decidir disse em nota ter tido conhecimento da decisão pela imprensa. E que tomará as medidas cabivéis (Foto: CDD/ Divulgação)

Justiça de São Paulo proíbe organização feminista de usar ‘católicas’ no nome

A organização não-governamental Católicas pelo Direito de Decidir foi proibida pela Justiça de São Paulo de usar a palavra “católicas” no nome. A 2ª Câmara do Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo julgou que atuação da ONG que, desde 1993, atua pelos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres, entre eles ao aborto legal, é “incompatível com os valores adotados pela Igreja Católica”. Em seu voto, o relator do caso, o desembargador José Carlos Ferreira Alves, declarou que “ao defender o direito de decidir pelo aborto, que a Igreja condena clara e severamente, há nítido desvirtuamento e incompatibilidade do nome utilizado (….). O que viola frontalmente a moral e os bons costumes. Além de ferir de morte o bem e os interesses públicos.” A sentença atendeu a um pedido feito pela Associação Centro Dom Bosco de Fé e Cultura, que também é católica. De acordo com o portal ...

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Relação entre Congresso conservador e violência contra mulheres e LGBTs ‘é evidente’, diz membro de ONG católica

Para Gisele Cristina Pereira, da ONG Católicas Pelo Direito de Decidir, 'quando representantes do povo se posicionam de forma misógina, homofóbica e fundamentalista estão contribuindo para reforçarem essas atitudes na sociedade em geral' Por Ana Clara Jovino Do Opera Mundi A inclusão de medidas e objetivos para combater a discriminação e a desigualdade de gênero nas escolas no Plano Nacional de Educação (PNE) e nos Planos Estaduais e Municipais tem estimulado debates em todo o país. No dia 11 de agosto os vereadores de São Paulo aprovaram o Plano Municipal de Educação, mas o termo “gênero”, incluído no texto por defesa de entidades do movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros) e combatido por religiosos, ficou de fora. Além disso, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados desengavetou o Estatuto do Nascituro, projeto que visa a garantir a proteção integral dos embriões, eliminando qualquer possibilidade de interrupção da ...

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Lutar pela legalização do aborto é lutar pela saúde da mulher

Neste dia, gostaríamos de ter muito o que comemorar. Adoraríamos poder anunciar a completa implementação da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher (PAISM). Alardear aos quatro ventos que as mulheres têm tido sua saúde física e psicológica totalmente protegida pelo Estado. Por Católicas pelo Direito de Decidir  via Guest Post para o Portal Geledés É verdade que conseguimos avançar em alguns indicadores de saúde, como também é verdade que houve iniciativas governamentais que visam a implementação de assistência mais qualificada ao pré-natal, incentivo ao parto natural e redução do número de cesáreas desnecessárias, ao planejamento familiar, ao climatério e assistência às mulheres negras e população LGBTI, como também o enfrentamento da violência contra a mulher. Todas essas ações, importantes e necessárias para melhorar a qualidade da vida das mulheres, não conseguiram impactar de maneira considerável os índices de mortalidade materna. A meta estabelecida pelos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) ...

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Proibição do aborto no Brasil penaliza principalmente mulheres pobres e negras, diz diretora de ONG católica

'Mulheres que têm dinheiro podem fazer a interrupção da gravidez fora do país ou em clínicas adequadas a que mulheres pobres não têm acesso', constata Rosângela Talib, da ONG Católicas pelo Direito de Decidir Por Bruno Silveira no Opera Mundi Atualmente no Brasil ocorrem cerca de um milhão de abortos e 250 mil internações a cada ano por complicações nos procedimentos realizados em clínicas clandestinas. Os abortamentos são realizados em locais com pouca ou nenhuma higiene e por pessoas não capacitadas para auxiliar as mulheres que procuram essa saída. Enquanto nada se fala no Executivo e no Legislativo a respeito do problema, milhares de mulheres morrem há anos no país ao tentarem abortar. Por outro lado, nosso vizinho Uruguai (que legalizou o aborto no fim de 2012) não registrou mais nenhuma morte em decorrência de aborto e reduziu o número de 33 mil abortamentos anuais para apenas 4 mil já nos ...

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