segunda-feira, julho 6, 2020

    Tag: diversidade de genero

    Mulher pensando com legenda: pensando na quantidade de empresas que vão levar multa...

    Portugal passa a punir empresas por diferença salarial entre homens e mulheres

    Nós comemoramos quando a Islândia criou uma lei que multa empresas que pagam menos para mulheres. Agora, Portugal se inspira na iniciativa e também passa a punir a diferença salarial em seu território. no Hypeness Só pensando na quantidade de empresas que vão levar multa... Imagem - Hypeness A lei que obriga as empresas a pagarem a mesma quantia a funcionários que desempenharem as mesmas funções, independente do seu gênero, entrou em vigor na última quinta-feira, 21. Um projeto em andamento no país prevê ainda que sejam estudadas outras medidas de promoção de igualdade de gênero implementadas pela Islândia. De acordo com a nova legislação portuguesa, os empregadores terão que provar que os salários de homens e mulheres são equiparados. A Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) poderá realizar ações de inspeção para verificar que essas medidas estão sendo cumpridas. As empresas que violem essas condições serão ...

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    Imagem divulgada pela plataforma PretaLab (Imagem: Reprodução PretaLab)

    É urgente incluir mais mulheres (negras) no universo da tecnologia

    Quando falamos de desigualdade social no Brasil, temos assunto de conversa para anos de debate e discussão. É precisamente isso que nos predispomos a fazer com este artigo; não durante anos, mas durante alguns minutos. por Liana Rego e Marta Araújo no Conexão Lusófona Imagem divulgada pela plataforma PretaLab (Imagem: Reprodução PretaLab) No panorama brasileiro, esta é uma realidade que deixa um rasto numérico avassalador: as mulheres negras são as que têm maior taxa de desemprego, menores salários e maior dificuldade no acesso ao ensino superior (que tem subido, mas não o suficiente). Para piorar, são ainda as que mais sofrem com a criminalização do aborto, com a violência doméstica e com a violência obstétrica. Obviamente, todos estes indicadores sociais trazem consequências para o futuro dessas mulheres, como a dificuldade de entrada no mercado de trabalho e a permanência em cargos de menor prestígio e remuneração. ...

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    Michael B. Jordan agora só fará filmes com “cláusula de inclusão”

    Michael B. Jordan anunciou que sua produtora adotará a chamada “Inclusion Rider” (ou “cláusula de inclusão/representatividade”) – uma cláusula em contratos que exigem que projetos audiovisuais tenha diversidade racial e de gênero em seu elenco e equipe. por Rafael Alou no Papel Pop A decisão do ator vem em resposta ao poderoso discurso que Frances McDormand fez ao vencer o prêmio de melhor atriz no Oscar, no último domingo (4), no qual ela incentivou a indústria a apoiar mais histórias e projetos criados por mulheres, e pediu que os atores passassem a adotar essa cláusula de inclusão em seus contratos. “Em apoio às mulheres e homens que lideram essa luta, vou adotar Inclusion Rider para todos os projetos produzidos pela minha empresa Outlier Society. Tive o privilégio de trabalhar com mulheres poderosas e pessoas de cor ao longo da minha carreira e a missão da Outlier é continuar a incentivar pessoas ...

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    Diversidade de gênero entra no currículo de escolas da Austrália

    A Austrália fez a lição de casa em relação a questões de gênero; afinal, como já diz o ditado, é de pequenino que se torce o pepino. No Estado de Vitória, a quebra de tabus e de estereótipos agora faz parte do ensino fundamental e do médio em uma matéria obrigatória no currículo, intitulada Relações Respeitosas (Respectful Relationships). Foto: Reprodução/As coisas mais criativas do mundo Do As coisas mais criativas do mundo Assim, serão abordados em sala de aula temas como a naturalidade na escolha deles pela boneca e delas pela bola, nos primeiros anos, e discussões sobre privilégios masculinos na sociedade e terminologias como cisgênero e trans, nas turmas mais avançadas. Em dois anos, o governo investirá 21,8 milhões de dólares australianos, o equivalente a cerca de R$ 55 milhões, para implementar e desenvolver o novo programa nas escolas. Segundo informações do Departamento de Educação e ...

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    Getty

    Lojas de departamento já não diferenciam entre roupas de meninos e de meninas

    Rede britânica John Lewis elimina seções e lança linha de roupas “de gênero não específico” Por V. TORRES, Do El País Getty Uma das maiores redes de lojas de departamento da Europa, a britânica John Lewis, tomou uma medida revolucionária, pioneira e igualitária em seu departamento de roupas infantis. De agora em diante, suas 48 lojas não fazem distinção entre roupas de meninos e de meninas. Segundo a imprensa britânica, a decisão da empresa, com 153 anos de história, responde ao desejo de “não reforçar os estereótipos de gênero”. Para começar, de acordo com o The Independent, a rede eliminou a tradicional e até agora inevitável distinção entre as seções deles e delas, de modo que todas as roupas são expostas juntas e é o consumidor que decide se compra essa roupa para o filho ou a filha. Mas as mudanças são mais profundas do que aspectos meramente relacionados ...

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