Tag: Feminista

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    Roda de Conversa: O direito sob o olhar feminista anti-racista – Salvador/BA

    O Consórcio Lei Maria da Penha, Cladem, Tamo Juntas e Grupo Madás irão promover o lançamento do livro Tecendo Fios das Críticas Feministas ao Direito no Brasil, organizado pelo Consórcio Lei Maria da Penha, e a Roda de Conversa O direito sob o olhar feminista anti-racista durante as atividades do Colóquio de Direitos Humanos e Contemporaneidade e V Congresso Internacional de Direito dos Povos e Comunidades Tradicionais na Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Na Agência Patrícia Galvão Divulgação O lançamento do livro Tecendo Fios das Críticas Feministas ao Direito no Brasil, organizado pelo Consórcio Lei Maria da Penha, acontecerá às 12h, com distribuição gratuita de exemplares. Já a Roda de Conversa, às 18h30, contará com a participação de Laina Crisóstomo (Tamo Juntas e Consórcio Lei Maria da Penha), Ingrid Viana Leão (Cladem e Consórcio Lei Maria da Penha), Loyana Araújo (Grupo Madás) ...

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    No México, movimento feminista segue mais forte do que nunca para barrar o aumento dos feminicídios, diz Fernanda Acosta, porta-voz do coletivo Brujas del Mar

    No país em que dez mulheres são assassinadas por dia, feministas tomarão as ruas no 8M e planejam uma paralização para o dia 9, para chamar atenção para o que consideram uma emergência nacional Por Rafael Oliveira, Agência Pública Protesto no México contra feminicídio (Guadalupe Pardo/Reuters) No próximo 8 de Março, quando as mexicanas saírem às ruas para o Dia Internacional da Mulher, não será a primeira manifestação feminista de impacto ao longo dos últimos meses. No país em que dez mulheres são assassinadas em média por dia, em um crescimento de 137% do número de casos nos últimos cinco anos, a mobilização de grupos feministas tem se fortalecido em reação à crescente onda de violência de gênero, que muitas vezes resulta em impunidade. Há menos de um mês, em 15 de fevereiro, centenas de mulheres saíram às ruas vestidas de preto, protestando contra o feminicídio ...

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    MARIELLE FRANCO, VEREADORA ASSASSINADA NO RIO DE JANEIRO. FOTO: MÁRIO VASCONCELLOS/CMRJ

    Instituto Marielle Franco anuncia concurso de ensaios feministas

    Vencedora será premiada com Troféu Marielle Franco, uma quantia em dinheiro e publicação impressa e online na 1ª edição do concurso Por GIOVANNA GALVANI, da Carta Capital  MARIELLE FRANCO, VEREADORA ASSASSINADA NO RIO DE JANEIRO. FOTO: MÁRIO VASCONCELLOS/CMRJ O Instituto Marielle Franco divulgou, na terça-feira 21, o futuro lançamento de edital para a publicação de um ensaio feminista inédito escrito por mulheres. Nomeada de “Concurso Marielle Franco de Ensaios Feministas”, a iniciativa é realizada pela Editora Contracorrente, parceira do Instituto no concurso. De acordo com o divulgado, a premiação tem o objetivo de “fortalecer o pensamento feminista e defender a memória e a luta de Marielle” por meio da seleção de ensaios sobre aspectos variados do feminismo, que devem ser escritos por mulheres cis e trans. O edital receberá candidaturas entre os dias 14 de março e 14 de julho, e o processo será feito no ...

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    LUPE DE LA VALLINA

    Chimamanda Ngozi Adichie: “Não estava em meus planos ser um ícone feminista”

    Mas é o que ela virou. Ganhou fama com sua palestra “Todos deveríamos ser feministas” e continua atuando como escritora celebrada, entre sua Nigéria natal e os Estados Unidos. Nesta conversa reflete sobre os rumos da sua figura pública e questões como raça, identidade, a evolução do MeToo a relação com os homens e o poder das mulheres no século XXI. Por Pilar Álvarez, do El País Ela é sempre parada nos aeroportos, e não é por sua fama. Chimamanda Ngozi Adichie (Enugu, Nigéria, 1977) mantém seu passaporte nigeriano para ser fiel a suas raízes, mas isso começa a pesar. Mudou-se para os Estados Unidos há mais de uma década. Vive em Maryland com seu marido e sua filha de quatro anos, a quem ensina a usar uma linguagem que lhe foi vetada quando criança. Viaja com frequência à Nigéria, onde vivem seus pais e seus irmãos. Lá é uma ...

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    Mulheres em um protesto em 16 de agosto em Monterrey.GABRIELA PÉREZ MONTIEL (CUARTOSCURO)

    O grito feminista ressoa no México

    Manifestações dos últimos dias constatam o auge das mobilizações das mulheres e evidenciam a saturação pelo clima generalizado de violência Por SONIA CORONA e AVIER LAFUENTE, do El País  Mulheres em um protesto em 16 de agosto em Monterrey - Foto: GABRIELA PÉREZ MONTIEL (CUARTOSCURO) O Anjo da Independência da Cidade do México amanheceu há alguns dias com pichações que narravam a realidade do país. “México feminicida”, porque a cada quatro minutos uma mulher sofre um estupro; “Autodefesa já”, porque as denúncias por crimes sexuais aumentaram 20% nesse ano em um país onde 93% dos crimes não são solucionados. Também “Nunca mais terão a cumplicidade de nosso silêncio”, porque centenas de mulheres mexicanas decidiram que seu grito de saturação ressoará cada vez mais forte, pelos milhares, milhões, que não podem fazê-lo. O estupro de uma menor de 17 anos supostamente por quatro policiais foi o detonador ...

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    Chidera Eggerue, Scarlett Curtis e Liv Little estão na lista de mulheres que fazem uso positivo das redes Foto- Arte de José Lopes sob foto divulgação - O Globo

    Conheça 14 mulheres que usam as redes sociais para tornar o mundo um lugar melhor

    Tomar as ruas foi — e ainda é — fundamental para a luta feminista, mas as novas mídias mudaram o campo de jogo por Celina no O Globo Chidera Eggerue, Scarlett Curtis e Liv Little estão na lista de mulheres que fazem uso positivo das redes Foto- Arte de José Lopes sob foto divulgação - O Globo Das sufragistas que se acorrentaram às grades do Parlamento Britânico para condenar o tratamento dado às mulheres às imagens demanifestantes que, nos anos 1970, marchavam pelos direitos reprodutivos e pela igualdade no local de trabalho. A mobilização das mulheres contra a misoginia tem sido parte crucial da história do século XX. Tomar as ruas foi — e ainda é — fundamental para a luta em curso pela libertação, mas as mídias sociais mudaram o campo de jogo. A ascensão do ativismo global on-line, ou "feminismo em rede", é a ...

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    Kirsten, 75, e Catherine, 65, respectivamente a presidente e a secretária-geral da mítica Maison des Babayagas, em Montreuil, na região parisiense.

    Babayagas: Conheça o “anti-asilo” feminista que revoluciona visão da velhice na França

    Elas são divorciadas, viúvas ou solteiras. A maioria tem filhos, netos, e todas possuem mais de 60 anos. Independentes, politizadas e ativas, essas mulheres decidiram que sua velhice seria exatamente do jeito que elas desejassem. “Nem marido, nem patrão, nem família, nem Estado” decidem no lugar delas como, onde e de que maneira envelhecer. Elas moram bem em seus estúdios modernos, pagando um aluguel baixo, criando projetos coletivos e viajando o mundo. A RFI foi conhecer a Maison des Babayagas, no município de Montreuil, na região parisiense, durante um domingo de sol e de atividades coletivas. Por  Márcia Bechara, do Rfi Kirsten, 75, e Catherine, 65, respectivamente a presidente e a secretária-geral da mítica Maison des Babayagas, em Montreuil, na região parisiense. (FOTO: Márcia Bechara)   Baba Yaga, na mitologia eslava e russa, significa “fada”, “bruxa”, uma feiticeira solitária de mil disfarces, velha e poderosa, que monta dragões e ...

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    Feminismo é melhor avaliado entre homens que entre mulheres, diz pesquisa

    Mais de 50% dos homens e 38% das mulheres consultados se declararam favoráveis ao movimento Da Claudia (nito100/Getty Images)   Uma pesquisa realizada pelo DataFolha demonstrou que, no Brasil, o feminismo é mais bem visto entre a população masculina que a feminina. Entre eles, 48% dos consultados afirmaram ver mais benefícios que prejuízos para as mulheres, enquanto 41% apontou o inverso. Já entre as mulheres, as porcentagens são próximas: 43% enxergam mais benefícios e 41% mais prejuízos. Realizado entre os dias 2 e 3 de abril, o levantamento consultou 1.095 mulheres e 991 homens, todos maiores maiores de 16 anos, em 130 municípios brasileiros. Sua margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Com relação ao apoio às causas feministas, os homens também ficaram em maior número. Foram 52% deles contra 39% delas. Mas, independentemente de simpatizar ou não, mais de dois terços ...

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    A pedagogia negra e feminista de bell hooks

    Roda de Conversa que acontece em 21 de março no marco do lançamento de Olhares Negros pela Editora Elefante, pretende refletir sobre a importância da obra de bell hooks para a compreensão de questões raciais e de gênero Da Fundação Rosa Luxemburgo Divulgação/ Fundação Rosa Luxemburgo Para ela, nada tem mais importância do que as ideias e o conhecimento: “o mais importante em meus livros é a substância e não quem sou eu”. Por isso, bell hooks escreve seu nome desta forma: somente com letras minúsculas. Com uma vasta produção ( possui mais de 30 livros, o que inclui obras infantis), a feminista, escritora, crítica cultural e ativista estadunidense é pouco conhecida (e traduzida) no Brasil para além dos círculos de organizações acadêmicas e de movimentos de mulheres negras. Porém, há um crescente interesse pela obra de hooks que fornece elementos fundamentais para a compreensão de questões conectadas ao debate ...

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    A paquistanesa Malala Yousafzai, prêmio Nobel da Paz, caminha com seu pai, Ziauddin, em Birmingham, na Inglaterra

    ‘Eu já era feminista antes de conhecer o termo’, diz o pai de Malala ao lançar livro de memórias

    Em 'Livre para voar' o paquistanês Ziauddin Yousafzai, que conta sua criação em um vilarejo e sua indignação com o preconceito desde cedo Adriana Carranca, no O Globo A paquistanesa Malala Yousafzai, prêmio Nobel da Paz, caminha com seu pai, Ziauddin, em Birmingham, na Inglaterra Foto- LIZ CAVE : AFP Ziauddin Yousafzai nasceu em uma aldeia isolada de Khyber Pakhtunkhwa — a terra dos Pashtuns — na fronteira tribal do Paquistão com o Afeganistão. Filho de um clérigo, ele estava destinado ao ensino religioso, mas o pai decidiu que poderia ir além e o enviou a uma escola “moderna”. As cinco irmãs não tiveram a mesma oportunidade. Em “Livre para voar” (Companhia das Letras), Yousafzai traça a própria trajetória, do menino que testemunhou a desigualdade em casa até se tornar pai da mais jovem ganhadora do Nobel da Paz, Malala Youzafzai. Para promover mudança social, ele ...

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    Explosão feminista: Heloisa Buarque de Hollanda faz mapeamento inédito dos novos feminismos em livro

    Aos 79 anos, a socióloga Heloisa Buarque de Hollanda não para. “Sou uma feminista das antigas, da ‘terceira onda’, mas sempre atenta ao presente e, principalmente, ao futuro. E o futuro será feminista”, diz ela, num dia de verão em Búzios (RJ). POR JULIANA SAYURI , da Revista Trip  Socióloga Heloisa Buarque de Hollanda (Foto: Marcelo Correa) Autora de mais de 45 livros e professora emérita da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a socióloga recentemente lançou Explosão feminista: arte, cultura, política e universidade. Em breve, publicará outros três títulos: Feminismo no Brasil – Textos Fundamentais e Pensamento Feminista – Fundamentos 1975-2015, que pretendem mapear as principais autoras feministas, e 25 Poetas, que apresenta autoras da poesia marginal, uma referência à sua clássica antologia 26 Poetas Hoje, organizada em 1976, durante a ditadura militar, e reeditada em 2007. Heloisa coordena o Programa Avançado de Cultura Contemporânea na Federal do Rio, onde desenvolve os ...

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    Marcha de Mulheres em La Plata

    Não é feminista nem anti-capitalista e anti-patriarcal se é racista, xenofóbica, transfóbica e não questiona seus privilégios

    O evento Encontro Latino Americano de Feminismos foi marcado por inúmeros episódios racistas, xenofóbicos e transfóbicos *Por Denise Braz do Revista Amazonas para o Portal Geledés Foto: Arquivo da Comissão Organizadora do Dia 8 de Novembro Foi realizada de 7 a 10 de dezembro de 2018 em La Plata, Argentina, a 4ª edição do Encontro Latino Americano de Feminismos (ELLA). O evento contou com a participação de muitas mulheres do meio político, artistas e ativistas de várias partes de América Latina e Caribe. Foram, aproximadamente, mais de 21 países participantes e mais de 150 atividades. O encontro teve tudo para fechar o ano com “chave de ouro”, depois de tantas conquistas do feminismo argentino. As companheiras de outros países estavam ansiosas para saber mais sobre a luta a favor da descriminalização do aborto, que em breve esperamos que seja lei, e compartir suas vivências. Porém, o evento ...

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    Imagem retirada no site Carta Capital

    Sobre Feminismos

    Pelos feminismos, portanto, são reconhecidas, institucional e socialmente, as multiplicidades das mulheres em todas as suas possibilidades. Por  GRAZIELLY ALESSANDRA BAGGENSTOSS, da Carta Capital Foi veiculada recentemente a notícia de que Eduardo Bolsonaro lançara uma orientação aos professores de ensino médio, visando a futuros processos de seleção para cursos universitários, relacionando temáticas que deveriam ser desconsideradas e indicando linha de estudos a ser seguida, como a de Murilo Resende. De fato, escreveu em sua rede social Twitter @BolsonaroSP, no dia 5 de janeiro: Foto: Reprodução/Twitter Daqui, seria possível escolher algumas frentes de debate, como gêneros linguísticos, narrativas históricas, “estirpe”, Murilo Resende. Na esfera da Hermenêutica Jurídica, poder-se-ia igualmente trabalhar a expressão “Leis efetivas contra a corrupção são a solução”, que se encontra na foto de capa de Eduardo, visto que articula ideias de justiça, consequencialismo e objetivo complexo de modo um tanto quanto irresponsável, considerando a necessidade de uma perspectiva sistêmica ...

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    Heloisa Buarque de Hollanda- pesquisadora lançou 'Explosão feminista', pela Companhia das Letras Foto- Leo Aversa : Agência O Globo

    Heloisa Buarque de Hollanda mergulha na quarta onda feminista em livro recém-lançado

    Com 24 artigos, obra analisa como movimento virou tsunami ao se apropriar do ambiente virtual por Helena Aragão no O Globo Heloisa Buarque de Hollanda- pesquisadora lançou 'Explosão feminista', pela Companhia das Letras Foto- Leo Aversa : Agência O Globo Na década de 1980, quando Heloisa Buarque de Hollanda entrevistava mulheres artistas para suas pesquisas, costumava constatar duas coisas: seus trabalhos tinham forte conteúdo político de defesa dos direitos femininos, mas elas se recusavam a se definir como feministas. Corta para os anos 2010 e... parece que o jogo virou. As criações de cineastas, poetas, compositoras e atrizes seguem engajadas, mas feminismo definitivamente deixou de ser uma palavra maldita. O que, afinal, aconteceu? Esta foi uma das perguntas que motivaram a escritora e pesquisadora a produzir o livro “Explosão feminista”, recém-lançado pela Companhia das Letras. A obra traz 24 artigos a respeito de diversas vertentes do movimento. ...

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    6 documentários essencias para compreender o Feminismo

    Estas produções possuem 100% de protagonismo feminino e falam de machismo, racismo e empoderamento Por Anna Laura Moura Do Claudia Folha de S. Paulo/Reprodução O feminismo é muito além de luta e empoderamento, afinal, é recheado de histórias e ícones femininos extremamente importantes para a emancipação das mulheres. Muitas dessas histórias foram retratadas em documentários, repletos de informação e representatividade. Selecionamos seis documentários para quem estiver procurando aprender mais sobre o movimento feminista e seus ícones. 1 – What Happened, Miss Simone? A cantora Nina Simone conseguiu não só dinheiro e fama, como deixar a sua marca como mulher forte. Durante sua ascensão ela desejava algo a mais: aigualdade racial. Em gravações e imagens inéditas, esse documentário produzido pela Netflix conta sua história de luta e superação. Nina cantou músicas que exaltavam a luta da mulher negra, além de ter decidido não seguir os padrões que foram impostos à ela. 2 – Malala A produção fala sobre Malala Yousafzai, que foi perseguida pelo Taliban e severamente ferida ...

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    Movimento feminista da Paraíba diz não ao machismo na TV

    Em seu programa Cidade em Ação, da TV Arapuan, afiliada da Rede TV, Sikera Junior ofende as mulheres. Terá que se retratar Da Carta Capital  Por: Mabel Dias Ativistas protestaram em frente à TV Arapuan contra declarações de Sikera Junior (Intervozes) As mulheres da Paraíba disseram não ao discurso de ódio e preconceito do apresentador José Siqueira Junior, mais conhecido como Sikera Junior, contratado pelo Sistema Arapuan de Comunicação para apresentar o programa policialesco Cidade em Ação na TV Arapuan, afiliada à Rede TV. Na semana passa o apresentador fez comentários preconceituosos de cunho racista e machista em relação a jovem negra Raiane Lins, que estava detida em uma delegacia de João Pessoa, chamando-a de “sebosa” e “vagabunda”, porque, segundo apontou Sikera, a mesma não estava com as unhas pintadas. Logo após a exibição, a jornalista e rapper feminista Kalyne Lima postou em sua rede social um texto em repúdio ...

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    E se não tivesse havido golpe?

    Vejam vocês que ironia. Não tivesse havido golpe, estaríamos agora entrando em uma eleição limpa, tranquila e muito provavelmente, com a saída democrática de 16 anos de governos do PT. Por Gustavo Conde Do Brasil247 Foto: Reprodução/Brasil247 Porque, se Dilma prosseguisse, o PT não despontaria como o favorito de agora. Seria dificílimo, quase impossível, encaixar mais uma vitória. Estaríamos vivendo, neste momento, um cenário de consolidação da democracia. Teríamos várias forças políticas ascendendo e participando do pleito de maneira soberana. Teríamos debate, autoestima e um pouco mais de clareza diante da economia e dos avanços sociais. Teríamos espaço para projetos novos de gestão, para sínteses dos legados deixados pelo PT e mesmo pelo PSDB. Possivelmente, não teríamos a gasolina nesse preço exorbitante, muito menos o gás de cozinha. Não teríamos massacres em presídios, genocídio de índios, escalada de feminicídios, escalada de violência e essa enxurrada de casos ...

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    Uma feminista anarquista no alvorecer do século XX

    A educadora Maria Lacerda de Moura, mineira de Manhuaçu (1887-1945), formou-se na Escola Normal de Barbacena e viveu também em São Paulo, tendo publicou dez livros. Entre eles, "A mulher é uma degenerada "(1924), cujo título seria uma pergunta, mas foi publicado sem a interrogação; e outro igualmente ousado: "Amai... mas não vos multipliqueis" (1932). Para Maria Lacerda, a liberdade sexual das mulheres seria a "conquista suprema para a remodulação do velho mundo". Do Festival de Historia Macaé Evaristo, Maria do Carmo Ferreira e Carolina Ramkrapes, no 4º fHist (Foto: Reproduzida/festival de historia) Pouco estudadas no meio acadêmico brasileiro, as ideias feministas dessa militante anarquista do início do século XX foram apresentadas no 4º Festival de História em 2017 pela historiadora e professora da rede pública de São Paulo, Carolina Ramkrapes, na mesa "Nossa Luta faz História". A mesa contou, ainda, com relatos de lutas da ...

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    Entrevista a Sonia Corrêa: “Em 2018, as feministas vão estar na rua!”

    A ativista e investigadora brasileira Sonia Corrêa esteve em Lisboa e conversou com o Esquerda.net sobre a primavera feminista que tem sacudido o Brasil e também sobre os avanços e os recuos, na já tão longa luta pelo fundamental direito ao aborto. Por Sofia Roque Do Esquerda.Net Youtube/imagens Sonia Corrêa é feminista e investigadora em estudos de género, com inúmeras publicações na área dos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres. Desde 2002, é também co-coordenadora, com Richard Parker (EUA/Brasil), do fórum global Sexuality Policy Watch(link is external)(Observatório de Sexualidade e Política), e investigadora associada da Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (ABIA) e do Departamento de Estudos de Género da London School of Economics and Political Science(link is external). No final de dezembro de 2017, Sonia Corrêa esteve em Lisboa e conversou com o Esquerda.net sobre a primavera feminista que tem sacudido o Brasil, desde 2015, e também sobre os avanços e recuos ...

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    Site busca voluntários para atacar feministas com ácido sulfúrico

    Administradoras da página Feminismo Sem Demagogia e familiares receberam ameaças de ataque com a substância química Por Victória Damasceno Do Carta Capital Ilustração: Lumi Mae Através de mensagens de seus seguidores do Facebook, Gleide Davis foi avisada de que era alvo de uma ameaça. Dona da página Feminismo Sem Demagogia, a militante feminista, juntamente com as outras duas administradoras, Vera Dias e Jéssica Milaré, receberam ameaças do site Rio de Nojeira, onde o autor da postagem oferece 10 mil reais para quem se oferecer a jogar ácido sulfúrico no corpo das mulheres. O texto foi publicado na tarde de segunda-feira 22 e dá um prazo de trinta dias para que qualquer indivíduo se habilite a cometer o crime. Para a realização do ataque, o site disponibiliza dados pessoais dos alvos, como nome completo, documentos pessoais, número de telefone e até mesmo o endereço pessoal e comercial, além de uma fatura de cartão de crédito. Apresentado ...

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